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O Brasil de muitos milionários

Publicado por Ricardo Pereira em 23.01.2008 na seção Economia Geral, Educação Financeira

Seu dinheiro - Sua responsabilidadeA revista Veja dessa semana nos convida a descobrir a supereconomia brasileira, contando um pouco das lições e histórias de quem triunfou e surfou nas ondas calmas do capitalismo, que produz, em média, 164 milionários por dia no Brasil. Como tenho certeza que os leitores do Dinheirama gostariam de participar dessa estatística, convido-os a descobrir alguns aspectos que permitiram tais números e passos para alcançar essa façanha.

Para triunfar é preciso arriscar
A revista insinua que Jorge Paulo Lemann, em acordo com André Esteves (que vendeu o Pactual para o UBS), planeja a aquisição de uma parte do UBS, na tentativa de cooptar outros acionistas e montar um bloco de controle na instituição. Outro negócio aparente para Jorge Paulo e seus fiéis escudeiros Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira é a compra de um “naco” da Coca Cola. Projetos ousados, mas que podem sim sair.

Permitam-me um comentário particular: em outros artigos demonstrei minha pessoal admiração por Jorge Paulo Lemann, investidor brasileiro de muito sucesso aqui e lá fora. Para quem não está familiarizado com o nome, ele é um dos controladores da InBev e um dos sócios da GP investimentos, que controla marcas como Lojas Americanas e Hopi Hari.

A Veja, edição 2044, de hoje, traz números muito interessantes:

  • Ser milionário é ter uma poupança equivalente a 1 milhão de dólares;
  • 100 em cada 100.000 brasileiros já são milionários;
  • Em 2007, 60,000 brasileiros acumularam seu primeiro milhão[bb].

Isso significa, dentre muitas outras coisas, que a probabilidade de se tornar milionário no Brasil é:

  • 22% maior que a de ser assassinado
  • 50% maior que a de morrer em um acidente de trânsito

Existe um ditado que diz que contra números não existem argumentos. No entanto, aqui tuto se trata de probabilidade. O fato é que a afirmação, os dados interessantes e a reportagem da revista trazem à tona uma máxima da estabilidade econômica: o crescimento do dinheiro diz tudo.

O surgimento de muitos milionários
A grande estabilidade econômica vigente privilegia o mercado de capitais[bb], receita infalível de sucesso financeiro de 1995 a 2007 aqui e em outros tantos países emergentes. A emissão de ações alcançou fantásticos 2820% de crescimento neste período. O grande diferencial foi a entrada de novos investidores nesse mercado, principalmente o investidor de pequeno porte, escorados por melhorias alcançadas nas leis das Sociedades Anônimas e pela maior fiscalização imposta pela CVM, protegendo e dando voz ao pequeno acionista.

Nesse ínterim, surgiu também a figura do RI – Relação com os Investidores - e a criação, por parte da Bovespa, do Novo Mercado, categoria responsável por listar empresas que se utilizam de práticas de governança corporativa. Como diz a revista, “empresas que melhor protegem o investimento de seus acionistas”. O RI traduz muito do que acontece no universo dos negócios e serve com o porta de entrada para o novo acionista. A Bovespa e a CVM tratam de manter a transparência nas ofertas e negociações.

De forma igualmente surpreendente, o crescimento do crédito foi de 338% entre 1995 e 2007. O crescimento de private equity (investimentos em empresas fechadas, com potencial de abertura de capital) foi de 777% entre 1999 e 2007. Números que impressionam bastante não só pelo alto valor, mas pela representatividade e atividade empreendedora decorrente de suas implicações.

Como o Brasil ajuda?
Nossa economia está passando por um estágio de amadurecimento muito interessante. A partir de agora, transações econômicas só acontecerão se forem boas para todos os lados. Trabalhadores, empresários, sócios, investidores, sociedade e governo terão que se entender, ou correm o risco de perder no decorrer de seus investimentos. Isso é um sinal de capacidade econômica reconhecido também pelos jornalistas de Veja: “Quando isso acontece, essas transações se multiplicam criando emprego e riqueza”.

Os indicadores econômicos mostram que, longe de beneficiar alguns poucos, a estabilização econômica tem sido benéfica para toda a população. Tivemos no ano de 2007 a criação de 1 milhão e 600 mil empregos formais, recorde absoluto na história do país. Nosso PIB cresceu 5%, ao invés dos inconsoláveis 2% de outrora. O credito favoreceu o consumo e o brasileiro foi às compras, oferecendo ao comércio um crescimento de 10% no ano passado.

Um estudo da consultoria Ernst & Young indica que, em 2020, a massa salarial do país chegará a 270 bilhões de dólares. Aí, já podemos imaginar o gás que o consumo interno receberá. Esses dados reforçam a tese, defendida por alguns economistas, de que a possível crise norte-americana (ou desaquecimento) será absorvida pela demanda interna do Brasil, somada é claro aos bons fundamentos econômicos e austeridade do governo.

Os ricaços andam por ai…
A revista conta como algumas pessoas conseguiram vencer através de projetos e empreendimentos[bb]. Saíram do pó e hoje fazem parte do seleto grupo de brasileiros que conseguiram resultados expressivos (e muitas vezes em pouco tempo). Tudo isso misturando conhecimento farto sobre o negócio que decidiram abrir, muito trabalho e senso de oportunidade.

A revista busca no Instituo Endeavor, que auxiliou muitos empreendedores a conseguir sucesso e êxito financeiro, uma receita para os novos candidatos a vencedores e milionários:

  1. Empresa pequena é apenas uma empresa que esta no começo;
  2. Mire em ser o melhor do mundo em sua atividade. Se chegar perto disso, já é um sucesso.
  3. Sobreviver sem crescer é condenação ao fracasso. É preciso crescer sempre.
  4. Seu produto tem de fazer a diferença. Chegar tarde para fazer a mesma coisa é sinônimo de derrota.
  5. Ambiente de negócio hostil não é desculpa. É preciso vencer em qualquer situação.
  6. Desafios e crises são coisas do cotidiano, e não exceções.
  7. Seu mercado é o planeta.
  8. Deve haver transparência total nos objetivos e na contabilidade. O informal esta condenado a ser pequeno.
  9. Grandes idéias nascem e prosperam em pequenos grupos, não em assembléias.
  10. Seus clientes querem satisfação e não que você se esgote correndo atrás das novidades de seus competidores.

Ao que tudo indica, a estabilidade veio para ficar e hoje faz o Brasil ser um país um pouco mais justo e com melhores oportunidades de trabalho e riqueza. As oportunidades estão por toda a parte, nas pessoas, nos negócios e nas empresas. O artigo é uma reflexão e um convite ao caminho do milhão. Que tal, vamos todos ficar ricos? Aproveite porque nunca foi tão “fácil”. Difícil é interpretar as aspas…

——
Ricardo Pereira é Analista Financeiro Sênior da ABET Corretora de Seguros, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama.
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Crédito da foto para Marcio Eugenio.

24 comentários
  1. Imagem do comentarista
    Robertinho

    Uau, 164 novos milionários por dia no Brasil? Tudo bem que somos um país enorme, mas esse número é fantástico e muito me animou. Ricardo, lembro-me de um artigo do Navarro onde ele diz que um emprego não nos faz ricos, milionários e que temos que arriscar e partir para um negócio próprio. Interessante notar os resultados práticos dessa filosofia. Preciso reorganizar minha vida. O Dinheirama, como sempre, vem prestando um serviço incrível nessa aventura. Parabéns aos dois por esse fantástico blog. Falou!!! Fui.

  2. Imagem do comentarista
    Michel Cabelho

    Gostei muito do artigo Ricardo Pereira, principalmente dos 10 ítens citados.

    Abraços Família Dinheirama.

  3. Imagem do comentarista

    Olá Robertinho, Olá Michel muito obrigado pelo incentivo dos dois. Cada comentário, tem um significado muito importante.

    Quanto ao artigo os números realmente impressionam, quem sabe dentro em breve, não teremos algum amigo incorpando a lista. Todos temos um potencial a desenvolver, e se muitos estão conseguindo, também temos condições de buscar um lugar ao sol.

    abraços

  4. Imagem do comentarista
    Alessandra

    Ricardo, quando li essa matéria na Veja ainda no sábado a noite, imaginei que logo logo sairia alguma coisa no Dinheirama.

    As possibilidades de um país em desenvolvimento com economia crescendo de maneira sustentável, são maravilhas que temos de comemorar. Mérito da equipe economica, que está levando o país a níveis elevados de crescimento sem perder as metas fiscais.

    Parabéns a você e o Navarro por estarem atentos e disseminarem essas idéias entre nós seus leitores.

    Não comentei no texto anterior onde o Navarro fez um desabafo, mas sinto-me na obrigação de comentar, que como investidora iniciante, as leituras que fiz aqui, só me trouxeram beneficios, ótimos conselhos que me estão trazendo ótimos resultados.

    Parabéns.

  5. Imagem do comentarista
    Rodrigo

    “Que tal, vamos todos ficar ricos? Aproveite porque nunca foi tão “fácil”. Difícil é interpretar as aspas…”

    Não existe rico sem que hajam pobres.

  6. Imagem do comentarista
    Lúcio Costi Ribeiro

    Acho que faltou uma visão mais abrangente da rev. Veja para esta matéria. O título que a revista escolheu não se baseia no empreendedorismo, mas na valoriazação das ações na Bovespa e, assim, cria confusão. Recomendo que leiam o artigo do jornalista Alberto Dines, decano da profissão no Brasil. Dines analisa a funda a matéria da Veja, que teve uma congênere na Folha de São Paulo no mesmo domingo em que chegou às bancas e, entre suas conclusões assevera:
    “Nosso jornalismo desbundou. Entregou-se à função de animador de um grande auditório que pagou entrada para deslumbrar-se. Num mundo cada vez mais complicado pelos descontroles, os jornalistas abriram mão da sua função orgânica, institucional, para advertir e alertar.”
    Não quero jorgar água na fervura, mas é preciso ler as notícias nas entrelinhas!!

  7. Imagem do comentarista

    Interessante, mas e o outro lado dos números, alguém divulga? Quantos novos milhões de miseráveis o Brasil produz por ano? Os números da Veja apenas demonstram que o Brasil é sempre um campeão em potencial no quesito desigualdades sociais.

    Dizem que brasileiro é tudo pessimista, agourento e malfeitor em relação ao crescimento do país. Talvez seja porque a Veja e a mídia em geral, especialistas em criar um mundo fictício, sejam norteados de acordo com o “melhor dos mundos possíveis” de Leibniz. Editores que encarnam Pangloss e saem causando alarde entre as massas.

    Desculpe, mas qualquer sujeito com um mínimo teor de senso crítico não leva a Veja à sério, talvez se divertem com as pérolas de Mainardi ou, pior ainda, Renato Azevedo.

  8. Imagem do comentarista

    Quando optamos por fazer algumas considerações a respeito da matéria da revista veja, tomamos o cuidado de considerarmos apenas o enfoque da matéria. Nâo foi nosso intuito, naquele momento pelo menos, considerar as possíveis brechas do desenvolvimento econômico.

    Para nós é claro que existe sim um outro lado excluído, por falta inclusive de oportunidades de acesso a cultura de investimentos e finanças pessoais, muitas pessoas ainda vivendo na informalidade, etc, mas acredito que inclusive pela capa da revista, ficou claro que o objetivo não era esse.

    Acredito que seria salutar um artigo aqui mesmo no Dinheirama escrito com propriedade como sempre por você Lúcio, indo nessa direção, ou como disse nosso amigo Adriel, mostrando o outro lado dos números que tal?

    Nem sempre concordo com a revista Veja, sou um até um pouco crítico demais, mas é importante saber, que é possível através de uma economia que começa a crescer de maneira menos desigual, vencer e prosperar.

    Afinal, se não fosse assim de que valeria estarmos aqui em um debate de um espaço que prega justamente a possibilidade de aumento do patrimônio financeiro?

    Para finalizar, mesmo quando não levamos a Veja ou outras publicações tão a sério, não podemos fechar nossos olhos às oportunidades, que aparecem na nossa frente, só pensando que existe um lado negativo.

    Para isso, estamos estudando, nos preparando e medindo os riscos que hoje podem muito bem ser calculados, para quem olha o futuro e arregaça as mangas.

    Abraço a todos, e vamos continuar o debate!

  9. Imagem do comentarista
    Lúcio Costi Ribeiro

    Valeu, Ricardo!
    Estou um tanto relapso com o Dinheirama por questões profissionais. Postei o comentário só como provocação para o debate. E concordo plenamente com você que temos que ler até mesmo as publicações que não nos satisfazem. Isso ajuda-nos a entender o cenário em que vivemos e investimos!!!
    Um abraço e até!

  10. Imagem do comentarista

    Um lado deste expressivo número de novos milionários: a definição de milionário é aquele que possui um patrimônio de pelo menos um milhão de dólares estadunidenses em ativos no mercado de capitais [excluindo, portanto, imóveis, veículos, etc]. 2007, além de ter sido excelente para diversas empresas (capital aberto ou não), teve também a queda do dólar, valorizando (relativamente) os ativos em reais (ou seja, uma pessoa pode ter se tornado milionária possuindo exatamente a mesma quantia de dinheiro, em reais).

    Outro lado deste número: Os EUA também têm inflação. Assim sendo, a cada ano, um milhão de dólares vale menos. Tudo bem, eu não recusaria esta quantia, nem acho que os milionários sejam pobres…

    Agora, abordando o outro lado da riqueza, a miséria: se o número de milionários brasileiro houvesse diminuído em 60.000 durante 2007, alguém diria, apenas mediante a leitura deste dado, que a desigualdade e a pobreza haveriam diminuído? Francamente. O enriquecimento de um não é, necessariamente, financiado pelo empobrecimento de outro.

    Saudações a todos.

  11. Imagem do comentarista

    Lúcio, estamos realmente sentindo falta de seus afiadíssimos textos sobre a mídia. Seria ótimo poder contar com um artigo neste começo de ano. Mas não se preocupe, esse é o espírito de colaboração. Escreva quando puder parceiro. Adorei a discussão deste artigo. Abraços a todos.

  12. Imagem do comentarista

    Concordo Plenamente com essa matéria, pois até 8 meses atrás eu era apenas um vendedor, hoje tenho a minha empresa e estou chegando ate o final deste ano no meu 1ª Milhão….

    BRASIL, PAÍS MARAVILHOSO.

  13. Imagem do comentarista
    breno

    mto bom.

    vamos avisar a metade de baixo do país que a chance deles ficarem ricos é maior do que a deles serem assassinados, pq eles ainda n sabem…

    “Não existe rico sem que hajam pobres.” [2]

  14. Imagem do comentarista
    lucio

    MArcos e Breno,
    Concordo que estamos vivendo uma época de grandes oportunidades no Brasil. Mas é que, como jornalista, acredito que a imprensa não deve vender o mundo da fantasia. Preferiria que a Veja falasse TAMBÉM das dificuldades que as pessoas enfretam. Você, Marcos, por exemplo, deve matar 10 leões por dia! Pela matéria da Veja, parace que basta dar leite a gatinhos. Concordo também com os questionamentos que o site http://www.observatoriodaimprensa.com.br faz sobre os critérios adotados para a revista.

  15. Imagem do comentarista
    Rodrigo

    cadê meu quinhão ?

  16. Imagem do comentarista
    Urano

    A revista Época em novembro de 2007 teve um capa semelhante. A Veja está sendo pautada pela revista da Globo. Mas minha pergunta é, quantas pessoas estão deixando de ser milionárias por dia pela queda da bolsa?

  17. Imagem do comentarista
    Lúcio Costi Ribeiro

    É justo neste ponto que o texto do Observatório da imprensa toca, Urano!

  18. Imagem do comentarista

    Lúcio, experimente ler a reportagem sobre a Bolsa de Valores que saiu na edição deste mês da VIP, capa de Claudia Leite. Se o conheço bem, tenho certeza de que de lá sairá um ótimo artigo para o Dinheirama (risos). Eu não sabia que investir em ações era tão fácil e dava tanto dinheiro…

  19. Imagem do comentarista
    lucio

    Conrado,
    Comando aceito!!!!rsrsrsrs
    Vou comprar a revista e dou um retorno!!!
    Abrços e boa sorte para todos nós em 2008 e pra sempre!!!!
    Lúcio

  20. Imagem do comentarista

    [...] da discussão nos comentários do artigo do Ricardo, “Brasil de muitos milionários”, polêmica na qual entrei com entusiasmo, o Navarro me provocou a analisar a matéria que a revista [...]

  21. Imagem do comentarista
    Soraya

    Pura ficcao. Moro nos Estados Unidos desde 2001, vim pra ca’ por causa da “crise” no Brasil, dentro deste periodo muitos colegas meus que estavam aqui a mais tempo que eu decidiram voltar e apostar no “Brasil de muitos milionarios” e praticamente todos deram com os “burros n’agua”: miseria, violencia, inseguranca, falta de oportunidades, roubaleira, etc, etc… isso foi o que encontraram e ficaram frustrados e se arrependeram. Pra mim por mais desvalorizado que esteja o Dolar em relacao ao Real, ainda prefiro ficar aqui, trabalho como “baba”, mas consigo pagar meu aluguel e todas as despesas, tenho meu carro, tenho lazer garantido aos fins de semana, viajo nas minhas ferias e feriados, tenho uma vida confortavel que uma “baba, diarista ou empregada domestica” jamais teria no Brasil, isso por que sou uma simples “baba”, imagine se eu tivesse o cargo que tinha no Brasil (de secretaria executiva…). Thank you, but I prefer stay here. Bye

  22. Imagem do comentarista
    Sonia

    Saudacoes!

    Infelizmente nao tive muito tempo para ler completamente este artigo. Desta forma gostaria muito de integrar-me mais ao assunto, para quem sabe um futuro investimento.
    Agradecida
    Sonia

  23. Imagem do comentarista

    Olá Soraya, tudo bem? Obrigado pela participação.

    Discordo um pouquinho de seu comentário, quando diz que é pura ficção(a possibilidade de prosperar no Brasil). A revista pode ter exagerado quando dá a entender que é algo fácil, tenha certeza que não é.

    Mas reflita um pouquinho e se depare em frente aos números, e observe que com um bom planejamento, inteligência financeira para poupar e cuidar dos investimentos, se consegue prosperar no Brasil.

    Hoje no Brasil estamos em um momento de extremo choque de idéias, a maioria da população prefere ainda entrar em dívidas e mais dívidas do que poupar e investir.

    Nada contra os EUA, mas veja que as bolhas de crescimento econômico como subprime e das empresas de Tecnologia mostraram que a maior economia do mundo pode ser perversa para a economia mundial.

    Pense e veja, que indiferente do lugar onde se está, a bonanza econômica não dura para sempre, o segredo está em se preparar para sobrepo-las.

    Até mais.

  24. Imagem do comentarista
    Cleber

    Soraya, se você tivesse investido em reais (trocado seus dólares por reais) nos últimos 6 anos você teria tido um ganho de capital de mais de 100%.

    O Brasil está muito bom para quem busca oportunidades. Nada é fácil. Mas quem se dedica com afinco a investir na bolsa e com disciplina, prospera.

    Pensar que você tem um carro, casa, salário não adianta nada para seu futuro. Quando você não puder mais trabalhar, não terá mais renda. Por isso, invista seu rico dinheirinho. E nada melhor que fazer isso em reais e no Brasil.

    Até o maior investidor do mundo investiu nos últimos 6 anos no Brasil. Por que nós, pobres investidores, não podemos fazer o mesmo?

    Pense no assunto!

    É isso!

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