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Personalidade do mês: Wagner Salaverry – Geração Futuro

Publicado por Conrado Navarro em 12.9.2008 na seção Ações e Derivativos, Economia Geral

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Wagner Salaverry - Geração FuturoComo havíamos anunciado no início da semana, estréia hoje o quadro "Personalidade do mês", que trará, mensalmente, uma entrevista exclusiva com um profissional de destaque da área financeira. Hoje o papo é com o gestor Wagner Salaverry, que trabalha na corretora Geração Futuro. São oito perguntas e muita opinião de qualidade sobre o mercado de ações[bb], as decisões dos investidores, quais devem ser seus objetivos e como devemos nos comportar em momentos de crise como o que vivemos atualmente. Aproveite!

Tudo leva crer que o cenário de instabilidade persistirá pelo menos nos próximos 6 meses. Ao mesmo tempo que a crise derruba o ânimo dos investidores (principalmente os iniciantes), cria ótimas possibilidades, graças a ativos com preços abaixo de seu valor justo. Como a Geração Futuro trabalha com esse cenário de dificuldades e ótimas oportunidades?

Wagner Salaverry: Em primeiro lugar, é importante esclarecer a impossibilidade de estimarmos por quanto tempo a crise persistirá. A imprevisibilidade, uma característica da renda variável, parecia até meio esquecida pelos investidores brasileiros, acostumados com um longo período de valorizações quase contínuas, notícias positivas predominantes e poucas incertezas. É interessante notar que uma crise nas cotações das ações é capaz de arrefecer ânimo dos investidores, mesmo que a realidade econômica e as perspectivas das companhias praticamente não tenham sofrido mudanças.

Os investidores, normalmente os menos acostumados com a renda variável, tendem a ampliar os efeitos tanto das notícias positivas quanto das negativas. Assim, se há um predomínio de fatos favoráveis à alta das ações, tudo parece uma maravilha – não se encontram riscos. Se começam a aparecer opiniões negativas, pessimistas, a avaliação muda rapidamente, e  torna-se desfavorável – o mundo que ia bem, com emergentes crescendo e se desenvolvendo, de uma hora para outra caminha para desaceleração, com queda de consumo e preços de muitos produtos.

Na Geração Futuro trabalhamos com um cenário realista, baseado em fatos e expectativas construídos a partir de nossa observação e análise dos fatos econômicos e das opiniões dos executivos das companhias que mantemos contato. Não vemos o atual momento como um cenário de dificuldades.

Pelo contrário, a economia brasileira está crescendo de forma consistente, as empresas estão apresentando resultados crescentes, os empresários mostram um elevado nível de confiança e o volume de investimentos sinaliza para montantes muito elevados. Soma-se a isso tudo uma situação de reduzido endividamento geral, que reduz riscos e potencializa a alavancagem.

Considerando que temos num cenário macro mundial uma situação em que os países emergentes estão crescendo em níveis muito superiores aos das economias desenvolvidas, a partir de maior consumo e investimentos de seus habitantes, a situação para o Brasil, um exportador de minério, petróleo, aço e celulose, e cada vez mais um grande consumidor destes produtos, só tende a melhorar. Há uma clara mudança no patamar de consumo, alterando volumes e preços destes produtos.

O cenário para os investidores brasileiros de ações é de oportunidade. Num momento em que o estrangeiro saiu de maneira acentuada e rápida de nosso mercado (em junho e julho os volumes foram recordes, com saídas líquidas de estrangeiros próximas a R$15 bilhões), vendendo nossas ações e derrubando preços, motivado por uma forte crise financeira nos EUA que se espalhou para outros mercados, o melhor é aproveitar os preços baixos e comprar.

Partindo do ponto de vista de um cenário ainda atrativo, principalmente no longo prazo, como você enxerga o papel da Geração Futuro? A forte atuação em poucas empresas ainda seria o melhor caminho pensando sob a ótica de carteira para seus clientes?

WS: Investimos em poucas companhias porque é difícil selecionar uma quantidade grande de empresas que venham a apresentar desempenho crescente e consistente de vendas, geração de caixa, lucro e rentabilidade capazes de proporcionar ganhos aos acionistas. Numa carteira muito extensa de ações é razoável admitir que algumas empresas/ações movimentar-se-ão melhores que as outras – em alguns casos, os ganhos de umas acabam sendo diminuídos por perdas em outras ações.

Preferimos trabalhar com poucas, mas selecionadas companhias. Acompanhamos seus desempenhos de perto, conhecemos profundamente os setores de atividade e temos melhores possibilidades de antever movimentos positivos e negativos. Paralelamente a tudo isso, estamos sempre observando e analisando o mercado, de forma a incluir novas alternativas.

Como gestores de recursos, nosso papel é muito claro: queremos proporcionar retornos elevados e consistentes aos nossos clientes, num horizonte de retorno a médio e longo prazos, através do investimento em selecionadas companhias, a partir de um trabalho sustentado exclusivamente na análise fundamentalista. Todo esse trabalho de excelência em análise e gestão tem de ser sempre executado com o melhor atendimento aos clientes, notadamente as pessoas físicas e com elevada transparência, de forma que os investidores possam saber onde e por que estão investindo – a partir de aportes de R$100,00 (cem reais).

A Revista Exame chegou a comparar a atuação da Geração Futuro com a estratégia de Warren Buffett. No seu ponto de vista, existe realmente uma semelhança? Como você avalia a estratégia Buy&Hold pensando no investidor pessoal?

WS: Tudo o que é bom e mostra resultados positivos e consistentes tem de ser avaliado e considerado como uma referência. Warren Buffett é o maior investidor do mundo, com um histórico de amplo sucesso e é uma referência a todos os que se dedicam a investir em ações, não a especular. Certamente, nós, e também muitos outros gestores, temos algumas semelhanças com Warren Buffett, ainda que não nos preocupemos em copiá-lo.

Acho que a estratégia de investir no longo prazo é a melhor, sem nenhuma dúvida, principalmente para o investidor pessoa física. Nós, sempre que investimos, tomamos uma decisão que esteja sustentada em elementos de longo prazo. No entanto, o acompanhamento contínuo dos setores e companhias é fundamental por permitir, em alguns casos, a percepção de que ocorreram mudanças estruturais capazes de afetar nossa decisão de investimento. Em outras palavras: investir sempre com horizonte de longo prazo, mas acompanhando os investimentos para assegurar que os fundamentos continuam valendo e que o potencial de ganho permanece atrativo.

Em uma recente entrevista para a revista Capital Aberto, você deixa claro que não acredita em uma supervalorização das empresas brasileiras, inclusive apontando a competitividade das melhores empresas como fator de destaque. Dentro desse cenário, quais mercados e empresas brasileiras terão papel principal no mercado mundial? Podemos ter boas surpresas com algumas empresas hoje ainda consideradas small caps?

WS: O momento atual parece apontar para um maior potencial de valorização, de maneira geral, das blue chips. As fortes quedas dos meses recentes (junho, julho e agosto) trouxeram empresas como Petrobras, Vale, Gerdau, Usiminas e VCP a patamares muito baixos de múltiplos, inferiores às demais alternativas de bolsa.

O investidor deve priorizar os ganhos, reduzindo riscos. Investir em small caps, considerando sua menor liquidez e valor de mercado, é uma alternativa interessante quando estas apresentam potenciais de valorização no mínimo superiores aos da blue chips. Essa era uma clara realidade do passado. As blue chips não estavam mais baratas que as small caps, e ainda não apresentavam taxas de crescimento dos resultados superiores as das empresas menores. De qualquer forma, não tenho dúvidas de que existem boas oportunidades entre as small caps.

Em maio foi lançado o Banco de Investimentos da Geração Futuro. Pensando nos clientes, como será a separação de trabalho entre a corretora e o banco? Que diferenciais os clientes poderão observar nesta nova fase do grupo?

WS: A atividade de gestão já há algum tempo é o nosso principal negócio. Temos mais de 60 mil clientes pessoas físicas e institucionais, que investem em nossos fundos e clubes. O Banco de Investimento foi criado para que estes investidores percebessem um upgrade institucional, de forma a ampliar sua segurança.

Já começamos a aumentar o portfólio de produtos, oferecendo um fundo de renda fixa com taxa de administração de apenas 0,6% - uma das menores do mercado a partir de R$100,00. Todavia, o foco principal continuará sendo a renda variável. A idéia é que o Banco de Investimento se torne o maior investidor de ações brasileiras, reunindo os recursos da maioria dos brasileiros, ainda pouco acostumados e aculturados às ações.

A Geração Futuro se utiliza muito do atendimento personalizado. Claro, também utiliza dos meios eletrônicos, como e-mail e internet para contato com os clientes. Existe hoje um público jovem que está realmente disposto a investir e as facilidades da Geração Futuro vão de encontro a esse público (no fórum Sociedade Dinheirama, por exemplo, todos os dias surgem discussões sobre a Geração Futuro). Existe realmente foco nesse público jovem e que vive essa tecnologia no dia-a-dia? É um novo nicho?

WS: O público jovem é muito importante, mas temos percebido que outros públicos também tem se interessado muito pelo investimento em ações. O brasileiro, em geral, já observou que a renda fixa não remunerará como antes e que, embora os juros tenham subido recentemente, eles dificilmente voltarão à situação do passado. O país mudou, a vida das pessoas está melhorando. E as empresas brasileiras estão liderando este processo.

Neste sentido, o aumento considerável de informações sobre o investimento em ações, os acentuados ganhos obtidos e acumulados dos últimos anos e experiências positivas, como os fundos FGTS e PIBB, ajudaram a desmistificar a bolsa de valores. São médicos, advogados, profissionais liberais em geral, funcionários públicos e de empresas privadas, executivos, gerentes e todo o tipo de profissionais, além dos jovens, que têm procurado conhecer e começar a investir nas ações brasileiras. Nossa percepção é de que o movimento está apenas iniciando e que o crescimento forte não deve parar nos próximos anos.

Como você vê iniciativas como o Dinheirama, um site sobre finanças pessoais, economia e investimentos mantido por pessoas interessadas em compartilhar suas experiências, dicas e metodologias para gerir melhor seu dinheiro? Vê com bons olhos a idéia? Acha que ela pode melhorar?

WS: Investidor informado, que se preocupa em perguntar, conhecer, descobrir o mercado de ações, é a melhor situação que se pode ter quando se deseja desenvolver as aplicações em renda variável. Sites como o Dinheirama só ajudam neste processo necessário de crescimento e desenvolvimento da cultura do investimento de risco.

Diante do cenário econômico atual (Bovespa super volátil, juros em alta e inflação), que dicas daria para o investidor pessoa física?

WS: Pensar no longo prazo. Investir sempre, porque é impossível saber se o momento atual é o melhor ou pior para se investir. Criar uma cultura de poupar e investir, reservando à bolsa a maior parte das economias. A hora é de aproveitar as oportunidades.

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Foto: divulgação.


Imagem de Conrado Navarro

Conrado Navarro

Educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks), Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: twitter.com/Navarro

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15 comentários

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    Excelente entrevista! Sou cliente da Geração desde 2005 e, mesmo com a mal desempenho desse ano, continuo acreditando na empresa.

    Além disso, ele falou uma coisa importantíssima que poucas pessoas se dão conta: "pensar no longo prazo. Investir sempre, porque é impossível saber se o momento atual é o melhor ou pior para se investir."

    Muita gente tenta "descobrir" o melhor momento ou interrompe suas aplicações quando seus fundos começam a cair. Na verdade, se você sempre confiou nas estratégias do seu gestor (e elas não mudaram), o momento atual é uma grande oportunidade de investir.

    Parabéns pelo site e pela entrevista!

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    (...) MAU desempenho desse ano, continuo acreditando na empresa. (...)

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    Daniel Pondé

    Interessantíssima a entrevista. Muito obrigado Conrado e pessoal do dinheirama. Grande abraço

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    Ricardo

    Muito boa a entrevista. Acho que o pessoal do dinheirama pucha bastante pra corretora Geração Futuro. Não condeno isso, mas acho que deveria ser mais explicita a parceria.

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    Olá Rafael Seabra, como vai?
    Realmente o mercado acionário de uma maneira geral no ano de 2.008 tem apresentado grande instabilidade. O importante é a expectativa de retomada do crescimento no longo prazo. Acreditamos que investimento em renda variável no longo prazo até como forma de diminuição do risco. Obrigado, pelo comentário e forte Abraço.

    Daniel Pondé, boa noite. Tudo bem?
    Obrigado pelo elogio. Já negociávamos a entrevista há algum tempo. Felizmente, aconteceu em um momento importante combinando com lançamento do Clube de Investimentos Dinheirama.
    Forte abraço.

    Ricardo, boa noite como vai?
    Obrigado pela participação. Apenas para ficar mais explícita a parceria, ela aconteceu de forma natural através do Clube de investimentos. A Geração Futuro dentre as consultadas para o projeto foi a que se mostrou mais receptiva a idéia do Clube de investimentos e criou facilidades para implantação do mesmo.

    O quadro personalidade do mês e a idéia da entrevista com o Wagner Salaverry, nasceram e estavam sendo negociadas desde o inicio de Junho, muito antes dos contatos para a parceria com a Geração Futuro, que se dá apenas na administração do Clube de Investimentos.

    Vale a pena deixar claro mais uma vez, que o Dinheirama não recebe nenhum retorno financeiro da parceria, apenas recebemos a satisfação de ver mais um projeto decolando.
    Espero ter esclarecido um pouco mais sobre o assunto.

    Ricardo e qualquer outro leitor, fiquem a vontade para questionar qualquer dúvida que possa persistir, aqui ou através de nossos e-mails.

    Muito obrigado à todos pela participação de sempre.

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    Aureo Vilas Boas

    Boa noite,
    Li a uns meses atrás artigo sobre Vantagens do Gol, e um comentário de um leitor que achava q estava lendo uma possivel propaganda da Volkswagen, embutida em comentário de blog. Lendo esse artigo, com essas perguntas fechadas (sempre citando o Geração Futuro), sorte que o entrevistado teve melhor bom senso e respondeu tudo de forma aberta. Propaganda de corretora, travestida em artigo (mas que parece, parece!).

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    Gente, ficamos felizes com a repercussão. Permitam-me dizer uma coisa muito importante: foi uma tremenda coincidência o fato de justificarmos a parceria com o artigo da Mariana, falando do clube, e publicarmos logo em seguida a entrevista com o Wagner, tomada meses atrás. Por inexperiência editorial, inocência mesmo, criamos sem querer esta confusão. Estou aqui esclarecendo de forma explícita: não há nenhum tipo de retorno comercial envolvido. Mais, nossa escolha para a entrevista veio do bom relacionamento que temos com eles, mas com o objetivo de abrir as portas do blog para personalidades importantes. E o faremos com inúmeros outros profissionais, de diversas outras corretoras.

    Peço desculpas pela aparente propaganda, que não passa de uma bem intencionada ação a fim de aproximar pessoas, empresas, mercados e oportunidades de investimento. Obrigado pelas críticas construtivas, pelo alerta, algo que imediatamente surtiu efeito e originou este comentário.

    A coincidência apenas mostra que precisamos tomar mais cuidado e ter mais atenção, mas também ilustra nossa total transparência diante da questão. Não se trata de artigo patrocinado ou parceria comercial.

    Obrigado a todos. O Dinheirama é de vocês, para vocês, nos desculpem pela eventual confusão. Espero ter esclarecido a questão com a horadez que sempre pautou nosso trabalho. Aqui, publicidade será sempre identificada de forma clara. Sempre!

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    Parabens pela entrevista!

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    Acredito na empresa também...

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    Aureo Vilas Boas

    Bom dia Conrado,
    Recebi em meu email, post de um senhorio desesperado que o culpa por tudo...queda na bolsa, crash no Lehman, AIG, e quem sabe WTC tb...é uma pena não poder ver o post na pagina, pois com tanta bobagem e desespero de quem postou (ou será inveja), dá pra imaginar o tamanho da ignorancia do missivista, que responsabiliza a vc e sua equipe, pelas mazelas que está passando e que certamente continuará a passar, pela simples dificuldade de ler e ENTENDER um texto! Por favor, peço que deixe postado os textos dessas e de outras pessoas, mesmo que digam algo, quando não teem nada a dizer!
    Acredito que o que é postado aqui, seja meramente uma opinião e nunca uma GARANTIA de sucesso futuro pra ninguém!

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    Aureo, bom dia. Obrigado pelas participações sempre coerentes e muito sinceras. Infelizmente, nem todos agem desta forma em uma discussão, razão pela qual reservamos o direito de moderar os comentários publicados neste espaço.

    Como você mesmo disse, o desespero (ou a inveja) transtorna e acaba oferecendo sala para a falta de educação, o exagero e conclusões totalmente equivocadas e ofensivas.

    Eu adoro debates sadios, com argumentos inteligentes e opiniões honestas, sinceras. Infelizmente, a mensagem publicada anteriormente tinha caráter ofensivo à minha pessoa, o que foge desta proposta. Esteja certo de que quaisquer comentários contrários ao Dinheirama permanecerão publicados desde que sejam feitos com bom senso e razão.

    Forte abraço.

  12. Imagem do comentarista
    anderson

    Aureo Vilas Boas, também li a postagem através do e-mail, fiquei imaginando o Conrado lendo tamanhas afrontas.
    Foi o e-mail mais engraçado que recebi naquela semana, pude dar boas gargalhadas lendo e relendo aquilo hehehe
    É triste saber que existem pessoas que ainda acreditam que ganhar dinheiro com aplicações de risco é como mágica... Tem um ditado aqui no Sul que é "Se não sabe não te méte"...
    Abs a todos

  13. Imagem do comentarista
    Aureo Vilas Boas

    Uma injustiçã só se torna afronta qdo vc deixa q o atinja! Eu vi como piada mesmo, se até nosso presidente da Republica é ignorante e pode sempre culpar os outros pelos seus fracassos, qual o problema disso tb ocorrer com seus eleitores aloprados!
    Tb gargalhei muito com o comentário infeliz dele!

  14. Imagem do comentarista
    Aureo Vilas Boas

    LI HJ NA FOLHA ON LINE, UM COMENTÁRIO QUE O FED (DESIGNADO NO BRASIL COMO BANCO CENTRAL AMERICANO, NUMA ALUSÃO ERRONEAMENTE PÚBLICA) É UMA INSTITUIÇÃO 100% PRIVADA. COMO PODE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA, FABRICAR O DINHEIRO QUE MOVE O MUNDO? LASTREADO PELO OURO QUE DIZ POSSUIR, ALGUMA VEZ JÁ OUVE AUDITORIA EXTERNA NO FED? GOSTARIA QUE ME ORIENTASSE MELHOR E ME EXPLICASSE, DE MODO A ESCLARECER TAIS DÚVIDAS MINHA E QUEM SABE DE MUITOS LEITORES! OBRIGADO

  15. Imagem do comentarista

    O personagem do mês Wagner Salaverry, mostrou ser um conhecedor profundo do mercado de renda variável. Aprendi bastante com sua visão clara e ampla. Fiquei mais seguro com minha decisão, de manter minhas aplicações a longo prazo , agora respaldado pela visão de um profissional COMPETENTE, CONHECEDOR e de muito bom SENSO. Adorei e vamos deixar a vida nos levar, vivendo ela, com equilibrio, harmonia e muita Paz. Obrigado e um grd abraço.

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