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TV Dinheirama: Emprestar seu nome e dinheiro prejudica sua vida

5comentários

TV Dinheirama: Emprestar seu nome e dinheiro prejudica sua vidaEmprestar dinheiro para amigos e parentes é uma prática comum entre os brasileiros, especialmente os mais pobres. Muitas vezes, o resultado da ação é a inimizade, brigas constantes e a incapacidade de reaver o dinheiro emprestado. O episódio de hoje da TV Dinheirama aborda a questão e abre espaço para reflexões sobre pessoas que emprestam seus nomes, cartões de crédito e afins para pessoas próximas. Outra razão para inúmeros problemas financeiros e afetivos. Como lidar com tudo isso? O assunto é importante? Assista e comente:

Como leitura complementar, sugiro os artigos:

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Conrado Navarro

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Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: @Navarro.

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  • Frattari

    A verdade é que geralmente quem toma o dinheiro emprestado já está endividado, e provavelmente inadimplente, e recorre aos amigos/familía como última opção. A inadimplência geralmente surge da falta de organização com as finanças. Dificilmente a pessoa mudará, então é quase certo que o dinheiro realmente não seja devolvido. Também concordo com a opção de DAR o dinheiro. Além de não estragar o relacionamento, já serve como um argumento sólido para não emprestar/dar uma segunda vez. Quanto a emprestar o nome, jamais.

  • Flávio Silva

    Eu brinco dizendo que empresTAR dinheiro acaba sendo empresDAR.
    Simples e claro, por experiência própria, se você quer manter a amizade ou família e não quer dor de cabeça NÃO EMPRESTE DINHEIRO. Se você quer ajudar a pessoa e evitar problemas DÊ o dinheiro.
    Se emprestar dinheiro fosse bom, as financeiras e bancos não cobrariam tão caro quanto cobram. Então eles dariam o dinheiro para as pessoas. Claro que não é isso o que acontece.

    Já tive caso de emprestar dinheiro como forma de ajuda temporária por um período de dificuldade e a pessoa retomou seu padrão normal de vida e simplesmente ignora o empréstimo.

    Hoje tomo como aprendizado, por mais difícil que seja não empresto dinheiro pra ninguém. Posso até perder “amigos”, mas se eles forem AMIGOS realmente entenderão.

    Dinheiro é algo que trabalhamos dias e as vezes noites a fio pra conseguir. Pegamos trânsito, transporte lotado, acordamos cedo, dormimos pouco e ouvimos asneira do chefe, e no final estamos vendendo nosso tempo, nossa vida em troca dele. Este tempo nunca mais vai voltar, portanto você deve vender caro e usa-lo muito bem.

  • LUCIANO

    Certa vez, tentando ajudar um parente, disse-lhe que se necessitasse de dinheiro, que antes de ir à bancos ou agiotas, que primeiro viesse até aos familiares, que provavelmente não cobrariam juros ou se cobrassem seriam bem menores do que os citados.
    Se arrependimento matasse, não estaria escrevendo nesse momento.
    Recebi o dinheiro que emprestei, mas como devem estar imaginando, recebi outros vários pedidos de empréstimos. E o pior de outros parentes, que ao saber que tinha “quebrado o galho” de um, poderia “quebrar o galho” de outros.
    Pra ressumir, tive que começar a disser não para todos como forma de não ficar mal com nenhum.
    Conselho: Sabemos quem é quem em nossas familias, ou seja, o comportamento de cada um, portando, pense várias vezes ao oferecer ajuda financeira à familiares, e se oferecer (ninguém esta livre de se enganar, assim como eu), e se arrepender, conserte o mais rápido possível, para evitar desapontamentos..

  • Marta

    Eu já emprestei dinheiro para amigos e também quando precisei tomei emprestado. Algumas vezes emprestei cifras grandes, mas graças a Deus nunca tive problemas. Agora já pensei muito à respeito e cheguei a seguinte conclusão: jamais eu deixaria de falar com um amigo por causa de dinheiro, o dinheiro passa e os amigos ficam, mesmo que inadimplentes, agora com justificativas é claro. Uma amiga certa vez me disse algo interessante, disse-me: eu sempre reservo R$ 100,00 reais para emprestar/dar no caso de algum amigo ou familiar precisar sair do sufoco, achei genial a ideia, mesmo porque não é sempre que as pessoas pedem dinheiro emprestado. Ah! se eu puder ajudar eu ajudo, só não quero que vire hábito. Agora cartão de crédito, cheques e o meu nome não empresto nem para o meu pai.

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