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	<title>Comentários sobre: Aprenda a dizer não e seja mais feliz</title>
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		<title>Por: cecilia</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/#comment-4481</link>
		<dc:creator>cecilia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 21:37:35 +0000</pubDate>
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		<description>meu irmão mais novo pediu-me dinheiro emprestado.  Eu sou economica, batalhei muito na vida, tenho filhos. Ele é solteiro, sem filhos e quer grana.  Nós nos amamos muito.
Eu não quero emprestar e estou com dificuldade de falar não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>meu irmão mais novo pediu-me dinheiro emprestado.  Eu sou economica, batalhei muito na vida, tenho filhos. Ele é solteiro, sem filhos e quer grana.  Nós nos amamos muito.<br />
Eu não quero emprestar e estou com dificuldade de falar não.</p>
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		<title>Por: Flavio José</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/#comment-4480</link>
		<dc:creator>Flavio José</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 21:33:01 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Navarro !!!

Parabéns pelo artigo.

Se ao menos 10% dos meus parentes lessem ele e os outros publicados aqui, eu lhe garanto que eles teriam uma vida financeira bem melhor.

Desde pequeno eu tinha e mantenho hábito de poupar. Quando um tio me dava (raramente) algum dinheiro, ele automaticamente já ficava numa latinha que eu tinha. Passados alguns meses, eu tinha suficiente para comprar coisas que eu precisava.

Outro fator que no meu caso foi crucial, foi ter de trabalhar logo cedo.  Aos 11 anos eu já trabalhava em um comércio próximo de casa e tinha meu salário. Era pequeno, mas era meu. E isso fez com que eu me preocupasse com meu futuro desde cedo e valorizasse cada &quot;tostão&quot;. Enquanto isso meus amigos ficavam brincando ou fazendo coisas que não deviam. O fato de trabalhar cedo não fez com que minha infância passasse em branco. Muito pelo contrário, aproveitei-a muito, mas muito mesmo. O fato de ser mais centrado as vezes aparentava como se eu fosse mão-de-vaca.

Consegui com isso obter ganhos e uma segurança financeira muito bons. Não sou rico, longe disso, sou pobre. Mas em uma eventual emergência eu  sofro menos por ter me precavido.

Essa estabilidade desde pequeno fez com que muitas pessoas como tios, primos e amigos olhassem pra mim como um &quot;banco 24 horas ambulante&quot;.
Não foram poucas as vezes que alguém que estranhamente aparecia em casa sem que tivesse qualquer atitude idêntica anterior para pedir algum dinheiro.

Por duas vezes fiz esse favor. Como resultado, e citado por você, foi uma dor de cabeça para receber. Foram meses para conseguir receber algo que foi &quot;acordado&quot; que seria pago em 2 meses e durou quase 24. Nesse meio tempo como o Thiago citou acima, eu percebia que a pessoa tinha hábitos desnecessários como TV a cabo, internet banda larga ( quando era muito caro ), festas duas vezes por mês, compras de roupas de  marca e até uma troca de carro por um mais novo.

Ora bolas, eu não faço festas, não tenho carro, tão pouco TV paga ou roupas de marca e a pessoa consegue viver com esse &quot;luxo&quot; e ainda vem pedir meu dinheiro emprestado ?

Se eu muitas vezes era privado de ter esses bens por almejar outra coisa por que os outros não podem ?

A vida ensina e ela é o melhor aprendizado.

Saber dizer NÃO é uma coisa que aprendi a fazer sem ficar com dor na consciência. Claro que tudo é moderado e deve ser avaliado.

Acabei por afastar alguns e como o você disse &quot;Será que esses &quot;amigos&quot; gostam mesmo de você,  ou só lhe procuram quando precisam de algo?&quot;.
Aprendi que muitos eram apenas por interesse e aqueles que hoje são meus amigos estão comigo por me aceitarem como sou não pelo que tenho.

Adelaide,

Quer uma dica ?

Quando alguém lhe pedir dinheiro ou fazer qualquer reclação financeira indique uma lida no dinheirama. Pois essa pensará duas ou zilhões de vezes antes de fazer novamente. E o melhor, lendo os artigos talvez ela possa se educar financeiramente.

Eu já fiz isso uma vez e funcionou.
Uma conversa franca vale muito.

Abraços,

Flávio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Navarro !!!</p>
<p>Parabéns pelo artigo.</p>
<p>Se ao menos 10% dos meus parentes lessem ele e os outros publicados aqui, eu lhe garanto que eles teriam uma vida financeira bem melhor.</p>
<p>Desde pequeno eu tinha e mantenho hábito de poupar. Quando um tio me dava (raramente) algum dinheiro, ele automaticamente já ficava numa latinha que eu tinha. Passados alguns meses, eu tinha suficiente para comprar coisas que eu precisava.</p>
<p>Outro fator que no meu caso foi crucial, foi ter de trabalhar logo cedo.  Aos 11 anos eu já trabalhava em um comércio próximo de casa e tinha meu salário. Era pequeno, mas era meu. E isso fez com que eu me preocupasse com meu futuro desde cedo e valorizasse cada &#8220;tostão&#8221;. Enquanto isso meus amigos ficavam brincando ou fazendo coisas que não deviam. O fato de trabalhar cedo não fez com que minha infância passasse em branco. Muito pelo contrário, aproveitei-a muito, mas muito mesmo. O fato de ser mais centrado as vezes aparentava como se eu fosse mão-de-vaca.</p>
<p>Consegui com isso obter ganhos e uma segurança financeira muito bons. Não sou rico, longe disso, sou pobre. Mas em uma eventual emergência eu  sofro menos por ter me precavido.</p>
<p>Essa estabilidade desde pequeno fez com que muitas pessoas como tios, primos e amigos olhassem pra mim como um &#8220;banco 24 horas ambulante&#8221;.<br />
Não foram poucas as vezes que alguém que estranhamente aparecia em casa sem que tivesse qualquer atitude idêntica anterior para pedir algum dinheiro.</p>
<p>Por duas vezes fiz esse favor. Como resultado, e citado por você, foi uma dor de cabeça para receber. Foram meses para conseguir receber algo que foi &#8220;acordado&#8221; que seria pago em 2 meses e durou quase 24. Nesse meio tempo como o Thiago citou acima, eu percebia que a pessoa tinha hábitos desnecessários como TV a cabo, internet banda larga ( quando era muito caro ), festas duas vezes por mês, compras de roupas de  marca e até uma troca de carro por um mais novo.</p>
<p>Ora bolas, eu não faço festas, não tenho carro, tão pouco TV paga ou roupas de marca e a pessoa consegue viver com esse &#8220;luxo&#8221; e ainda vem pedir meu dinheiro emprestado ?</p>
<p>Se eu muitas vezes era privado de ter esses bens por almejar outra coisa por que os outros não podem ?</p>
<p>A vida ensina e ela é o melhor aprendizado.</p>
<p>Saber dizer NÃO é uma coisa que aprendi a fazer sem ficar com dor na consciência. Claro que tudo é moderado e deve ser avaliado.</p>
<p>Acabei por afastar alguns e como o você disse &#8220;Será que esses &#8220;amigos&#8221; gostam mesmo de você,  ou só lhe procuram quando precisam de algo?&#8221;.<br />
Aprendi que muitos eram apenas por interesse e aqueles que hoje são meus amigos estão comigo por me aceitarem como sou não pelo que tenho.</p>
<p>Adelaide,</p>
<p>Quer uma dica ?</p>
<p>Quando alguém lhe pedir dinheiro ou fazer qualquer reclação financeira indique uma lida no dinheirama. Pois essa pensará duas ou zilhões de vezes antes de fazer novamente. E o melhor, lendo os artigos talvez ela possa se educar financeiramente.</p>
<p>Eu já fiz isso uma vez e funcionou.<br />
Uma conversa franca vale muito.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Flávio</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Emergências, a dívida boa e a dívida ruim &#124; Dinheirama - Conquistando dinheiro e lucrando idéias</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/#comment-4479</link>
		<dc:creator>Emergências, a dívida boa e a dívida ruim &#124; Dinheirama - Conquistando dinheiro e lucrando idéias</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 19:25:12 +0000</pubDate>
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		<description>[...] façam empréstimos em seus nomes, o que causa enormes transtornos e desentendimentos. A saída? Falar &#8220;não&#8221;, como já escrevi em outra [...] </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] façam empréstimos em seus nomes, o que causa enormes transtornos e desentendimentos. A saída? Falar &#8220;não&#8221;, como já escrevi em outra [...] </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marco</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/#comment-4478</link>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 15:30:25 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente texto navarro. Suas dicas são imprescindíveis para lidar com esse assunto. Eu tenho um jeito próprio e não ligo tanto para o que os outros vão pensar se eu disser. Meu código é: ajude quem realmente precisar, mas não carregue a cruz de ninguém.
Se a pessoa passa por dificuldades financeiras e escolhe não aprender nada com isso e continuar na mesma, é problema dela e não meu.
Se um desastre acontece e é preciso dinheiro para salvar uma vida ou coisa do gênero, utilizo o fundo de segurança.

Mas não sejamos ingênuos. Só porque a pessoa pede, não siginifica que ela precise. Muitos são assim, com dinheiro então ... muito cuidado, pois se não conseguirmos falar o não em alguns casos (principalmente diversão) somós nos que pagaremos mais tarde.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto navarro. Suas dicas são imprescindíveis para lidar com esse assunto. Eu tenho um jeito próprio e não ligo tanto para o que os outros vão pensar se eu disser. Meu código é: ajude quem realmente precisar, mas não carregue a cruz de ninguém.<br />
Se a pessoa passa por dificuldades financeiras e escolhe não aprender nada com isso e continuar na mesma, é problema dela e não meu.<br />
Se um desastre acontece e é preciso dinheiro para salvar uma vida ou coisa do gênero, utilizo o fundo de segurança.</p>
<p>Mas não sejamos ingênuos. Só porque a pessoa pede, não siginifica que ela precise. Muitos são assim, com dinheiro então &#8230; muito cuidado, pois se não conseguirmos falar o não em alguns casos (principalmente diversão) somós nos que pagaremos mais tarde.</p>
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	<item>
		<title>Por: McBoessio</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/#comment-4477</link>
		<dc:creator>McBoessio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 18:50:11 +0000</pubDate>
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		<description>Enquanto muito nos ocupamos de estudar o mercado, a administração financeira e etc, é imprescindível que nunca percamos o foco: dinheiro é um meio, e não um fim em si próprio. Os familiares são aquelas pessoas que sempre farão parte das nossas vidas, e relacionar ambos assuntos é algo delicado. Esbanjando sensibilidade e sabedoria, Navarro discorre sobre um assunto delicado, pouco abordado em sites voltados a economia. O investidor jamais pode esquecer que muito pouco vale agir sabiamente em seus investimentos se tal sabedoria não é aplicada também em sua vida pessoal.

Saudações</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto muito nos ocupamos de estudar o mercado, a administração financeira e etc, é imprescindível que nunca percamos o foco: dinheiro é um meio, e não um fim em si próprio. Os familiares são aquelas pessoas que sempre farão parte das nossas vidas, e relacionar ambos assuntos é algo delicado. Esbanjando sensibilidade e sabedoria, Navarro discorre sobre um assunto delicado, pouco abordado em sites voltados a economia. O investidor jamais pode esquecer que muito pouco vale agir sabiamente em seus investimentos se tal sabedoria não é aplicada também em sua vida pessoal.</p>
<p>Saudações</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: myla</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/#comment-4476</link>
		<dc:creator>myla</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 14:43:22 +0000</pubDate>
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		<description>monsieur Navarro, seu texto ficou show!!!! nada d tio patinhas, ficou super humano! ;0)

há um livro, Adelaide, muito bom q trata sobre as várias formas d abuso emocional.

d início, o autor aponta as muitas formas d abuso - q sempre se dão entre o q ele chama d seqüestrado e seqüestrador - passíveis e possíveis d acontecer nas várias esferas da vida: entre pais e filhos, maridos e esposas, irmãos, sócios, chefes e empregados e etc. e, ao longo do texto, as reflexões vão ganhando corpo - reflexões como essas q o Navarro fez.

não é um livro q seja uma desculpa pra se dizer !não! - singular ou plural. é um livro q, além d dialogar com lucidez, lança luz sobre as relações d poder entre as pessoas, e seus abusos.

os bastidores do amor - os sentimentos e as buscas q invadem nossos relacionamentos e como lidar com eles.
autor: Luiz Cuschnir, editora Alegro/Elsevier.

(tenho um resuminho aqui muito bom, da época d qdo li. disponibilizo a quem interessar - mas ainda recomendo a leitura da obra)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>monsieur Navarro, seu texto ficou show!!!! nada d tio patinhas, ficou super humano! ;0)</p>
<p>há um livro, Adelaide, muito bom q trata sobre as várias formas d abuso emocional.</p>
<p>d início, o autor aponta as muitas formas d abuso &#8211; q sempre se dão entre o q ele chama d seqüestrado e seqüestrador &#8211; passíveis e possíveis d acontecer nas várias esferas da vida: entre pais e filhos, maridos e esposas, irmãos, sócios, chefes e empregados e etc. e, ao longo do texto, as reflexões vão ganhando corpo &#8211; reflexões como essas q o Navarro fez.</p>
<p>não é um livro q seja uma desculpa pra se dizer !não! &#8211; singular ou plural. é um livro q, além d dialogar com lucidez, lança luz sobre as relações d poder entre as pessoas, e seus abusos.</p>
<p>os bastidores do amor &#8211; os sentimentos e as buscas q invadem nossos relacionamentos e como lidar com eles.<br />
autor: Luiz Cuschnir, editora Alegro/Elsevier.</p>
<p>(tenho um resuminho aqui muito bom, da época d qdo li. disponibilizo a quem interessar &#8211; mas ainda recomendo a leitura da obra)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Thiago</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/#comment-4475</link>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 11:56:21 +0000</pubDate>
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		<description>Fantástico esse texto!
Gostaria de contar uma experiência que tivemos em casa. Um parente do meu pai uma vez pediu um dinheiro emprestado para saldar algumas dívidas. Meu pai pediu que ele trouxesse tudo, todas as contas, salário, extratos do banco... O combinado era que, se faltasse dinheiro para gastos necessários, meu pai pagaria e não cobraria esse dinheiro de volta, mas se o salário fosse suficiente ele não pagaria nada. Conclusão, o salário dele dava e sobrava. O que faltava era por causa das contas de celular, tv a cabo, e coisas que não eram de primeira necessidade. Agora ele aprendeu economizar e pagar primeiro as contas realmente necessárias. E a amizade continua a mesma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fantástico esse texto!<br />
Gostaria de contar uma experiência que tivemos em casa. Um parente do meu pai uma vez pediu um dinheiro emprestado para saldar algumas dívidas. Meu pai pediu que ele trouxesse tudo, todas as contas, salário, extratos do banco&#8230; O combinado era que, se faltasse dinheiro para gastos necessários, meu pai pagaria e não cobraria esse dinheiro de volta, mas se o salário fosse suficiente ele não pagaria nada. Conclusão, o salário dele dava e sobrava. O que faltava era por causa das contas de celular, tv a cabo, e coisas que não eram de primeira necessidade. Agora ele aprendeu economizar e pagar primeiro as contas realmente necessárias. E a amizade continua a mesma.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Pereira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/#comment-4474</link>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 10:23:55 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente discussão pode ser propiciada apartir desse e-mail, e consequentemente do artigo.

A medida que a experiência vai chegando, vamos realmente percebendo que é muito mais díficil dizer não.

Acredito que todos nós, independente da situação economica pessoal de cada um, reluta em dizer não para nossos amigos queridos e parentes. Mas acredite o não é necessário, e muito!

Nem sempre o melhor para aquela pessoa é o sim. O sim pode acomodar, deixa em determinadas situações o indivíduo refém de suas próprias vontades, sendo que ele mesmo não luta para supri-las, cria uma dependência do pai, da mãe ou do amigo.

Espero que o debate continue, com outros comentários e pontos de vista.

abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente discussão pode ser propiciada apartir desse e-mail, e consequentemente do artigo.</p>
<p>A medida que a experiência vai chegando, vamos realmente percebendo que é muito mais díficil dizer não.</p>
<p>Acredito que todos nós, independente da situação economica pessoal de cada um, reluta em dizer não para nossos amigos queridos e parentes. Mas acredite o não é necessário, e muito!</p>
<p>Nem sempre o melhor para aquela pessoa é o sim. O sim pode acomodar, deixa em determinadas situações o indivíduo refém de suas próprias vontades, sendo que ele mesmo não luta para supri-las, cria uma dependência do pai, da mãe ou do amigo.</p>
<p>Espero que o debate continue, com outros comentários e pontos de vista.</p>
<p>abraços</p>
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