Previdência privada e aposentadoria em tempos de crise

14 out Aposentadoria

Previdência privada e aposentadoria em tempos de crise

Diego diz: “Olá Navarro! Estou escrevendo pelo mais puro interesse de esclarecer uma dúvida – não só minha, mas, acredito, de outros também. Tenho um plano de previdência privada há cerca de um ano (tipo VGBL) com renda variável na proporção 60/40. Bom, não preciso do dinheiro que está lá, pois possuo outro valor disponível […]

por Conrado Navarro
há 6 anos

Previdência privada e aposentadoria em tempos de criseDiego diz: “Olá Navarro! Estou escrevendo pelo mais puro interesse de esclarecer uma dúvida – não só minha, mas, acredito, de outros também. Tenho um plano de previdência privada há cerca de um ano (tipo VGBL) com renda variável na proporção 60/40. Bom, não preciso do dinheiro que está lá, pois possuo outro valor disponível para emergências. Com as bancarrotas que vem acontecendo com a economia do mundo, fica a dúvida que você ja deve estar imaginando: o que fazer? Afinal, quando apliquei a bolsa estava nos seus 50 mil pontos. Claro, eu penso no longo prazo e, na verdade, não pretendo tirar o dinheiro – pretendo recuperar baseado na idéia de que, daqui um ano, esta crise esteja mais “amena”. Enfim, gostaria de algumas idéias sobre esta situação. Obrigado”!

Poucos são os brasileiros habituados a pensar e planejar o futuro. Mundo afora, não deve ser muito diferente. A verdade traduzida pelo fato de que poucos são os indivíduos que constróem conscientemente seu futuro financeiro[bb] vem acompanhada de uma constatação bastante interessante: os grandes profissionais e empresários, aqui e por ai, são cidadãos preocupados e bastante ativos no ato de planejar. Não são?

Quem, com 30 e poucos anos, já pensa em aposentadoria? Quem, com 20 e poucos anos, já poupa e investe, mensalmente, determinado valor pensando na vida que terá aos 50, 60 ou 70 anos? Quem, em seus primeiros anos de carreira, investem em planos de previdência complementar? Se, como eu, você é das raras exceções desnudadas por estas perguntas, parabéns. Se não é, fica o convite: que tal criar, hoje, as condições para viver a terceira idade na plenitude?

A decisão de investir
Quando finalmente nos damos conta de que o futuro financeiro de nossa família é construido a partir das ações e atitudes tomadas no presente, surge a questão fundamental: onde e como investir de forma planejada para garantir a aposentadoria? Diante desta dúvida, outras questões, seguidas de meus breves comentários, merecem destaque:

Planos de previdência privada são uma boa alternativa?
Sim, sem dúvida. Quando atacamos o fato de que o brasileiro pouco planeja, precisamos ser práticos: isso significa que falta disciplina para que seus sonhos se realizem, já que muitas e muitas vezes o dinheiro poupado para determinado fim é facil e rapidamente desviado. Planos complementares de aposentadoria criam o compromisso de poupar e investir no futuro[bb], já que há um contrato entre as partes e o uso do débito em conta e(ou) boleto para o investimento. Já escrevi sobre ambos os planos mais comuns: VGBL e PGBL.

Existe uma época certa para começar?
A resposta óbvia, e que você vai encontrar em muitos outros textos sobre o tema, é sempre a mesma: quanto mais cedo, melhor. Não se trata de relativizar a questão, mas de aproveitar a variável mais importante do universo dos investimentos, o tempo. Começar cedo significa investir pouco, mas durante muito tempo, o que permitirá uma bela poupança futura. Que tal simular seu plano de aposentadoria e avaliar o impacto do tempo? Experimente usar nosso simulador de aposentadoria.

O plano deve ter parte em renda variável?
Tomando como certa a atitude de começar cedo, sim, é muito interessante participar de um plano cuja estratégia inclua o investimento em ações. Perceba, portanto, que a decisão tem estreita relação com o tempo de contribuição do plano. Quanto maior o prazo, melhores as condições para o investimento em renda variável. A máxima é comum para quem investe diretamente na bolsa de valores[bb], mas também vale para os produtos de previdência com maior exposição ao risco.

A crise chegou, a Bovespa derreteu. E agora?
A palavra aposentadoria só me traz uma lembrança: futuro de longo prazo. Negócios ligados aos planos de previdência também têm essa caracerística. Trata-se de planejamento de longo prazo. Marco Barcos, diretor da Brasilprev, deu uma entrevista ao portal Infomoney, onde afirmou que a renda variável é importante para agregar valor ao poder de poupança destinado ao futuro:

“A pessoa tem que ter coerência. Se o objetivo é no longo prazo, fique no longo prazo. O mundo não vai acabar e pode ter certeza que outras crises podem vir. Para a formação de uma poupança é importante ter em mente que a renda variável é essencial para agregar valor. Tem que entender que para formar a sua poupança é necessário estar exposto à renda variável. Lá na frente, depois da crise, ela vai valorizar”

Com os aspectos abordados hoje, é possível concluir que:

  1. Investir em um plano complementar de aposentadoria deve ser objetivo de todos, especialmente dos mais jovens;
  2. Nunca é tarde para dar vez ao planejamento financeiro;
  3. O tempo é o principal aliado do investidor disciplinado e inteligente;
  4. Planos de previdência complementar já são produtos bastante acessíveis e customizáveis (existem planos, por exemplo, que têm maior exposição ao mercado de ações[bb] em seus primeiros anos de operação, percentual que vai se reduzindo com o passar dos anos);
  5. Optar por planos cuja composição da carteira aceite ativos de renda variável pode fazer muita diferença caso o universo temporal escolhido seja de longuíssimo prazo;
  6. Crises, sejam elas rápidas, duradouras, simples ou complexas, sempre existirão. O planejamento consciente implica transformar este fato em razão de reflexão e atitude;
  7. Reavaliar os planos contratados, suas características e benefícios deve ser uma atitude tomada com freqüência.

Nem sempre é fácil parar e pensar no futuro mais distante, quase que completamente intangível. Afinal, hoje, muitos de nós tem uma vida completamente diferente daquela prestes a nos encontrar, especialmente depois do casamento, do surgimento dos filhos e de eventuais mudanças profissionais. A velocidade das mudanças aumentou bastante, mas a justificativa não é suficiente e nem deve ser usada como simples desculpa.

Gosto de levar em consideração minha própria razão para manter o planejamento em alta: o hábito de pensar e investir no futuro é um dos pilares da vida de sucesso de grandes personagens de nossa história e do mundo dos negócios. Repeti a afirmação porque acredito nela. E você? O que te motiva a pensar e investir no futuro? Nada?

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Crédito da foto para stock.xchng.

Conrado Navarro

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros "Dinheiro é um Santo Remédio" (Ed. Gente), “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks), autor do blog "Você Mais Rico" do Portal EXAME e colunista da Revista InfoMoney. No Twitter: @Navarro.

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  • Valdemar Engroff

    Mesmo com perdas momentâneas devido aos efeitos da crise financeira global, se o foco é o longo prazo, como no caso do Diego, mesmo com o alto percentual em renda variável (40%), não se pode exitar em sair do plano de previdência privada.

    Fiz planos semelhantes para minhas filhas em agosto deste ano. Elas tem 11 e 18 anos respectivamente. Com certeza, momentaneamente, há perdas, mas no longo prazo, elas e eu vamos agradecer pois fizemos a escolha correta.

  • http://www.definicoes.com.br/ Definições

    Eu tenho 18 anos e já contribuo, só que até eu me aposentar a previdência já faliu de vez!

  • Eduardo

    Bom dia navarro, andei pesquisando qual o melhor plano de previdência e diante do plano indicado que foi o fix 4 da brasilprev, verifiquei que eles aplicam o dinheiro desse plano em titulos do governo (Tesouro Direto), então, não seria mais indicado comprar os Titulos diretamente do governo? E qual a vantagem de investir em um fix 4 (da Brasilprev), diante da compra direta de um Titulo do Tesouro? Obrigado.

  • Karla

    Boa noite Navarro, Tenho tbm um plano de previdência privada e cada vez que olho a tabela de rentabilidade nos últimos dois meses levo um susto maior.O auge foi neste início de semana…Não pensei em retirar o valor investido e nem em parar minhas contribuições, mas não é nada confortável ver o dinheiro diminuindo…Só espero que neste momento de queda nas ações o meu banco esteja comprando ações de empresas que valorizarão.Obrigada por colocar esse tempa, me tranquilizou bastante.

  • Katia

    Bom tarde Navarro,

    Minha situação é a seguinte: tenho 52 anos, contribuo para o Brasilprev há 14 anos e não tenho uma perspectiva de muito longo prazo (somente 3 anos) para sacar o valor investido ou começar a receber a aposentadoria. Nesse caso o risco de perda é alto? Devo tomar alguma ação imediata?

    Aguardo ansiosamente a resposta. Obrigada.

  • Valdemar Engroff

    Boa Tarde

    Importante incrementar a sua leitura lendo este texto (clique aqui) que recebi via “alerta google Previdência Privada”.

    Grande abraços e bom final de semana.

  • mario aparecido gomes

    tenho 39 anos, comecei com um plano de previdencia privada com 30% em ações a 10 meses, confesso minha insatisfação diante do quadro desfavoravel na economia global, sinto saudades da minha velha e segura caderneta de poupança, era feliz e não sabia, pois entre taxas de carregamento e outras despesas, estou levando uma surra de R$ 1500,00 comparado aos míseres 0,67% mês da despresivel caderneta. com sua experiência navarro, quando será o meu melhor momento de retirada ? pois continuo plantando flores e colhendo espinhos. obrigado.

  • guilherme

    em se falando de previdencia privada tenho uma duvida quem sabe pode me aconselhar. Temho 2 planos um agressivo e um garantido , desde que começou esta crise vi meu plano agressivo perder 20% do saldo e o garantido segue normal.
    Devo transferir para o garantido ou fico nele mesmo.

  • Leo

    Olá boa noite Navarro, há extamente 4 anos e meio investi no VGBL 15/30 do bradesco nos 2 ultimos anos anteriores a minha aplicação os rendimentos eram maravilhosos, depois que fiz o 1 anbos caiu pela metade e hoje estou até negativo, investi um valor de 4000 e hj tenho 6300, este anos vai saiur negativo. devo tirar ou esperar mais um pouco tenndo em vista que aconteça o que acontecer vou precisar deste dinheiro daqui um ano.

    muito obrigado

  • Luciana Aguiar Guimarães Ferreira

    Caro Navarro. Possuo uma conta de aposentadoria Bradesco, produto que o banco já não oferece mais, talvez por uma grande vantagem: a renda é GARANTIDA. Assim, comecei a pagar, em 1999, aos 34 anos, 100,00 por mês para uma renda, aos 65 anos, de 1000,00.Ao longo do tempo, tanto a contribuição quanto o benefício foram aumentando , obviamente, mas tenho notado que, proprcionalmente, a contribuição sobe bem mais do que o benefício. Até que hoje, 10 de dezembro, recebi um comunicado do banco de que se quiser receber 4800,oo aos 65 anos, terei que pagar 750,00 por mês!!! Não há algo errado na conta que fizeram? A continuar nessa progressão, daqui a um tempo, estarei pagando , por mês, o valor integral do benefício… Desconfio que o banco, “arrependido”, mudou as regras dos cálculos de forma a inviabilizar o plano e forçar a saída do segurado. O que vc acha? Obrigada, Luciana.

    • maria luiza

      Luciana, se trata do plano cab? me aposentei por este plano e somente tenho dor de cabeça. Muito injusto. Paguei anos desde 1994 para me aposentar e receber uma pequena pensão alimentícia mas vitalícia. Minha surpresa o pleno continua preso ao índice TR taxa com rendimento zerado mas que ainda existe. Então minha pequena pensão alimentícia está desaparecendo…já escrevi duas cartas para o Bradesco mas sem nenhuma resposta!

      Bradesco Previdência nunca mais!

  • http://www.bemseg.com/Previdencia-Privada.php Claudio Roberto

    Olá Navarro e leitores do Dinheirama,

    Sou corretor de seguros e sempre ofereço os planos de previdência privada aos meus clientes por considerar uma ótima opção para garantir um futuro tranquilo.

    Abraço a todos!

  • Mateus

    Contribuo como autônomo no INSS desde os 17 anos…a expectativa de vida está sim aumentando(ainda bem) mas não acredito em uma ‘quebra’ da previdência social. O que acontece é que muitos governantes(fdp’s como sempre) roubam o dinheiro que deveria ser investido no mpas.

  • João

    acho q há uma GRANDE confusão aqui…

    é realmente muito importante q qualquer cidadão faça uma poupança de longo prazo para a sua terceira idade… um colchão financeiro q possa dar uma maior tranquilidade na velhice…

    mas optar por um “plano de previdência” para isso é, na minha opinião um erro grave !

    esses planos q nos são oferecidos tem taxas absurdas de administração e quando vamos optar pela nossa “renda vitalicia”, por exemplo, somos novamente garfados pelas regras de adminstração !

    é um preço muito alto q pagamos pela nossa DESORGANIZAÇÃO e IGNORÂNCIA…

    há inumeras formas mais eficientes de se aplicar o nosso dinheiro, basta ter um pouco de disciplina… um exemplo é o TESOURO DIRETO, q foi citado em um comentário aqui mesmo…

    meu conselho ? poupem sempre, mas FUJAM dos planos de previdência !!!

    Plano de Previdência garante o futuro… DOS BANCOS !!!!

  • João

    Olá Navarro… q bom q respondeu !

    li atentamente o seu comentário e concordo plenamente…

    falar em “educação financeira” é fundamental ! e vc poderia “abrir o leque” desse universo e apresentar outras formas para ser previdente, sem fazer “planos de previdencia” ! rsrs

    falar em previdencia não é necessariamente ser um adepto dos produtos de previdencia privada q nos são oferecidos !

    um gerente de banco tentou vender um plano desses pra mim e fez uma conta q eu teria 8 mil reais de “renda vitalicia” com uma contribuição mensal relativamente pequena, olha q lindo !

    detalhe: ele usou na simulação, 12% de juros reais por 30 anos… coisa de ignorante ou “esperto” demais!

    acho sinceramente q 90% do publico q faz previdencia privada carece de informação e/ou formação para saber os prós e contras da sua escolha… espero q vc, nesse espaço, ajude os seus leitores com uma visão critica fundamental para ajuda-los na tomada de decisão!

    grande abraço

  • Damião

    Boa tarde amigo Navarro,tenho uma propiedade que vale hoje +- $60,000,00 em um condominio fechado,comprei a 3 anos por $23;000,00.Um detalhe chama atenção é o fato estarem sendo lançados novos condominios horizontais nas proximidades com valores 2x acima do que está valendo o meu atualmente.A pergunta é:Devo continuar como está ou vendo e coloco em fundos de ações para minha aposentadoria?.Obs. estou desempregado no momento,IPTU e condominio está pesando no orçamento.

  • Ezio José da Rocha

    Alguns planos privados de aposentadoria que surgiram por longos tempos me decepcionaram. Paguei um plano que seria, na verdade, para complementar a aposentadoria oficial. Quando o fiz há 30 anos, ele me renderia algo em torno de um salário mínimo e meio. Quando fui receber meu primeiro provento o dinheiro não deu para pagar o taxi que me custou o equivalente a um quilo de contra-filé. Decidí não entrar na Justiça e requerí o capital que eles calcularam em R$2.500,00 e aceitando a proposta o valor para não me desgastar com processos judiciais. Acredito que inúmeras pessoas nunca procuraram nem sequer buscar um acordo. Para informar melhor, paguei dois planos de aposentadoria e um deles que eu acreditava ser o mais autêntico por ser Militar, foi o que mais me decepcionou.

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  • luiz

    qual é a melhor maneira de garantir uma aposentadoria digna.

  • Carlos-André

    Possuo uma Conta de Aposentadoria Bradesco (CAB) feita em 1998 cujo rendimento é o IGPM + 6% ao ano. Acontece que em 2005 o governo federal pediu ao beneficiário que comparecesse a agência a fim de optar pelos regimes de tributação progressivo ou regressivo. Logicamente optei pelo regime regressivo, sendo que na época ao entregar o papel no banco, o funcionário imediatamente alterou o sistema no regime regressivo. Entetanto, recentemente agora em janeiro de 2012 compareci a agência e aproveitei para chegar a informação e o sistema está configurado em progressivo! Logicamente levei a péssima cópia do documento a mim entregue em 2005 e o funcionário esclareceu que o documento não tem o carimbo do banco e que uma decisão a respeito irá demorar, sendo que no ato ele tirou uma cópia xerox para análise. Sinto-me seriamente prejudicado. Será que o órgão regulador que é a SUSEP conseguirá consertar a situção caso o banco se negue a reconhecer o erro? Será que precisarei gastar com advogado para resolver a questão? No caso de eu acionar o quesito da portabilidade, será que algum banco se interessará em manter o regime regressivo junto ao IGPM + 6% ao ano?

    • maria luiza

      André, cuidado ao se aposentar pelo Plano CAB. Me aposentei por este plano e somente tenho dor de cabeça. Muito injusto. Paguei anos desde 1994 para me aposentar e receber uma pequena pensão alimentícia mas vitalícia com reajuste decente. Minha surpresa o plano continua preso ao índice TR taxa com rendimento zerado mas que ainda existe. Então minha pequena pensão alimentícia está desaparecendo…já escrevi duas cartas para o Bradesco mas sem nenhuma resposta! é uma injustiça com quem acredita no Banco acha que vai receber uma pensão que o ajudará a complementar os seus gastos mas nada! como consumidora me senti ignorada e desprezada pelo Banco.

      Bradesco Previdência nunca mais!

    • maria luiza

      André, seu contrato Plano CAB está escrito IGPM + 6% ao ano?

  • viviane

    Boa Tarde!

    Gostaria de saber qual é a melhor forma de garantir minha aposentatoria, pois tenho 32 anos e não tenho nenhum ano de contribuição…sempre trabalhei como autonomo jeito brasileiro rsrsr
    Agora estou preocupada com meu futuro, tenho uma dinherinho guardado em torno de 5.000.00
    Mais qual é a melhor forma de guardar , popança , previdencia se compensa eu pagar o inss?

    Grata desde ja, aguardo retorno

  • Maria

    Gostaria de esclarecer uma dúvida. Quanto menor o fator de conversão, maior a renda vitalícia do vgbl? Há um tempo atrás fiz um vgbl que tinha um determinado fator de conversão, porém, hoje (6 anos depois), embora o montante tenha aumentado, o fator de conversão diminuiu. Gostaria de saber pq isso ocorre e como isso implica na minha futura renda.

    Grata

  • http://dinheirama.com/blog/sobre Conrado Navarro

    João, você tem razão quando diz que a falta de disciplina, a desorganização e a ignorância podem piorar a situação de uma aposentadoria. Concordo plenamente, mas temos que lembrar que nem todos tem essa consciência e colocam em prática a necessidade de guardar, poupar e investir pensando no futuro. As vezes o carnê da previdência privada representa a chance de um futuro mais ou menos tranquilo, ainda que do ponto de vista do negócio a possibilidade não seja interessante. O meio termo vale para uma grande maioria de brasileiros, ainda mais se pensarmos que 80 milhões estão endividados. Que bom que eu e você temos realidades diferentes, mas é preciso trazer mais gente para nosso grupo. Parabéns pela atitude e vamos difundir cada vez mais a necessidade de educação financeira por ai. Conte conosco.
    Grande abraço.