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Caderneta de poupança: investir ou não? Por que?

33comentários

Caderneta de poupança: investir ou não? Por que?André comenta: “Navarro, sou um pequeno investidor que está de olho na caderneta de poupança. Tenho alguns objetivos de curto prazo, mas não sei se optar pela poupança agora pode ser interessante por conta das anunciadas mudanças que vem por ai. É sobre isso que quero sua opinião: o que o investidor deve saber sobre as mudanças na poupança ou em torno de sua rentabilidade? A caderneta é uma boa opção se comparada à maioria dos fundos de renda fixa? Muito obrigado”.

Dadas as condições econômicas atuais e o cenário que se desenrola, a caderneta de poupança é uma ótima alternativa de investimento! Começo o artigo com esta afirmação para que minha opinião fique bem clara: se você é do tipo que investe em fundos de renda fixa tradicionais, cujas taxas de administração são maiores que 1,5% e onde há incidência de Imposto de Renda, faça uma boa avaliação de sua rentabilidade líquida. As chances de seu valor ser inferior ao atual patamar de retorno da poupança é grande.

Pronto, a esta altura você já deve estar pensando: “Então vou tirar tudo da renda fixa e migrar para a caderneta de poupança”. Calma, interpretação de texto, um pouco de cautela e algumas continhas é que selarão esta possível decisão. Este artigo traz um panorama das aplicações em caderneta de poupança e informações úteis para que você decida-se de forma coerente. Um pouco de realidade faz bem: para alguns investidores[bb], a poupança está muito atrativa, para outros ainda existem produtos mais interessantes e de risco também baixo. Vamos entender melhor tudo isso?

O momento da caderneta
Excluídos os meses de dezembro – momento em que os depósitos em caderneta aumentam por conta do 13o. salário -, a poupança teve, em julho deste ano, sua maior captação desde 1994. A entrada líquida de recursos chegou a R$ 6,67 bilhões no mês. A captação completa três meses seguidos com mais aportes que retiradas. Traduzindo, mais gente está optando pela caderneta em detrimento de outras modalidades conservadoras de investimento.

Mas, não! Não chega a ser a tão falada migração de recursos de fundos de investimento. No mesmo mês, os fundos DI e de renda fixa também tiveram captação positiva de R$ 1,47 bilhões, segundo dados da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento). Além disso, os recursos aplicados na poupança são bem menores que os atualmente investidos na indústria de fundos: R$ 290 bilhões contra R$ 1,291 trilhão.

De olho em agosto, setembro, outubro…
A ordem no governo parece ser simples: observar com atenção e torcer. Torcer para que o equilíbrio nos saldos das aplicações seja atingido e que os aportes na poupança não prejudiquem os fundos de investimento. Torcer para que a tal migração não ocorra. Envolver a população em uma reforma na caderneta de poupança, ainda que nos moldes já apresentados, pode trazer reflexos políticos preocupantes – 2010 é ano de eleições, não é? Estas e outras novidades sobre investimentos[bb] vão depender das captações nos próximos meses.

Parece que o Banco Central considera importante enviar logo ao Congresso o projeto que estipula tributação para a caderneta de poupança (em valores acima de R$ 50 mil) e também as novas regras de tributação para os fundos de renda fixa. O interesse parece ser coerente, já que, segundo apurou a Folha de S. Paulo, o simples envio dos projetos já seria suficiente para lançar ao mercado a mensagem de que, em algum momento, a rentabilidade da poupança será revista. A Fazenda dá outro recado:

“Por enquanto, na nossa análise, o movimento ainda está dentro do normal. Você teve um aumento de captação na poupança, mas também teve um aumento de captação de todos os fundos. (…) O Brasil está mudando para uma situação de baixa taxa de juros e, eventualmente, a poupança vai ter que ser reformulada, mas quando e como é uma questão em aberto” – Nelson Barbosa, secretário de Política Econômica da Fazenda, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo de 08/08/2009.

Tudo indica que mexer na caderneta de poupança não parece ser atividade de grande interesse por parte do governo. Fica a impressão de que se a mudança puder ser adiada, será. A mudança prevê cobrança de IR para investidores que mantém mais de R$ 50 mil na caderneta de poupança, o que atinge uma parcela pequena da população – mas não pequena dos recursos. Logo, para o pequeno poupador pouco deve mudar, com ou sem o atual projeto. Se confirmada a tendência de juros baixos, pode ser que maiores mudanças estruturais no cálculo tenham que ser feitas. Provavelmente, em outro governo.

O que deve fazer o investidor?
Como costumamos sempre defender, informação é fundamental para que suas decisões sejam assertivas. Dito isso, listo alguns dos princípios que tenho compartilhado com amigos e clientes quando o assunto é o investimento na caderneta de poupança:

  • Defina bem o objetivo e seu prazo. Pode ser que o capital que você queira investir na poupança só vá ser usado no médio prazo. Neste caso, avalie a possibilidade de conhecer produtos de carteira mista, conhecidos como fundos multimercado;
  • Faça bem as contas. Simplesmente tirar o capital hoje alocado em fundos de renda fixa pode não ser vantajoso, especialmente se você optou por fundos de curto prazo e onde as alíquotas de IR são maiores. Ao avaliar a possibilidade de migração, veja em que faixa de cobrança de IR você se enquadra e considere a possibilidade de esperar pelo prazo em que a taxa for menor;
  • Cuidado com as taxas de administração. Já está em curso um movimento de mudança nas regras de investimento de fundos. Bancos e instituições financeiras começaram diminuindo o valor de aporte inicial de produtos cujas taxas de administração já eram mais baixas. Se você está em um produto que cobra mais do que 2% ao ano, a poupança pode ser bem mais interessante – ainda que você tenha que recolher IR para sair;
  • Considere outras alternativas de investimento. Investir em títulos públicos, conhecidos agora como Tesouro Direto, é também uma decisão inteligente. Como as taxas e encargos são bem mais baixos que os encontrados nos fundos, hoje a rentabilidade final – atrelada à Selic ou à indicadores de inflação – tende a ser superior que a encontrada na caderneta de poupança.

Diante de tudo isso, lembre-se da possibilidade de mudança em todo este cenário. Apesar de não estar sendo cogitada, pode haver mudança na cobrança de IR de fundos de renda fixa; pode ser que as mudanças na poupança sejam mesmo levadas ao Congresso; pode ser que os bancos diminuam suas taxas de administração de forma mais agressiva. Por isso frisamos tanto que não adianta apenas conhecer o produto. É preciso se interessar também pelos rumos da economia[bb], pelo cenário atual e pelas possibilidades para o futuro. Em outras palavras, quero dizer que o plano de investimentos deve ser periodicamente revisto. Até a próxima!

——
Conrado Navarro
, educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor do livro “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec),  Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.

Crédito da foto para stock.xchng.

Conrado Navarro

Mais informações

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: @Navarro.

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  • Enviar por E-mail
  • Link Curto: http://bit.ly/vZMIpJ
  • http://www.guiacorretoras.webs.com/ Eduardo Cunha

    Oi Conrado, muito esclarecedor o artigo, como sempre.

    Apenas uma dúvida: eu sonhei, ou realmente noticiou-se um projeto ou algo do gênero, dias atrás, que em vez de taxar a poupança acima de R$ 50.000,00 com I.R., iria-se baixar o I.R. dos fundos (algo muito mais inteligente, claro, mas que vai justamente contra a sanha arrecadatória do nosso querido governo, por isto a dúvida do “sonho”).

  • Aécio Santos

    Amigos, em ano pré-campanha todo investimento deve ser bem ponderado, acredito que para valores até R$ 50.000,00 a Caderneta de Poupança é um ótimo negócio. Conrado parabéns pelo blog.

  • sidney

    Ola Conrado…gostaria de uma opiniao sua …vendi meu apto por 100.000 e gostaria de aplicar este dinheiro…atualmente estou desempregado e com um custo fixo atual de 800,00/mes….preciso de rentabilidade rapida, o que devo fazer?

  • João Carlos Rohde Dos Santos

    Não tenho dinheiro mas vou começãr á poupar na poupança. Obrigado Conrado pelo incentivo.
    parabens pelas informações comtidas aqui.

    Ass, JcROHDE.

  • ADAILTON RIBEIRO DOS SANTOS

    OLA CONRADO… TENHO 50,000 PARA INVESTIR A LONGO PRAZO ONDE INVESTIR ESSE DINHEIRO?

  • http://luciomichelibrito@yahoo.com.br Lúcio Micheli Brito

    Sou um pequeno investidor da Poupança!!!
    Mais sei que hoje continua sendo o melhor dos investimentos do mercado.
    Podem investir pelo menos perder vcs não iram.
    Dr.Lúcio Micheli Brito.

  • http://ajsiudimg.blogspot.com/ Daher Hayssam

    Boa tarde Conrado

    Parabéns pelo artigo, porém o % do desconto na poupança não consta no texto do artigo, ainda não foi definido?

    Obrigado desde já.
    Daher Hayssam, Uberlandia – MG, 14/08/09

  • Rogerio

    Já utilizo a cadeneta de poupança, e fiquei muito interessado no assunto.
    Muito obrigado.
    Rogerio

  • Isabel

    Olá Conrado, boa tarde.
    Gostei muito desse artigo, e já tenho uma. rs..
    Quero saber sobre os investimentos em ações, de como funcionam e qual a segurança de não perder total ou parte do valor aplicado. Vc. poderia me informar?
    Obrigado.

  • CLAUDIO LIMA

    A todos leitores abaixo, que deixaram o seu recado afirmando que têm como objetivo investir na poupança, parabenizo-os por isso. Sem dúvida, ao investir na poupança a pessoa terá uma tranquilidade a médio e longo prazo (por menor que sejam os valores).

  • Silvana Teixeira

    Olá Conrado. Tenho o sonho de comprar a casa própria e a poupança tem sido peça fundamental para essa realização. Busco outras aplicações, mas como sou leiga no assunto, procuro ser mais conservadora. Parabens pelo seu trabalho.

  • Laudeci Vitoria

    Olá Conrado, Boa Tarde:
    Excelente o seu Artigo Caderneta de Poupança. Admirável a forma clara e precisa como escreve para nós leitores.
    Obrigada, Laudeci

  • http://www.sanesul.ms.gov.br Luiz Carlos A. Azambuja

    Lendo o comentário do Dr. Conrado Navarro – muito interessante e realista! Concordo com tudo que foi exemplificado e tb sou da opinião que pequenos poupadores (até 100 mil reais) devem ficar mesmo é na “Poupança” – um investimento certo – sem riscos – com garantias do Banco Central do Brasil – e portanto o melhor investimento que nós – “pequenos” devem investir – com a mais absoluta certeza!
    Luiz.Carlos.A.Azambuja.
    RG-7254-OAB-MS-BRASIL.
    Dourados(MS)-14 de Agosto de 2009.

  • Paula

    E pra quem tem pouco dinheiro em media de 18.000,00 qual seria o melhor investimento CDB ou POUPANÇA? Obrigada…..

  • Rogério Neves

    Conrado parabéns por ter idéias tão pertinentes. Gostaria de saber se conhece o mercado internacional de fundos, investimentos offshore, ou tem acesso a informações dos fundos private do Brasil ou exterior? Considerando ambientes com suspensão de tributação e acesso a taxas totais (administração, resgate, carregamento, perfomance, etc) de menos de 0,8% e possibilidade de pequenos investidores entrarem em conglomerados de investimento acessando os melhores fundos do mundo a poupança torna-se desinteressante. No entanto, seu comentário que prioriza o foco nos objetivos pessoais, na observação de taxas, na proteção com investimentos conservadores é essencial. Acredito ainda que colocando no papel, em outubro mesmo com o crescimento dos fundos e da poupança, muitos investidores migrarão para poupança com essa taxa selic “baixa” e será inevitável, apesar do ano de eleição que aproxima, a tarifação acima do valor de R$50000.

  • http://www.beto.com.br Roberto Pedreira de Freitas Ceribelli

    Poupança na minha opinião nunca foi investimento … mas um depósito seguro, apesar de não crescer, o dinheiro que é/era posto, …lá permanecia. Quando cheguei a minha idade adulta, fiquei muito decepcionado(a), pois tinha depósitos de uma infância inteira, adolescência e ganhos extras, … quando fui sacar era tão infimo(a) a quantia, que pensei sinceramente em deixar ao banco meu saldo, pois talves este(s) estivesse precisando mais do que Eu! Agente Beto PPMEC Brasil/EmpresárioMoto-Taxi.

  • Pingback: bresil implantation » Caderneta de poupança: investir ou não? Por que? | Dinheirama …

  • Gustavo

    Se a rentabilidade do Tesouro Direto eh maior do que a Poupanca, por que nao comprar titulos do tesouro entao?
    Alem disso, com a atual solidez dos grandes bancos brasileiros (saude essa evidenciada ainda mais durante a crise), o CDB continua sendo uma possibilidade muito mais vantajosa do que a Poupanca, alem de ser garantido em ate R$60,000.00 pelo FGC (Fundo Garantidor de Credito)

    Sera que Poupanca eh realmente o melhor caminho?

    desculpem pelo teclado sem acento rs

  • Rodrigo

    Roberto, você tem razão, poupança no LONGO PRAZO não é INVESTIMENTO( considero investimento uma aplicação que MULTIPLICA,num prazo não muito longo, o PODER DE COMPRA DO DINHEIRO QUE INVESTIMOS).Se a poupança rendesse sempre 7% a.a. e a inflação fosse sempre 5% a.a., um investimento em poupança demoraria
    35 anos pra conseguir duplicar o PODER DE COMPRA do dinheiro que investimos hoje.JÁ UMA PESSOA QUE CONSEGUE SEMPRE UMA RENTABILIDADE DE 15% A.A., EM AÇÕES , POR EXEMPLO, COM UMA INFLAÇÃO DOS MESMOS
    5% A.A.,PRECISARIA ESPERAR APENAS 7 ANOS E MEIO PRA CONSEGUIR DUPLICAR O PODER DE COMPRA DE SEU INVESTIMENTO INICIAL.

  • Rodrigo

    QUANDO VOCÊS UTILIZAREM SIMULADORES DE INVESTIMENTOS PRA SABER QUANTO DINHEIRO SUA APLICAÇÃO RENDERÁ DAQUI A 30 ANOS, NA PARTE RENTABILIDADE, LEMBREM-SE DE SUBTRAIR A INFLAÇÃO ANUAL, POIS, ASSIM, VOCÊS SABERÃO QUAL O PODER DE COMPRA DE SEU DINHEIRO ,COMPARADO COM O ANO DO INÍCIO DE SEU INVESTIMENTO. NO MEU COMENTÁRIO ACIMA, NA RENTABILIDADE DA POUPANÇA EU COLOQUEI 2% A.A.,QUE É O GANHO REAL, DESCONTADO A INFLAÇÃO. JÁ NA RENTABILIDADE DE AÇÕES, EU COLOQUEI 10% A.A.,QUE É SEU GANHO REAL (PODER DE COMPRA).

  • http://www.maiscommenos.net Elaine Costa

    Oi, Conrado!

    Minha família nunca foi muito dada a investimentos. Por isso, a poupança sempre foi a opção, mas agora com essa possibilidade de tributação dos rendimentos da poupança acima de R$ 50 mil, acho q talvez será necessário avaliar outras opções. Mas mamãe já está inconsolável por ter que mudar de aplicação.

  • Lucas

    NO sétimo parágrafo você diz que a rentabilidade da poupança pode ser revista. No seu feeling, essa revisão pode vir a favorecer ao investidor ou não?

  • Mário Cerqueira

    Bom dia, Navarro.

    Parabéns pelo blog que já é o maior sucesso.

    Minhas dúvidas já estão descritas na maioria dos posts acima e por isso fico aguardando sua resposta, se possível.

    Obrigado.

  • http://www.twitter.com/feel_miranda Fellipe

    Aqui em casa, com o dinheiro da herança que meu pai deixou e o dinheiro dos seguros de vida, fizemos uns investimentos. O primeiro foi o CDB, que pelo foi falado pelo gerente, em 60 meses o valor investido é dobrado mesmo com o desconto (pequeno) do IR. O segundo foi a poupança, que foi investido um valor menor, e nós usamos o dinheiro do lucro para completar a renda mensal da casa. E o terceiro foi o factoring, onde investimos uma quantia de 50 mil em duas empresas de pequeno porte, e hoje isso nos rende 3,5 a 3,85% de juros fixos todo mês. Parte desse juros usamos pra complementar a renda mensal da casa, e a outra parte continua na empresa, podendo ser retirada em até um ano pelo contrato. Caso queiramos refazer o factoring, renovamos o contrato.

    Pra mim o factoring é um bom investimento, mas agora não sei se há dedução de IR nesses juros ou se caso passado o período do contrato, a empresa pode resgatar o valor para si.

    Abraços.

  • http://luciomichelibrito@yahoo.com.br Lúcio Micheli Brito

    Boa tarde amigos!!!
    É um ótimo investimento.
    Dr.Lúcio Micheli Brito.

  • Luiz Ambrosio Filho

    Navarro
    Peço orientação, pois gostaria de um tipo de aplicação , para complementar minha aposentadoria daqui há 05 ou 06 anos.Tenho algum dinheiro na FGTS Vale Petrobrás ,Fundos DI e tenho pensando na compra de NTNB ou NTNB PRINCIPAL(para vencimento em 2014 ou 2015) , diretamente no tesouro Direto.Gostaria de seu parecer, em qual dos dois títulos seriam ideais para meu objetivo ou se posso substituir estes títulos pela poupança .Muito obrigado pela oportunidade.
    abraços

  • Roberto Pedreira de Freitas Ceribelli

    Rodrigo
    comentou em 15.08.2009 às 11:15

    “Obrigado(a) por direcionar sua escrita em direção a minha/meu texto, discursiva.”

  • Marcelo Santos

    Olá amigo sou um pequeno investidor da caderneta de poupança e tenho uma duvida: essa tributação de IR pra quem tem acima de R$ 50 MIL, é sobre o saldo total; ou sobre só o que ultrapassar os R$ 50 MIL, exemplo: tenho R$ 55MIL o IR é sobre tudo ou sobre R$ 5MIL, abraço.

  • Pingback: Dinheirama Ao Vivo #4: Uma conversa sobre investimentos - Poupança, Tesouro Direto, Fundos, Ações e ETFs | Internet | Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos

  • rute

    gostaria de saber , a quantia em reais que devo depositar para ter um lucro de 500,00 ao mes isso é na poupança.

    muito obrigado!

  • Luis

    A todos aqueles que poupam na poupança uma dica. Conheça o Tesouro Direto.

  • Izaura

    Olá Conrado! Em agosto de 2011 investi 10.000,00 da venda de meu carro no CDB DI do BB, com CDI de 82,5%. Consultando alguns amigos me disseram que não seria um bom negócio, uma vez que utilizarei o investimento em um prazo de 2 anos, e me sugeriram aplicar no tesouro direto. Sou completamente leiga no assunto, o resultando é que estou totalmente em dúvida qto ao melhor a fazer. Teria alguma sugestão?
    Grata,
    Izaura

  • http://dinheirama.com/blog/sobre Conrado Navarro

    Olá Eduardo, obrigado pela participação e comentário. Você não sonhou não, e o projeto de reduzir o IR dos fundos também não é uma sugestão nova – ele surgiu na mesma época do projeto de tributar a caderneta. Há certo “lobby” para que este seja o caminho adotado, já que a mudança pesaria apenas do lado federal, não incentivando instituições financeiras a mexer nas taxas de administração. No entanto, obviamente que a medida não agrada ao governo e parece estar descartada por enquanto. A idéia inicial era levar para o Congresso a mudança na poupança e algo que desonerasse a indústria de fundos, mas parece que ambas as coisas estão paradas. No final, se algo tiver que ser feito, a escolha será pela mudança que menor desgastar politicamente o governo. Logo, a questão das menores alíquotas para os fundos pode ressugir com força. Vejamos o que acontece.

    Grande abraço.

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