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Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!

15comentários

Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!Bruno comenta: “Navarro, sou daqueles caras super motivados e que tem energia de sobra para iniciar diversos projetos. Gosto de desafios. Minha atual meta pessoal é colocar ordem em minhas finanças e pagar algumas dívidas atrasadas. O problema é que depois de alguns dias tentando colocar em prática essa mudança, coisas novas aparecem e perco o foco. Mas não falta iniciativa. Onde estou errando? Obrigado”.

Você já deve estar acostumado com as insistentes vozes da educação financeira que dizem que para que haja real transformação e sucesso financeiro é necessário mudar de atitude, desafiar hábitos e rever comportamentos. Mais que aprender a somar, subtrair e multiplicar, questionar o processo de tomada de decisão é que tende a trazer melhores frutos.

Os sonhos são individuais, a mudança também!
Faço coro aos demais especialistas, mas tentarei agregar algo mais ao tema. As mudanças propostas são de caráter pessoal e, assim, influenciadas por diversas variáveis subjetivas e particulares: imprimir novos hábitos e definir prioridades são tarefas que oferecem desafios individuais diferentes. Em outras palavras, o que é fácil para um pode não ser para o outro.

“Há que se tentar”, você deve estar pensando. Iniciativa é a palavra mais usada para definir a característica desejada em muitas ações cotidianas. Se é importante mudar, é também crucial que essa decisão parta de nós mesmos – e que seja então transformada em ação de algum tipo. Com iniciativa, logo logo damos por iniciado o nosso “processo de transformação”. Quer ver?

  • Toda segunda-feira acordamos motivados a colocar em curso a dieta que finalmente mudará o rumo das coisas. A sensação é sempre ótima e passamos o dia respeitando o cardápio e comemorando. Às vezes passamos uma semana, um mês assim. E só;
  • Todo ano renovamos os votos de dias melhores e definimos metas pessoais importantes: perder peso, livrar-se das dívidas, visitar mais a família, estudar mais etc. São tantas as mudanças desejadas, não é mesmo? Haja iniciativa.

Definir tudo isso dá trabalho. Priorizar e agir conforme tais resoluções passa a ser um objetivo. Queremos mudar, queremos ser melhores, não queremos? Por onde olho, não parece faltar iniciativa. Aliás, o que não falta é vontade e coisas a fazer. Iniciativa, começo a ser mais realista em minhas observações, todo mundo tem: basta que o estímulo seja suficientemente interessante para despertar em nós a decisão pelo novo.

Quanto realmente nos levamos a sério?
Se não falta vontade, atitude e iniciativa, como responder a algumas questões tipo:

  • Por que tão poucas pessoas são bem-sucedidas financeiramente e vivem em dia com seus compromissos e orçamento?
  • Por que poucos brasileiros conseguem se manter saudáveis e satisfeitos com sua forma física?
  • Por que tão poucos indivíduos são capazes de atingir as metas propostas por eles mesmos?

“Há algo mais, não é possível”. Sim, há. Entre o começo de qualquer projeto pessoal e a hora de comemorar seus bons resultados existe um longo percurso. A jornada traz ao sujeito boas doses de realidade, especialmente se a trajetória escolhida for verdadeiramente nova (desafiadora). O caminho normalmente reserva:

  • Frustrações. Depois do otimismo característico e necessário para que sejam dados os primeiros passos, nos deparamos com a vida real. Portas fechadas, resultados aquém do esperado, necessidade de correção de rota etc. Impossível não ser assim;
  • Decepções. As surpresas com os relacionamentos e amizades são comuns (infelizmente!) durante o decorrer dos acontecimentos. Empresas e sociedades são frequentemente assoladas por problemas dessa ordem. Errar na escolha pode inviabilizar um importante passo, mas nunca o sonho;
  • Crises. A história comprova que muito do que hoje é melhor compreendido surgiu do enfrentamento franco das crises – muitas delas com medidas drásticas, como guerras e polêmicas decisões dos governos vigentes. O endividamento excessivo, por exemplo, é uma das mais graves crises que alguém pode encarar, mas tem solução. Tem que ter;
  • Momentos de reflexão. Costumamos ser críticos demais com as horas difíceis (dos outros, principalmente) e pouco efusivos quando há o que celebrar. É aquele gosto estranho que nutrimos ao apontar o dedo ou estufar o peito: “Não falei?”; “Eu sabia que não daria certo”. Enquanto isso, damos asas demais ao que esperam de nós e deixamos de celebrar as pequenas vitórias do dia a dia;
  • Vitórias. Ora, as coisas também dão muito certo. Aproveitar a sensação de “alvo atingido” oferece energia e motivação para seguirmos firmes com nossas aspirações. Importante que as emoções não sejam demais a ponto de cegar, acomodar e criar a sensação de que a rotina já está confortável.

Repare que o percurso descrito pelos itens acima envolve ações e consequências inter-relacionadas. A ordem dos desafios não é literal, mas todos passamos (passaremos) por situações deste tipo. Trata-se, portanto, de um ciclo. Costumo chamá-lo de ciclo de amadurecimento.

Iniciativa demais não adianta nada…
É importante ter iniciativa, é claro, mas só ela não muda muita coisa. O que, então, devemos buscar? Arrisco-me a dizer que a diferença está em insistir mesmo que o ciclo de amadurecimento ofereça mais percalços e crises que vitórias. Trabalhar, trabalhar e trabalhar. Agir mesmo que as respostas não sejam exatamente as que desejamos. Persistir. Abordei essa visão nos artigos “Quanto você está disposto a lutar e esperar por um sonho ou objetivo?” e “O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos”.

Hoje quero tratar da disciplina. Ela resume o que acredito ser o “pulo do gato” que permite a poucos brasileiros a proeza de se destacar e ver realizados seus objetivos. Começar a dieta é fácil; levá-la a sério é outra história. Com o dinheiro não é diferente: iniciar as atividades de planejamento é simples; rever decisões econômicas e colocar em marcha o plano (e suas consequência) requer desprendimento, esforço e dedicação.

Em se tratando de disciplina, o exercício combinado de reflexão, paciência e motivação frequentemente se confunde com a frustração de não seguir a moda, o anseio dos outros. Respeitar o padrão de vida e lidar com essa percepção viciada evita angústias e problemas futuros. Digo isso porque percebo que a ansiedade combinada à expectativa dos outros detona com o aprendizado decorrente do “saber esperar”.

Somos seres irracionais, é óbvio…
Sendo mais direto, é fácil saber porque tantas pessoas preferem pratos gordurosos a uma dieta saudável; ou porque curtir e comer atrai mais adeptos que a prática regular de exercícios físicos; ou porque consumir logo, usando o crédito, é a opção da maioria em detrimento do hábito de negociar, poupar e pagar à vista.

É fácil: a satisfação imediata vence os possíveis benefícios futuros. Está certo? O modelo “curtir agora, correr atrás depois” é popular porque atinge em cheio nossas emoções. Simples assim.

Não se espante! Demorei tantas linhas para falar algo que você já sabe: não adianta se vangloriar por ser bom em começar as coisas. Isso é comum. São os projetos levados a sério, construídos com disciplina, que dão ganhos significativos. Tapar os olhos para essa verdade é continuar a se esconder atrás de desculpas esfarrapadas. O alívio é imediato, mas é também temporário e não representa mudança.

É aquela velha história: você sabe bem o que precisa fazer, mas certas justificativas são cômodas e fazem o tempo passar. Os dias avançam, os anos passam e a situação vai sendo empurrada. Sem saber (ou consciente disso, não sei), você escolhe parecer feliz, parecer bem. Parecer? A realidade, ali do lado de fora da janela, é bem distinta.

Vamos resumir? Não importa quantos projetos bons aos olhos dos outros você começa ou apoia (iniciativa), mas quantos projetos relevantes para você e seus entes queridos você termina (disciplina). O resto é hipocrisia e exigência social descabida.

Aproveito a oportunidade e convido-o a alimentar essa discussão no espaço de comentários. Que experiências você já teve no sentido de confundir iniciativa com disciplina? Se preferir, fale comigo também no Twitter: @Navarro. Até mais.

Foto de sxc.hu.

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Conrado Navarro

Mais informações

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks), autor do blog "Você Mais Rico" do Portal EXAME e colunista da Revista InfoMoney. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: @Navarro.

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  • Luis

    Navarro,eu tinha o mesmo problema que o Bruno esta enfrentando,depois de ler alguns livros sobre independência financeira eu consegui extrair alguns ensinamentos,um deles foi que devemos anotar nossos objetivos e deixar fixado perto de algum lugar de fácil visualização,eu fiz isso e todos os dias revejo minhas metas e objetivos,vou atualizando minha lista com os objetivos alcançados e quanto falta para chegar na meta principal,tenho tudo anotado,quitar dívidas e sair do SPC/Serasa,curso de Idiomas,faculdade,guardar 20% do salário…,Boa sorte e perseverança.

  • http://www.neuronio20.com Júnior Gonçalves

    Acredito que 99,9% das pessoas que assistem uma palestra sobre “motivação” saem dela transbordando de inspiração para mudar de vida, mas após dois dias a “injeção” de motivação vai perdendo efeito e tantos planos de atingir uma meta profissional, financeira ou familiar cai no esquecimento.

    O velho ditado de “querer é poder” nem sempre funciona, pois falta uma variável muito importante nessa equação: o fazer, que nas palavras do Conrado se traduz em disciplina. “Querer E FAZER é poder” e é justamente o “FAZER” constante que nos leva a realizar nossos sonhos. Parafraseando Augusto Cury, “os sonhos só se tornam realidade quando são irrigados pelo suor” e infelizmente nós temos o péssimo hábito de sonhar muito e fazer de menos.

    Excelente reflexão Conrado, adorei!!!

  • Flavio Roloff

    Tive esse mesmo problema por anos.
    Eu queria ser de tudo, aprendi e desenvolvi muitas habilidades, mas não conclui nenhum projeto justamente por perder o foco.
    Comecei, então, a me perguntar: onde eu estaria agora se tivesse levado tal projeto até o fim? Se tivesse levado a cabo minha intenção (não planejamento, mas mera intenção) e desenvolvido mais essa ou aquela habilidade?
    Assim, cheguei à conclusão de que era necessário definir um foco e lutar por aquilo, correr atrás e fazer acontecer.
    Leio sempre o blog e tenho aprendido muito com os artigos e também com as perguntas dos outros leitores.

    Como disse o colega acima: excelente reflexão.

  • Pedro Lima

    Comecei a ter educação financeira exatamente depois de ler um post no dinheirama, e até hj leio e sempre aprendo mais alguma coisa! Apesar de não ter um salário grande consigo ter grandes realizações graças a vocês. Boa sorte Bruno. E parabéns Dinheirama!

  • Vagner Eugenio

    Sempre tive preocupação com minhas finanças pessoais mais nunca me dediquei o necessário vinha me mantendo sempre com dividas altas e cartões de crédito, acho que no máximo a uns dois anos comecei a ver a real importância do dinheiro e o bem que ele pode me trazer como descrito no artigo passei e ainda passo pelas frustrações e principalmente o desejo de ter o que queremos na hora, só o que eu não consegui até hoje é começar com bons investimentos o problema é juntar um “pequeno” montante pra começar se tiver alguma dica pra mim sera bem vinda Obrigado!

  • Débora

    GENTEM!!! CANCELEI MEU CARTÃO DE CRÉDITO NESSA SEMANA!!rsrsrs
    Tenho recebido os artigos do Dinheirama por e-mail e são realmente MUITO ÚTEIS, BEM ESCRITOS, ESCLARECEDORES com linguagem simples! E me incentivaram!!
    Venho utilizando as planilhas e dicas e quero aprender cada vez mais, pois educação financeira é carente na vida de 95% dos brasileiros!
    Qual não foi minha surpresa quando observei que o montante gasto nesse ano com cartão de crédito dava para ter comprado uma moto à vista?? (isso sim é frustração hein) Algo que está me sendo TÃO necessário hoje que terei que me enfiar num financiamento. =/
    Decidi então tirar esse “mal’ da minha vida. (xô satanás com chip rsrs)
    Terei um período de sacrifício de uns 2 meses pois tudo que “precisava” e não tinha dinheiro passava no cartão, e a ironia é que justamente isso é que fazia eu não ter dinheiro. (círculo vicioso e perigoso, vai virando uma bola de neve). Creio que será um sacrifício que valerá muito a pena!
    Mas então o que fazer com as frustrações cotidianas? Como superá-las?
    Navarro, se você diz que somos “pegos” pelo emocional (e realmente somos) a solução é terapia para toda a população consumista??!rsrs
    Como ter disciplina? Isso nunca nos foi ensinado! Nem tampouco valorizado pela mídia, acho que a maioria dos jovens tem esse traço faltante na personalidade!rs
    Todo mundo sente mal estar, desconforto só de ouvir essa palavra (principalmente como eu da geração Y).
    Grata!

  • http://www.jurisdisaga.wordpress.com Aecio

    Excelente artigo! Fantástico o texto. Ultimamente percebo que não estou comemorando as pequenas vitórias de maneira convincente, falta um pouco de foco (sempre afirmo que excesso de oportunidade mata mais que a falta delas). Dessa maneira, ando meio frustrado. E percebo que devo fazer algo, vamos que vamos!

    Dei grandes passos no que diz respeito à educação financeira, hoje anoto tudo que gasto, não devo e uso racionalmente o meu cartão de crédito. E agora tenho que me disciplinar para investir, ou seja, adquirir ativos.

    Parabéns pelo texto Conrado!

    Abraço

  • http://dinheirama.com/navarro Conrado Navarro

    Olá pessoal, muito obrigado pelas palavras e por incentivarem ainda mais o sadio debate dessa questão tão importante. Fico feliz que tenham gostado do material, prometo produzir mais artigos nessa linha.

    Luiz, Júnior, Flavio, Pedro e Aecio, suas palavras mostram que o assunto deve estar presente de forma natural no cotidiano. Parabéns por abrirem espaço para essa reflexão. Legal que podemos aprender juntos a valorizar cada vez mais as possibilidades de crescimento pessoal que nós mesmos criamos.

    Vagner, obrigado por participar. A questão do primeiro investimento é crucial e não há forma melhor de fazê-lo que insistir em objetivos fortes e metas que sejam significativas para você. O que você quer muito fazer, conquistar, ter? Quer mesmo? Coloque-se diante de propósitos fortes para que eles motivem você a economizar mesmo onde acha que não há necessidade. Investir é um processo que só existirá quando você aceitar que PRECISA poupar parte de sua receita. SEMPRE!

    Débora, sua saída drástica mostra que você está passando pelo necessário processo de transformação. Já sabe que algumas prioridades estão invertidas e agora pretende corrigir essa distorção. Parabéns! O primeiro (e mais difícil passo) foi dado. Não sei a fórmula da disciplina, mas acredito que sua importância é facilmente comprovada pelos benefícios que ela produz. Se experimentamos algo e gostamos, queremos mais. Se ao poupar com disciplina realizarmos importantes sonhos, ficará mais simples. Eu tenho feito desse jeito. Tem funcionado.

    Grande abraço a todos. Vamos continuar a discussão?

  • Pingback: DinheiramaCast: Por que é tão difícil ter dinheiro e disciplina? | Dinheirama – Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos

  • http://ricoquandocrescer.blogspot.com The Naughty Crusty

    Gostei bastante do texto, Navarro!

    De fato, vejo muitas pessoas que não tem um bom controle do dinheiro tentarem “mudar”, dizendo que a partir daquele momento irão gastar menos e planejar as contas. Mas realmente tudo acaba como uma “dieta de gordinho”…rs

    No meu caso, o que vejo que funciona bem é manter a disciplina por planilhas de gastos (controle de orçamento), que também contenha o resultado das aplicações/investimentos que faço no mês. Todo último dia do mês, atualizo minha planilha: gastos e rendimentos. Assim, é mais fácil manter a disciplina sobre o que está sendo gasto em excesso e que poderia ser economizado, e, ao mesmo tempo, tenho uma motivação extra quando vejo os rendimentos aumentando… (uso a planilha do site do Gustavo Cerbasi, que julgo bastante completa).

    Sobre alguns comentários acima, se me permite, eu também gostaria de compartilhar os meus “2 cents”…

    @Vagner: Muitos amigos meus falam sobre a questão de “juntar um pequeno montante para começar”, mas na minha opinião esse pensamento pode adiar indefinidamente a sua nova “postura” em ser um poupador e investidor. O que geralmente digo aos meus amigos é: separe desde sempre (no esquema “pague-se primeiro”) um percentual de seu salário que seja possível, para investimentos em longo prazo. Idealmente, creio que seria 20% da sua renda líquida, no mínimo. Se não for possível, talvez seja hora de colocar seus gastos em uma planilha, ver que despesas podem ser cortadas e, talvez, considerar reduzir seu padrão de vida, que pode estar muito elevado para a renda mensal. Já vi muita gente dizer estar arrependida por gastar o que não tinha, mas nunca vi alguém arrependido por poupar/investir…

    @Débora: Minha namorada sempre disse que não fazia compras no cartão de crédito pois perdia o controle–preferia usar o débito pois tinha controle das contas. Hoje, consegui convencê-la que o cartão pode ser uma ótima ferramenta de controle financeiro se utilizado da forma correta. Não acho, portanto, que cancelar o cartão seja a única saída (e encará-lo como um “fruto do diabo”…rs). Entendo que o ideal seria programar os seus débitos, estabelecer um orçamento e limite para os gastos mensais, e, então, usar o cartão de crédito para pagar o que for possível. Pense assim: se você tem um bom controle do seu dinheiro, pode deixar o dinheiro que usaria para pagar as contas à vista aplicado, até o outro mês, e então quitar a fatura do cartão de crédito — você ganharia alguns “trocados” do investimento nesse período, e também pode aproveitar os benefícios que os planos de cartão oferecem, como milhagens ou trocas por produtos. Afinal, se você não atrasa o pagamento da fatura o custo do dinheiro é o mesmo, não? Por fim, repito o que eu disse à minha namorada: se vai usar o cartão, tenha na cabeça 2 coisas: (i) acompanhe a fatura do cartão pela internet regularmente, para não perder o controle, como se fosse seu saldo na conta corrente, e não espere apenas chegar a fatura no final do mês, e (ii) considere como o limite que você pode gastar no cartão de crédito o saldo que você tem em sua conta, e não o limite que do cartão propriamente dito. Creio que utilizando o cartão de crédito de forma racional, você perde o “medo” do cartão e verá que ele pode ser um grande aliado em sua vida.

    Abraços!

    • http://dinheirama.com/navarro Conrado Navarro

      Pois The Naughty Crusty, estamos bem alinhados quanto ao como evitar que as distrações atrapalhem nossos planos. Eu também registro tudo e invisto todo mês, religiosamente. Além disso, procuro sempre me manter atualizado quanto a possíveis oportunidades de negócios e investimentos, especialmente para o longo prazo. Valeu pelos comentários adicionais, estão excelentes. A discussão está em excelente nível. Abraços.

  • Pingback: Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados | Dinheirama – Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos

  • http://investindo-todo-mes.blogspot.com/ ITM

    Otimo post navarro!

    Abços

    Eduardo

  • Pingback: Compramos mais por necessidade ou vaidade? | Dinheirama – Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos

  • koizzo

    Bom artigo, realmente o k costumo fazer é colocar uma imagem daquilo k quero e escrever uns lembretes com alarme no celular p não “esquecer” :)

Quem já falou do Dinheirama?

Adquirimos virtudes quando primeiro as colocamos em ação, assim como fiz em relação a encarar de frente minhas dividas, quando tomei a decisão de seguir muitas das orientações aprendidas com o blog.

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