A situação das commodities parece não incomodar a imensa maioria dos analistas de mercado, que ainda vêem ótimo potencial para investimentos em ações de empresas como Petrbrás, Vale, Usiminas e CSN. Exemplo do atual momento delicado, a Vale sofreu com a queda de metais e viu suas ações preferenciais (VALE5) valorizarem-se apenas 1,44% em maio.
Com os preços do petróleo em alta - e provavelmente diante de uma estabilização neste patamar - as acões preferenciais da Petrobrás lideram o ranking de recomendações, com 7 indicações e boas perspectivas. Apesar do Brasil ter conquistado o tão esperado grau de investimento, a volatilidade deve permanecer uma constante também durante o mês de junho.
Apenas as corretoras Geração Futuro e ABN Amro Real Corretora mantiveram suas recomendações do mês passado, deixando inalteradas suas sugestões. Interessante notar a entrada do ativo CNFB4 (Confab PN) na carteira da corretora Concórdia. Segundo seu relatório, há fortes chances de valorização do papel já que seu maior cliente, a Petrobrás, tende a aproveitar a alta do petróleo para realizar investimentos.
Aqui está o mapa de recomendações para o mês de junho de 2008:

As previsões para o Ibovespa seguem otimistas, com valores que variam entre 75000 e 85000 pontos. Apesar de já sustentarmos o investment grade por parte de duas das principais agências de risco do mundo, seu verdadeiro efeito parece já estar precificado. Isso significa que diante da inflação e da nova onda de problemas externos, devemos vivenciar correções e uma alta lenta do índice da Bolsa.
Lembre-se, claro, de considerar o investimento em ações como parte de uma boa estratégia de enriquecimento de longo prazo. Fique esperto, leia bastante e informe-se diretamente nas corretoras sobre suas recomendações.
O artigo tem caráter meramente informativo e baseia-se em relatórios divulgados pelas corretoras, reportagens dos jornais Valor Econômico e Folha de S. Paulo e notícias publicadas no Portal Exame e Infomoney.
Crédito da foto para stock.xchng


















Navarro, estou fazendo uma pesquisa para comparar os retornos das ações de “Novo Mercado” e as não pertencentes a ele. Através de uma análise quantitativa e fidedigna, pude verificar que as do “novo mercado” possuem um retorno exigido menor. Gostaria de saber se isto faz sentido, no âmbito de mercado de ações. Por essas ações serem de empresas mais “transparentes”, o risco de investir seria menor e, portanto, o retorno também seria? Ou, por elas serem mais transparentes, o retorno deveria ser maior?
Obrigado
[...] o post completo em aqui Subir? Algo a [...]
Porquê será que nas cartas de ações sugeridas dessas dez corretoras, há tanta discordância?Digo..São poucas as vezes em que elas “concordam” e sugerem a mesma ação. A analise financeira e fatores de que cada um dispõe para os calculos é diferente, ou é lobby mesmo?
Tenhu a mesma duvida do Rafael…
Rafael,
uma vez li algo interessante. Quando todas as corretoras concordam com algo é pq esse algo já subiu demais e vai cair.
Claro que isso não vale pras blue….
Opa!
Beleza?
Vi seu blog, sendo indicado no BrPoint, e resolvi dar uma verificada, cara! show de bola hein…parabéns, assinei seu feed e vou acompanhá-lhos…
vlw…
Abraços
Muito interessante o artigo. Gostaria que falasse mais sobre investimentosno mercado imobiliário, afinalagora estou trabalhando na Cyrela e estou trocando o foco dos meus investimentos. Afinal um imóvel comprado na planta, ao estar pronto ele pode valorizar até 50%.
Gostaria também de saber lugares para divulgar o meu trabalho como corretor.
Abraços.
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