30 nov Economia

Entendendo a Dívida Externa brasileira

Matheus comenta: “Olá amigos do Dinheirama! Gostaria de saber mais sobre a dívida externa. Qual é o seu valor atual? O que é a Dívida Externa de Curto, Médio e Longo prazo? Vale apena pagá-la? Se sim, porque o Brasil não ‘junta uns trocos’ e termina com isso de uma vez? Gostaria de saber mais […]

por Ricardo Pereira
há 7 anos

Governo BrasileiroMatheus comenta: “Olá amigos do Dinheirama! Gostaria de saber mais sobre a dívida externa. Qual é o seu valor atual? O que é a Dívida Externa de Curto, Médio e Longo prazo? Vale apena pagá-la? Se sim, porque o Brasil não ‘junta uns trocos’ e termina com isso de uma vez? Gostaria de saber mais sobre o assunto e tenho certeza de que o Dinheirama é o lugar certo para isso. Obrigado pela atenção”.

Olá Matheus. Você tem razão, desde que aprendemos as primeiras noções de economia[bb] somos assombrados pela chamada Dívida Externa. Mas, na ponta da língua, poucos sabem sua origem, como no decorrer do tempo o volume foi aumentando, como os empréstimos contraídos foram utilizados etc. Como é papel do Dinheirama esclarecer tudo que envolve economia e finanças, vamos abordar o tema de uma forma muito direta. Esperamos que os leitores participem desse debate e deixem suas opiniões nos comentários e no nosso fórum.

Origem da dívida
A origem da dívida externa remonta o ano de 1824. Na época, foi contraída uma dívida no valor de 3 milhões de libras esterlinas, ficando conhecida depois como “empréstimo português”. A principio, o valor serviria para cobrir despesas do período colonial. Na prática, significava um pagamento à Portugal pelo reconhecimento de nossa independência.

Em 1829 foi realizado um novo empréstimo, que entrou para história como o “ruinoso”, realizado com o intuito de cobrir parcelas não quitadas na dívida anterior. Fechado o empréstimo, o Brasil recebeu apenas 52% do acordado. Os 48% restantes serviram para cobrir os juros da dívida anterior. Foram registrados outros dois empréstimos considerados importantes durante o período de império (1843 e 1852) que ainda serviram para pagamentos de débitos relativos ao primeiro empréstimo, saudado completamente apenas em 1890.

Durante a chamada república do “café com leite”, o endividamento foi só aumentando. Analisando friamente a situação, percebe-se que o intuito foi a necessidade de garantir os privilégios da elite. O presidente Campos Salles, eleito em 1898, viajou para a Inglaterra pessoalmente, antes da posse, para negociar a dívida com os banqueiros Rotshild. O site HistoriaNet nos conta mais:

“Deste encontrou surgiu o acordo denominado Funding Loan, que suspendeu o pagamento da dívida por 13 anos. O pagamento dos juros seria realizado em 3 anos, em títulos da dívida pública, podendo o Brasil obter um novo empréstimo. Como garantia do cumprimento do acordo, as rendas das alfândegas brasileiras ficaram hipotecadas aos credores ingleses”

“Em 1906 surgiu uma nova dívida graças ao inicio da “Política de Valorização do Café”. Foi assinado o Convênio de Taubaté, entre os governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que, a partir de empréstimos tomados no exterior, comprariam e estocariam excedente da produção de café”.

De lá pra cá…
No período posterior ao golpe militar os empréstimos continuaram a aumentar de maneira expressiva, graças a política econômica desenvolvida no Brasil naquela época. O momento ficou conhecido como “milagre econômico”, quando viu-se a economia brasileira crescer a taxas elevadíssimas, com o ingresso maciço de capital estrangeiro. Ah sim, nesse período a dívida saltou de 4 para 12 bilhões de dólares.

Podemos traçar a história do endividamento no período militar em dois estágios:

  • Governos Costa e Silva e Médici, 1968 a 1973 – Milagre Econômico. Nessa época, os empréstimos[bb] foram usados para absolutamente tudo. Desde a operacionalização de empréstimos via crédito direto para aquisição de geladeiras, secadores de cabelo, automóveis e outros bens até o financiamento de grandes obras urbanas como estradas, viadutos e redes de energia elétrica.
  • Governo Geisel, 1974 a 1979. Nessa segunda fase, a indústria de bens de consumo duráveis, lideradas pela grande produção de automóveis, encalhou. Isso ocorreu, em grande parte, por causa da crise mundial gerada pelo petróleo, repercutindo no aumento das taxas de juros. Taxas estas que somadas aos gastos dos grandes projetos de geração de energia levaram à necessidade de novos empréstimos, considerados, pois, indispensáveis.

O ano de 1982 foi, economicamente, o ano da falência declarada do modelo brasileiro de desenvolvimento. Assim, o país recorreu ao FMI e, ao final do governo Figueiredo (final da ditadura militar), a dívida externa brasileira chegava a casa de 100 bilhões de dólares.

O endividamento externo do país é ruim? É bom?
Como percebemos no decorrer do texto, a dívida externa existe há muito tempo e, por muito tempo, diversos fatores nos levaram a acreditar que o endividamento externo seria a solução de nossos problemas. Prática chamada de “morfina imprescindível”. O site Economia Online nos ajuda a entender melhor:

“Nossa história sempre foi marcada pela política do fraco contra o rico e pela crescente desvalorização de nossas exportações. No entanto, quase sempre o preço das importações permanecia forte. Desta maneira, fomos escravos de um grande déficit na balança comercial, fazendo com que seguidos governos optassem pela solução mais fácil: o financiamento externo, usado não só para tapar lacunas emergenciais, mas para conseguir a rolagem da própria dívida”

O Governo é o detentor de toda a dívida?
Não. Ao contrário do que muitos pensam, a dívida externa pertence, em sua maior parte, às grandes empresas privadas. Sabe-se que 60,1% dessa dívida, algo em torno de R$ 130 bilhões, cabe ao setor privado. Do total dessa dívida do setor privado, cerca de 80% correspondem às dívidas de médio e longo prazo. Os valores de curto prazo na sua maior parte correspondem à linhas de crédito para financiamento do comércio exterior, periodicamente renovadas.

Perfil da Dívida Brasileira
O perfil da dívida externa brasileira mudou bastante da década de 80 até hoje em dia. Naquele tempo, o grande devedor era o setor público. Em dezembro de 1980, por exemplo, 69% dos 53,8 bilhões que o país devia eram responsabilidade do governo federal. Em 1985, esse percentual era de 82%.

Hoje, o setor público não-financeiro (governo federal, estados, municípios) responde por algo próximo a 20% da dívida externa bruta. Considerando-se a dívida externa líquida do setor público, ou seja, deduzindo-se da dívida bruta as reservas internacionais do Banco Central (que cresceram muito nos últimos anos e giram em torno de 175 bilhões de dólares), pode-se dizer que o Brasil está em uma posição bastante confortável se comparada aos idos de 1980.

E o calote, é uma opção?
Se for considerado inadimplente o Brasil perde todo o crédito no exterior. Um dos pontos principais que trouxeram respeitabilidade e confiança ao país foi, justamente, o compromisso do governo em honrar os contratos. A Argentina optou por um caminho diferente e as consequências foram sentidas de forma muito intensa. Com a reestruturação, a coisa melhorou.

As desconfianças geradas por uma moratória levariam anos para serem absorvidas totalmente pelo país e pelos investidores internacionais[bb]. Acredite, muitos dos reflexos negativos que ainda temos em nossa economia hoje são oriundos da inadimplência da década de 80.

Enfim, melhoramos bastante.
Os números mudaram muitos nos últimos anos e a confiança internacional no Brasil está novamente para ser testada, através das agências internacionais de rating, com a tão celebrada e aguardada chegada do grau de investimento. O Risco Brasil nunca esteve em patamares tão baixos.

Podemos concluir que hoje, com uma política econômica mais austera, a dívida externa esta controlada. Nota-se superávits primários anualmente alcançados, que servem para pagamento dos juros da dívida. O país economiza e quem ganha somos nós, graças a estabilidade e confiança que conquistamos.

——
Ricardo Pereira é Analista Financeiro Sênior da ABET Corretora de Seguros, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama.

Crédito da foto para Marcio Eugenio.

Ricardo Pereira

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: @RicardoPereira

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  • Fabricio

    Muito interessante, principalmente o fato de grande parte da dívida ser privada. Obrigado, equipe Dinheirama!

  • http://www.navegantes.org Glaydson

    Um fato importante é que hoje, o valor das reservas do país é maior do que a dívida pública externa. Teoricamente a dívida poderia ser extinta, como explica o Carlos Alberto Sardenberg:

    http://colunas.g1.com.br/sardenberg/2007/11/29/tudo-bem-mas/

  • http://dinheirama.com Ricardo Pereira

    Fabricio muito obrigado pela visita, volte sempre.

    Glaydson, o artigo do Sandenberg no blog do portal G1, vai de econtro com nosso pensamento. Hoje o grande problema economico do país são os gastos públicos

    Obrigado.

  • Leandro

    Nesse caso não seria melhor gastar as reservas e quitar a dívida para não ter que pagar juros?
    Se eu emprestasse 100.000 reais no banco pagando juros altos só pra guardar embaixo do colchão seria uma grande burrice, porque é normal fazer isso no caso do governo?

  • http://www.navegantes.org Glaydson

    Leandro,

    Não é bem assim. Sem reservas o país ficaria vulnerável e, entre outros consequências, os juros precisariam subir muito aumentando a dívida pública interna (mais de 1 trilhão de dolares). Teríamos uma dívida externa zerada mas com um aumento de maior magnitude na principal dívida do país.

    Uma das grandes questões discutidas é se deve o governo guardar as reservas em dolares que está desvalorizando ou usar um outra moeda.

    Tõ certo ou tô errado?

  • Felipe M Cypriano

    Dívida pública interna? Agora não entendi.

  • http://dinheirama.com Ricardo Pereira

    Olá Felipe, como vai?

    Parece confuso não é mesmo? Bom será um prazer tentar traduzir isso pra você e juntos chegarmos em uma conclusão.

    Vamos lá, quando falamos em dívida pública interna nos referimos a soma de tudo aquilo que todos os orgãos do Estado brasileiro devem, quando me refiro a todos é todos sim, sem nenhuma excessão, incluindo aí as empresas estatais. A dívida acontece, porque na outra ponta, o setor público é também um grande credor, tanto de outros orgãos públicos, quanto de entidades privadas.

    A origem da dívida pública interna vem principalmente do financiamento de novos gastos públicos em bens e serviços (despesas com educação, novas obras, etc).

    Bom, Felipe espero ter posto uma luz na discusão, e fique sempre a vontade para perguntar o que achar necessário.

    Abraço,

  • http://www.tecnoticias.com.br Matheus Svolenski

    Ricardo, muito bom artigo, parabéns, você conseguiu me fazer entender um pouco sobre o assunto. Hehe

    Eu não imaginava que haviam tantas complicações relacionadas à esta dívida e, como o Fabrício, que boa parte dela é privada.

    Obrigado pelos esclarecimentos!
    Abraço.

  • vinicius

    Mas entao com grandes reservas o pais pode pagar parcelas maiores da divida externa livrando-se rapidamente dela, alem disso nao daria calote no setor privado do pais. Isso pode ser uma alternativa?

  • http://dinheirama.com Ricardo Pereira

    Olá Vinicius o caminho é realmente por aí.

    Inclusive esse é a grande pergunta que as agências de risco fazem quando se trata da concessão do grau de investimento. A capacidade do país em pagar, honrar suas dívidas.

    Com as reservas cada dia maiores, superávits consecutivos o país começa a sentir os reflexos dessa política pés no chão, ainda podemos caminhar nesse sentido, principalmente quando falamos em gasto do custeio da máquina pública.

    Acredito que logo possamos sair de devedores, para credores e isso será mais um passo na direção da austeridade econômica que começamos a ter.

    abraço

  • http://fjreitasfgf.edu.br francisco

    Se a dívida externa brasileira é em sua maior parte do setor privado , o governo tem alguma responsabilidade com isso então deveria considerar apenas a dívida do governo e qual seria o seu valor exato?

  • Paulo Anchieta

    Bom ;pelo que entendi , temos dividas e reservas ,só que se pagarmos a divida com a reserva ficaremos vuneraveis a especuladores e crises esternas , ou seja temos que pagarmos a divida sem mecher na reserva ,ou seja estamos devendo os $ 100 bilhões ainda ,não é isso ????

  • Vanderlei Mota

    só pra fechar a questão definitivamente; quanto o governo realmente deve? E quanto o setor privado deve?
    Existe alguma equipe no governo preocupada em pagar definitivamente a longo prazo a divida? Saberiam responder se até 2050 o Brasil ficará definitivamente livre dela? E se ao final do governo LULA o outro governo resolver começar tudo novamente ( digo pegar grana lá fora para cobrir seus luxos; alguem se responsabilizará ?) Há algum mecanismo para evitar que esses fanfarrões quebrem o Brasil novamente?

  • Jonatan Zappas

    bom dia. achei interessante esses comentarios mas ainda estou em dúvida como o Brasil possa pagar a divida externa
    se esse dinheiro na verdade é para investimento no desenvolvimento do país.

    obrigado

  • Bruna Lima

    Minha dúvida é a mesma do Vanderlei Mota! Afinal, qual é o valor atual da dívida externa?!

  • http://dinheirama.com Ricardo Pereira

    Boa Noite Amigos, vamos lá:

    O Brasil passou a ser credor externo, fato inédito na história do país, a autoridade monetária explicou que isso só foi possível com a redução da dívida externa total líquida, quando se deduzem da dívida externa bruta os ativos do país no exterior, constituídos fundamentalmente pelas reservas internacionais. Ou seja, as reservas internacionais e outros ativos são maiores do que a dívida externa.

    De acordo com o Banco Central, o fechamento de janeiro de 2008 (último dado disponível) é de que o montante da dívida líquida se tornou negativo em mais de US$ 4 bilhões, uma vez que o dinheiro aplicado no exterior supera o valor da dívida externa.

    “Significando que, em termos líquidos, o país passou a credor externo, fato inédito em nossa história econômica”, diz o relatório Indicadores de Sustentabilidade Externa do Brasil, divulgado pelo Banco Central. Segundo o BC, o total da dívida líquida passou de US$ 165,2 bilhões, no final de 2003, para US$ 4,3 bilhões, estimativa para o fechamento de 2007.

    Para o Banco Central, os resultados no setor externo da economia brasileira nos últimos anos mostram “inquestionável fortalecimento da posição externa do país”, devido aos números da balança comercial (exportações menos importações), das transações correntes ( engloba a balança comercial, serviços e rendas e transferências unilaterais) e do ingresso recorde de divisas no país.

    Em resumo, diante de um cenário internacional caracterizado por aumento considerável na incerteza, pela volatilidade dos mercados financeiros e desaceleração da atividade econômica, a melhoria desses indicadores tende a mitigar, embora sem anular por completo, o impacto de eventos externos adversos.

    Quando FHC deixou o Governo, em dezembro de 2002, o Brasil tinha uma dívida externa de US$ 165 bilhões.

    Hoje, a dívida externa do Brasil, segundo o Banco Central, é de MENOS US$ 4 bilhões.

    Quando FHC deixou o Governo, em dezembro de 2002, as reservas do Brasil eram de US$ 38 bilhões.

    Hoje, segundo o Banco Central, as reservas são de US$ 180 bilhões.

  • http://idem joaquim caldas

    Já ouvi dizer que o sucesso depende de talento, dedicaçao e sorte. O governo atual não assumiu nenhuma herança maldita, e sim ,os Petistas que vendiam broches,camisetas e destribuiam panfletos, mudaram de setor à desviarem verbas. A dívida externa corre grande risco de ser aumentada se houver evasão do capital estrangeiro…

  • vinicius

    Poderia o país, possuindo reservas volumosas, utilizar-se de partes desta para realização de empréstimos de curto prazo e aumentar seu cofre?

    Obrigado,

    Vinicius.

  • http://dinheirama.com Ricardo Pereira

    Olá Vinicius, você pegou o espírito da coisa.

    Um dos motivos que não é interessante a antecipar pagamentos da dívida, é justamente a maior rentabilidade que se espera, aplicando esse volume no mercado financeiro.

    Abraço

  • claudio rafael

    Olá amigos!

    Gostaria de saber se o valor total da dívida externa do Brasil é de US$ 4 bilhões?
    Se for esse o valor da total da dívida externa, quer dizer que podemos nos considerar credores!
    Caso não seja esse o valor, qunto devemos realmente hoje?

    Agrádeço desde já a todos.
    l

  • Alzira

    Oi, estou fazendo um trabalho de escola sobre a Dívida Externa e preciso explicar quais as exigências dos bancos credores para aquisição dos empréstimos, ainda não consegui ler nada muito claro sobre isso. Pode me ajudar??

  • Mickey

    So para dizer em acrescimo ao que foi postado nas explicacoes.
    A divida brasileira antes do golpe militar era de 5.1 bilhoes de dollars e no final era de 105.1 bolhaoes de dollars o que corresponde a 56% de toda a diivda contraida.
    O governo FHC deixou uma divida de mais de 200 bilhoes de dollars (heranca maldita), entra emprestimos a banco credores, clube de Paris e tambem um emprestimo pacote de salvamento de 30.4 bilhoes de dollars em meados de 2002. Em 1996 a divida brasileira era de 179 bilhoes de dollars.

    Fontes tiradas do World Bank, Wikipedia e IMF Bulletins Boards.

  • Gilberto

    Bem,se devemos 4 bilhões e temos reservas de 180 bilhões….não temos mais problemas com dívidas extermas pela primeira vez na história do Brasil certo??

  • Andréa G. Magalhães

    Boa noite, preciso de ajuda, sou formada em Ciências Contábeis e pouco entendo sobre o mercado financeiro, e preciso fazer um trabalho da pós graduação e pesquisando na internet, achei sobre a dívida externa, mas não como ela influencia em ser mais vantajoso as vezes um investimento em uma aplicação financeira, do que no setor produtivo. Como a Dívida do governo pode levar a essa situação?
    Desde já grata pela ajuda.

  • Carlos

    Como o Brasil esta posicionado agora depois do pagamento da dívida externa (FMI)..???
    O Brasil pode fazer empréstimo para outros países?

  • fabricio

    Ricardo Pereira

    Eu Queroo saber direitinhoo oQue significa
    reserva mundial brasileira e o valor da sua divida esterna?

    poodii mee espricar isso.!

    vlw

    booa noitee.!

  • Fernando

    Qual é a situação atual da dívida externa brasileira? O que o governo está fazendo para reduzi-la?

  • http://www.myspace.com/aleteia_mm;http://www.facebook.com/people/Aleteia_Melo/610962918 Aletéia

    Caro Ricardo Pereira,
    Eu não estou morando no Brasil há mais ou menos 4 anos, mas volta daqui uns 2.
    Fico meio por fora dos assuntos, apesar de me interessar tanto, pois acredito piamente na força e capacidade do Governo Lula e fico buscando motivos pra manter esta minha crença.
    Esta questão de divída US$ -4 bi e reservas ~ US$ 180 bi é uma situação virtual ou concreta?
    Você aconselheria qual estratégia de crescimento econômico ao governo Lula?
    Vivemos uma época Top pro assunto biocombustível, que o Brasil tem pra dar e vender (tanto matéria prima como cérebro na área = pesquisa), sendo um país tão capaz, por que não engrena? É a “maldita” corrupção que não nos deixa seguir em frente?
    Pelo que posso deduzir dos teus comentários vc tb crê no Lula, mas queria que vc desse uma opinião sobre o atual governo sem ceder à crença, mas uma opinião imparcial, conseguiria?
    Agradeço tua atenção e o parabenizo pela discussão … é hora dos jovens tomarem a rédia do país, se interessarem, fazer alguma coisa … regassar a manga e levar o país pra frente, não só buscar culpados …
    Um grande abraço, força Brasil … amado Brasil.
    Aletéia

  • http://www.dinheirama.com Ricardo Pereira

    Olá Aletéia como vai?

    Obrigado pelo comentário e mesmo morando no exterior ter encontrado um tempinho para comentar aqui no Dinheirama.

    Bom vamos aos fatos. Não há como negar que a situação economica do país, está muito melhor principalmente quando comparamos com a situação de 10 anos atrás.

    Os motivos para isso passam sim pelo sucesso obtido nas inovações do governo Lula, mas o que de fato chama a atenção foi a capacidade de continuar com o Plano Real fazendo da austeridade econômica sua principal âncora política.

    Os resultados foram aparecendo aos poucos. No inicio o controle da inflação, a redução da cotação do Dolar.

    Rapidamente as empresas começaram a investir no Brasil, surgindo inclusive empresas brasileiras com presença mundial, veja o caso da Belgo-Brasileira Inbev.
    Para não deixar de falar de Petrobras, Vale, Gerdau e outras tantos.

    Após a crise do Suprime bancos como Bradesco em valores de mercado se tornaram mais valiosos que o Merril Linch… por exemplo.

    O fato além do pulso firme na economia, foi que o Brasil se beneficiou como ninguém da alta demanda mundial commodities, esse fenômeno que continua ainda forte trouxe muitos dolares ao país ao mesmo tempo valorizando nossa moeda.

    Com o dolar baixo, nosso Banco Central foi formando reservas e conseguiu alça-las em números maiores que o valor de nossa dívida Externa.

    Entenda bem… o Brasil possuiu hoje valores que seriam suficientes para pagar a dívida, isso não quer dizer que iremos fazê-lo. A dívida é de longo prazo, e não é economicamente interessante quita-la agora, esse dinheiro pode ser melhor trabalhado.

    Nesse ano conseguimos o grau de investimento, que nada mais é do que um selo de bom pagador. De certa forma, esse selo dá maior garantia para mais investidores internacionais mandarem seus dolares para cá, aumentando empregos e toda uma cadeia produtiva, já que os investimentos também estão sendo diretos.

    Agora a parte ruim….

    O mundo passa por um perído de grande instabilidade. A crise de crédito nos EUA meio que travou a economia americana e levou certo pessimismo para o mercado mundial. No esteio da crise, a alta demanda por alimentos e commodities criou picos de inflação pelo mundo afora.

    China, India, Brasil e Russia trouxeram para o mercado de consumo milhares de pessoas pobres, que do dia para noite começaram a ter acesso a alimentos nunca antes imaginados.

    Enquanto a demanda aumentou, a oferta desses alimentos se manteve estável, e quando a demanda é maior que a oferta, não existe outro efeito se não inflação.

    O fato positivo é que nós (Brasil) estamos na vanguarda da tecnologia do Agro negócio e temos ainda uma vasta área para plantio o que nos permite pensar em aumento da produção.

    Quanto ao Bio Combustível, o que realmente atrasa o processo é um fenômeno chamado Protecionismo. Os países Ricos da Europa e EUA estão criando obstáculos para tentar desqualificar o combustível verde brasileiro. Ao mesmo tempo que mantém pesados subsídios para que nos EUA os produtres do bio combustível (a base do milho) mantenham uma certa produção.

    Quanto o que o país deve fazer, é uma boa pergunta.

    O Brasil precisa crescer muito ainda. Veja que a corrupção ainda impera, principalmente enquanto nosso povo se manter interte e não cobrar explicações severas dos envolvidos. Aqui um escanda-lo encobre o outro e tudo ficar na mesma.

    A saída para isso é criar um povo mais capaz e que pense por sí próprio. Para isso o fundamental é educação, ao invés de programas assistencialistas como Bolsa família que não resolve problemas apenas os remedia.

    Economicamente falando, o governo precisa gastar menos e com mais qualidade. Temos uma máquina inchada e pouco eficiente. A burocrácia também impede que empresas invistam ainda mais no país. A carga tributária também é excessiva, necessitando de uma reforma urgente.

    Temos ainda o problema dos juros (os mais altos do mundo) que de certa forma travam o crescimento. No momento se justifcam pela recente alta inflacionária.

    Enfim… ainda temos um longo caminho pela frente. Sou um otimista convicto e acredito muito no futuro do país. Acho que se voltar com o espírito de prosperar, batalhar e se qualificar estará no momento certo do país.

    Forte abraço e continue conosco.

  • http://www.myspace.com/aleteia_mm;http://www.facebook.com/people/Aleteia_Melo/610962918 Aletéia

    Olá Ricardo!
    Tua resposta foi fantástica, clara e objetiva.
    Agradeço, infinitamente, pela atenção e rapidez. Estou estudando o assunto e me ajudou muito teu texto.
    Posso fazer outra pergunta?
    Eu gostaria de entender a questão dos juros, sua composição, seu impacto tão concreto e duro na econômia, existiria um modo menos severo de aplciá-lo?
    Um abraço grande e obrigada MESMO!
    Aletéia

  • Jefferson

    Boa tarde amigo!
    Conversávamos entre amigos, no meu trab., qd um amigo disse que tinhamos quitado a D.E., disse a ele que não, mas como havia lido que tinhamos passado de devedores a credores, resolvi pesquisar mais a respeito, e foi muito interessante o que aprendi lendo as perguntas dos internautas e mais ainda, com suas respostas. Ai, entendi que embora tenhamos ainda a tal dívida, não é conveniente pagá-la agora para não descaptalizarmos o BC e tb pq é uma dívida de longo prazo e já está com juros imbutidos.
    Más, esses juros não poderiam ser reduzidos a um percentual considerável, levando-se em conta que ao invés de 20 anos estariamos pagando à vista???

  • Antonio Carlos Macedo

    A propaganda mentirosa é uma estratégia daqueles que não tem compromisso com a nação, sendotambém uma forma de deformar a opinião pública. Hitler usava essa técnica, e conseguiu fazer com que a Alemanha marchasse contra o mundo, aliado ao emprego da força. Hoje vemos a mentira e o desmantelamento do estado em proveito de uma elite bem próxima do poder. Em poucas palavras a dívida externa foi trocada pela interna a juros maiores bem maiores, está na casa do trilhão de reais, mais ou menos 65% de tudo que se produz no país num ano. Temos uma dívida pública a juros de 12,8% ao ano, e mantemos um superávit não para desenvolver a nação mas para bancar esse absurdo que não é de agora, mas de muito tempo. O buraco é o mesmo apenas pintamos de outra forma. A vergonha é que a mentira é a bandeira desse governo. E o que eles gostariam mesmo é que,com a ajuda do MST pudessem ainda fazer uma ações contidas nas cartilhas de Marx, de Mao, essa baboseiras do proletariado que eles mantem no msmo estágio de ignorância para que possam ser facilmente influenciados. Esse cidadão que diz não ter estudado (por conveniência própria), que não trabalhou (9 anos) sempre viveu as custas de movimentos, contrários aos governos. Presidente de honra de um partido que mais votou contra projetos sociais “de toda a história desse país”, sempre foi um parasita e usa a mentira para iludir e ser eleito pelos 50 milhões de miseráveis, que até hoje, não interessou a ninguém resolver o problema. As Dívidas são boas para os BANQUEIROS e os empréstimos são diluídos nas cuecas e nas malas que andam por aí e por fim nas empresas de propaganda que consolidam as mentiras propagadas. A classe média que banca esta nação, deveríamos ao menos indignar-nos com toda a sujeira varrida para baixo do tapete, o que já seria um bom começo.

  • JOCELI TERESINHA COSTA

    Caro Ricardo Pereira,
    Fiquei por dentro de muitas informações das quais tinha dúvidas. Só não consigo ser otimista como vc… Gostaria de ler seu parecer a respeito do comentário do internauta Antonio Carlos Macedo…
    Att
    Joceli

  • http://www.dinheirama.com Ricardo Pereira

    Aletéia como vai?
     
    Dessa vez, já não respondi tão rápido não é mesmo? Desculpe a demora. A formação dos juros passa por 3 componentes básicos:

    Risco e Inadimplência
    Impostos
    Rentabilidade para os bancos
    Então dessa forma os bancos chegam aos valores de juros reais da econômica, bem diferente dos juros básicos a chamada Selic que funciona mais como instrumento de política econômica, ok?
     
    Olá Jefferson, bom dia. Tudo bem?
    Você está certo, a opção em manter a dívida ao longo prazo é uma escolha do governo no sentido de criar reservas financeiras para momentos de crise e baixa liquidez como agora. Obviamente que Dólar aumentando de valor, pode levar ao país a condição de Devedor externo, mas hoje em dia a situação esta controlada e dentro de um patamar aceitável.
     
    Antonio Carlos Macedo, obrigado pela sua participação.
    Respeito muito seu ponto de vista, a questão da dívida pública é o calcanhar de Áquiles do Brasil, pior a atual política de juros torna a dívida cada dia maior. Essa questão da dívida mostra o quanto os governos ainda gastam mal e transformam a coisa pública em um artigo descartável. Foi muito bom seu alerta.
    Agora é inegável que crescemos muito em alguns setores, talvez até um pouco alheio ao governo, como é o caso das grandes empresas, talvez o fator mais positivo tenha sido criar um ambiente econômico propicio a competição externa o que profissionalizou ainda mais as companhias brasileiras.
     
    Joceli, obrigado pela participação. Como vai?
     
    Você acertou em cheio, sou sim um otimista com relação ao futuro do país. Pode até parecer um pouco de loucura, principalmente em um momento de instabilidade financeira e economica como nos dias de hoje. Mas tenho ainda, os pés no chão e minhas conclusões são baseadas em números divulgados por institutos sérios e sentidos na pele por milhões de brasileiros.
    Como eu disse ao Antonio Carlos, concordo que existe muito o que se fazer, mas muito já esta sendo feito inclusive pela participação ativa das pessoas. Veja a participação anual no mercado de ações por exemplo, aumentando sempre. As pessoas aos poucos começam a ter acesso a produtos e informações que a pouco tempo pareciam impossiveis.
    O Brasil é muito grande e o contraste social também, o caminho é longo rumo ao ideal, mas o país não esta parado.
     
    Muito obrigado à todos.
     
     
     

  • Luis Mario Vaz

    Qual o valor real dadivida externa do Brasil ao FMI,atualmente,2008, ou nao devemos mais nada.

  • http://leandro_nativ@hotmail.com leandro

    É isso ai Luis !tipo tudo isso é uma palhaçada meu ,todo ano pagamos bilhões para aqueles individuos e nada de quita essa dívida! tipo acho q tem tramonha ai !nem se que sabemos seu valor atual , apenas somos sertificados que devemos iai qual é seu valor atual porque nunca terminamos de quitar essa dívida?

  • Aline Maria

    Diante de tudo que o foi exposto, observa-se que a questão da dívida externa brasileira é um assunto que não deixará de estar em pauta por muito tempo nas discussões dos cidadãos brasileiros ,principais interessados neste assunto.Mas pelo que tenho percebido o que está havendo, de fato,é uma inversão da dívida (a externa pela interna) e quem mais sofre com isto é a camada mais carente da população de nosso país.E ainda têm coragem de publicarem propagandas eleitoreiras dizendo que a dívida externa foi paga, a fim de ludibriar a população e conseguir votos a custa dessas inverdades,além de muitas outras.É UMA PENA!!!!!!!!

  • http://ibest,terra themis souza menezes

    olá , gostaria de saber mais sobre a dívida externa, pois estou fazendo um trabalho.Se o atual governo continua pagando juros e parcelas em dia da dívida externa, e qual seria o montante dessa dívida. E também quais os problemas que a dívida externa causa ao país, e o que é moratória? agradeceria se pudessem me responder até final dessa semana.obrigado!

  • http://ibest,terra themis souza menezes

    olá, acabei de fazer algumas perguntas sobre a dívida externa mas esqueci de falar que gostaria de saber sobre a dívida brasileira!obrigado.

  • Felipe J.

    olá, gostaria de saber sobre a politica econômica interna e externa de Costa e Silva, se vocês puderem me ajudar.
    vlew galera.

  • Leal

    Principalmente na década de 80 os jornais faziam um “terrorismo” na população sobre a dívida externa (como ainda fazem nos dias de hoje em outros assuntos), depois praticamente não se falava mais em nisso. Fiquei muito tempo querendo saber sobre o assunto, agora temos a internet, não somos mais dependentes de jornais tendenciosos. Fico feliz em ver tantas pessoas interessadas no assunto, isso demontra patriotismo, qualidade que poucos brasileiros têm!

  • http://leila1rinaldi@oi.com.br Leila Maria Rinaldi Vieira

    Gostei muito de ter conhecido esta página.
    Sou um pouco ignorante em informática mas quero, sem nenhuma paixão política, aproveitar o espaço para satisfazer uma curiosidade, misturada com uma determinada preocupação: “gostaria de perguntar ao senhor (tomando por base a situação atual dos Estados Unidos) o que poderia acontecer, se o Brasil ainda estivesse com a dívida anterior a este governo, em termos de situação política e econômica?”

  • Franco

    Olá,venho acompanhando os comentarios e pude notar que a pergunta mais frequente é ” ja que temos o dinheiro,porque não pagamos a divida?”
    Bom pensei em uma resposta e gostaria de compartilha-la e ver se esta errada.Vou dar um exemplo de uma situação do dia-a-dia que fica mais facil de entender:Bom,se vc pega um emprestimo de 30.000,00 a juros de 10% a.m. ,vamos considerar juros simples so para facilitar as contas,e descobre uma maneira de ganhar 40.000,00 em três meses,isso significa dizer que no final de três meses vc quitará a divida e mesmo com os juros altissimos,ficará com 1.000,00 de superavit.
    Agora é so aumentar os zeros e trocar vc pelos investidores brasileiros,que entenderá porque não é interessante saldar a divida.

  • http://MarcusDanielBR@Gmail.com Marcus

    Leal, não é questão de patriotismo, não! É questão de liberdade, mesmo. O Brasil é alvo de exploração econômica desde 1500. Nos tempos modernos a exploração não é mais baseada no antigo sistema colonial, mas sim pela especulação financeira. A nação brasileira é muito forte em segurar toda essa barra por tão longo período. Pois esta questão da dívida, também é um problema político mundial.
    Sabe o que aconteceria se pagássemos esta dívida de forma completa, à vista e adiantada?

    RESP: Ficaríamos com pouco dinheiro em caixa e no comércio internacional, as cotações dos preços de commodities (forte presença na pauta de exportação brasileira, e onde o país é bastante competitivo) são as que mais tendem a cair no mercado internacional. Rapidamente estaríamos novamente correndo para o FMI.

    O que o Brasil precisa, é saber administrar a dívida e a taxa de câmbio, aumentar suas reservas e ativos internacionais, diversificar a sua exportação e importação, incentivando setores estratégicos.

    Buscar no momento de cenário internacional favorável, a diminuição de impostos e da taxa básica de juros, gerando mais emprego e renda. Fortalecer a produção e o consumo interno.

    Internamente investir macicamente na saúde, educação e infra-estrutura. Fortalecer as instituições e a democracia com combate à corrupção, diminuição da burocracia, dar agilidade e eficiência a Justiça, e diminuir os gastos públicos.

  • betina

    eu queria saber as causas da divida externa :/

  • celso

    bom dia …gostaria de saber se adivida foi paga ou não. Se não, qual o valor da dívida hoje, 19-03-2009?

  • Ana Elita

    Boa Tarde…
    olá Ricardo Pereira…
    Estou muito satisfeita com o que eu encontrei aqui…
    Sou estudande de Direito e precisava concluir um trabalho sobre a Divida Externa, e o que não consegui entender dentro de sala, consegui aqui…
    Vocês estão de Parabens com os conteudos desse site…
    Mas qualquer dúvida, estarei au para esclarece-la…
    Obrigada

  • jodson

    pelo que vejo,o brasil paga os juros à divida permanesce
    e não temos uma estimativa de acabar com esse débito
    alforria custa caro e a liberdade é inserta.

  • http://nãotenho Sueli Santos

    Boa Tarde Ricardo,
    Fazendo pesquisa sobre D.E. achei a pergunta do Matheus que culminou em eu ver outras questões sobre o mesmo assunto. É a primeira vez que estou pesquisando, vamos dizer, até me interessando pelo assunto e apreciei muito sua explicação. Na verdade eu não entendia nada sobre este assunto e agora as coisas estão clareando. Por favor, gostaria que saber sua opinião: Como vc classifica a presença do governo brasileiro na economia frente a esta crise mundial?

  • Carlos A. de Menezes

    Foi anunciado que o Brasil quitou suas dívidas junto ao FMI, mas gostaria de saber se o restante do montante da dívida, nesse caso junto a Inglaterra e as organizações privadas, essa dívida também quitou? Pois o que está sendo anunciado, até parece “Milagre econômico” e vendo bem a história do Brasil, infelizmente não é assim.

  • Ceiça

    Olá !
    gostaria de saber o valor da divida externa na parte publica e na parte privada !
    Obrigada…

  • Rafael

    Caro Ricardo Pereira, acompanhei todos os comentários e suas respostas ralevantes e coerentes, estou precisando de material para apresentar uma palestra sobre dívida externa(origem, evolução, impactos e atualidades) e gostaria de sua importante ajuda. Desde já agradeço e um forte abraço!

  • http://elenildo71@hotmail.com elenildo

    por favor! alguem pode me responder se a divida extena do brasil ja foi paga ou nâo? si ja foi me diga quando foi paga, obrigado.

  • sandra lourenço

    Caro ricardo pereira tenho q apresentar um trabalho na universidade sobre geopolítica mas não entendo bem o que significa dizer q o Brasil é credor mundial mas possui ainda uma dívida interna, o que significa dívida interna?

  • Thaina

    quero saber mais sobre a vivida externa brasileira e as consequencias para a população .
    Preciso fazer um trabalho sobre . ME AJUDEM

  • Adry

    que problemas o pagamento da dívida causa à economia do país?

  • Cecília

    Olá! Gostaria de saber sobre esta crise economica mundial!
    Até quando isto vai permanecer………a dívida externa do brasil permanecerá por quanto tempo? Qual o objetivo do nosso governo federal, diante desta situação?

  • Reinaldo Souza

    Onde está a justiça? Por que os verdadeiros culpados pelo endividamento não são punidos?
    ” Mais justos seremos, quanto menos defendemos o prato que comemos”!
    A quem de fato o pagamento dos juros interessa? São perguntas que não me calam!
    Se olharmos o perfil dos brasileiros antes da aquisição dos empréstimos, era um povo pobre, que habitava essencialmente o interior. Meu pai por exemplo, era um homem pobre que trabalhava na roça. Na década de 70, ele começou a subir de vida, se transformou num produtor rural graças aos empréstimos adquiridos junto ao banco do brasil e banco do nordeste ( de onde se arrumava tanto dinheiro para empréstar as pessoas?). Como bem colocou o autor do texto comentado, sobre o milagre econômico, essa dinheirama toda “está relacionada” com os empréstimos vindos do exterior. Esse dinheiro foi praticamente dado as pessoas para que estas consumissem e adquirissem patrimônio, foi o caso do meu pai, que comprou 3 fazendas, e pagou só duas, a terceira foi anistiada no governo Figueiredo. Ou seja, a dívida que muitos pagam hoje, com os tributos, principalmente os mais pobres, já que nossa carga tributária é regressiva, foi adquirida para financiar o consumo e o incremento da classe média mais precisamnete (sou da classe média). Infelismente no Brasil é assim, uns lucram as custas dos outros! até quando será assim? Se os empréstimos foram contraídos para promover o crescimento e o desenvolvimento da população, por que o Brasil é um país de tantos miseráveis? E por incrível que pareça, na época do milagre econômico, as desigualdades eram enormes! vive isso na pele! São perguntas que não me calam.

  • http://priscilaasc@hotmail.com. priscila nunes

    Bom a dìvida fez com o paìs melhorasse muito,mas houve um aumento do pib,o que por um lado seria bom mas infelizmente nâo e o que esta acontecendo ultimamente….

  • Marcelo Souza

    Nao sei se entendi bem, pra quem exatamente o Brasil paga esta divia, Portugal e FMI?
    Obbrigado

  • Camila Bacellar

    Olá, queria uma informação sobre a dívida externa!! Alguém pode me responder se a dívida ja foi paga? Pois tem propagandas na televisão falando que ja foi paga, e o Lula também ja anunciou isso, porém, tem pessoas dizendo que ainda não foi paga. Alguém pode me responder? Obrigada!!

  • flavio katumi

    Entendi um pouco sobre dívida interna e dívida externa.Para garantir á externa, temos as reservas, e para a dívida interna, quais as garantias de pagamento?,pois os títulos de dívida poderão a chegar a um ponto impagáveis, assim como se pensava da dívida externa nos idos de 1980.

  • Isabel

    Gostaria de saber se a dívida externa foi realmente paga , e quando foi?

  • Elaine Cristina

    Olá Ricardo.
    Gostei muito das suas explicações, mas preciso de um pequeno esclarecimento. Afinal de contas a divida externa não foi completamente paga, ainda restam 4 bilhões a serem pagos. E o juros deste valor como fica, quando e como será pago?
    Se temos uma divida de 4 bilh. e uma reserva de 180 bilh. por quê não pagamos o restante da divida? Ainda restariam 176 bilh. para serem inventidos!
    Sinceramente fico “perdida” neste ponto da questão.
    Desde já agradeço sua atenção.
    Abraços
    Prof.ª Elaine Cristina

  • Marcelo

    Gostaria de saber se a divida externa do brasil ja foi paga ?E também a diferença entre a divida externa publica e a divida externa privada.Obrigado!

  • http://www.dinheirama.com Ricardo Pereira

    Amigos leitores,

    Apenas para deixar claro, a dívida Externa não foi paga. O governo atualmente possui reservas financeiras internacionais suficientes para pagar a dívida, se isso fosse necessário, o que no momento não é, já que o vencimento é futuro.

    Grande abraço à todos.

  • http://visaopanoramica.wordpress.com Amilton Aquino

    relatório do Banco Central apontar mais um aumento da Se a dívida é de 4 bilhões, como explicar a divulgação, pelo Banco Central, sobre mais um aumento da dívida externa em agosto, estimada em US$ 204,103 bilhões (dívida líquida) e US$ 277,2 bilhões (dívida bruta, quando é incluído o valor de US$ 73,102 bilhões referente aos empréstimos intercompanhias)?
    Ver matéria no Valor Econômico : http://www.valoronline.com.br/?online/contas/17/5836393/divida-externa-estimada-para-agosto-sobe-a-us-204-bilhoes&scrollX=0&scrollY=100&tamFonte=

  • jakeline Fernanda

    olá gostei muito do artigo .As resposta são de facil entedimento.Mais uma duvida o valor da divida externa de 2008 aumentou para 2009 por que ?Já que temos dinheiro?

  • Renata Carvalho

    Parabéns pelo blog. Acompanho sempre…
    Ricardo, ótima matéria! E atual mesmo sendo escrita no início do ano passado.

    Ah, e obrigada por responder tão prontamente nossas perguntas….

  • http://visaopanoramica.wordpress.com/ Amilton Aquino

    Lula não pagou dívida externa nenhuma. Esta, aliás, bateu um novo recorde em agosto, chegando a US$ 277 bilhões. Não confundamos dívida externa com uma pequena parcela desta (a do FMI) que foi trocada por títulos da dívida interna às vésperas das eleições de 2006. Conveniente, não? A dívida externa está sendo camuflada assim como a dívida pública federal com os dólares que aportaram aqui já que no primeiro mundo os juros estão próximos de zero. Os títulos estão todos lá sendo pagos nos prazos e com juros estabelecidos. A diferença é que agora os “investidores” não querem mais títulos em dólar. Agora a moda é Real que paga juros bem mais “compensadores”.

    A queda na relação dívida PIB só ocorreu porque a dívida líquida externa está sendo calculada como se a dívida externa estivesse NEGATIVA em US$ 273 bilhões (em agosto de 2009), quando a dívida bruta é de US$ 277 bilhões POSITIVOS. Ou seja, temos aí uma diferença de US$ 550 bilhões. Naturalmente ninguém que tenha um mínimo de noção de valor acredita que o Governo Lula conseguiu US$ 550 bilhões para pagar a dívida externa e ainda ficar com saldo quase do mesmo tamanho da dívida original em apenas 3 anos. Então de onde veio todo este dinheiro? Será que todo este dinheiro é nosso mesmo? Se é porque o Governo está com dificuldade para restituir uma merreca do imposto de renda?

    Confira aqui as diferentes versões da dívida externa: http://tr.im/EjPK

  • Pingback: Tweets that mention Entendendo a Dívida Externa brasileira | Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos -- Topsy.com()

  • Eline Monteiro

    que problemas o pagamento da dívida causa á economia do país?

  • Aroldo Rapado

    Ricvardo eu quase entendi o raciocinio, todavia não encontrei a resposta que o Mateus pediu Eleperguntou, quanto devemos? Esta é a pergunta que não sai da cabeça do pagador brasileiro; Quanto devemos?. você diz que a divida esta controlada, certo! Em que valor ela ficou controlada. E mais, porque todos os demonstrativos da divida extterna brasileira chegam bem difinidas até o governo FHC, e depois, não se da continuidade de raciocinio só se comenta que melhoramos muito, estamos bem, o Brasil está crescendo como a china, etc,,(enroleicham). O POVO QUER PAGAR! QUANTO DEVEMOS????

  • JULIO

    muito bom

  • Sergio De Angelis

    Porque o brasil não propõe aos orgãos credores externos um belo desconto no principal da divida,e parcela o restante, por exemplo, em algumas parcelas fixas e as quita?…Desculpem pelo meu desconhecimento das grandes questões financeiras deste país, mas creio que temos em caixa uma excelente oportunidade de nos livrarmos deste cancer social que a anos vem sacrificando o povo brasileiro,em detrimento de avanços sociais necessários a este povo tào sofrido e ao mesmo tempo tão trabalhador e resignado com estas injustiças sociais…..1

  • Lindomar

    Caro amigo, Ricardo Pereira, estava pesquisando sobre a divida externa e conforme voçe havia comentado em 03/04/2008 (Quando FHC deixou o Governo, em dezembro de 2002, o Brasil tinha uma dívida externa de US$ 165 bilhões.
    Hoje, a dívida externa do Brasil, segundo o Banco Central, é de MENOS US$ 4 bilhões.).
    Acessando o site do Banco Central do brasil (http://www.bcb.gov.br/?ECOIMPEXT) veja o texto.
    [III – Dívida externa

    A dívida externa total estimada para julho somou US$235 bilhões, com elevação de US$10,2 bilhões em relação à posição estimada para o mês anterior. No mesmo período, a dívida de longo prazo totalizou US$185,7 bilhões, com aumento de US$2,7 bilhões, e a de curto prazo atingiu US$49,6 bilhões, com ampliação de US$7,5 bilhões.

    Os principais fluxos que afetaram o estoque da dívida externa de longo prazo foram ingressos líquidos de títulos, US$970 milhões, e de buyers, US$719 milhões. Houve, ainda, incremento de US$1,1 bilhão derivado de variação por paridade.

    Quanto à dívida externa de curto prazo, o acréscimo observado deveu-se ao aumento de US$5,1 bilhões nas obrigações em moedas estrangeiras dos bancos comerciais e à elevação de US$2,4 bilhões no saldo dos empréstimos diretos em moeda.]

    Bem como não sou economista, me corrija se estiver errado. Hoje a divida é de 235 bilhões, e em 2008 era de 4, então o governo Lula, deve ter pedido de volta 231 bilhões emprestado de novo, não é.
    Bem , como ele deve ter gastado este dinheiro.
    1- Comprou a Oi-Telemar
    2- Pagou o mensalão
    3- Financiar a campanha da Dilma. e etc….

    Eu acho que ao publicar certas coisas devemos ser mais responsáveis, mais coerentes e ser menos politizados. A verdade é que este governo, não pagou divida nenhuma, e este otimismo em relação a economia, não passa de propaganda enganosa do Governo.

  • http://uol luzia

    Como no episódio da quitação da dívida com o FMI, a visão geral do processo só vem com o tempo e aí então percebemos que a “boa notícia” era, na verdade, mais um factóide de cunho eleitoreiro. Da mesma forma que o Governo trocou uma dívida barata como a do FMI, com juros de 4% ao ano, por outras com juros bem maiores (entre 8 e 12.75%), no suposto “pagamento” da dívida externa ocorreu algo parecido.
    Primeiro é preciso deixar bem claro que a dívida externa continua intacta. Não só não foi paga, como ficou ainda maior mesmo depois do pagamento antecipado da pequena parte da dívida do FMI de 15,5 bilhões.

    Hoje a divida externa está aparentemente “controlada” e não está mais crescendo como antes porque perdeu atrativo já que os “investidores” mudaram o foco para os títulos da dívida interna brasileira, cujos juros são bem mais expressivos (além de contar com incentivos do Governo como a isenção de impostos, por exemplo). Como resultado deste processo, o governo diminuiu o ritmo de crescimento da dívida externa, enquanto que a dívida interna subiu de R$ 623 bilhões no final do governo FHC para R$ 1,4 trilhão em agosto de 2009 (R$ 1,9 trilhão quando considerados os títulos em poder do BC e as dívidas das estatais).
    Um péssimo negócio

    Para quem não sabe, as definições clássicas das dívidas externa e interna diziam que a primeira era cobrada em Dólares por credores estrangeiros, enquanto que a segunda era cobrada em Reais por credores nacionais. Isto foi verdade em algum momento da nossa história. Hoje, no entanto, a “sofisticação” do mercado financeiro tornou as dívidas muito parecidas, de forma que agora existem credores estrangeiros da dívida interna e títulos da dívida externa sendo vendidos em Reais.

    Em outras palavras, o que houve de fato foi uma migração do capital especulativo da dívida externa para a dívida interna, só que com um custo bem mais alto para o Brasil. Um pequeno exemplo citado pela Auditoria Cidadã da Dívida Externa ilustra bem a afirmação:

    “Em 2007, o Real se valorizou 20% frente ao dólar. Portanto, o investidor estrangeiro que no início de 2007 trouxe dólares para aplicar na dívida interna brasileira ganhou, durante o ano, 13% em média de juros, e mais 20% quando converteu seus ganhos em dólar. Portanto, em 2007, os estrangeiros ganharam uma taxa real de juros (em dólar) de mais de 30% ao ano!”

    Para agravar ainda mais o quadro caótico da evasão de divisas, é preciso deixar bem claro que parte das reservas cambiais brasileiras em dólares é aplicada em títulos do governo americano que paga juros cada vez menores. Com a queda do valor do Dólar em todo mundo, na prática, os juros dos títulos da dívida americana tornaram-se negativos para o Brasil. Em outras palavras, o Brasil paga para emprestar dinheiro aos EUA, mesmo com 30% do que o Governo brasileiro arrecada comprometido com juros e amortizações da dívida. Dá prejuízo, mas na ótica do presidente Lula é “chique” emprestar dinheiro. Talvez aí esteja a explicação por Lula ter sido apontado por Obama como “o cara”. Afinal, quem em sã consciência emprestaria dinheiro com tão expressiva parte de suas receitas comprometidas com dívidas?

  • VANDERLEI

    OLA RICARDO, OSTEI MUITO DO SEU TEXTO, SIMPLES E OBJETIVO.
    GOSTARIA DE SUA EXPLICAÇAO PARA AVALIAR EM NUMEROS OS GOVERNOS FEDERAIS A PARTIR DE COLLOR EM RELAÇAO AS DIVIDAS INTERNAS E EXTERNAS!
    TEM ALGUM GRAFICO MOSTRANDO A EVOLUÇAO DE AMBAS AS DIVIDAS?

  • http://msn.com. ademir alves da silva

    O que mais me doi e que nos brasileiros gostamoe muinto de criticar mas fazer alguma coisa em prol nao toda oportunidase que temos tiramos vantagens porque se o brito quando o brito morreu deveria ter levado com ele seus ditados filosoficos la bem p/o fundo da sepultura nao estou nao estou com isto dizendo que a culpa e dele mas ajudou a piorar a as nossas mente se beneficiar e conosco mal dizer e culpar mas assumir nossos erros e tentar continuar na caminho certo nao aqui fora nos mais adiantado escreveu nao leu pal comeu tanto que esta de pecadinho e pecadao sao todos pecados mas na nossas cabecas so vimos as das outras pessoas as nossas nunca mando o resto depois porque tambem pertenco ao grande grupo mas reconheco e istou tentando me corrigir mas nao e facil quer entrar no meu clube venham abcs.

  • weldon

    A divida externa vai ser quitada por tempo de prazo (caducou passou de 5 anos sai do spc ).
    Só brincadeira não liguem muito , por que sei que o assunto é mais que serio, mais o pais tá saindo da lama em que vivia desde a colonia.
    Adorei o blog já tá add nos favoritos.

  • Fátima Soares

    A tão decantada austeridade econômica foi praticada por todos os governos e no entanto, não foi suficiente para tornar o país adimplente, ou com reservas que o tornasse seguro diante do mercado, com a consequente redução do risco brasil. Apenas o último governo, com Lula, é que conseguiu, em parte, tornar o país seguro diante do tão exigente mercado capitalista, logo, ser austero, como dizem, não é suficiente; é preciso muito mais que isso.

  • http://www.twitter.com/alexandrefoluna Alexandre Luna

    E se ao invés do calote o Brasil fizesse uma auditória de sua dívida externa como foi feito no Equador, isto também afetaria a credibilidade do país no exterior?

  • Pingback: As verdades, os perigos e os mitos da dívida externa brasileira | Destaques | Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos()

  • Tyfanes Sales

    OIII

  • Tyfanes Sales

    A leticia e muito chata !!!

    • Icarohluiz10

      cala a boca jurema goorda! para a nooooooooooossa alegriaaaaaaaa!

  • Tyfanes Sales

    Eu amo Geografia

    • Jurema Burra

      f**** you

  • Leticiamelo43

    oie tyfanes,sua besta!

  • Leticiamelo43

    coisa feia jurema burra ! sai fora.

  • Jurema Burra

    Jaimiiilsoon meu beeem! Letiiiciaa cuidado com o jAimilson! Ai se ele te pega,UI!

  • Leticiamelo43

    uiiii 24 !!!

  • Jurema Burra

    Macumba lele macumba lalaaaa

  • Marlonkli

    Como se deu a estatização da Dívida Externa e a Crise do Setor Público na década de 1980.

  • Marlonkli

    O que foi a Crise da Dívida e por que a necessidade de obtenção de superávits comerciais naquele período?

  • Marlonkli

    Qual o significado histórico-econômico da Dívida Externa?

    • Rodrigo Pedreira Romeiro

      VC É O MARLON KLIN QUE ESTA A PROCURA DE EQUIPAMENTOS DE MINERAÇÃO?

  • jurandir

    puxá vida ! se portugal não fosse tão mercenário talvez o Brasil estivesse em outra situação.

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  • Pedro

    A divida externa do Brasil só deu uma amenizada com o Plano Real,que combateu a hiperinflação, e ao contrario a divida externa do Brasil nunca será controlada.
    ‘Mais essa divida foi um mal que vei para o bem’

  • Priscilla

    Na verdade foram 2 milhões de libras em 1824 e mais 2 milhões em 1825, esses sim assumidos pelo Brasil a título de indenização à Portugal, já que os 2 milhões anteriores foram gastos em contenções de rebeliões da colônia. Então foram 2 milhões originais e mais 2 milhões acrescidos a eles. As cláusulas do primeiro empréstimo era as chamadas “leoninas”: 1/3 da soma emprestada produzia 75 libras a cada título de 100 libras, outro terço a 82 e o terceiro a 87 por 100, todos vencendo a juros de 5%, além de descontos e comissões, das quais 2% eram destinadas aos enviados plenipotenciários. Aliomar Baleeiro fala muito bem acerca do tema.

  • 1673032746

    Engraçado que vc não citou os números da dívida externa no Brasil durante o governo FHC, pq ?

  • 1673032746

    Engraçado que vc não citou os números da dívida externa no Brasil durante o governo FHC, pq ?

  • 100003103901948

    Muito bom.

  • 100003565544591

    Muito esclarecedor.