Agora você confere as principais notícias de 02/01/2017, segunda-feira.

Petrobras teve maior valorização da Bolsa em 2016

Apesar de amargar, em 2016, resultados financeiros desanimadores, grande parte das maiores empresas brasileiras de capital aberto teve pelo menos um motivo para comemorar.

Se, por um lado, muitas registraram prejuízo recorde, por outro, elas não só recuperaram o valor perdido em 2015, como foram além.

No ano passado, as companhias listadas haviam se desvalorizado em R$ 253,5 bilhões, segundo levantamento da Economática. Neste ano, entretanto, elas ganharam R$ 563 bilhões, com a Petrobrás sendo responsável por quase 20% desse total.

O valor de mercado da petroleira passou de R$ 101,3 bilhões no fim de 2015 para R$ 209,4 bilhões, incremento de 106,7% – apesar de um prejuízo líquido de R$ 17,3 bilhões nos nove primeiros meses do ano, o maior da bolsa brasileira no período em valores absolutos.

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Governador do Rio veta projeto de lei que reduziria seu próprio salário

No último dia útil do ano, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), vetou uma das poucas medidas de ajuste fiscal que haviam sido aprovadas na Assembleia local.

Em decisão publicada no Diário Oficial de sexta (30/12), Pezão vetou projeto de lei que reduzia em 30% os vencimentos do primeiro e segundo escalões do funcionalismo estadual. A medida diminuía também o salário do próprio governador.

O argumento para o veto foi que a Alerj (Assembleia legislativa do Rio de Janeiro) devolveu ao Executivo proposta que aumentaria, temporariamente, a contribuição previdenciária dos servidores para até 30%.

Temer afirma que vai apoiar reforma política

O presidente Michel Temer afirmou, durante mensagem de fim de ano a jornalistas, que o seu governo vai continuar trabalhando em reformas estruturais. “Não vamos parar; esse governo há de ser um governo reformista“, disse, no Palácio do Planalto.

Segundo Temer, além das reformas já em andamento, o governo vai atuar para que em 2017 avancem modificações na questão tributária e política.  “Penso eu: por que não levar adiante a reforma tributária? Vamos nos dedicar a esse ponto. O executivo vai empenhar-se na reforma tributária e quem sabe numa simplificação tributária nacional“, disse.

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Braskem pagou propina de US$ 4,3 mi a político e executivo da Petrobras

Um documento produzido pela SEC, órgão do governo americano que regula o mercado de ações dos EUA, afirma que a petroquímica brasileira Braskem pagou propina de US$ 4,3 milhões (ou R$ 14 milhões, ao câmbio desta sexta-feira, 30) para “um congressista brasileiro” e um funcionário da Petrobras que ocupava cargo de chefia.

O objetivo era garantir uma parceria comercial da empresa, braço petroquímico do grupo Odebrecht, com a Petrobras para a construção de uma unidade de produção de polipropileno em Paulínia, no interior de São Paulo.

De acordo com a SEC, esse pagamento foi decidido depois de 2006, quando executivos da Braskem manifestaram receio de que a Petrobras pudesse não dar seguimento ao acordo.

Mercado Financeiro

O ano começa com uma proposta de agenda com diversas reformas em pauta, como a reforma da previdência e política. A dúvida que persiste é se a crise política continuará ganhando destaque no país levando cada vez mais a baixo a aprovação do governo e do Presidente Temer.

O Ibovespa, principal benchmark da Bolsa de Valores de São Paulo, operava às 11h48 em baixa de -0,92%, com 59.674 pontos. O dólar apresentava alta de +0,84%, sendo negociado por R$ 3,28.

Redação Dinheirama
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