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Crise financeira, sim! Crise de atitudes, não!

24comentários

Crise financeira, sim! Crise de atitudes, não!Começo a perceber os efeitos da crise de perto, muito perto. As noites de sono, antes tranqüilas e repletas de bons sonhos e muita paz, agora são invadidas por receosos pensamentos sobre o futuro. Tudo porque um dos contratos para 2009 se foi. Assim, vapt e vupt, ele desapareceu de meus planos futuros, deixando o planejamento todo “torto”. A culpa, claro, é da crise, que movimenta empresas e pessoas em torno de difíceis decisões e de mudanças bastante complicadas. A clientela diminui, os desafios aumentam.

Eita, estou novamente falando da bendita crise sem me dar conta. Ela, a crise “boi de piranha”. Mas, confesso, hoje é um daqueles dias em que o assunto não poderia ser outro. Afinal, sofri seus efeitos no bolso e no fluxo de caixa de meu trabalho[bb]. Ok, isso não é bom, mas não estamos aqui para lamentar minha labuta ou minhas decisões econômicas. Logo, vamos ao que interessa: a crise já tem afetado seu dia-a-dia? Tem certeza?

Ontem, ao ler o jornal, hábito que me persegue há pelo menos 5 anos, fiquei intrigado. Como você sabe, o caderno “Dinheiro” do jornal Folha de São Paulo traz, em sua página B2, um panorama geral do mercado assinado por Guilherme Barros. Pois bem, como não poderia deixar de ser, o assunto da edição foi a crise. O que me chamou a atenção? Enquanto um executivo atestava a chegada da crise, outro planejava importantes mudanças para aproveitá-la. Algumas lições vieram à tona.

Uma crise, muitos pontos de vista
José Galló, presidente da varejista Renner, acredita que o consumo vai se retrair em 2009 e que uma melhora sensível só será vivenciada a partir do segundo semestre de 2010. A visão é bastante correta e pautada em importantes indicadores econômicos. Fica difícil duvidar da previsão, ainda mais vivendo dias tão complicados na economia.

Para ele, consumidores das classes A e B, que sofreram com o mercado financeiro[bb], já consomem bem menos. A população das classes D e E deverão sentir efeitos cruéis da crise com o desemprego, caso a economia continue caminhando para uma recessão – fenômeno que já ocorreu na Europa. Galló pretende parar de investir em expansão e pretende manter dinheiro em caixa e garantir liquidez. Ele acredita que, ainda assim, a Renner deverá crescer – já que espera-se que os pequenos varejistas sofram mais e percam mercado.

Marcos Amaro, presidente das Óticas Carol e um dos herdeiros da TAM, quer expandir sua rede em plena crise econômica. Como? Criando produtos e serviços para as classes A e B, além de manter atendidas as classes C, D e E. Além disso, ele prevê forte ritmo de expansão para o número de óticas no país – quer chegar a mil lojas ao final de 2013.

Mas o consumo das classes A e B não caiu bastante? Sim. E então? Amaro pretende focar seus esforços na comercialização de óculos de grau – que representam 70% de suas vendas e, segundo ele, são menos vulneráveis às variações de câmbio e apresentam demanda estável.

No fundo, ambos vislumbram crescimento e expansão, ainda que o momento não seja exatamente o melhor. Ambos buscam explicações e fundamentos que justifiquem suas mudanças de rumo e novas ações capazes de colocá-los diante dos objetivos que desejam. Amaro parece mais agressivo e confiante (ah, sim, é bem mais jovem). Galló é mais realista. Traços e perfis diferentes? Difícil dizer. Bacana é poder aprender duas coisas, especialmente valiosas para as mudanças que ano de 2009 reserva para mim:

  • Tentar crescer com a crise não é algo errado – aliás, é atitude mas que desejável e que deve ser valorizada e muito aplaudida;
  • Mexer com a zona de conforto (vivenciar uma crise que impacta nosso dia-a-dia) significa abrir portas e oportunidades para novos negócios, mudanças operacionais e de comportamento capazes de sustentar os objetivos impostos ao longo de uma jornada. Precisamos ser capazes, dentre outras coisas, de ir para o tudo ou nada.

A mesma crise?
Como eu, você deve ter alguns planos frustrados por conta da crise. Se ainda não os tem, prepare-se para este momento munido do espírito transcrito neste texto. Se algo der errado, pode ser que você aprenda, cresça e procure sair de sua zona de conforto. Torço para que assim seja. Enquanto luto para que 2008 termine da melhor forma possível, já me sinto incomodado com um 2009 ainda parcialmente planejado. Assim como a manchete de muitos jornais, posso dizer: a crise chegou!

Como você lida com o fato de ser responsável por aquilo que você é, tem e conquista? Confesso que preciso me mexer para garantir que a crise seja realmente transformada em uma grande oportunidade de crescimento, amadurecimento e mudança. Atitude e perseverança a fim de evitar que ela seja apenas uma desculpa para desafios e vitórias de menos, vai ser assim. E você, como tem encarado a crise? Cresceu? Mudou? Melhorou?

Fale sobre isso, exponha seu ponto de vista. Vamos sortear três exemplares do livro “As Regras da Vitória”, da Ediouro, para todos aqueles que comentarem a questão em nosso espaço de comentários. Usem e-mails verdadeiros, ou não não será possível fazer contato. A promoção se encerrará no dia 10 de dezembro. Participe!

Crédito da foto para stock.xchng.

Conrado Navarro

Mais informações

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: @Navarro.

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  • Carmen

    Meu filho.

    Lí mais de uma vez o seu artigo até me dar conta de que talvez a crise seja mesmo mais de atitude do que financeira, pelo menos no Brasil.

    O encolhimento diante dos novos desafios, com certeza, é muito maior do que a crise em sí, mas pior ainda do que isso é a atitude de encontrar na crise a justificativa maior para a falta de competência e iniciativa da maioria das empresas.

    Interessante observar as atitudes dos dois executivos citados no artigo e verificar que, embora estejam ambos à mesma distância da costa, o mais realista, do alto do leme de sua enorme embarcação repleta de passageiros e mercadorias, resolve cruzar os braços durante a tormenta enquanto os barcos menores afundam. Já o outro, mais agressivo e confiante, prefere tentar a travessia em vários submarinos, capazes de se desclocar abaixo da linha de efeito imediato, o que torna possível seu reabastecimento sistemático e permite a constante troca de passageiros.

    Então, onde está a crise? Não seria mais na atitude de cada um de nós?

    Se por uma lado o pessimismo e temor divulgados diariamente pela mídia, de uma forma ou de outra nos atingem a todos, por outro fico muito feliz em constatar que sua lucidez me traz à realidade e me incentiva a crescer, mudar e melhorar.

    Parabéns.

  • http://www.kombination.com.br Luciano Fernandes

    Concordo contigo em relação a criar novas oportunidades diante da crise. Fiquei um pouco assustado quando um primo meu perdeu o emprego. Eu me liguei nisso. E se eu perder o meu emprego. Como fica as economias? E os investimentos? A idéia pra mim será me qualificar ou com um curso de certificação na minha área ou uma pós-graduação. Com sorte posso até conseguir um emprego melhor, ou garantir que eu não perca o atual.
    O que eu não posso ser é reativo as situações da economia e ficar lamentando do que eu poderia ter feito pra melhorar ou no mínimo garantir minha situação atual.

  • Douglas

    Olá Navarro. A crise mudou muito meu planejamento pra 2009, porém, por causa da mesma crise, meu interesse sobre economia e mercado financeiro se aguçaram. Antes só sabia de crise pela TV, e como desta vez senti na pele, comecei a procurar entender por que isso afeta tanto em nossa vida. Comecei a frequentar seu blog em outubro, onde a crise se acentuou. Posso lhe dizer, que se devemos sempre procurar um lado bom nas coisas, o lado bom pra mim foi o despertar de minha “inteligência financeira”.

  • Tiago Hideki Niwa

    Caro Conrado,
    É meu primeiro comentário em seu blog, e quero, primeiramente, parabenizá-lo pelo conteúdo. Acesso-o diariamente.
    Agora, quanto a este post de Crise financeira Vs. Crise de atitudes, venho transcrever um ditado que há muito tempo se é conhecido e que foi publicado recentemente no jornal aqui da minha cidade (Londrina-PR): “Em tempos de crise, enquanto uns choram, outros vendem o lenço”.
    Realmente já é sabido que é possível ter um grande crescimento em tempos de crise, basta saber e acertar a fórmula para tal proeza.

  • Cleide

    Acho que 2009 será um ano de oportunidades. Quanto mais ouvirmos falar de crise e recessao mais temos que nos mexer. Lembram daquela estoria da mosca que caiu no leite e de tanto se debater o leite acabou virando manteiga e ela se salvou, ou aquela da corrida dos sapinhos que foram ficando no caminho de tanto ouvirem os outros dizerem que os sapinhos nao iriam conseguir e quando um sapinho completou a corrida descobriram que ele nao ficou no caminho porque era surdo e nao pode ouvir as palavras negativas.
    Estou fazendo uma pos graduacao e outros cursos pois em 2009 meu salário será maior e terei novas oportunidades de trabalho e de investimentos.
    Conheci o site dinheirama em 2008, coloquei em pratica na minha vida muita coisa aqui aprendida. Obrigada a todos que aqui compartilham seu conhecimento e experiencia. Em 2009 só temos a crescer.

  • http://blog.fabianorech.com Fabiano Rech

    Meu planejamento de 2009 já mudou 4 vezes somente em duas semanas, estou batendo todos os meus recordes de readaptações.

  • http://www.perludum.com.br Tiago dos Santos

    Concordo com a Carmen, a crise no Brasil parece ser mais de atitude do que financeira.

    Acho que o maior exemplo de atitude em meio à ameaça de crise foi a do nosso governo (!!!), ao tomar diversas providências para que não faltasse crédito no Brasil. Porém, em contra-mão com a atitude do governo, os bancos não se demonstram muito animados para repassar aos consumidores os incentivos criados pelo governo. E é essa (falta de) atitude dos bancos que está adiantando as consequências da crise no Brasil.

    Um dos carros-chefes da economia no Brasil que é vendas de veículos, tanto novos como usados, está totalmente comprometida pela atitude negativa dos bancos em não liberarem crédito para o consumidor, e ainda aumentarem os juros. Claro que só a liberassão de crédito não acabaria com o risco de crise, mas pelo menos aliviaria seus efeitos.

    Em relação à minha atitude perante a crise, continuo meus planos sem mudanças. Continuo comprando o que preciso e algumas coisas que não preciso normalmente, mas também mantenho meus planos de economia, de poupança. Acho que no momento é o melhor a se fazer, pois se pararmos de consumir, a crise chega mais rápido ainda. Mas temos que consumir sem fazer dívidas ;-)

  • Rodrigo Leal

    Olha, eu também estou acompanhando a tendência daqueles que são mais conservadores. Contudo, não tem muito haver com a crise. A minha empresa está prestes a passar por mudanças em sua direção, já em março do ano que vem, e como não tenho bola de cristal, estou me precavendo fazendo algumas economias. Quantos as minhas aplicações, que mantenho para o longo prazo, investia uma parte em renda fixa (Títulos do Tesouro Direto) e outra em Ações (Petrobrás, Vale, Brasil Telecom e Bradesco). Como as ações estão em baixa, parei de aplicar na renda fixa e estou aplicando tudo na compra de ações., para aproveitar o momento de crise.

  • http://www.edmarjunior.eti.br/ Edmar Dantas Silva Junior

    É a crise chegou sim! É duro ver investimento “virando pó”, mas como é para longo prazo estou aguentando firme, inclusive vislumbrando a oportunidade de realizar novos investimentos e aumentar a quantidade de ações em carteira. Estou tentando trocar de carro este mês, mas esta complicado fazer bom negócio, será necessário paciência para encontrar uma boa oportunidade. Mas a crise trouxe também muitos ensinamentos, entre eles que planejamento flexível é de suma importância, sem dúvida alguma o aprendizado proporcionado por esta crise será para mim o seu maior legado.

  • http://www.artextilbrasil.com.br Bruno Alves

    É meu amigo !
    A Crise chegou mesmo,eu to revisando todos os meus planos para 2009,2010….pois como trabalho na area têxtil que tem muita a questão dos importados da China,aí complica.
    Mas vamos lá,encara mais esse desafio.

    Quero ganhar esse livro.
    Até mais e Obrigado

  • Guilly

    Estou percebendo que muitas pessoas estão confundindo atitude com comprar ações agora, justificando isso como a “grande oportunidade”. Isso está mais para acomodação de torcedor.
    Como a maioria dos leitores deste blog não têm R$50.000,00 para investir (livre mesmo!), o melhor seria posicionar suas economias em algo mais seguro (será que existe?).
    Uma coisa é certa na crise: O consumo mundial vai cair e com isso a rentabilidade das empresas e corporações.O Assalariado corre o risco de perder o emprego e o empreendedor ver seu faturamento cair. Será a melhor atitude agora se expor em compra de ações esperando rendimento de longo prazo?
    Aprendo muitas frases de efeito nessas épocas de crise, mas atitude eficiente eu vejo de poucos. A melhor coisa a fazer agora e aprofundar o conhecimento. Nesses tempos o mercado é vorás com os amadores e com os mal intencionados, felizmente.

    Abraços.

  • kleber nilson geller

    Em muitos setores a crise financeira é evidente , ja em outros é mais uma crise de confiança do que qualquer outra coisa. Meus investimentos não mudaram mas , estou repleto de duvidas. A falta de atitude e confiança vai continuar, é o que tudo indica.

  • Luiz Eduardo

    Tenho uma empresa a 10 anos de distribuição de gás, e sofri 3 assaltos em menos de 3 meses, além de tudo lido com uma concorrência suja e pesada que são as milícias e traficantes, ou seja, tinha 6 caminhões do ano, tive que renegocia-los pois, simplesmente fui expulso por essa concorrência suja de praticar vendas em determinadas areas do estado. Estamos agora criando um novo modelo de entrega de gás, com motoqueiros, e estamos apostando na marca autorizada. Tivemos que driblar essa crise para não fechar as portas. Em tempos de crise, devemos deixar florescer a criatividade. Foi assim que encaro o dia-a-dia na minha empresa. E estou começando a me recuperar novamente. Força e fé, iremos sair dessa com muito trabalho e dedicação!

  • http://jbkaizen.blogspot.com joao Bosco

    Ola, Após ter sofrido na própria pele uma crise financeira, na época da eleição do presidente Lula – 1o mandato, fui atrás de conhecimento para poder lidar com as crises. Hoje já não me preocupo tanto assim, fiz minha lição de casa, não tenho dívidas descobertas, vivo abaixo do meu padrão de renda, tenho um imóvel alugado para garantir o pagamento do financiamento, moro em um imóvel modesto que construí quando fui me casar a 20 anos atrás. Trabalho próximo de casa por isto utilizo transporte coletivo. Onde a crise pode me afetar, bem, como todo trabalhador, posso perder meu emprego, porém, tenho alguns planos para prestação de serviços como autonômo caso isto venha a ocorrer. Tranquilo claro que não estou, porém, durmo melhor a noite. De uma eu posso afirmar a todos com muita certeza – A vida continuara com ou sem crise!

  • http://www.edmarjunior.eti.br/ Edmar Dantas Silva Junior

    No meu post acima, mencionei o investimento em ações, pois foi um dos pontos onde senti a crise próxima ao meu dia-a-dia, mas sem maior impacto em virtude de ter mantido a carteira, é evidente que a crise gera oportunidades, inclusive para aquisição de mais ações, mas isto é algo isolado, entendo que atitude perante a crise é algo muito mais amplo e engloba sem dúvida o constante aprofundamento do conhecimento.

  • Henrique Mecking

    A frase que norteia minha vida financeira é:
    “O enriquecimento começa na crise, e não na bonança”.

    Essa frase vai ao encontro do seu artigo e tem tudo a ver com o momento atual. Crise é momento de comprar, e não de vender … concordo e muito com o Marcos Amaro.

  • Eduardo Gonçalves

    Olá. Tinha planos de adquirir um terreno e construir em 2009. Estava particularmente preocupado com as altas sucessivas dos valores dos imóveis na região onde pretendo comprar. Então veio a crise e, tcharam! as pessoas pararam de comprar. É cedo ainda, mas creio que lá pelo meio de 2009 poderei adquiri o terreno por 2/3 (ou talvez menos) do valor que é pedido hoje. Dessa forma, ao invés de ficar chateado acabei por me animar e, com um pouco de paciência sei que farei um ótimo negócio. Sabe, a despeito do que dizem de imóveis, adoro construir. Então, desse ponto de vista, a crise veio para me proporcionar a realização de mais um sonho. Crise? Que crise?

  • http://www.caixadebreguecos.info Wagner Costa

    Se eu disser que estou gostando da crise seria uma loucura, está sendo barra ver a carteira valendo menos a cada dia.
    Mas como sou um dos praticantes do B&H (Buy & Hope como foi apelidada ultimamente) estou tentando encarar esta crise como uma oportunidade para ir às compras e estar preparado para o “espetáculo do crescimento”.

    Se estou certo? só o tempo dirá :(

  • João Luís Cavalcante Figueiró

    Pois é Navarro,

    os efeitos da crise já são visíveis na nossa sociedade, eu por exemplo estou juntando cada vez mais dinheiro(economizando), pq já nao tenho certeza do amanhã.

    Pretendia sair do meu emprego(trabalho na área de informática) e mudei de idéia, visto que a realocação no mercado talvez seja mais difícil, achei melhor não arriscar agora.

    Li recentemente o livro “Os segredos de uma mente milionária.” e realmente como diz o autor do livro “os ricos não se deixam paralisar por um obstáculos, eles arranjam uma forma de superá-los e de vencer nas dificuldades.”

    Realmente a crise é uma oportunidade de crescimento, e quem souber aproveitá-la se sairá muito bem no futuro.

    Ontem li uma matéria sobre o pitbull das vendas, que disse quem enquanto alguns choram outros vendem lenços.

    Temos que parar de nos lamentar e correr atrás e superar as dificuldades, precisamos ser mais criativos.

    Parabéns pelo blog Navarro, confesso que o leio diariamente a pelo menos 1 ano.

    Abrços

  • http://www.fgsolutions.com.br Gabriel Carlini Vieira

    Concordo que a crise chegou e já estamos sentindo na pele, mas também concordo que é mais uma questão de atitude. O que vemos na TV são reportagens assustadoras que colocam medo nas pessoas, e assim elas passam a consumir menos e ficam muito recolhidas.

    Meu planejamento para 2009 vai ser bastante agressivo, acredito que todos podem aproveitar a crise e pensar no que podem explorar, incrementar um diferencial competitivo em seus serviços e/ou aptidões profissionais e assim enfrentar a crise de uma forma positiva e produtiva.

    Leio diariamente seu blog, está de parabéns ! Quero concorrer ao livro =D

  • http://newtonsantos@hotmail.com Brito.

    Estou enfrentando uma crise financeira, quedas de vendas,dividas para quitar e não estou conseguindo, pois a minha atividade está passando por um problema grande, pois todos estão brigando para vender mais barato, gostaria de idéias para superar a crise, minha ativida é uma pequena ótica.

  • João Bosco

    O que eu vejo é que todos estão reclamando da crise, que as vendas cairam, que a concorrência esta acirrada. O que irão fazer para enfrentar a crise? Ora, e o que vcs fizeram nestes últimos dois anos em que o mercado ofereceu oportunidades para todos? O que fizeram com todo o dinheiro que ganharam? Crise é um mecanismo da natureza para elimiar fracos e fazer florescer os fortes!
    Pense nisto e haja! Se existisse uma solução pronta, não haveria crises!

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