Agora você confere as principais notícias de 11/01/2017, quarta-feira.

Banco Mundial prevê crescimento abaixo da média mundial para o Brasil em 2017

O Banco Mundial projeta que o Brasil vai voltar a crescer em 2017 e a expansão aumenta nos próximos anos, mas o ritmo ainda ficará abaixo da média da América Latina, dos emergentes e da economia mundial.

A estimativa divulgada é de crescimento de 0,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro este ano, 1,8% em 2018 e 2,2% em 2019, de acordo com o relatório “Perspectivas Econômicas Globais”.

Para a economia mundial, a estimativa é de avanço de 2,7% este ano e os emergentes devem crescer 4,2%. Já os países latino-americanos devem ter expansão de 1,2% em 2017, 2,3% em 2018 e 2,6% em 2019.

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Mercado espera corte dos juros em 0,50 ponto, para 13,25% ao ano

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central deve promover hoje (11) a terceira queda seguida da taxa básica de juros (Selic) e a primeira acima de 0,25 ponto percentual, dentro do atual ciclo de afrouxamento monetário. Atualmente, a taxa está em 13,75% ao ano.

Com a inflação em declínio e a demora na recuperação da economia, a maioria das projeções do mercado financeiro concentra-se no corte de 0,50 ponto percentual da Selic, para 13,25% ao ano.

Apesar do avanço em 2016, inadimplência cresce no menor ritmo desde 2010

O número de consumidores inadimplentes caiu 0,41% em dezembro na comparação com novembro, informaram nesta terça-feira, 10, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Em relação a dezembro de 2015, o indicador avançou 1,44%, mas, apesar da alta, esta é a menor variação para um ano desde o início da série histórica, em 2010.

Desta maneira, o País atingiu 58,3 milhões de pessoas inadimplentes em dezembro de 2016, ou 39% da população adulta brasileira, após 700 mil pessoas terem ingressado na lista durante o ano. Em 2015, o aumento de consumidores inadimplentes foi de 2,5 milhões.

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União precisou honrar R$ 2,2 bi de dívidas do Rio em 2016

Em meio à crise financeira vivida por Estados e municípios, a União precisou honrar R$ 2,377 bilhões em dívidas desses governos que não foram pagas no ano de 2016, segundo dados do Tesouro Nacional.

A maior parte desse valor precisou ser desembolsada pelos cofres federais diante dos calotes dados pelo Estado do Rio de Janeiro: foram R$ 2,227 bilhões em garantias honradas pela União no lugar do governo fluminense.

Apenas no mês de dezembro, o Tesouro precisou exercer a garantia de R$ 682,78 milhões em empréstimos e financiamentos.

Embora a maior inadimplência seja do Rio (R$ 679,13 milhões) no mês, também ficaram devedores os municípios de Cachoeirinha-RS, com R$ 1,45 milhão, e de Natal-RN, com R$ 2,2 milhões.

Mercado Financeiro

As atenções do mercado estarão voltadas para a decisão do COPOM que definirá hoje a nova taxa de juros. A expectativa da maior parte dos analistas do mercado é de que haverá um corte de 0,50% na taxa Selic.

O Ibovespa, principal benchmark da Bolsa de Valores de São Paulo, operava às 11h30 em alta de +0,29%, com 62.310 pontos. O dólar apresentava alta de +0,63%, sendo negociado por R$ 3,21.

Redação Dinheirama
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