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Podcast: é hora de comprar ou trocar de carro?

16comentários

Podcast: é hora de comprar ou trocar de carro?O que você leva em consideração quando decide trocar de carro ou comprar seu primeiro automóvel? A paixão do brasileiro pelos carros é indiscutível, mas será que valorizamos e respeitamos nosso dinheiro quando se trata de negociar a compra do “possante”? Não raro, a compra do carro é um ato balizado pela emoção, pelo sentimento de missão cumprida e merecimento. Ótimo, assim deve ser, mas sem que o aspecto técnico e financeiro da transação se perca diante da comodidade e alegria. É comum notarmos famílias desesperadas por não conseguir sustentar os gastos com o carro – inclusive perdendo o bem. O assunto é bastante polêmico e extenso, mas é muito relevante.

Na edição desta semana do “Futura Dinheiro”, podcast semanal de educação financeira mantido em parceria com a Rádio Futura FM 106,9, batemos um papo sobre a importância de se planejar a compra do automóvel, as armadilhas dos financiamentos e o impacto das despesas pós-compra no bolso do consumidor. Seguro, combustível, estacionamento, IPVA, manutenção e uma alta prestação podem acabar com a euforia do carro novo. Ouça o podcast e deixe seu comentário.

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Obrigado e até a próxima.

Conrado Navarro

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Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: @Navarro.

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  • Link Curto: http://bit.ly/zJw8Na
  • Wilton

    Gosto muito de escutar os Podcast do Navarro, na Futura FM, mas não sei se é só no meu caso, o arquivo de audio dessa vez não esta rolando perfeitamente… fica cortando o som, e travando diversas vezes… tentei varias vezes e tive o mesmo resultado… se vcs puderem disponibilizar o MP3 eu ficaria muito grato. Abraço

  • http://www.hidroflora.com.br Fábio Costa

    Conrado, e se financiar em longo prazo, parcelas pequenas, e antes de quitar (5 anos por exemplo) trocar de carro (com 2 anos por exemplo) e renovar o financiamento? O que vc acha?

  • http://devoltaaosfilmes.wordpress.com Rafael S.M.

    Navarro, é muito bom ouvir os seus podcasts.
    Os textos do blog são muito bons, mas as vezes acumulo tanto material pra ler que acabo negligenciando, e com isso perdendo alguma informação que possa ser valiosa. Isso não acontece com seus podcasts, gosto de ouvir no trânsito, no engarrafaemento devolta pra casa. :)
    Espero que continue com as publicações.

    Abraços

  • Valdemar Engroff

    Boa tarde Navarro

    Escutei os teus comentários na FM Cultura. Acredito que, na compra do carro, se tenha sempre os pés no chão. Não adianta comprar um carro além das posses e acredito friamente que, se não puder comprar o veículo na boca da guaiaca ou seja, à vista, que não se compre, pois, sou da opinião, graças as leituras diárias aqui no Dinheirama, que, é preciso planejar, guardar os cobres fazendo-os render no mercado financeiro e depois com este dinheiro na mão, barganhar preço na compra à vista. No meu caso, comprei o primeiro carro popular com uma ótima entrada e o restante parcelado em 12x. O segundo foi comprado com a entrada do primeiro carro e o saldo em dinheiro, ou seja à vista. A partir daí, os custos se tornam mais leves, como o combustível, seguro e mantutenção. Mas sempre se precisa ter em mente que o veículo é outra família que precisa ser sustentada. No meu caso, carro não é pra lazer somente. É usado na lida diária, nas idas e vindas ao trabalho (meu e da esposa) e de levar a filha menor pra escola.

    Faço diariamente o controle dos custos comparado com as receitas da minha família. As depesas que o meu Fiat Mille 2004 me dá, na média de 01/01/09 até a data de hoje é de 11,2%, enquando que os investimentos da família, pensando no futuro, na aposentadoria, está em 35,5%. Graças ao uso de uma planilha excel e a planilha Orçamento Diario de Reinando Domingues.

  • João Gabriel Schutze

    Obrigado por terem me respondido e ainda mais com um podcast! Abraços

  • Laurí Mayer

    Ok, concordo que muitos compram carro por impulso. Agora tem o outro lado: Só quem já andou muito de ônibus pelas nossas grandes cidades sabe do calvário que é. Na maior parte das vezes, as pessoas são transportadas como porcos, não há o mínimo de dignidade (cito Porto Alegre). Aqui, quando o trabalhador pega o busão no horário de pico, ele “paga os pecados”. Eu tenho moto, vou ter meu carro quando puder pagar à vista. Agora, se fosse para andar de ônibus todo dia, a gasolina poderia custar 5 reais o litro que ainda sim abandonaria o busão. Com o carro também demora, mas pelo menos há o mínimo de conforto. Cada um deve viver a sua realidade. Para quem puder comprar um carro, deve comprar, pois qualidade de vida não começa aos 70 anos, mas devemos tê-la todos os dias. Eu conheço um grande número de pessoas que compraram carro só para fugir do inferno que é o transporte público neste “país”. Quem anda de ônibus sabe do que estou falando…

  • Moisés

    Sempre ouço ao programa. Estou aprendendo muito. Fiquei surpreso quando soube que o Navarro tem Previdência Privada, mas acho que agora eu o entendo. Entrei neste assunto para dizer que decisões devem ser baseadas em CRITÉRIOS (COERENTES0! Jamais deveremos agir APENAS com a emoção!!!

  • André Ribeiro

    Conrado,
    Após ouvir o podcast fiquei com “uma pulga atrás da orelha”.
    Acompanho o Dinheirama desde 2007 e muito me eduquei financeiramente após conhecer o blog.
    No programa da Rádio futura você afimou que a compra de um automóvel não pode ser considerada um investimento, assertiva esta que concordo plenamente.
    Mas por outro lado você classificou que a compra de um imóvel (pessoal) já se configura investimento pois o mesmo se valoriza através do tempo e das benfeitorias realizadas por seu proprietário.
    Em um artigo publicado aqui no Dinheirama, do qual não me recordo o título mas que achei brilhante, afirmava-se que um imóvel comprado para moradia própria não poderia ser considerado investimento. A justificativa para tal afirmação foi a de que, mesmo que o imóvel se valorize o proprietário jamais irá vendê-lo para comprar um outro de valor inferior, auferindo assim o valor ou parte do valor da valorização.
    Ao ler isto aqui no Dinheirama concordei cabalmente com este conceito e me empenhei em divulgar esta filosofia a amigis e pessoas próximas, justamente no sentido de divulgar a educação financeira a pessoas não tão atentas ao tema.
    Gostaria que você aclarasse melhor o motivo pelo qual você afirmou na Futura FM que o imóvel próprio para uso pessoal (moradia) é sim um investimento, após ter publicado um artigo neste blog afirmando que o mesmo não é.

    Um grande abraço,

    André Ribeiro

  • André Ribeiro

    Navarro,
    Agora entendo melhor o que você quis dizer.
    Obrigado pela pronta resposta!

    Um grande abraço!

  • Tony

    Navarro,
    Não sei se este artigo é o lugar certo para minha pergunta, mas ai vai:
    Consegui juntar dinheiro suficiente para comprar um carro popular (básico) 0km a vista. Tem pessoas que me recomendam fazer um financiamento de uma parte do valor do carro e aplicar a diferença. Isto é realmente vantajoso?
    Vale a pena me apressar a comprar o carro até setembro por conta do ipi reduzido?
    Obrigado.

  • http://www.hidroflora.com.br Fábio Costa

    è uma boa pergunta.

  • Valdemar Engroff

    Tony

    Meu irmão tinha um carro usado (Corsa), avaliado em 33 mil reais. Ele deu este carro de entrada e pagou a diferença à vista na compra de um Astra. Ele conseguiu descontos que bateram nos cinco mil reais, além de um rádio e outros acessórios “gratis”. Se você tem este dinheiro, compre a vista, não por impulso e consiga um bom desconto. Financiado é com juros e um carro mais caro, além de estar alienado em nome do banco que vai financiar pra ti.

  • Pingback: TV Dinheirama: Quanto realmente custa ter e manter um carro? | TV Dinheirama | Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos

  • João Paulo Nobre da Silva

    Bom dia Conrado,

    Hoje saiu no site do Estadão a seguinte reportagem “Antecipar o pagamento das prestações do carro nem sempre vale a pena” gostaria que vocês comentassem essa reportagem, por favor, acho que pode ser um artigo legal para o blog. Segue abaixo o link da reportagem: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,antecipar-o-pagamento-das-prestacoes-do-carro-nem-sempre-vale-a-pena,52079,0.htm

  • http://dinheirama.com/blog/sobre Conrado Navarro

    Oi Wilton, tudo jóia? Obrigado pelas palavras e por estar sempre conosco, tanto nos artigos quanto nos podcasts. O problema de cortar e tal pode ser por conta da conexão ou dos acessos múltiplos ao streaming. Aqui testei agora e está tudo ok, este inclusive foi gravado em um novo equipamento completamente digital. De qualquer forma, você pode fazer o download clicando no pequeno ícone de um CD com a palavra MP3, que fica ali mesmo no player. Assim baixa o arquivo e escuta diretamente no seu PC. Veja se dá certo e me avise.
    Grande abraço.

  • http://dinheirama.com/blog/sobre Conrado Navarro

    Obrigado aos amigos e leitores que se manifestaram e apoiaram a iniciativa de publicar e colocar os programas à disposição de todos. É um prazer colaborar com a educação financeira dos brasileiros.

    Fábio Costa, é importante que você leve em conta sua capacidade de pagamento e o fluxo de caixa de sua família. É preciso manter e sustentar outros objetivos além da troca do carro e ao avaliar isso tudo pode ser que você ainda ache melhor ficar com o atual automóvel. Trocar uma dívida por outra maior requer cuidados com as taxas de juros e com o valor das prestações, mas também com os novos custos envolvidos. O imposto será mais alto, por exemplo. Outros custos serão menores. Sem avaliar sua condição financeira, fica difícil dar um parecer, mas acho que compreendeu as hipóteses e estudos que deve fazer.

    André Ribeiro, muito obrigado pelas palavras e constantes participações. Seu comentário é muito pertinente, obrigado pela contribuição. Acredito e enxergo o imóvel próprio como um bem de que se usufrui, mas não podemos deixar de pensar no potencial de valorização quando o compramos. Por isso a visão que passei no podcast. Ao procurar um imóvel, mesmo que seja o único de nossas vidas e para morar, normalmente pesquisamos a região e pensamos se há potencial de ganho de capital ao longo dos anos. Ainda que não vendamos, o valor de nosso patrimônio cresce. Portanto, não se trata de um investimento porque não vamos vendê-lo, mas o patrimônio familiar crescerá se houver valorização, por isso mencionei a diferença. O carro tem seu valor diminuido. Talvez tenha faltado esta explicação um pouco mais detalhada, pelo que agradeço mais uma vez sua mensagem. Espero ter esclarecido a questão.

    Obrigado a todos! Na terça-feira que vem tem mais podcast. Grande abraço.

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Quem já falou do Dinheirama?

Enxergo o Dinheirama como uma das principais fontes de informação sobre educação financeira e investimentos na internet. Não porque não existem outras iniciativas com informações úteis, mas sim porque o Dinheirama fala tanto ao público experiente quanto para o público iniciante nessas áreas, e nesse último caso, faz com uma didática admirável e extremamente difícil de se encontrar por aí. Me ajudou muito, me ajuda e ainda me ajudará bastante, com certeza.

Bernardo Pina

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