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Ações: A busca da informação que vale lucro

16comentários

Ações: A busca da informação que vale lucroAno de 1987. Lançamento do filme “Wall Street – Poder e Cobiça”. A típica conversa entre Gordon Gekko (interpretado por Michael Douglas), bilionário que utiliza de recursos sujos para fazer sua fortuna crescer, e Bud Fox (interpretado por Charlie Sheen), um jovem corretor que entra no ramo das ações apadrinhado por Gekko, era assim:

Gekko: O produto mais valioso que conheço é a informação, você não concorda?
Bud: É…
Gekko: Quem não está informado perde dinheiro garoto. Eu não jogo no escuro. Só jogo para ganhar. Leia a Arte da Guerra, a batalha vencida antes da luta começar… Pense nisso! Não é tão bom quanto pensei garoto e eu não preciso de mais um corretor Bud…
Bud: Eu não sou apenas mais um corretor Sr. Gekko. Se o Sr. me der mais uma chance eu posso provar. Só mais uma chance, por favor!!
Gekko: Você quer uma nova chance?! Então pare de me passar informações! Vá atrás delas!

Este resumido diálogo mostra, além do jogo profissional e muitas vezes nada dentro da lei, um ponto primordial para quem investe em ações: a informação – claro que estou falando da informação obtida de maneira legal, dentro da lei, e não através do jogo sujo tão presente nas atitudes de Mr. Gekko. Neste momento de crise, informação e “sangue-frio” para agüentar a alta volatilidade do mercado[bb] podem trazer uma combinação bastante interessante: alto retorno em curto prazo.

Vamos fazer uma rápida análise da estratégia adotada por alguns investidores em um dos papéis campeões de retorno no Ibovespa nos últimos meses: Nova Tenda Construtora S.A, especializada no mercado imobiliário brasileiro de baixa renda.

Em agosto de 2008, a construtora Tenda (Bovespa: TEND3) enfrentava sérios problemas de fluxo de caixa – primeiros sinais da crise financeira que estava por vir. A empresa possuía um bom banco de terrenos, financiados através do lançamento de ações na Bovespa no auge do “boom” de IPOs (2006/2007). Naquela época, a maioria das construtoras que lançaram ações na Bovespa queria garantir lançamentos imobiliários em localizações estratégicas no até então promissor mercado imobiliário brasileiro.

Veio a crise financeira e “a festa acabou”, deixando a Tenda sem dinheiro em caixa para tocar seus projetos. A falência batia à porta. As ações que em junho de 2008 estavam sendo negociadas a R$ 12,00 (com preço alvo pelos analistas variando entre R$ 15,00 e R$ 21,00 para dezembro de 2008) sofreram uma queda vertiginosa, caindo para R$ 3,75 no final de agosto. Até este momento, nada de novo. Aconteceu exatamente o que todos esperavam.

Porém, entre o final de agosto e começo de setembro algo novo começou a acontecer. A Gafisa (Bovespa: GFSA3, NYSE: GFA), considerada uma das maiores construtoras do país, com um forte balanço financeiro e a única construtora brasileira a ter papéis negociados na bolsa de Nova York (onde o controle sobre os balanços também é bastante rigoroso), decide comprar de maneira rápida a Tenda (irritando alguns acionistas majoritários), através da incorporação da construtora Fit Residencial, braço da Gafisa no segmento em baixa renda, pela Tenda.

O preço acertado por ação foi de R$ 5,50 (uma média entre os dias 18 e 28 de agosto). Este valor embutiu um prêmio de 48,1% sobre o valor de R$ 3,75 do papel em 29 de agosto. A Gafisa deteve 60% da Tenda, sendo o valor da Fit definido em R$ 1,335 bilhões e o valor da Tenda em R$ 890 milhões, criando uma empresa no valor de R$ 2,225 bilhões.

Conforme acordado na data da incorporação, a Fit deveria ter um capital social de R$ 420 milhões e um caixa líquido de R$ 300 milhões. A estratégia da Gafisa era a de fortalecer sua presença no mercado imobiliário de baixa renda. Aconteceu o que todos esperavam. As ações da Tenda sofreram uma forte alta no dia seguinte ao anúncio da incorporação, saindo de R$ 3,75 para R$ 4,60, uma alta de 22,67%.

Afinal de contas, o novo controlador iria garantir o funcionamento da empresa. Tudo bem que a projeção anterior não seria mais atingida, mas a Tenda não iria mais quebrar. Até este ponto, investidores[bb] e pessoas normais (você e eu) não teriam condições de acertar o ponto de entrada neste papel, pois o máximo que poderíamos saber era que a Tenda estava sendo negociada.

E, como você sabe, de “sendo negociada” a “negócio fechado” existe um longo caminho a percorrer. Quem entrou antes estava apenas apostando no sucesso da venda ou utilizando de métodos sujos (como os do Sr. Gekko) para se beneficiar. Porém, a partir da divulgação da incorporação, algo de “estranho” começou a acontecer com o ativo TEND3.

A crise financeira piorou, as vendas pioraram, o crédito secou mais ainda e o mercado não gostou da maneira rápida de como a incorporação da Fit Residencial pela Tenda Construtora foi realizada. Os papéis saíram de um patamar de R$ 4,60 para R$ 2,58 em 3 dias (começo de setembro). Em outubro, a ação atingiu um valor mínimo de R$ 0,74. O mais interessante é que até este momento a Gafisa iria garantir um fluxo de caixa mínimo para a Tenda.

Alguns analistas diziam que esta queda era inexplicável, pois apesar da Tenda não possuir aquela projeção de crescimento anterior, a empresa possuía um novo controlador e ela poderia dar bons lucros quando a crise passasse. De acordo com as palavras de especialistas, o pequeno investidor (você e eu) deveria esperar a crise dar sinais de melhora, aguardar o início de uma recuperação e só então comprar tais ativos. Pois eu discordo desta abordagem e explico por quê:

Pontos negativos

  • Projeção de crescimento no curto prazo bastante reduzida;
  • Auge da crise financeira (ninguém arriscava a dizer o que estava por vir);
  • O prazo de investimento poderia se tornar bastante longo. Alguns analistas diziam que o mercado somente voltaria ao normal num prazo de 3 a 4 anos.

Pontos positivos

  • A sombra da falência foi afastada. A nova controladora não criou um conglomerado de R$ 2,225 bilhões para deixar a empresa quebrar rapidamente;
  • As ações estavam na sua mínima histórica;
  • A Gafisa é considerada uma construtora a ser espelhada pelas outras;
  • Se a Gafisa, que é uma empresa séria e que entende do ramo, pagou R$ 5,50 por ação, no mínimo ela deve “valer” mais do que isso;
  • Em janeiro de 2009 o governo federal inicia conversas sobre o pacote habitacional voltado para a baixa renda (foco principal da Tenda);
  • Preço alvo da pior projeção antes da crise era de R$ 15,00 e a ação se encontrava a R$ 0,74 – lembre-se que o problema de fluxo de caixa estava garantido;
  • Após a realização, em março de 2009, do “Tenda Day” em Nova York, a Equity International, através do Fund IV (com patrimônio de US$ 1,5 bilhão), adquiriu uma participação de 4,86% na Tenda, adquirindo 19.465.600 ações, um investimento de aproximadamente R$ 28 milhões. Uma boa indicação de que alguns “players” estavam voltando a acreditar na empresa. No dia da captação, a ação estava sendo negociado entre R$ 1,40 e R$ 1,50. Este fundo de investimento adquiriu participação em 18 companhias, incluindo as principais incorporadoras imobiliárias do México (Homex, NYSE: HXM; BMV: HOMEX) e Brasil (Gafisa, NYSE: GFA; Bovespa: GFSA3), além de grandes incorporadoras na China e Egito.

Histórias vencedoras
Analisando toda a história que relatei (disponível à época através de relatórios, reportagens e etc.), vamos supor um pequeno investidor colocou R$ 5.000,00 a um preço médio de R$ 1,00 em TEND3 (no auge da crise). Com 5 mil ações, ele teve “sangue-frio” e “estômago” para suportar o noticiário ruim e segurou o papel até o final de julho. Fechamento da TEND3 em Julho de 2009 (8 meses depois da mínima): R$ 4,55. Resultado: R$ 22.750,00.

Agora vamos para uma situação diferente. Imagine que o investidor[bb] quisesse trocar de carro. Mas, ao invés de “dar” seu carro de entrada, ele vendeu seu carro antigo por cerca de  R$ 30 mil e colocou esse dinheiro em ações da Tenda (30 mil ações a R$ 1,00). Para o carro novo, ele entrou em um financiamento sem entrada – o que na ponta do lápis não seria um bom negócio devido aos juros. Certo, mas esses R$ 30 mil se transformaram em R$ 136.500,00. Um ótimo negócio!

Como criar uma estratégia vencedora
Ah, mas o investidor tinha bola de cristal para saber dessa rápida subida? Não. Mas ele soube identificar essa oportunidade (lembre-se da história do papel) e traçou uma estratégia para atingir seus objetivos. Essa foi a diferença. Você deve estar se perguntando: como o pequeno aplicador pode identificar tal oportunidade e onde conseguiu reunir todas essas informações?

Simples. Além de ficar “de olho” no mercado, bastou ficar digitando Construtora Tenda e TEND3 no Google. Identificar uma oportunidade significa freqüentar fóruns, ouvir analistas prós e contras e tirar suas conclusões. Nós, “sardinhas” (como se diz no mundo financeiro) nesse oceano cheio de “tubarões”, temos que aproveitar as informações disponíveis. Antes de fazer uma aplicação, pesquise, estude a empresa, saiba o por quê da tendência de alta ou baixa e faça algumas perguntas:

  • Essa empresa se encaixa no meu perfil?
  • Vou precisar retirar o dinheiro[bb] da bolsa em um curto espaço de tempo?
  • Caso a aplicação dê errado, tenho como me manter/recuperar?
  • Esse ponto de entrada/saída está bom?

Enfim, leia jornais de direita/esquerda e sobre políticas de governo. Não é porque o analista de um grande banco disse para comprar ou vender que você deve seguir sua recomendação. Saiba filtrar as informações que o mercado passa, acompanhe/ouça através do Webcast disponível no site de relacionamento com investidores da empresa a divulgação dos balanços trimestrais – isso é muito legal! Trace uma meta e estabeleça uma estratégia para chegar até lá. Desta maneira, as chances de você conseguir o resultado desejado serão muito maiores. Repare que nem estamos falando de uma análise contábil mais profunda no balanço da empresa.

Muita gente diz que esta estratégia, utilizada por vários investidores, é arriscada. Para estes, faço questão de lembrar a definição da palavra risco dada no livro “Um desafio aos Deuses” de Peter L. Bernstein: a palavra “risco” deriva do italiano risicare, por sua vez derivado do baixo latim risicu, riscu, que significa “ousar”. Neste sentido, o risco é uma opção e não um destino. É das ações que ousamos tomar, que dependem de nosso grau de liberdade de opção, que a história do risco se constrói.

Bom, a próxima pergunta de quem adotou a estratégia de compra perto da mínina e manteve o papel em carteira deve ser: chegará a R$ 12,00 em 2 anos? Talvez R$ 21,00 em 4 anos? Ou irá desabar novamente? No mínimo, esses investidores estão subindo os “stops” junto com o preço. Com certeza novas oportunidades ainda estão por vir no mercado. Para identificar uma delas, aconselho você a filtrar as “coisas boas” que Mr. Gekko disse: “Você quer uma nova chance?! Então pare de me passar informações. Vá atrás delas!”.

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Luiz José, formado em Engenharia Hídrica, com MBA Executivo e mestrando em Engenharia da Energia pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). Investidor individual pelo sistema Homer Broker desde 2000.

Crédito da foto para stock.xchng.

Luiz José

Formado em Engenharia Hídrica, com MBA Executivo e mestrando em Engenharia da Energia pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). Investidor individual pelo sistema Homer Broker desde 2000.

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  • Andre Kakehasi

    Texto muito interessante. Informações, conhecimento e principalmente saber o que fazer com eles são mandatórios para se obter qualquer sucesso na vida.

  • Gutavo Santos

    Luiz, seu texto mostra que mesmo em época de baixa é possivel lucrar na bolsa, basta estudar e não se precipitar.

  • Thiago

    Belo texto. É bom ouvir e consultar os outros (jornais, livros, revistas, pessoas da área etc.), mas apenas para formarmos nossa opinião acerca das coisas. Isso nos ajuda bastante, mas jamais devemos fazer as coisas ‘cegamente’ só por que um especialista disse. As vezes é bom seguirmos nossa intuição, como nesse caso.

  • Flávio Eduardo de Oliveira

    Muito bom este artigo, principalmente para os sardinhas que buscam inoformações ricas de como entrar no mercado de ações.
    A dica é buscar as “Tendas” de outros mercados com futuro promissor.

  • Thiago Abreu

    Excelente artigo Luiz. Quem não se desesperou e teve a calma de estudar na baixa, certamente fez bons negócios. Referente à Tenda, segundo o Valor Econômico esta deverá vender mais do que sua controladora neste ano. Foi ou não um bom negócio?

    http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2009/05/15/ult1913u106752.jhtm

  • Augusto Machado

    Parabéns pelo excelente Artigo Luiz José!
    Com cereteza, no mundo do negócios, as boas informações podem gerar muito lucro…..

  • Conrado Fonseca

    Prezado Luiz,
    Muito interessante a sua colocação. Andei sondando os “especialistas” de minha corretora (coloco entre aspas pois, como o Luiz mencionou, especialista em ações apenas quem faz o jogo do mr. Gekko) e eles AINDA não indicam a TEND3. Hoje, o que você nos diz? Posso colocar minhas economias em TEND 3? Ou quem sabe meu carro? Ou ainda meu apartamento?

  • alpha

    caralho! que texto foda! deu ateh estiga de assistir wall street de novo… jah to com o dvd na mão!!

  • Felipe

    Ótimo artigo! Serve como exemplo para muitos leigos que acreditam que ações é a apenas como loteria, pura sorte…
    Acho que este artigo pode ser resumido na seguinte fórmula: busca constante de informações + análise criteriosa e lógica = bons resultados.

  • Luiz Jose

    Olá Conrado!

    Sim, os analistas de mercado no geral ainda não recomendam a TEND3 por considerarem o setor de construção civil muito sensível a crise que AINDA se encontra presente. Porém, considero as perspectivas do papel muito boas, pelos seguintes motivos:

    a) O setor de construção civil (principalmente imobiliário baixa renda) tem muito o que crescer no Brasil ainda. Déficit de 7 milhões de casas, objetivo de construir 1 milhão Segundo dados da Caixa, até o final de julho, a instituição recebeu 1.114 propostas de empreendimentos, o que representa 215.855 unidades e R$ 13,5 bilhões em investimento. Dessas, 177 propostas foram contratadas, o que corresponde a 26.211 unidades e R$ 1,66 bilhão em investimento (Fonte: Folha 22/08/09). Ou seja, o potencial de crescimento é grande.
    b) Antes da crise o Brasil recebeu o “Investment Grade” das agencias Standard & Poor’s e Fitch. A Moody’s deve ratificar esta classificação neste mês de setembro. Os benefícios desta classificação pelas agências ainda não foi sentido pelo Brasil devido a crise que secou o credito para novos investimentos. Mas quando ela passar, com certeza teremos uma forte entrada de investimentos de longo prazo beneficiando a economia brasileira e por consequencia, a construcao civil imobiliário através do aumento de renda que será sentido pela classe baixa renda.

    c)A direção da Nova Tenda é uma diretoria competente e experiente.

    Mas temos alguns pontos contra:

    a)Ano que vem é ano de eleição. Se o candidato(a) do governo ganhar, o programa “Minha Casa, Minha Vida” será mantido e acelerado. Agora, caso algum candidato(a) da oposição ganhe, PODE SER que ele(a) congele o programa, afetando diretamente o público alvo da Tenda.
    b)O respeitado economista americano Nouriel Roubini (dentre outras coisas, por ter sido o primeiro a prenunciar a crise do crédito), publicou recentemente que as chances de uma crise no formato W aumentaram. (podemos estar neste momento no meio do W). Além disso, outro economista, o Prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz afirmou recentemente que o mundo estará recuperado da crise somente em quatro anos e que a ligeira melhora do quadro mundial é apenas uma ilusão.

    Em relação a colocar as economias, o carro ou até o apartamento, primeiro faça as observações:

    1)Se vc é novato no mercado, com certeza não coloque muito dinheiro, vá com calma e devagar. Agora se vc já tem uma certa experiência vc pode ir aumentando a quantidade conforme vc se sentir mais confortável para operar. Lembre-se: tirando alguns casos que são “pontos fora da curva”, ganhar dinheiro na bolsa exige paciência e experiência.
    2)No curto prazo, vc vai precisar deste dinheiro? Se sim, não coloque seu dinheiro.
    3)Se vc tem “estomago” para agüentar volatilidade, tudo bem operar com Small Cap. Do contrário, opere com alguma Blue Chip. Além disso, se vc tiver como se segurar caso o pior aconteça (por exemplo: a construtora faliu) é outro ponto positivo.
    4)Existem outros papéis de construtoras. Faça uma pesquisa e analise o comportamento de alguns deles durante a crise. Compare o comportamento desses papéis com TEND3.
    5) Caso vc entre no papel, sempre opere um STOP.

    Agora é com vc campeão!
    Boa sorte na sua decisão!

  • http://entendaocapital.blogspot.com O.W.

    Vale a pena lembrar que a Ecodiesel (ECOD3) está andando bem por este caminho. Chegou a 0,50 no ápice da crise e hoje após 2 aumentos de capital e uma intensa reestruturação da empresa já se encontra aos 0,85 e com grandes espectativas pela frente. Não quero pilhar ninguém a agir sem pensar, mas pode ser a nova Tenda do momento e num bom ponto de entrada.

  • GRZ

    Luis, gostei muito do artigo. Parabéns!!

  • Luciano Ricciardi

    Olá Luiz.
    Texto interessante.
    O negócio é acompanhar de perto mesmo.
    Parabens

  • Jorge Augusto

    Excelente ….. como sempre…..

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  • Luiz José da Silva

    Fatos novos surgirão . Vale a pena pagar para ver. Texto excelente.Não podemos dar moleza . Precisamos conhecer melhor o funcionamento , regulamento da bolsa . Afinal isto também é uma informação critica.
    Parabéns

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Quem já falou do Dinheirama?

Conheci o Dinheirama justamente numa fase "transitória" de minha vida... num momento onde estou em processo de total metamorfose e mudança de frequência mental. O Dinheirama está sendo pra mim uma carta de frequências, ajudando a sintonizar minha mente onde ela nunca esteve, no oceano de conhecimento da Educação Financeira, mar que nunca tive oportunidade de navegar no sistema educacional tradicional. Só devo agradecer!

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