Há relação entre riqueza e qualidade de vida?Não adianta, quase sempre a brincadeira com alguém que trabalha com finanças passa pela pergunta “Você já ficou rico?” e termina com “Porque, veja, para ensinar as pessoas a ganhar dinheiro você tem que ter chegado lá”. O raciocínio é válido, tem fundamento, mas é simplista, para não dizer leviano e superficial.

Ensinar a ganhar dinheiro? Rico? Aproveite que o texto ainda está em seu começo e reflita: são apenas essas as métricas que motivam você a procurar informações, textos e material relacionado aos investimentos[bb] e às finanças pessoais? Então a única razão para lidar bem com seu cotidiano financeiro é ficar rico e ter muito dinheiro?

Sem dúvida, muitos dirão “SIM” de forma bastante efusiva. Normal. Mas eu prefiro sempre abordar o tema com mais cuidado, ainda que de forma provocativa:

  • Como fica a qualidade de vida e o bem estar quando só se pensa em enriquecer, comprar isso e aquilo e estar sempre na última moda?
  • Ter tudo e não ter tempo para usufruir de tanta coisa é qualidade de vida?
  • Impressionar através de bens materiais é viver o bem estar em sua melhor forma?

Como de costume, tenho muito mais perguntas que respostas. Experimente questionar certas atitudes automatizadas de seu dia a dia e garanto que vai se impressionar com o quão pouco você valoriza sua real capacidade de desfrutar de momentos felizes, simples e descomplicados. Felicidade nos pequenos detalhes, já viu? Temos o péssimo hábito de complicar o que é bom para temperar ainda mais a sensação de realização. Surreal.

Em geral, noto famílias vivendo momentos terríveis, mas sempre com a justificativa de que tudo é para garantir qualidade de vida no lar. Logo, começo a desconfiar que a definição de qualidade de vida[bb] está deturpada ou erroneamente interpretada por grande parte da população. Começo com você, caro leitor: o que você considera ser qualidade de vida?

Alguns exemplos
Imagine aquele profissional que trabalha demais, que está sempre correndo contra o tempo para dar conta de seus afazeres, que tem muitos compromissos e julga impossível ter tempo para praticar exercícios. Seu salário é alto, as recompensas financeiras são generosas e ele é tido como grande modelo de sucesso profissional. Você certamente conhece alguém assim.

Agora pense no profissional que trabalha em uma cidade menor, mais tranquila, onde naturalmente seus horários são mais flexíveis, seus benefícios extra-salário são relacionados também ao tempo livre e de forma que ele consiga praticar seus hobbies, passar mais tempo com a familia e cultivar suas manias.

Quem tem mais qualidade de vida? A resposta está na ponta da língua, não é mesmo? Ora, então qualidade de vida significa ter vida fora do trabalho, cultivar momentos fora da empresa, respirar o ar dos amigos e da família e fazer deles razão para dias menos estressantes e de pouco ou nenhum trabalho até altas horas da noite. Se quiser conhecer melhor minha opinião neste sentido, recomendo a leitura do artigo “É possível conciliar tempo, dinheiro e família?”.

Certo, qualidade de vida é um conceito relativamente simples, óbvio. Agora vamos levar em conta a remuneração direta de cada um dos profissionais citados. O que trabalha muito está em uma empresa com proposta agressiva e tem bônus polpudos relacionados às suas metas de vendas e contratos fechados. O que trabalha menos e vive no interior recebe um salário menor e tem no 13o. salário e no plano de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) seu extra anual.

Quem é mais rico? Para alguns, a resposta ainda é fácil. No entanto, começo a ouvir um coro dizendo “Depende”. Depende de quê? Rico não é ter mais dinheiro[bb], ter mais isso e aquilo, andar de carrão e morar em um belo apartamento? Sim? Não? Experimente observar a situação dos profissionais de outro ângulo: qual dos dois leva uma vida mais rica em realizações, amor, saúde e, advinhe, qualidade de vida?

Portanto, profissionais sérios que abordam finanças pessoais e investimentos propõem a seus amigos e clientes uma vida equilibrada, com trabalho sério, mas também momentos de lazer e planejamento para desfrutar de qualidade de vida hoje e sempre. Ficar rico é consequência de uma vida rica, próspera, pautada no bom senso, respeito e suporte familiar.

O dinheiro, então, é um aliado e não uma meta final. Quando estiver próximo de algum falso rico – o típico workaholic que adora falar dos inúmeros contratos fechados em pleno happy hour – experimente comentar sobre sua rotina de prazer ao lado de sua(seu) esposa(o) e do plano de abrir um negócio[bb] assim que os investimentos já realizados alcançarem a meta programada. Repare na sua reação.

Ele vai te achar um babaca. Sorria, afinal sua vida não depende disso para existir. Ela já existe. Enquanto isso, ele vai seguir achando que babacas como você são a razão para tanto sucesso de pessoas como ele. Tudo bem, é a vida. Uns escolhem ficar ricos enquanto outros escolhem ser ricos. Eu sou rico! E você?

Crédito da foto para freedigitalphotos.net.

Conrado Navarro
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Comentários

  • É impressionante como deixamos nossa vida para trás para cumprirmos nossa obsessão em ficarmos ricos. Li um artigo no InfoMoney que diz que a satisfação trazida por nossas experiências são mais duradouras do que os bens materiais que compramos. Seu post só confirma aquilo. Belíssimo, Navarro!

  • Ana Paula

    Olá Conrado! Parabéns pelo ótimo artigo.
    Acredito que estou no caminho certo.

    Sucesso sempre!

    Abraço.

  • Vinicius Cunha Alves

    Fico muito feliz quanto leito seus textos sobre esse assunto!

    Desde que eu era adolescente eu já me imaginava trabalhando pra ter uma vida rica, mas não necessariamente ficar rico!

    E continuo seguindo essa linha de pensamento, e fico feliz em saber que existem pessoas que pensam como eu!

    Exemplo de como preferi ser rico, ao invés de obter um financiamento de um carro mais caro, optei por continuar com meu carro quitado e pegar o dinheiro que utilizaria nas parcelas do financiamento para viajar todos os finais de semana (ou quase todos).

    Sempre digo, quando morremos, a única coisa que levamos é nossa própria vida! Quem sabe ser feliz, entende o que eu quero dizer.

  • Olá Conrado.

    Muito bom o artigo e gostaria de complementar com algo mais.
    Acho que o que falta muitas vezes quando a pessoa elabora a resposta dobre a relação de riqueza e qualidade de vida (que envolve “n” fatores como felicidade, conforto, saúde etc..) é a interpretação do texto. Como, assim? Simples.
    Quando as pessoas associam esse tipo de pergunta eles logo relacionam com suas prioridades, porém as prioridades são extremamente subjetivas, veja bem;
    Um carro pode ser importante para o José, porém, ter o apartamento legal pode ser o sonho do Raúl, sendo assim o dinheiro bem como a qualidade de vida, deve estar de acordo com as prioridades de cada um, não existe fórmula para isso, muito menos para satisfação pessoal, existem opiniões e caso alguém ainda esteja indeciso, comece a priorizar, ai sim você vai saber se o seu salário faz a sua felicidade, e se o seu estilo de vida está de acordo com a qualidade de vida que você escolheu.

  • FRACON

    Moro no interior de SP e estou a procura de um novo emprego na capital. Sou funcionario publico, com salario razoável para um cara solteiro, jogo tenis todos os dias quase, toco guitarra, e tenho uma qualidade de vida mto boa. O problema é q meu cargo não oferece desafio. Tenho tempo ocioso e não existe plano de carreira, nem possibilidade de crescer ali. Não existe campo para a minha profissão, a não ser nas matrizes de empresas, bancos, etc (sou estatístico e mexo com modelagem). Sei que, se me mudar pra capital, minah qualidade de vida vai cair consideravelmente, mas sinto q está na hora de dar maior importancia para o lado profissional. Não que antes não foi dada, mas quero mudar de área, de cidade e a hora é essa. Ao mesmo tempo, acredito q não vou abdicar totalmente das coisas q me fazem bem, pois já tenho uma boa noção do q é qualidade de vida e sempre vou tentar buscar isso, de qq maneira. Acho q é meio relativo…estou fazendo um caminho inverso? heheh
    abs

  • Carmen.

    Meu filho.

    Mais uma vez você se superou ao definir o soriso constante no seu rosto.

    A riqueza do seu espírito é mesmo a maior dádiva para a sua vida e é por isso que que tudo em que você toca vira ouro, inclusive este espaço aonde você troca experiências com tantos leitores e admiradores.

    Sua fórmula de riqueza não é sequer novidade para ninguém, mas a coragem para atingi-la é para poucos, já que a maioria das pessoas prefere se anestesiar diariamente com as doses de uísque (importado, é claro) ao chegar em casa e se jogar no sofá do amplo salão de ilusões até conseguir dormir, com a certeza de que não se lembrará dos sonhos de ser realmente feliz.

    O pior é que muitos pais costumam mensurar o progresso dos filhos através das marcas de seus ternos e carros e, não poucas vezes, sentem pena (é isso mesmo, sentem pena) daquele filho que “não se deu tão bem na vida” e que tem tempo para fazer-lhes companhia nos almoços de domingo. Agem assim sem saber (e nem ousar perguntar) que essa rotina está na agenda de felicidade daquele filho, é uma escolha. Aquele filho que, na verdade, é o mais rico de todos.

  • Higor Fernandes

    Oi Conrado,

    Olha, sinceramente, hoje em dia eu gostaria MUITO de acreditar num mundo assim, ondem todos optem a serem felizes, mas atualmente isso ta muito difícil… Não há motivação que sobreviva a algumas barreiras do mundo corporativo. Acho muito importante que as empresas olhem mais para o “lado humano” do profissional, e achei muito legal aquela entrevista falando que se não entendermos nosso lado humano, muito menos as empresas entenderão, ja que nem humanas elas são. Também achei brilhante o último artigo: “É possível conciliar tempo, dinheiro e família?” Parecia que era um texto escrito para mim!

    Enfim, eu ando me perguntando quase que diariamente para mim mesmo: Será que é tão difícil optar por ser feliz também no trabalho???

    Bom, fica essa dúvida no ar…

    Abraços!

  • Higor Fernandes

    Vale lembrar que, se eu expor a minha idéia (“Será que é tão difícil optar por ser feliz também no trabalho???”) para alguém do trabalho, sou visto como bobo, que “ainda tenho muito a aprender” ou estou “viajando”, triste, mas é essa a realidade do profissional hoje em dia.

    Também achei incrível as seguintes partes do artigo anterior:

    Sua família ou amigos desistem de esperá-lo quando sabem que você está vindo do trabalho?

    Isso acontece regularmente comigo…

    Você fica impaciente e é pouco compreensivo com pessoas que tem outras prioridades além do trabalho? Como é para você ouvir “As 17h não posso me reunir porque preciso sair para fazer meu treino de corrida”?

    Comigo é quase a mesma coisa “Não acho bom ficar até mais tarde no trabalho porque perco o horário da minha academia”. Se eu falo uma dessas então, é motivo parar rirem da minha cara…

    Enfim… Apesar dos pesares continuo sonhando…

  • Vinicius Cunha Alves

    Eu gostaria de responder alguns comentários, espero que não se importem.

    FRACON – Apoio você ir para a capital, mesmo com a dúvida se não vai estar sacrificando sua qualidade de vida, porque acho que enfrentar desafios também é qualidade de vida. Os desafios que nos fazem melhorar. E acho que sempre temos escolhas, quando você enjoar, você conseguirá voltar ao sossego com certeza!

    Higor Fernandes – Todos temos escolhas! Experimento ir ao parque do Ibirapuera em São Paulo, às 18h, no meio da semana, e verá o contraste. Nas ruas, trânsito caótico, no parque, empresários, funcionários, atletas, ricos, pobres, muita gente, além do que eu conseguia imaginar antes de poder desfrutar desse benefício, está lá curtindo a qualidade de vida, sem sacrificar os compromissos do mundo corporativo por causa disso.

    Talvez você precise apenas organizar melhor seu tempo, mas se isso não for possível no seu trabalho, talvez seja hora de mudar de empresa, ou procurar outra atividade.

    Acho que as pessoas que nos rodeiam influenciam muito nossa vida. Experimente buscar outros tipos de relacionamentos, com pessoas que valorizem mais a qualidade de vida, e com certeza você vai chegar numa resposta satisfatória pra você!

  • Rosana

    Um dia a gente aprende que “Less is more”.
    Gostei muito do artigo!
    Abraços e sucesso,

  • Se você parar de trabalhar HOJE, quantos dias você consegue viver (sem mudar seus hábitos diários) ? É assim que se mede riqueza pra mim (:

  • P.

    Nossa… muito legal me deparar com este artigo justo agora. Esses dias recebi meu primeiro pagamento da nova empresa para a qual estou trabalhando. Mudei de empresa porque não achava que tinha qualidade de vida nenhuma na anterior. O pagamento nessa nova empresa foi inferior ao que eu estava acostumada e, a princípio, confesso que fiquei um pouco decepcionada. Aí, parei e perguntei a mim mesma: tudo bem, você ganhava mais na outra empresa, mas a custo de quê? Você realmente acha que valia a pena as madrugadas sem dormir, um dia inteiro sem se alimentar direito, a sensação de culpa toda vez que você fazia algo para o seu descanso ou prazer? E, nesse simples raciocínio, tive a certeza absoluta de que fiz a escolha certa, pois, para mim, qualidade de vida é me sentir feliz.

  • Gaudencio Pereira

    Caro Conrado,
    Bela abordagem !!!
    Mas permita-me dar também meu pitaco no assunto.

    Sei que cada pessoa tem sua opnião, e que também tem suas razões e suas desculpas para comemorar quando acertam e lamentarem quando erram.

    Imagino que não seja lícito polarizar coisas de grande importância como riqueza e qualidade de vida ( que seja a felicidade, indo um pouco mais longe ).

    Já lí em alguns livros que não é possível ser quente e frio ao mesmo tempo, como também nem alto e baixo, grande e pequeno rico e pobre entre tantos outros opostos.

    Então se riqueza e qualidade de vida são muito importante para nós, porque não conciliar-mos as duas ?
    Podemos sim, enriquecer com conforto e bem-estar.
    trabalhar-mos no que gostamos já é um bom começo.

    Claro que nem todo mundo consegue esta harmonia, sendo assim alguns vão ter que escolher riqueza ou qualidade de vida, não na totalidade, mas em alguns e/ou muitos detalhes , a exemplo do que disseram alguns leitores, continuar com seu carro velho em favor de uma economia futurista.

    Não podemos esquecer que para atingir objetivos, temos que fazer-mos alguns sacrifícios, e que para melhorar a nossa vida financeira , algumas privações são inevitáveis.

    Que tal possuir-mos riqueza e felicidade ao mesmo tempo ?!!

    Abraços.

  • anderson

    Olá Conrado!
    Parabéns pelo post e por sua citação na VOCÊ S/A de Maio, um orgulho ser referência em determinado assunto, um dia chego lá rsrs

    abs

  • Vinicius Cunha Alves

    Gaudencio, concordo com você.

    Veja um texto sobre um cara que conseguiu fazer isso que você disse, enriquecer financeiramente, e com qualidade de vida.

    http://papodehomem.com.br/homens-que-voce-deveria-conhecer-3-richard-branson/

  • Rosana

    Vinícius,
    Gostei da matéria sobre o Richard Branson. Eu não sabia que a Virgin está presente em tantas áreas diferentes.
    A maneira como ele vê o dinheiro, os ganhos e os desafios é um exemplo para todos nós.

  • Vinicius Cunha Alves

    Rosana,
    Eu também não sabia. Mas com certeza há muito mais pessoas com uma história de vida interessante do que nós imaginamos.

    Geralmente ficamos sabendo da história por trás de uma empresa só quando alguma coisa “podre” aparece na mídia. Infelizmente só mídias especializadas divulgam cases de sucesso.

    • Prato, pois é, o problema não é querer ficar rico, é achar que ser rico é só ter muito dinheiro. Obrigado pela participação.

      Paulinha, meu amor, obrigado pelo comentário! Estamos juntos nesta caminhada. Sucesso para nós, sempre!

      Vinicius, viva sua vida de forma intensa, mas planejada, com bom senso. A riqueza vai ser sua companheira sempre.

      Felipe, perfeito! Qualidade de vida é ter e respeitar prioridades, concordo plenamente.

      FRACON, a vida é feita de desafios, você está certo. O importante é ter como prioridade a qualidade de vida, independente do tamanho do passo. Sacrifícios são válidos, mas nem sempre são compreendidos ou facilmente absorvidos pela família. É uma questão pessoal, parabéns pela mudança de atitude. Sucesso.

      Mãe querida, só posso dizer TE AMO, porque tudo que sou é razão de sua sempre constante preocupação com a formação do cidadão Conrado. O cidadão que faz pelos outros o que quer que façam pelo país, porque acredita que a mudança começa em cada um de nós. Obrigado! Muitos beijos.

      Higor, sei bem o que é isso. No fundo, o que chamam de profissionalismo está, na verdade, mais para hipocrisia. Revolucione, comece seu negócio, mude! Sucesso.

      Rosana, concordo com você. Quem aprende a comemorar as vitórias nas pequenas coisas sorri muito mais.

      Alfonso, esse conceito que você comenta está mais para independência financeira que para riqueza, não? É uma ótima maneira de encarar a vida, parabéns.

      P., parabéns pela decisão e atitude. Desejo-lhe todo o sucesso mundo.

      Gaudencio, obrigado por mais esta participação. Repare que o artigo não coloca qualidade de vida e riqueza em planos diferentes ou como objetivos antagônicos. O problema não está na busca pela riqueza, mas em acreditar que ela só vem na forma de muito dinheiro e como consequência de muito trabalho. Qualidade de vida é agir conforme valores familiares, pessoais relevantes. Riqueza pode ser valorizar isso ou também poder viver assim e com muita grana.

      anderson, obrigado pelo apoio e comentários no blog. Compartilho e agradeço a todos por este sucesso, que é do Dinheirama, de nosso trabalho.

      Vinicius, o exemplo é ótimo. E existem muitos outros. Qualidade de vida e riqueza podem (e devem) caminhar juntas, mas o que cada uma delas representa depende sempre do ser humano, suas crenças, valores e família. Ser rico é muito mais que apenas ter dinheiro, empresas e regalias. É também sorrir para um simples porteiro ou colaborar com um cadeirante que tenta atravessar a rua. Ser rico é ser humano. Se for com muito dinheiro, trabalho interessante, ótimo.

      Obrigado a todos. Abraços.

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  • Falar de riqueza e qualidade de vida é sempre complicado…

    Temos que buscar desenvolvimento pessoal e atingir a realização pessoal. O dinheiro serve como um bom indicador de nossas metas e não o motivador.

    Sacrificar família, saúde e lazer para acumular riqueza não faz sentido!

  • Cleideazul

    Para mim ser feliz e ter uma certa qualidade de vida como morar bem, vestir bem, comer bem viver bem ou seja, ter dinheiro para cuidar da saúde, cuidar da aparência e para viajar umas duas vezes ao ano. Acredito que todas as pessoas deveriam ter uma vida digna de tudo isso.