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	<title>Comentários sobre: Com que roupa eu vou?</title>
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		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/11/19/com-que-roupa-eu-vou/#comment-10338</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 12:29:02 +0000</pubDate>
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		<description>Assunto delicado, já trabalhei em muitas empresar na qual aquela pessoa que era a mais bem vestida era a que menos trabalhava, mas sabia &quot;vender seu peixe&quot; pois estava sempre bem vestido, e os gerentes e diretores preferiam ter uma pessoal com uma apresentação imprecável do que uma pessoa que faz um trabalho impecável, o que sempre acabou gerando stress dentro da empresa.
Um coordenador uma vez disse que prefere levar para uma reunião com o cliente uma pessoa que está bem arrumada do que aquela que realmente entende no negócio mas está um pouco desarrumada.Bom não é a toa que a empresa sempre vivia a trancos e barrancos.
Mas concordo que uma pessoa não pode ir trabalhar de bermuda e chinelo.
Mas isso vai de cultura, estou na Austrália, um pais muito quente, as austalianas se vestem muito bem para o trabalho, sinceramente na minha opnião melhor que as brasileiras, sempre usam saia, e não há nenhum problema com isso, não é a toa que é um pais de primeiro mundo, com idéia e pensamentos completamentes diferentes dos brasileiros.
O problema é a cabeça do brasileiro, que é atrasada e que se alimenta de informações passadas por novelas.
Mas o caso da garota da universidade foi demais, e foi um exagero por parte dela, e por parte dos alunos, quem vai colocar pessas assim para administrar uma empresa? mas fazer o que? universidade no Brasil agora é que nem padaria, toda esquina tem uma é nisso que dá.
ötimo texto Bernadette,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assunto delicado, já trabalhei em muitas empresar na qual aquela pessoa que era a mais bem vestida era a que menos trabalhava, mas sabia &#8220;vender seu peixe&#8221; pois estava sempre bem vestido, e os gerentes e diretores preferiam ter uma pessoal com uma apresentação imprecável do que uma pessoa que faz um trabalho impecável, o que sempre acabou gerando stress dentro da empresa.<br />
Um coordenador uma vez disse que prefere levar para uma reunião com o cliente uma pessoa que está bem arrumada do que aquela que realmente entende no negócio mas está um pouco desarrumada.Bom não é a toa que a empresa sempre vivia a trancos e barrancos.<br />
Mas concordo que uma pessoa não pode ir trabalhar de bermuda e chinelo.<br />
Mas isso vai de cultura, estou na Austrália, um pais muito quente, as austalianas se vestem muito bem para o trabalho, sinceramente na minha opnião melhor que as brasileiras, sempre usam saia, e não há nenhum problema com isso, não é a toa que é um pais de primeiro mundo, com idéia e pensamentos completamentes diferentes dos brasileiros.<br />
O problema é a cabeça do brasileiro, que é atrasada e que se alimenta de informações passadas por novelas.<br />
Mas o caso da garota da universidade foi demais, e foi um exagero por parte dela, e por parte dos alunos, quem vai colocar pessas assim para administrar uma empresa? mas fazer o que? universidade no Brasil agora é que nem padaria, toda esquina tem uma é nisso que dá.<br />
ötimo texto Bernadette,</p>
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		<title>Por: Valdemar Engroff</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/11/19/com-que-roupa-eu-vou/#comment-10337</link>
		<dc:creator>Valdemar Engroff</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:10:56 +0000</pubDate>
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		<description>Na escola (particular) onde minha filha estuda, o UNIFORME é obrigatório. Não tem saia e sim abrigo que vai até os pés, tanto no inverno como no forte do verão. Segundo os dirigentes do educandário, a escola não é lugar para desfile de modas. E eu concordo com os dirigentes. Além do abrigo, é exigido camiseta branca com logotipo da escola, e quando esfria, casaco da cor da calça do abrigo, também com logotipo da escola.

Por outro lado, milito no maior movimento cultural organizado do mundo: o movimento tradicionalista gaúcho. Se formos num fandango (baile gaúcho) em algum CTG (Centro de Tradições Gaúchas), existem regras a cumprir sendo barrados na entrada quem estiver de: tênis, mini-saia, mini-blusa, decote exagerado, calça fusô, arma e chapéu. Seremos muito benvindos se estivermos devidamente PILCHADOS (homens: bombacha, bota, guaiaca, camisa de manga comprida e lenço do pescoço; mulheres: vestido de prenda, que é do pescoço até os pés). Há CTGs que cobram ingressos diferenciados, onde as pessoas pilchadas pagam menos que as que usarem roupa social. E no Rio Grande do Sul, a PILCHA é traje oficial em qualquer evento oficial que exige TRAJE DE GALA, devidamente amparado por lei estadual (Lei nº 8.813, de 10 de janeiro de 1989 - http://www.mtg.org.br/documentos/leis_decretos/LEI%20DA%20PILCHA.doc). 

E é público e notório aqui no Rio Grande do Sul, que muitos trabalhadores e empresários, trabalham pilchados. Na legislatura passada, um deputado estadual gaúcho dizia com todas as letras que não vestia calça. Exercia a sua função de deputado devidamente pilchado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na escola (particular) onde minha filha estuda, o UNIFORME é obrigatório. Não tem saia e sim abrigo que vai até os pés, tanto no inverno como no forte do verão. Segundo os dirigentes do educandário, a escola não é lugar para desfile de modas. E eu concordo com os dirigentes. Além do abrigo, é exigido camiseta branca com logotipo da escola, e quando esfria, casaco da cor da calça do abrigo, também com logotipo da escola.</p>
<p>Por outro lado, milito no maior movimento cultural organizado do mundo: o movimento tradicionalista gaúcho. Se formos num fandango (baile gaúcho) em algum CTG (Centro de Tradições Gaúchas), existem regras a cumprir sendo barrados na entrada quem estiver de: tênis, mini-saia, mini-blusa, decote exagerado, calça fusô, arma e chapéu. Seremos muito benvindos se estivermos devidamente PILCHADOS (homens: bombacha, bota, guaiaca, camisa de manga comprida e lenço do pescoço; mulheres: vestido de prenda, que é do pescoço até os pés). Há CTGs que cobram ingressos diferenciados, onde as pessoas pilchadas pagam menos que as que usarem roupa social. E no Rio Grande do Sul, a PILCHA é traje oficial em qualquer evento oficial que exige TRAJE DE GALA, devidamente amparado por lei estadual (Lei nº 8.813, de 10 de janeiro de 1989 &#8211; <a href="http://www.mtg.org.br/documentos/leis_decretos/LEI%20DA%20PILCHA.doc" rel="nofollow">http://www.mtg.org.br/documentos/leis_decretos/LEI%20DA%20PILCHA.doc</a>). </p>
<p>E é público e notório aqui no Rio Grande do Sul, que muitos trabalhadores e empresários, trabalham pilchados. Na legislatura passada, um deputado estadual gaúcho dizia com todas as letras que não vestia calça. Exercia a sua função de deputado devidamente pilchado.</p>
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		<title>Por: Carmen.</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/11/19/com-que-roupa-eu-vou/#comment-10336</link>
		<dc:creator>Carmen.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:50:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=3394#comment-10336</guid>
		<description>Bernadette,

Suas observações são muito pertinentes.

Sem qualquer preconceito, eu pergunto: quem é que, ao se deparar com um enfermeiro parecendo o segurança do hospital tem coragem de entregar seu braço para uma injeção na veia? Quem, ao ser atendido por um advogado vestido como um motoqueiro ou coisa parecida, vai querer contratá-lo para tratar de qualquer assunto relevante?  Estou certa de que, nem mesmo o cérebro mais avançado consegue passar a segurança para a confiança se estabelecer.

Essas situações, que são terrivelmente prejudiciais para o brilho profissional no futuro, poderiam ser perfeitamente evitadas se os supervisores educadamente barrassem a entrada de quem não estivesse devidamente trajado.

Se isso tivesse ocorrido no caso da aluna a quem você se refere, com toda a certeza não teria havido tanto estardalhaço, culminando com a desmoralização da instituição de ensino.

O fato é que há muito tempo as escolas de todos os níveis estão relaxando a exigência com a correta forma de se vestir dos alunos e até dos professores, que muitas vezes também se apresentam com roupas completamente inadequadas para educadores e formadores de opinião. 

Mais uma vez, parabéns pelo brilho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bernadette,</p>
<p>Suas observações são muito pertinentes.</p>
<p>Sem qualquer preconceito, eu pergunto: quem é que, ao se deparar com um enfermeiro parecendo o segurança do hospital tem coragem de entregar seu braço para uma injeção na veia? Quem, ao ser atendido por um advogado vestido como um motoqueiro ou coisa parecida, vai querer contratá-lo para tratar de qualquer assunto relevante?  Estou certa de que, nem mesmo o cérebro mais avançado consegue passar a segurança para a confiança se estabelecer.</p>
<p>Essas situações, que são terrivelmente prejudiciais para o brilho profissional no futuro, poderiam ser perfeitamente evitadas se os supervisores educadamente barrassem a entrada de quem não estivesse devidamente trajado.</p>
<p>Se isso tivesse ocorrido no caso da aluna a quem você se refere, com toda a certeza não teria havido tanto estardalhaço, culminando com a desmoralização da instituição de ensino.</p>
<p>O fato é que há muito tempo as escolas de todos os níveis estão relaxando a exigência com a correta forma de se vestir dos alunos e até dos professores, que muitas vezes também se apresentam com roupas completamente inadequadas para educadores e formadores de opinião. </p>
<p>Mais uma vez, parabéns pelo brilho.</p>
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