Agora você confere as principais notícias de 03/01/2017, terça-feira.

Lojas dão descontos de até 70% para queimar vendas fracas no fim de 2016

As grandes redes varejistas anunciaram liquidações para esta semana a fim de tentar acabar com os estoques de final de ano. As vendas de Natal foram fracas e, nos shoppings, a queda no faturamento foi de 9% neste ano.

Para tentar conquistar compradores, são prometidos descontos de até 70% e parcelamentos em prazos que chegam a dois anos. Tudo para tentar estimular o consumo, que cai trimestre após trimestre, segundo dados do PIB (Produto Interno Bruto).

Apesar da oferta de parcelamento sem juros, as grandes varejistas costumam oferecer descontos para pagamento à vista. Na prática, isso indica que os juros da compra a prazo estão embutidos.

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Balança comercial bate recorde e atinge superávit de US$ 47,7 bi em 2016

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 47,692 bilhões no ano passado, o melhor resultado da série história, iniciada em 1989.

O recorde anterior era de 2006 e somava um superávit de US$ 46,45 bilhões. O montante é resultado de exportações de US$ 185,244 bilhões e importações de US$ 137,552 bilhões no ano.

No mês de dezembro, o saldo comercial ficou positivo em US$ 4,415 bilhões. As exportações somaram US$ 15,941 bilhões, e as importações, US$ 11,525 bilhões.

Analistas apostam em corte maior da Selic para 10,25% no final do ano

Com a expectativa de um corte mais agressivo nos juros a partir da próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), os analistas de mercado reduziram sua expectativa para a taxa básica de juros, a Selic, em 2017.

De acordo com o boletim semanal Focus, divulgado pelo BC nesta segunda (2), a mediana dos analistas espera agora uma Selic de 10,25% ao ano no final deste ano –na última pesquisa, a expectativa da mediana era de 10,50% ao ano. Hoje, a taxa é de 13,75% ao ano.

Já a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) variou de 4,85% para 4,87%, segundo a mediana do mercado. O centro da meta de inflação é de 4,5% ao ano.

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Cresce o número de imóveis retomados

A busca pela moradia própria se transformou em pesadelo para milhares de brasileiros neste ano.

Até o início de dezembro, a Caixa colocou à venda – por meio de leilões, concorrências públicas ou venda direta – 8.626 imóveis retomados por falta de pagamento do financiamento, 16% a mais que no ano passado.

O aumento no número de unidades ofertadas pelo banco, que detém quase 70% de todo o financiamento imobiliário do País e 4,35 milhões de contratos ativos, não é por acaso.

Desde 2012, o total de imóveis retomados por inadimplência pela Caixa cresce. Os dados mais recentes mostram que, entre 2014 e o ano passado, a recuperação de propriedades aumentou 53,8%.

Mercado Financeiro

O ano começou com um esforço dos municípios através dos novos prefeitos em cortar custos e enxugar os gastos da máquina pública.

O Ibovespa, principal benchmark da Bolsa de Valores de São Paulo, operava às 11h32 em alta de +2,09%, com 60.833 pontos. O dólar apresentava baixa de -0,41%, sendo negociado por R$ 3,26.

Redação Dinheirama
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