Aprender a investir pode fazer a diferença?
Publicado por Leandro Martins em 25.1.2009 na seção Finanças Pessoais
Acredito que possuir o mínimo de orientação financeira seja dever de todos, para assim valorizar seu patrimônio conquistado com muito sacrifício e trabalho. Trabalhamos, em média, 180 horas mensais e a maioria das pessoas não dispõe de 1 hora por mês para acompanhar os investimentos desse dinheiro conquistado nessas 180 horas. É preciso investir com inteligência seus rendimentos alcançados a partir de um controle eficaz de seu orçamento financeiro e de decisões fundamentadas em seus objetivos futuros.
Pequenas atitudes fazem muita diferença. Apenas a obtenção de maior conhecimento o auxiliará no processo de desenvolvimento de suas habilidades financeiras, capacitando-o corretamente em suas escolhas e nas definições de metas e objetivos. Devemos equilibrar nossos gastos para realizar investimentos periódicos e alcançar no futuro próximo nossa liberdade financeira - onde o dinheiro poderá trabalhar por você.
Mesmo pequenos valores farão grandes diferenças no futuro. Faz parte do processo de poupar, valorizar qualquer quantia, por menor que seja, pois ela fará a diferença se aplicada por anos a juros compostos. Aliás, que tal recapitular a força dos juros sobre juros e demonstrar como pequenas economias podem levá-lo rumo a um futuro tranqüilo?
Abaixo ilustro essa situação com uma economia singela de apenas R$ 3,00 por dia (como, por exemplo, a de um ex-fumante), sem considerar a economia com os gastos em saúde decorrentes do cigarro. Veja uma aplicação de R$ 3,00 ao dia em investimento com taxa de retorno de 1% ao mês.

Após dez anos é possível comprar um automóvel; após 20 anos, uma casa; após 40 anos a pessoa já é milionária; e após 60 anos, possui quase R$ 12 milhões investidos, poupança suficiente para uma aposentadoria bastante tranqüila - para qualquer um. Há muito o que fazer e onde economizar, e que em um prazo não muito distante fará de você uma pessoa despreocupada com sua aposentadoria ou com momentos emergenciais nos quais precisará utilizar recursos financeiros.
A seguir listo algumas das principais atitudes:
- Saiba quanto é sua receita e quanto é sua despesa – monte e atualize sua planilha;
- Interprete seus gastos anualmente. Não desconsidere os pequenos valores;
- Não compre por impulso ou como terapia contra a depressão;
- Escolha os melhores momentos (exemplo: viaje em baixa temporada, decore sua casa nas promoções);
- Analise seus gastos e verifique se pode viver sem alguns deles - ou pelos menos reduzi-los;
- Sempre pesquise o melhor preço, prefira o pagamento a vista e negocie bons descontos;
- O limite de seu cartão ou do cheque especial não faz parte de sua renda, não os utilize;
- Esteja preparado para despesas extras e emergências;
- Tenha metas de investimento e as acompanhe periodicamente;
- Comece hoje a poupar, e não “só no mês que vem”. Utilize os juros compostos a seu favor.
Faz-se necessário vencer o conflito interno do ser humano: gastar no presente contra aplicar esse valor para que no futuro possa usufruir em escala maior da receita gerada. Para que possamos escolher o momento certo e aumentar a qualidade de nosso gasto, devemos conhecer melhor as possibilidades de investimentos e avaliarmos os riscos e retornos de cada situação.
Desse modo, conseguiremos escolher a melhor opção e cada vez mais aprender com nossos resultados (positivos ou negativos). E, claro, com isso passar de uma pessoa consumista a um investidor disciplinado e com retornos maximizados – e uma aposentadoria tranqüila. Pesquisas apontam que investimentos como imóveis, câmbio e poupança não são preferência apenas dos mais idosos, mas também dos jovens que continuam totalmente desinformados financeiramente.
Alguns confiam seu dinheiro a indicações de investimentos de seu gerente do banco, onde o mesmo aloca seus recursos nos produtos mais rentáveis para a instituição, como poupança, títulos de capitalização ou fundos com taxa de administração superior a 1% ao ano. Aplicações como títulos públicos, adquiridos através do Tesouro Direto, CDB pré-fixados e vendas cobertas de opções são investimentos desconhecidos pela maioria dos brasileiros.
Muitos investidores também entram no mercado de ações sem o mínimo conhecimento de técnicas de avaliação ou de, pelo menos, do uso do stop-loss (parada de perda); ou ainda continuam a comprar ações quando em posição perdedora com uma ação em tendência de queda, praticando o chamado “preço médio”. Desconhecem que a recuperação de uma perda pequena é imensamente mais rápida do que uma perda maior.
Imagine que você tem R$ 100,00 e perde 10% desse valor, ficando com R$ 90,00. Se você recuperar 10% de R$ 90,00, ficará com R$ 99,00, ou seja, R$ 1,00 a menos com as mesmas variações. Com isso constata-se que a recuperação percentual sempre deverá ser maior que a perda - e quanto maior a perda, mais difícil será a recuperação.
Na verdade, o valor precisa subir exatamente o que caiu: R$ 10,00 (equivalente a 11,11%). Para recuperar-se, quem precisa subir exatamente o que caiu é o valor e não o percentual. Se a perda for de 50% em R$ 100,00, serão necessários 100% de lucro para os R$ 50,00 retornarem ao valor inicial. Uma perda de 90% requer recuperação de 900%.
Segue tabela ilustrativa, que demonstra o quanto é necessário recuperar para uma perda de X%:

Outro fator importante nos investimentos, também desconhecido por muitos, é o poder dos juros compostos, que faz com que os valores cresçam exponencialmente. Ou seja, além do principal os retornos obtidos também são corrigidos pelos juros do mês subseqüente. Destaco, na tabela a seguir, comparação prática com mesmo capital inicial e mesma taxa de juros, apenas utilizando os diferentes regimes de juros (simples e compostos). Note que para o primeiro período os rendimentos serão iguais, mas em seguida a diferença aumenta consideravelmente:

Contudo, é preciso aprender a economizar com disciplina e investir sem erros e de forma inteligente. Por que? Ora, para com isso possuir, em um futuro próximo, a tão sonhada liberdade financeira, onde o dinheiro poderá finalmente trabalhar por você.
Promoção: Aprenda a investir no Dinheirama
Você acha importante aprender a investir? Se você já investe, que tal nos contar como essa atitude mudou sua vida? Se ainda pretende começar, porque acha que ela vai fazer a diferença? Escolheremos os três melhores comentários deste artigo, onde os leitores deverão citar as principais razões para aprender a investir.
A promoção vai até o dia 10 de fevereiro, quando divulgaremos o resultado dos premiados - que ganharão o livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro” (Editora Atlas), de minha autoria. Participe!
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Leandro Martins é economista com MBA em finanças pela USP e FIPE e com mestrado em economia na Universidade de Grenoble (França). Profissional de Investimento certificado com o CNPI registrado pela CVM, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro” (Editora Atlas).
Leandro Martins
Economista com MBA em finanças pela USP e FIPE e com mestrado em economia na Universidade de Grenoble (França). Profissional de Investimento certificado com o CNPI registrado pela CVM, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro” (Editora Atlas).
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hoje invisto 35% do meu salário e como essa atitude mudou minha vida? Antes, comprava por impulso sem comparar preços e é claro os produtos tinham que ser de marca no qual normalmente saiam mais caros, todos os finais de semanas eram regados a baladas aonde o preço da conta era a última coisa que importava; E quando o cinto apertava era fácil, recorria aos impréstimos e assim foi até que eu cheguei a 9 impréstimos e vi meu salário virar pó. Foi entao que em um final de semana sem dinheiro , endividado , conheci a minha esposa , sinônimo de investimento inteligente, nao por bens materiais , mas pela educação financeira que teve desde criança aprendendo a utilizar e valorizar o dinheiro que conseguia e posteriormente encontrei na net, sites como o dinheirama e pessoas que me fizeram enchergar o valor de cada centavo. Passei a pesquisar tudo o que comprava, mudei radicalmente o meu estilo de vida, em dois anos acabei com todos as minhas dívidas que julgava impossível liquidar e agora só procuro o contato com pessoas , matérias e sites que buscam a independência financeira e valorizam o dinheiro e é claro todos os dias acesso o dinheirama pois este site juntamente com todos vocês leitores, são fundamentais para que eu possa continuar vencendo os obstáculos para a minha independência financeira.
[...] Continue lendo este artigo… [...]
Sou universitário e tenho 23 anos. Passei por um momento de evolução em minha carreira, onde meu salario dobrou e tudo parecia que seria maravilhoso. Seis meses depois, vi que aquilo não era o que eu desejava, e decidi trocar de emprego. Parei para ver o que consegui nestes seis meses, e fiquei pasmo, pois apesar de conseguir discriminar alguns bens que adquiri neste período, o resto do dinheiro eu simplesmente não entendia para onde ia. Isto deu origem a um processo de mudança em minha vida financeira, onde passei a buscar conhecimentos de gestão financeira, participando de feiras e lendo livros sobre o assunto. Hoje tenho um plano de independência financeira e estou o seguindo, e apesar de em meu atual trabalho ganhar menos do que ganhava, em 5 meses consegui acumular mais do que com o trabalho anterior, e isto sem afetar meu estilo de vida, apenas evitando os desperdícios. O Dinheirama entra nesta história também, pois foi a minha primeira fonte de informações pela internet que passei a acompanhar e que fico atento até hoje :)
Eu sou universitário e já deixei de ganhar muito ao investir na poupança. Sou daqueles que precisa do menor risco possível, ainda que isso garanta pouco (ou quase nenhum) lucro.
Com a crise e o tema "finanças e investimentos" em expansão, dei uma rápida pesquisada na internet, caí aqui e descobri que já deixei de ganhar muito dinheiro investindo em poupança, que rende metade do que renderia se aplicado em títulos públicos, e com a mesma segurança.
Definitivamente, preciso aprender a investir...
Gostaria que me explicasse como chegaram a conclusão dos calculos pois aplicando 93 reais por mês a 1% ao mês como dito no post, o total daria 191mil em 60 anos e não a 12 milhões. Abraços.
Meu nome é Rodrigo, acabei de completar 18 anos recentemente e já tenho objetivos de independência financeira. Estudo tudo o que posso sobre todas as formas possíveis de investimento e no momento estou colocando tudo que posso em um fundo DI. Esse tudo que posso é o que sobra da mensalidade da faculdade, mas já é um começo. Melhor do que deixar para depois e não começar nunca. Estudo também o mercado de ações e inclusive já participei do mercado tendo um pequeno prejuizo de 7% do capital investido em ações da petrobrás e por esse motivo decidi que só volto ao mercado quanto estiver preparado.
Além disso, tenho interesse em ser bancário e por esse motivo venho estudando economia tanto nacional quanto internacional, além de me especializar em investimentos.
Tenho um plano de independência financeira e espero cumpri-lo sempre e daqui a 27 anos, quando eu completar 45, ser indepentente.
Aprendi a investir em 2006, quando conheci o livro "O homem mais rico da babilônia". Nesta época, eu estava devendo o cartão de crédito, nem o pagamento mínimo estava conseguindo quitar. A primeira medida que fiz foi QUEBRAR o cartão, mas não o cancelei. Fiz o compromisso de que até à quitação da dívida, eu não pediria uma segunda via do mesmo. A partir de então, utilizei uma conta poupança em que depositava a quantia sugerida por um personagem deste livro, chamado Arkad. Cinco meses depois, estava com o cartão quitado (lógico que após o pagamento de vultosos juros) e com uma certa quantidade na poupança. Me formei em março de 2007 e continuei a depositar fielmente essa porcentagem, mas confesso que no primeiro ano foi difícil, pois ganhava o mínimo necessário para eu me manter. Percebi o poder dos juros compostos e da disciplina. Recentemente eu e minha namorada criamos uma conta para fazermos uma viagem e fazemos pequenos depósitos mensais. E a partir do mês passado, criei uma conta para a previdência. Talvez esta será a que mais ficarei tentado à fazer retiradas, mas tenho uma meta definida a longo prazo e esta conta será importantíssima para que eu a atinja. Vale ressaltar que as contas deverão se concentrarem num mesmo banco, para evitarmos o pagamento de mensalidades dos pacotes de serviços, oferecidos pelas instituições.
Tenho 20 e a faculdade consome quase todo meu salário. Mesmo assim me obrigo a guardar pelo menos 10% de meu salário todo mês, apesar de isso muitas vezes significar abrir mão de festas, cinemas, barzinhos e tantas outras coisas que adoro.
Como acho que guardar dinheiro sem um objetivo definido não é uma atitude inteligente - e, inclusive, estimula a fazer retiradas indevidas - tracei um plano de objetivos para os próximos 25 anos e diversifico meus investimentos entre um CDB e o tesouro direto para alcançar os dois objetivos mais próximos.
Além disso tb tenho um plano de previdência privada e uma conta poupança que, apesar de as vezes ser movimentada, me comprometo a manter um saldo mínimo para emergências.
Acredito que assim, apesar de hoje viver "no sufoco" conquistarei a independência financeira de forma mto mais plena do q mtos outros jovens da minha idade.
Faltou falar da inflação! Em 60 anos, acho que a inflação acumulada é alta, sem falar do IR.
A não ser que esses 1% de juros ao mês sejam líquidos...
Bueno! Este foi um dos mais completos textos que li sobre o assunto, desde que me foi apresentado este galpão virtual do Dinheirama que conheci via linck galpão do http://www.pop.com.br. Muito didático e demostra com números e percentuais o que diz o texto.
Estou controlando minhas despesas e receitas desde abril do ano passado. Aplico meus pilas assim: 10% do valor bruto do meu salário no Fundo de Pensão dos servidores da empresa onde trabalho, mais um valor na nossa Cooperativa de Crédito, também em torno de 10% (que paga mais que a poupança); a tradicional poupança para gastos inesperados e um valor fixo num clube de investimentos (entre 5 e 10%), pois aplicar pouco em bolsa se torna ineficaz por se tornar muito caro.
Mas este texto veio enriquecer o meu conhecimento, pois a melhor coisa que fiz em setembro de 2008 foi convencer a esposa a fazer um plano de previdência privada, o que foi feito e aplicamos também desde então, R$ 150,00 num VGBL para a filha de 18 anos e o mesmo valor no PREJOVEM (VGBL para crianças) para a filha menor, que está com 11 anos. Fico imaginando que um dia estas filhas terão seus 50 anos de idade e com certeza, se bem instruidas no campo da educação financeira, estarão melhor do que o pai delas..... O desafio meu e da esposa é incutir na cabeças das filhas esta Educação Financeira que a gente capta aqui neste galpão virtual, pois, quanto nós, os pais tínhamos esta idade, não tínhamos esta oportunidade. A filha menor ganhou de presente o livro O Menino do Dinheiro e gostou muito. Tem uma poupança e a demonstro em gráficos. Creio que ajuda na formação financeira quando crescer.
Ainda falta aqui em casa, os investimentos em literatura financeira, como os livros do Cerbase e outros citados aqui no Dinheirama.
Venho lendo sobre aplicações financeiras e me parece que juros de 1% ao mês líquido é irreal para pequenos investidores. Alguém ai sabe onde encontramos esta taxa?
Prezado Rodrigo, Você calculou com base em juros simples, onde considera que você resgataria os rendimentos mensalmente. O meu cálculo baseia-se nos juros compostos. Caso queira simular alguns investimentos, em meu site há a "calculadora do investidor". Agradeço seu comentário. Abraços Leandro Martins
Prezado Wolney, 1% líquido ao mês não é tão irreal quanto você imagina. Mesmo em investimentos de Renda Fixa consegui-se taxas brutas de 15,00% em títulos do tesouro direto (investimento destinado ao público em gera com valor mínimo de apenas R$200,00), estes pré-fixados, como também, conseguimos em CDBs, também pré-fixados, taxas acima de 15%. Juros que ao descontar o IR estarão em 1,00% líquido ao mês.
Obrigado pelo comentário. Abraços Leandro Martins
Aprender a investir é essencial para quem quer ter saúde financeira e mental... Atualmente invisto 10% do meu salario mensalmente, religiosamente, retiro o dinheiro antes de pagar qualquer conta ou gastar com qualquer coisa e coloco em um fundo DI, pretendo daqui a algum tempo investir em coisas mais rentaveis, mas para isso preciso de um montante maior e preciso principlamnete do livro para que eu possa escolher o melhor investimento. A diferença maior que investir vai fazer na minha vida é mental... Vou dormir tranquila, sem dividas e sem medo do futuro...Mas outras com certeza vão acontecer, vou conseguir atingir meus objetivos de vida, vou poder dar ao meu filho um futuro melhor e ele vai aprender desde cedo a importancia do dinhiero, mas do dinheiro seguro e como meio de se adquirir as coisas boas da vida, mas com economia .
Invisto 100% de minha renda passiva em ações visando sempre longo prazo, mas sem deixar de aproveitar pequenos prazeres.
Este artigo abriu minha visão para um controle financeiro consciente. Sempre procuro informações para economizar e investir meus recursos conquistados com tanto trabalho. Ótimo artigo !
ótimo artigo. vou passar pros amigos!!!!
No passado tive que desistir de uma profissão que eu gostava muito por motivos financeiros... Eu era músico: fazia faculdade e trabalhava como músico profissional e professor de música. Trabalhava e estudava muito, e também tinha muito reconhecimento na área em que eu atuava... Mas não tinha uma recompensa financeira e o pior de tudo: não tinha previsibilidade. Decidi mudar de profissão, voltei aos bancos da escola e entrei numa faculdade de engenharia. Hoje, já formado, trabalho muito e estou me preparando para ser um bom investidor, pois pretendo alcançar a tão sonhada liberdade financeira para daí voltar a fazer o que eu realmente gosto: estudar música.
A importância de investir e como iso influenciou minha vida? Sou jovem, tenho 19 anos, sou o único que não possui dívidas se comparado a maioria dos amigos e familiares. Não tenho um valor definido para invesitir mas acho que chega próximo ao 50% do meu salário. Admito que contribuo para o pagamento de nenhuma das despesas domiciliares, e entendo que isso é um vantagem muito grande. O mais interessante de tudo isso é que depois que você começa e estudar e racionalizar suas economias é fácil perceber oportunidades que surgem no caminho, treinar cada vez mais maneiras diferentes não apenas de poupar mas também maneiras inteligentes de comprar. Informar-se junto ao banco e seu gerente sobre a ferramentas e produtos que te possam auxiliar. Pesquisar, analisar, planejar e executar... e quando você perceber que tudo ocorreu como o esperado (ou melhor) o prazer é ainda maior. O uso da INTELIGÊNCIA FINANCEIRA dentro de nós é uma das proezas mais interessantes que um ser humano pode ter. Vamos ser sinceros... quem tem $$$ pode curtir a vida de maneira mais intensa e interessante. Não importa se teus amigos e parentes de chamam de "pão-duro", "mão de vaca", "mão fechada", mais cedo do que vc possa imaginar você poderá surpreender-los, é só aí que virá o respeito.
abraço a todos...
de um "mão de vaca", digo de um poupador/investidor...
Edu Lopes
hehe
Leandro,
no Tesouro Direto (NTB-SEMESTRAL), os juros são compostos? Ou a taxa informada se refere à juros simples?
Se puder informar-nos, seria de grande valia.
Grato
Tenho 19 anos,sou universitário e pessoalmente tenho um perfil econômico e não muito consumista. Desde cedo meus pais sempre me deram mesada para que aprendesse a ter minha própria renda e cultivar o hábito de administrar meu próprio dinheiro. Pelo fato de meus principais desejos de consumo desde criança serem eletrônicos (de valores bem acima do valor da minha mesada) e por não ser muito consumista sempre cultivei o hábito de poupar e economizar, e sempre fiz isso mantendo uma caderneta de poupança.Tendo essa relação saudável com o dinheiro, sempre conseguindo manter o caixa positivo no fim do mês, acreditava que o que sabia e fazia com minha renda era suficiente.
Isso mudou há uns dois anos atrás, quando por influência de amigos comecei a me interessar pelo mercado de ações. A partir daí fiquei entusiasmado pelo fato de que através de diversas opções de investimentos que eu achava não estar disponível para o capital que eu possuía eu poderia fazer meu dinheiro render mais que a poupança e comecei a ler sobre o assunto.
Durante um ano estudei as diversas opções de investimentos, o mercado de ações e finanças pessoais. Nesse período tive um panorama geral, que considero superficial, de como poderia começar a organizar melhor minhas finanças e investir de maneira coesa e inteligente e iniciei minhas “experiências” no segundo semestre do ano passado. A partir do momento que comecei estudar e por em prática o que aprendia pude perceber o quão “pobre” eram meus conhecimentos e relação com o dinheiro e aprendi como saber investir pode ser importante para alcançar meus objetivos de uma maneira muito mais rápida e planejada.
Olá. Gosto muito dos artigos do blog e com este, pensei em iniciar minha educção financeira. Porém, sou leigo no assunto e tenho uma dúvida inicial: Em quais investimentos consigo os juros compostos?
Desculpem minha ignorância.
Att.
Meu primeiro contato com a educação financeira foi ha dois anos através do site mulherinvest da Sandra Blanco.Desde então eu comecei a economizar dinheiro, só que sem um objetivo definido.Apesar de ter juntado um valor razoável fui surpreendida por imprevistos e vi o quanto é importante o fundo de emergência.Hoje estou me afogando em dívidas, Tenho dinheiro a receber mas meus devedores não tem condições de me pagar no momento.Ah, se eu tivesse lido o livro O Homem Mais Rico Da Babilônia ha mais tempo... Estou hj com três empréstimos, mas faço questão de investir pelo menos 10% do meu salário. Tenho ainda muito o que aprender no que se refere a investimentos, o dinheirama tem tido um papel fundamental nesse processo de amadurecimento, principalmente com as sugestões de leitura.Com certeza esse livro vai me ajudar muito a otimizar meus investimenos.
Mais um excelente artigo, continue assim.
Sou um universitario, que creio eu teve muita sorte, quando tinha apenas 14 anos apareceu na minha frente esse tal de Pai Rico com seu dizer que todos podem ser ricos apenas comprando ativos,(tenho 17 anos) parei de gastar em jogos e futilidades e comecei a economizar, como era jovem pude guardar toda minha renda, tirei o que tinha numa previdência privada que rendia o mesmo que a poupança e comecei a intermediar compras no supermercado de meu pai, hoje vejo que a um futuro muito bom na minha frente basta saber economizar e investir "fora dos padrões" dos bancos
Prezados leitores,
Primeiramente gostaria de agradecer todos os comentários, e em virtude de algumas dúvidas apresentadas nos mesmos, eu gostaria de reforçar a distinção entre juros simples e juros compostos.
Juros simples é o juros informado na rentabilidade do ativo a ser investido, onde o capital original sofrerá a incidência de tal rentabilidade.
No entanto, caso o investidor não resgate periodicamente a rentabilidade da aplicação, seus recursos renderão a juros compostos, ou seja, além do volume investido originalmente, o valor adicional referente a rentabilidade desse investimento também terá a incidência dos juros aplicados nos períodos posteriores.
Por exemplo, ao aplicarmos R$1.000,00 com taxa anual de 10%, ganharemos R$100,00 por ano.
Se não resgatarmos o lucro dessa aplicação, deixaremos a mesma ser rentabilizada a juros compostos, pois no próximo período, além do valor inicial (R$1.000,00) os valor ganho (R$100,00), também sofrerá a incidência dos juros.
Abraços Leandro Martins
Concordo com o Xico.
Temos que considerar a inflação também. Na verdade para adequar os valores, creio que teríamos que ter um rendimento de 1% ao mês acima da inflação, o que não é tão fácil assim.
De qualquer forma, o artigo é muito esclarecedor e reforça a importância de guardar e investir corretamente.
Prezados leitores,
Gostaria de responder os comentários sobre a inflação do Xico e do Eric.
Nossa inflação atualmente está muito abaixo dos patamares já alcançados em décadas anteriores, mas vale ressaltar que devemos utilizar os juros reais (líquido de impostos, taxas e da inflação) para a verificação da rentabilidade dos investimentos.
Na simulação de investimento presente no artigo, apenas exemplifiquei que pequenos valores não podem ser desconsiderados, e utilizei para isso a taxa de juros real de 1,00% ao mês. Caso a inflação volte ao patamar acima ou igual a 5,00% ao ano, tal simulação deverá utilizar taxa de juros real mais baixa.
Abraços
Leandro Martins
Leandro
Sempre leio o Dinheirama,e todas essas informações tem sido de grande valia para minha vida financeira. Gostaria muito de investir em títulos do Tesouro Direto, mas tenho muitas dúvidas, será que você poderia nos ajudar, explicando como funciona este típo de invesatimento ?
Abraços
Thiago Ferrari
Conforme solicitação do Thiago Ferrari, conversarei com o Conrado para publicarmos em breve um artigo específico sobre investimentos em títulos públicos através do Tesouro Direto. Caso tenham dúvidas pontais, deixo disponível o canal de contato (http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/faleconosco.php?secao=55), que procurarei incluir tais questões no texto a ser desenvolvido. Abraços Leandro
Quem é que nunca escutou alguém dizer que perdeu as esperanças de ficar rico trabalhando?
Pois bem, essa é a grande importância de aprender investir, dar valor ao seu trabalho e fazer com que seus esforços lhe rendam frutos para conquistar seus sonhos.
Estou em processo de aprendizagem e posso dizer que isso mudou e muito minha maneira de pensar sobre dinheiro, nunca fui do tipo gastão, mas hoje acompanho meus gastos e analiso oportunidades de investimento.
Existem dois tipos de pessoas, aquelas que dão duro durante o mês e poupam seu dinheiro afim de usá-lo da melhor forma possível no futuro e que ao fim de cada dia lêem os artigos do Dinheirama. E, todavia, há aqueles que trabalham o mês inteiro e no final de cada mês gastam seu dinheiro de forma inadequada e apostam suas felicidades loteria, e é claro no fim de cada dia assistem o BB ao invés de pensar em como gastar e investir seu património.
Embora de forma amadora, a educação economica e valores de vida não materialistas, ou consumistas, foram passados por parentes. Dessa forma, tive ganhos reais de patrimônio: economizando tres Salários Minimos, durante dois anos, consegui comprar uma casa. Simples, é verdade, mas é a minha casa! Posteriormente, foi reformada e mobiliada.
Atualmente, invisto em poupança 60% da renda. Acho necessário insvestir em outras modalidades. Tenho ações na Petrobrás, porém não estou satisfeito. Possivelmente, por ter pouca experiencia... Através do site creio que será possível obter mais informações.
Estou muito interessado por formas de investimento que tenham segurança, retorno certo, mesmo sem alta rentabilidade.
Muito bom o texto, parabéns
Tenho 23 anos e sou recém-formada e estou iniciando minha carreira como Arquiteta autônoma. Confesso que se eu tivesse aprendido a investir, mesmo em poupança, a 5 meses atrás, hoje teria o suficiente para bancar minha pós graduação a vista, por exemplo. Acho que a quetão não era só aprender a investir, mas criar a consciência de gastar o mínimo (lutar contra o consumismo) e guardar mais - o que eu tentava ter, mas a tentação de comprar era maior. Minha mãe sempre me disse "O dinheiro não é de quem tem, mas de quem guarda...".
Hoje, depois de ter lido "Pai Rico, Pai pobre" e artigos sobre finanças pessoais, entendo o que minha mãe tentava me dizer e posso dizer que aprendi com o meu erro. Apliquei o dinheiro que ainda tinha na poupança, até porque ainda é pouco para partir para um investimento maior. Todo mês invisto mais R$100,00.
Enquanto o dinheiro está rendendo, estou investindo também no meu conhecimento sobre finanças: estou estudando e aprendendo sobre outros tipos de investimentos que eu possa fazer no momento que eu estiver pronta - Quando entrar um dinheiro extra além do que eu já contava ou quando a poupança chegar a um valor X.
O artigo acima estava ótimo, como sempre, e com certeza me ajudou a ampliar mais um pouco meus conhecimentos. Parabéns.
Bem, o principal motivo que me levou a estudar educação financeira foi a forma como muitos colegas de trabalho eram tratados nos locais em que ja trabalhei, admito que tem muitas empresas que tratam seus funcionários com respeito, mas muitas tratam seus funcionarios como escravos, eles sabem que muitas pessoas precisam do emprego para sustentar a familia, e exatamente por causa disso abusam daqueles que não podem largar o emprego, tenho 20, e ja trabalho desde os 11, e ja vi o suficiente para decidir quer nunca vou depender de emprego para me sustentar, isso não quer dizer que não gosto de trabalhar, eu gosto, começei a trabalhar com minha mãe ajudando ela como vendedora, ja naquela epoca eu ja havia aprendido lições sobre economia com ela, e como trabalhavamos apenas para nos mesmos, eu podia ver exatamente como a minha mãe lidava com dinheiro e como isso afetava nossa vida, esse e o motivo pelo qual quero atingir minha independência financeira, não quero depender de salario para me manter, alem do mais, quero aproveitar minha vida, não consigo me imaginar trabalhando mais de 40 anos sem aproveitar a vida, simplesmente não e justo.
PS: de vez em quando eu tento trazer a tona o assunto de indenpendência financeira quando estou conversando com meus amigos, mas a maioria sempre e cetica ou debochada, muitos dizem "você não vai conseguir para de trabalhar nem se passar a vida economizando 50% do seu salario" muitos deles ja aceitaram essa vida de empregado, e tratam com cinismo quem pensa diferente, na minha opnião educação financeira devia ser materia de escola, quantas vezes não ocorrem brigas em familia por causa de dinheiro? muitos problemas ( e ate mesmo mortes ) não teriam sido evitados se as pessoas recebecem esse tipo de educação?
Olá, me chamo Keylla e tenho 24 anos, sou bióloga e atualmente faço mestrado em biologia vegetal. Eu amo minha profissão, mas sei que com ela não obterei a minha liberdade financeira. Já tivei um prejuízo financeiro considerável para minha idade, na época 22 anos, mas, diferente de muitas pessoas, apredi muito com esse prejuízo. Foi tentando revertê-lo que percebi que o problema estava em um único ponto: minha mente! E foi quando percebi que só mudando minha mente que poderia mudar minha conta bancária. Com certeza, falta muitos zeros em minha conta para que eu atinja a minha liberdade financeira, mas já estou começando a ser rica em minha mente. Claro que o dinheiro tem que sair do campo das idéias para a conta bancária, por isso me interesso em ler tudo o que se relaciona com mentalidade financeira. Pretendo obter minha liberdade financeira investindo em ações, e algumas coisa que li foi que temos que estudar muito para perder a menor quantidade de dinheiro possível. Acredito que este livro me ajudará e muito nesta caminhada até minha liberdade financeira. Muito obrigada!
Olá a todos,
Raramente costumo escrever, mas espero que este post sirva de estímulo a todos que buscam a tão sonhada I.F.
Começei a me interessar pelo assunto aos 17 anos...
Arrumei meu 1º emprego nessa idade e economizava cerca de 50% do salário já que morava com meus pais.
Dediquei-me a estudar(muito mesmo derivativos etc) o mercado finanaceiro(ações) perdi e ganhei muito..
Hoje poderia abrir mão do meu emprego de analista de sistemas que minha renda passiva cobriria todas minhas despesas, ou seja ja tenho minha I.F.(obs não sou rico, apenas alcançei minha I.F)
Continuo trabahando apenas para aumentar meu padrão de vida.
Obs: Hoje tenho 25 anos.
Espero ecrever um livro aos 35. contando como é possivel ser rico com dedicação.
[...] do livro “Aprenda a Investir - Saiba Onde e Como Aplicar seu Dinheiro” e do artigo “Aprender a investir pode fazer a diferença?” se encerrou ontem, dia 10. Recebemos inúmeros comentários (todos excelentes) e decidimos ampliar [...]
[...] do livro “Aprenda a Investir - Saiba Onde e Como Aplicar seu Dinheiro” e do artigo “Aprender a investir pode fazer a diferença?” se encerrou ontem, dia 10. Recebemos inúmeros comentários (todos excelentes) e decidimos ampliar [...]
na minha opinião antes de entrarmos no mercado de trabalho devemos estarmos bem preparados e nunca falarmos que não sabemos de nada por mas que não sabia devemos falar que sabemos mesmo sem saber
Ola amigos é a primeira vez que acesso esta página, isso porque acabei de ler Pai rico pai pobre e começo a me interessar pela questao da independencia financeira. Tenho 53 anos e estou muito décepcionado com o posivel valor de minha aposentadoria pelo INSS. Minha questao é: já ta muito tarde pra começar pensar neste assunto ou ainda da tempo? se possível gostaria de receber alguma orientação por onde começar. Desde já muito obrigado a todos.