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Dinheiro? Crédito? Entenda antes de precisar (I)

Publicado por Ricardo Pereira em 25.01.2008 na seção Educação Financeira, Finanças Pessoais

Poupança - Importante para o futuro!Gustavo diz: “Ricardo, acho que caberia no blog um artigo sobre as opções de crédito disponíveis no mercado, alertando os leitores para seus riscos e principais usos inteligentes. Que tal? Eu gostaria de conhecer melhor as alternativas e então decidir de forma mais inteligente quando e se precisar optar por algum plano de financiamento. Obrigado.”

Gustavo, é verdade que de vez em quando surgem certas oportunidades ou problemas e nem sempre estamos preparados financeiramente para elas. Será que é assim? Enfim, para alguns casos financiar pode ser a saída. Veja bem, pode ser. Esse artigo será separado em duas partes para que possamos discutir com mais calma as possibilidades de crédito do mercado, de maneira que o texto não fique muito extenso e tedioso. Nosso objetivo é que você tenha argumentos e elementos para definir qual é o melhor caminho, quando utilizar determinada opção e quais cuidados tomar.

Um ponto pacífico entre os editores e os leitores do Dinheirama diz respeito ao pagamento à vista para bens de consumo e produtos em geral, sejam eles eletrônicos[bb], móveis, imóveis etc. Comprar apenas quando se tem o dinheiro é o que chamamos de mundo ideal, mas sabemos que existem algumas situações em que se torna necessário buscar financiamento ou alongamento nos prazos de pagamento. Vejamos algumas opções:

Cartões de crédito

A indústria de cartões de crédito deve manter, em 2008, o forte crescimento registrado nos últimos anos. A expectativa é que o faturamento anual da indústria de cartões alcance aproximadamente R$ 216 bilhões, com cerca de 104 milhões de cartões em circulação. Isto representa, segundo estimativa divulgada pela Itaucard, um salto de 19% em faturamento sobre o ano de 2007.

O conhecido dinheiro de plástico confere ao titular o direito de realizar compras de bens e serviços em estabelecimentos credenciados pela administradora do cartão, postergando o pagamento. Você deve usá-lo:

  • Quando for interessante pagar todas as despesas em uma única data de vencimento;
  • Como opção para adiar os pagamentos;
  • Para parcelar compras, caso haja real necessidade de adquirir um serviço ou bem;

Cuidados importantes:

  • Não usar o crédito rotativo como forma de refinanciamento da sua dívida. Evite pagar um valor inferior ao total da fatura. A alta taxa de juros praticada pelas administradoras pode colocá-lo em uma situação perigosa, que o leve direto para a lista de inadimplentes.
  • Verifique a viabilidade da data de pagamento e negocie-a da melhor forma possível. Uma simples ligação a administradora, pode evitar atrás nos pagamentos devido à falta de recursos.
  • Evite sacar dinheiro com o cartão de crédito. Lembre-se de que os juros cobrados são muito altos. Se a opção do saque for inevitável, procure pagar o mais rápido possível, já que isso significa menos juros.
  • Verifique o valor da anuidade cobrada e o tipo de cartão que está sendo contratado. Uma pequena pesquisa de preços em algumas instituições pode significar economia.

Particularmente, como consultor financeiro, não recomendo a utilização do cartão de créditos para pessoas com perfil consumista e(ou) impulsivo. A falta desse controle pode transformar a fatura em uma bola de neve, que pode causar grande transtorno e altíssimas dívidas. Aos viciados em compras com o cartão de crédito, uma dica: evite andar com o cartão na carteira. Isso ajuda a combater o impulso. Seu bolso agradece.

Cheque Especial
O Cheque Especial tem duas funções. Uma delas é o reconhecimento formal do cliente, que goza de crédito perante o estabelecimento bancário, impresso no próprio cheque na forma de cores douradas e estrelas, e que facilita as negociações do emitente. A outra função, ainda mais importante, é a disponibilização de crédito automático ao correntista sempre que sua conta estiver sem fundos, respeitados os limites e condições do contrato.

De preferência, nunca use o crédito do cheque especial! Isso mesmo! Se não tiver escolha, opte por usá-lo apenas em situações de emergência ou extrema necessidade. Ainda assim, só entre no cheque especial quando existir a certeza de que em poucos dias receberá dinheiro suficiente para cobrir o saldo devedor.

Cuidados importantes:

  • Não utilize o seu cheque especial como complemento de sua renda mensal. Essa linha de crédito não deve ser utilizada como forma de financiamento por um período longo já que, para isso, existem outras oportunidades melhores e com taxas de juros menores;
  • Preste atenção aos encargos cobrados: juros e IOF são calculados diariamente e cobrados mensalmente direto em sua conta corrente;
  • Guarde toda a documentação relativa ao cheque especial. Isso inclui eventuais usos do crédito (extratos), o contrato com o banco, os avisos. Todas as informações são importantes e em algum problema podem agilizar o processo de reparação.

Crédito Pessoal
Tipo de empréstimo em que o valor contratado é disponibilizado na conta do cliente para ser utilizado livremente. O pagamento, com juros, é realizado em parcelas mensais. Use-o quando:

  • For interessante antecipar uma compra, desde que haja disponibilidade de recursos para o pagamento de parcelas mensais;
  • For necessário cobrir empréstimos mais caros como dívidas de cartão de crédito ou cheque especial, que geralmente cobram taxas maiores. A substituição de dívidas mais onerosas por esta alternativa pode significar redução de custos, o que evitará a inadimplência e suas conseqüências.

Cuidados importantes:

  • Evite as financeiras, que emprestam dinheiro sem muita burocracia e a juros similares aos do cheque especial e do cartão de crédito;
  • Avalie a real necessidade, evitando empréstimos desnecessários;
  • Pesquise e procure sempre a linha de crédito que melhor se encaixe ao seu perfil, visitando diferentes instituições, analisando a flexibilidade e possibilidades de pagamento.

Aqui encerro a primeira parte do artigo, responsável por mostrar que os juros encontrados nas diversas opções de financiamento são muito diferentes. A grande conclusão importante é que a facilidade na obtenção dos recursos dita o tamanho dos juros. Evite cair em armadilhas manjadas e procure zelar muito bem pelo seu dinheiro. No próximo artigo abordaremos as alternativas de crédito consignado, financiamento de veículos, CDC e os consórcios.

Este artigo foi escrito com base em reportagens e notícias das revistas Exame e Você S/A.

——
Ricardo Pereira é Analista Financeiro Sênior da ABET Corretora de Seguros, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama.
Quem é Ricardo Pereira?
Leia todos os artigos escritos por Ricardo

Crédito da foto para Marcio Eugenio.

20 comentários
  1. Imagem do comentarista
    Samurai

    Temos que notar também que nem toda dívida é ruim. Vamos a um exemplo. O camarada deve o cartão de crédito e não consegue pagar. Juros altos, de quase 10% ao mês. É melhor contrair uma dívida com juros mais baixos para quitar o cartão, como, por exemplo, um empréstimo com desconto em folha. O carinha está trocando uma dívida de 10% ao mês por outra de 2%. Essa é a dívida boa. O cenário ideal é não dever nada, mas nem sempre é assim.

    Outra coisa é saber pegar o tipo de empréstimo correto. Cada um tem uma utilização específica. Vc PRECISA MESMO de um empréstimo para um mês? Melhor negociar um no banco do que pegar o cheque especial. Provavelmente as taxas serão menores. O cheque especial é pra aquele empréstimo q vc não estava prevendo, no finalzinho do mês, um ou 2 dias no máximo.

  2. Imagem do comentarista
    Uberlan

    Aproveito para tirar uma dúvida.
    Vi uma propaganda de um cartão de crédito chamado “Ibicard Fácil”, nesse cartão você faz um investimento num CDB do banco Ibi que lhe dá direito a um limite de crédito equivalente a 80% do valor investido.
    Será que isso é vantajoso comparado a outros cartões?

  3. Imagem do comentarista
    Samurai

    Deixa eu ver se entendi. O limite do seu cartao é equivalente a 80% do dinheiro q vc empresta pra eles. É vantajoso principalmente para o banco, pois ele tem certeza que tem como você pagar a conta. Fora isso, é como um cartão normal.

    Aliás, olhando pelo lado de que a pessoa acaba fazendo uma poupança pra ter um limite maior, é até bom, pois acaba forçando o camarada a juntar um dinheiro. Mas fora isso, bom é pro banco, q tem a garantia de q vai receber.

    Olha como é bom pro banco, vc empresta o dinheiro pra ele e ele te dá 0,75% ao mês de juros, e ele te empresta um cartão, cobrando uma anuidade geralmente alta e te cobra 10% de juros ao mês caso você não pague em dia.

  4. Imagem do comentarista

    Olá Uberlan como vai?

    O ibiCard Fácil é um cartão de crédito “pré pago” Você faz um depósito, e seu dinheiro ficará rendendo em um investimento - ibiCDB, que rende 5% mais que a poupança depois de 1 ano. Seu limite mensal será 80% do valor do seu depósito.

    A taxa de administração do cartão é na faixa de 4,9% ao mes. Ou seja, ainda é uma taxa elevada, e os conselhos quanto a utilização permanece a mesma.

    Abraço

  5. Imagem do comentarista

    Muito legal este artigo, Ricardo. Parabéns!

    Abs,
    Marcelo

  6. Imagem do comentarista

    Ricardo, desculpe a impertinência, mas um CDB rende 5% mais que a poupança, ou 5 pontos percentuais mais que a poupança? Perceba que este pequeno detalhe pode fazer uma diferença estrondosa…

    No mais, excelente artigo, abordar a questão do endividamento é inevitável, pois tristemente esta é a realidade de milhares [ou seriam milhões?] de pessoas Brasil afora. Aguardo ansiosamente pela segunda parte do artigo.

    Saudações.

  7. Imagem do comentarista
    Uberlan

    Samurai, o Ibi diz que não cobra anuidade desse cartão mas lendo o folheto da propaganda, lá nas letrinhas miúdas, há a informação de que mensalmente ele cobra R$ 2,90 de Tarifa de extrato.
    Temos de admitir que os caras são espertos, é um jeito de pegar mais clientes e de se garantir contra a inadimplência, pois se derem calote o banco simplesmente desconta o CDB.
    Ricardo, é taxa de administração mesmo? Aquela não é a taxa do crédito rotativo?
    McBoessio, boa sacada desse detalhe! Agora fiquei em dúvida e isso faz uma certa diferença.
    Gostaria mesmo de saber é se esse CDB tem boa rentabilidade. Aí eu encarava.

  8. Imagem do comentarista
    fernando

    O Unibanco tem um produto chamado Cheque Especial do Investidor. Ele é equivalente à 90% de tudo que você tem investido com eles (poupança, cdb, etc). A taxa de juros fica em 3.99/mês. Muito melhor do que os 13,99 do cheque especial deles. E você define a data do possível resgate caso você não saia da dívida. No caso da poupança, eu posso escolher entre 30 a 90 dias do aniversário da poupança, caso eu não cubra o valor devido.

    Acho que todos os bancos tem algo parecido, com taxas menores do que o cheque especial. Basta você ter investimentos com eles.

  9. Imagem do comentarista

    Ops, Uberlan você está certo. Conforme este link, a taxa de juros, é 4,9%.

    Essa é a diferença do Dinheirama, a interação, com leitores de qualidade, obrigado pela correção.

    O Fernando escreveu um ponto importante, o relacionamento como o Banco no sentido de produtos adquiros, e valores investidos, concede ao cliente certo “poder de fogo” para negociar com os bancos e requere certos previlégios como taxas menores.

    De qualquer forma, chorar no ouvido do gerente, não custa nada, pois ele não pensará duas vezes, antes de tentar te vender algo, mesque que você não precise.

    Mcboesio, de acordo com o site deles, o rendimento é 5% mais que a poupança após um ano. Se não for assim, no mínimo é propaganda enganosa. (risos)

  10. Imagem do comentarista

    Lá no site do Ibi, clicando em “clique aqui e veja como funciona”, a promoção aparece com uma nota de rodapé justamente quando anuncia rendimento de “5% mais do que a poupança³ em um ano”. Este “3″ refere-se a “mantidas as condições de tributação do CDB”.

    Apesar do nome do link onde eu cliquei, eu não pude ver “como funciona”. Precisei ir ler o contrato para sanar minha dúvida. E então, qual é o efetivo rendimento do CDB??? “As características relativas a valores, rendimentos, tarifas, procedimento e condições de depósitos, validade, renovação e resgate do CDB, entre outras, serão previstas em documento próprio no momento da contratação do CDB”.

    E o item 14 deste mesmo contrato constitui penhor sobre o CDB do cliente, em favor do Banco Ibi. E ainda prevê outros mecanismos de proteção ao Banco. Por exemplo, “Nos casos de desvalorização, depreciação, bloqueio judicial e/ou administrativo do CDB o TITULAR ficará obrigado a substituir ou reforçar a garantia, independentemente de verificação de culpa”.

    E quanto vale um rendimento 5% maior que a poupança? Ano passado a poupança rendeu 7,86%. 5% mais que isso é 8,25%. Eu não compreendo como uma promessa de remunerar com aproximadamente 8,25% a.a pode atrair alguém ao pagamento de juros de 77,54% a.a (capitalização composta de 4,9% a.m durante 12 meses).

    Se o rendimento fosse 5 pontos percentuais maior que a poupança, seria de 12,86% a.a para os valores de 2007. Isto seria um ótimo rendimento, em um CDB. Naturalmente, não é esta a oferta…

  11. Imagem do comentarista
    Samurai

    McBoessio,

    >>> Eu não compreendo como uma promessa de remunerar com aproximadamente 8,25% a.a pode atrair alguém ao pagamento de juros de 77,54% a.a (capitalização composta de 4,9% a.m durante 12 meses).

    Antes não tinha conhecido o cartão, agora q explicaram, parece ser um bom negócio pra quem usa cartão de crédito. É aquele negócio. Esse pagamento de juros só acontece se você não pagar a fatura inteira. Pra quem sempre paga a fatura inteira, fica só a anuidade (nesse caso mensalidade), afinal os juros só são utilizados por quem não paga a fatura inteira. E mais, caso em algum mês o usuário tenha um mega problema e não consiga pagar a fatura, os juros ainda são menores q o de um cartão convencional (não que seja baixo….). Além disso, ainda tem uma poupança forçada através do CDB.

    É aquele negócio, dos males o menor……..

  12. Imagem do comentarista

    Os CDBs pagam, em média, 8% ao ano mais a TR. É importante procurar rentabilidades próximas ao índice CDI. Costumamos aqui no Dinheirama orientar os leitores para que procurem por produtos com CDBs que rendam de 85% a 95% do CDI.

    Os bancos normalmente nomeiam os CDBs de forma a associar sua imagem ao ato de poupar. Em resumo, basta que você peça para o gerente especificar produtos com CDBs e ficar atento ao cálculo de sua rentabilidade em comparação ao CDI .

    Dê uma olhadinha, em um artigo do Navarro que fala com muito brilhantismo sobre CDB http://dinheirama.com/blog/2007/07/12/o-cdb-contra-ataca-e-com-forca/

    Quanto às suas considerações, leia muito bem o contrato e tenha certeza que nada favorece 100% o cliente, de alguma maneira eles ganharam em cima do seu dinheiro, esse é o papel dos bancos, ganhar dinheiro.

    O melhor que podemos fazer é buscar opções, e como você disse, os 5% são em cima do rendimento da poupança, não a mais que a poupança.

    Forte abraço, e muito bom o nível dos comentários.

  13. Imagem do comentarista
    Uberlan

    Hummmm…
    Boessio.
    Ora, isso atrai porque a maioria das pessoas tem dificuldade com contas e de compreender completamente o que está escrito no contrato. Nesse caso eles podem alegar que esse investimento de qualquer forma rende mais que a poupança
    Agora fiquei mais desconfiado. Vou analisar outras opções.
    Valeu!
    E também lhe agradeço, Ricardo!

  14. Imagem do comentarista

    Olá! sou fã do seu blog. Por isso o coloquei dentre os cino blogs para receberem um Meme. Se quiser, por favor, pegue-o no meu.
    O endereço é: http://esturdio.blogspot.com.
    Um grande abraço.

  15. Imagem do comentarista

    Naquele trecho em que eu dizia “não comprender…” eu me referia à pessoa ter, de um lado, um depósito em CDB no Banco Ibi e, no outro lado, dever para o Ibi (inclusive pq o limite mensal é uma fração do depósito inicial). Não seria mais fácil não ter CDB nenhum e dívida nenhuma? Para quem quer contrair a dívida (para pagar “apenas” 4,9&a.m), só passaria a valer a pena a partir do segundo mês de uso do limite; e após um aporte inicial que poucas pessoas que já estão endividadas conseguem fazer.

    Abraços

  16. Imagem do comentarista
    Samurai

    McBoessio,

    algumas dívidas são boas. Por exemplo, vamos supor que você vá num lugar e ache um sofá bonito, e é aquele q vc quer. Por política da empresa, eles não dão desconto a vista, mas parcelam em até x vezes no cartão de crédito o preço a vista. Nesse caso, é melhor pagar parcelado mesmo e deixar o resto das prestações rendendo lá no cdb. O camarada só vai pagar os 5% a.m. SE ele não pagar o cartão de crédito no dia. Se ele pagar, não tem os 5%. Pelo que sei, você só paga os juros se atrasa o pagamento OU se vc não paga a fatura completa (paga só o mínimo por exemplo). Pode me corrigir se eu estiver errado, não uso cartão de crédito, mas acho q é assim q funciona, ou não?

  17. Imagem do comentarista
    lucio

    Meus caros, neste caso sou simplista! Não tenho cartão de crédito há anos. Também conheço várias pessoas que estão “quebrando” seus cartões. Até agora, nenhuma se arrependeu!

  18. Imagem do comentarista

    Samurai, discordo em parte quando você diz que trocar uma dívida de 10% ao mês por outra de 2% ao mês, é estar fazendo uma dívida boa, no máximo, poderíamos dizer que estaria trocando uma dívida ruim por outra menos ruim.
    Dívida boa é aquela dívida que não é você quem paga. Isso mesmo, as outras pessoas é quem pagam para você. Por exemplo, um camarada que aluga televisões pode comprar uma televisão em 12X (pagando no final muito mais do que se comprasse á vista), mas no entanto ele está contraindo uma dívida boa, pois as prestações da televisão serão tiradas do lucro com o aluguel dela, e no final a televisão ainda é dele.
    Já vi gente fazendo isso com casas, carros etc…

    Um abraço.

  19. Imagem do comentarista

    Olá, pessoal. No site How Stuff Works há um pequeno guia que dá dicas de como se livrar das dividas do cartão crédito. Mesmo tendo os EUA como pano de fundo, elas são válidas em qualquer lugar do mundo. Por exemplo, todo mundo sabe que sacar dinheiro no cartão de crédito gera uma grande dor de cabeça devido às taxas altas. quehttp://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/cartoes-de-credito-nos-eua6.htm
    Aproveitem para navegar pelo site, que tem diversos artigos sobre finanças, economia etc, sempre escritos por especialistas. Pode ser bastante útil para quem quer aprender um pouco mais como esse mundo funciona. Abraços, Clarissa

  20. Imagem do comentarista

    [...] sequência ao artigo sobre as possibilidades de crédito existentes no Brasil, vamos abordar mais algumas opções de financiamento: crédito consignado, financiamento de [...]

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