Pular a navegação e ir direto para o conteúdo


Home > Empreendedorismo > Críticas e atitudes determinantes

Críticas e atitudes determinantes

1comentários

Críticas e atitudes determinantesÉ impressionante a capacidade que o ser humano tem de elaborar criticas, boas ou ruins, ou simplesmente de reclamar a respeito de tudo e de todos. A explicação para isso provavelmente deve se relacionar com o acúmulo de experiências que a pessoa tem em sua vida, as histórias pelas quais ela já passou (algumas dolorosas demais) e etc. Bom, alguma vez na sua vida você já deve ter ido a um banco pagar uma conta. Quero dizer, direto no caixa, sem ser no caixa automático. Provavelmente, você se deparou com uma fila imensa e nada agradável.

Não sei por qual motivo, tenho a mania de reparar no comportamento das pessoas e esse cenário que descrevo é todo cheio de pontos que chamam a minha atenção. Diversas pessoas estressadas, em pé, normalmente com calor, aguardando para serem atendidas e pensando no que fazer logo que saírem dali. Agora pense em outros lugares ou empresas que também tem pessoas incomodadas e desrespeitadas – clientes insatisfeitos.

Qual a grande conclusão que se tira desse cenário? Problemas, erros ou falhas existem em todas as companhias e em todos os tipos de serviços. Qual a boa notícia? O usuário ou cliente quase sempre sabe quais são todos eles e cotidianamente cobra a empresa por isso – quando não cobram, pelo menos sempre reclamam entre eles. O que a empresa faz com essas criticas é o que determina a evolução dos produtos e serviços e da relação com o consumidor[bb].

As pessoas se queixam todos os dias, várias vezes, falando sobre situações ou coisas que não as agradam. Geralmente, a grande maioria dos problemas não representa um problema isolado, isto é, de apenas uma pessoa ou de um cliente. O mais comum é que várias pessoas apresentem as mesmas queixas contra uma empresa.

Os problemas estão ai, espalhados por todo o mundo, difundidos em comunidades, comentados pelos seus amigos. E você, o que faz a respeito disso? Eu penso que existem três tipos de reações quando se presencia um problema:

  1. Você reage indiferentemente, deixando de enxergar como aquilo se relaciona e influencia sua vida. O problema existe, mas você acredita que os seus compromissos são mais importantes;
  2. Você se comporta como um expectador, vendo, ouvindo e comentando (positivamente ou não) sobre fatos que ocorrem no mundo todo, ou na sua comunidade, ou na sua empresa, ou na sua família e, quem sabe, com você;
  3. Você se comporta como um agente de mudança, criando um movimento, uma forma de contornar ou corrigir problemas. Você mostra que se importa e que tem sentimento. Reúne pessoas, ou não, em torno de uma causa, e briga por ela.

Comportamos-nos diferentemente em cada tipo de situação, o que é natural. Logo, você não precisa ser um agente de mudança a todo o momento e a cada novo problema que surgir a sua frente. Longe disso. Escolha aquele problema que mais lhe interessa, aquele que tem relação com o que você gosta de fazer e que é capaz de modificar. Aquele que realmente o incomoda.

O principal motivo de vivermos como expectadores é o fato de acharmos que não conseguiremos atingir determinado resultado[bb], que aquilo não é de nossa responsabilidade ou que aquilo acarretará em muito esforço e trabalho. Como sempre digo, afaste-se da preguiça, chute-a pra longe. Não se acostume a simplesmente aceitar todos os problemas, sejam eles sociais, corporativos etc.

Empreender é ir em busca de oportunidades, independentemente do que você dispõe para isso. Portanto, tente, por favor, enxergar oportunidades de mudança e de aprendizado em cada problema que resolver atuar. O mundo será melhor se você pensar assim.

Agora que você leu tudo isso, tente convencer alguém no lugar onde trabalha de que as reclamações dos seus clientes têm sentido e que vocês devem considerá-las – e fazer algo para atacá-las. São muitos os exemplos de empresas que mudam e que têm sucesso[bb] porque percebem as necessidades de seus clientes e se mexem para solucioná-las.

O melhor de tudo isso é que, para descobrir os problemas, você não precisará fazer uma pesquisa de opinião, nem incomodar os seus clientes. Aproveite o que está sendo fornecido gratuitamente a você (reclamações e sugestões) e valorize essa realidade. Chame-os para conversar, ou então, fique de ouvidos atentos quando eles conversam entre si. Ouça, veja, descubra do que eles não gostam e do que precisam. Eles irão agradecer. Você também!

Crédito da foto para stock.xchng.

Bruno Biscaia

Mais informações

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia

Leia todos os artigos de Bruno Biscaia

  • Enviar por E-mail
  • Link Curto: http://bit.ly/ztH7Di
  • E-book: Educação Financeira: um estilo de vida – PDF

    E-book: Educação Financeira: um estilo de vida - PDF

    R$ 9,90
    Comprar
  • Livro O Que as Mulheres Querem Saber Sobre Finanças Pessoais

    Livro O Que as Mulheres Querem Saber Sobre Finanças Pessoais

    R$ 19,90
    Comprar
  • Kit Livro “Vamos Falar de Dinheiro?” + DVD + Brinde – FRETE GRATIS

    Kit Livro "Vamos Falar de Dinheiro?" + DVD + Brinde - FRETE GRATIS

    R$ 34,90
    Comprar
Coleção A Revolta de Atlas Livro Saga Brasileira Livro Aprenda a Operar no Mercado de Ações Livro As Armadilhas do Consumo Livro Investimentos Inteligentes Livro Bilionários por Acaso

Quem já falou do Dinheirama?

A leitura do Dinheirama me faz acreditar que planejamento e educação financeira é a melhor forma de se garantir um futuro tranquilo, e proporcionar o ambiente para criação de um legado.

André K.

Parcerias Exclusivas

Ueba Yahoo Posts

Disclaimer

Toda e qualquer decisão tomada após a leitura deste blog é única e exclusiva responsabilidade do leitor