Agora você confere as principais notícias de 13/02/2017, segunda-feira.

Juro da dívida de estados e capitais atinge R$ 77,6 bilhões em 2016

A conta dos juros da dívida de estados e capitais chegou a R$ 77,6 bilhões em 2016. Números do Banco Central mostram que 41,1% desse valor – R$ 31,9 bilhões – recai sobre as três unidades da Federação em calamidade financeira: Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Só a conta do governo fluminense superou os R$ 10 bilhões, que colocaria o juro como terceiro maior item do orçamento do Estado, atrás apenas de saúde e educação.

Dados regionais do BC mostram outra face da frágil situação dos Estados. O detalhamento dos indicadores fiscais revela que o governo fluminense, a capital e alguns grandes municípios do Rio receberam uma conta de R$ 12,5 bilhões em juros no ano passado. O valor é resultado dos juros cobrados em empréstimos tomados no passado, como a própria repactuação da dívida estadual feita na década de 90 pela União.

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Exigência de 25 anos de contribuição pegaria 79% de aposentados por idade

Oito em cada dez trabalhadores que se aposentam hoje por idade contribuem para a Previdência menos tempo do que exigirá a proposta feita pelo governo Michel Temer.

O texto da reforma estabelece que, para se aposentar, será preciso ter no mínimo 65 anos de idade e 25 anos de contribuição. Hoje, é possível obter o benefício com 15 anos de contribuição e 65 anos de idade, para homens, ou 60 anos, no caso das mulheres.

Números inéditos da Previdência mostram que 60% das aposentadorias por idade concedidas de janeiro a dezembro de 2015 foram para trabalhadores que não chegaram aos 20 anos de contribuição, e 79% haviam contribuído menos que os 25 que serão exigidos pela reforma.

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Agência de classificação de risco diz que Trump representa perigo global

A administração do presidente americano Donald Trump representa um risco para a economia internacional e para as dívidas soberanas no mundo, segundo relatório divulgado pela agência de classificação de risco Fitch, na última semana.

O comunicado da agência afirma que “a previsibilidade das políticas norte-americanas diminuiu com o abandono dos canais internacionais de comunicação” por parte do governo Trump, o que eleva as perspectivas de mudanças inesperadas nas políticas dos Estados Unidos, com potenciais implicações globais.

“Os principais riscos para as dívidas soberanas são a possibilidade de mudanças súbitas nas relações comerciais, a redução no fluxo de capital internacional, as limitações à imigração que impactem as remessas e os confrontos entre dirigentes políticos que contribuam para aumentar ou prolongar a volatilidade da moeda e dos mercados financeiros”, diz o documento da Fitch.

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Temer cogita nomear Beltrame para a secretaria de Segurança

Com o agravamento dos conflitos e protestos no país, o presidente Michel Temer considera nomear para a Secretaria Nacional de Segurança Pública o ex-secretário estadual do Rio de Janeiro José Beltrame, do PMDB.

A avaliação é que, diante de ondas de violência no Espírito Santo e Rio, o peemedebista precisa fazer um aceno público rápido e nomear para a secretaria nacional um nome técnico e de prestígio. O Ministério da Justiça está sob o comando de um interino desde a saída de Alexandre de Moraes, indicado para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

Assim, o presidente contemplaria a mudança no nome do Ministério da Justiça, que passou a se chamar também da Segurança Pública, ficando livre para escolher um político ou jurista para o controle da pasta.

Redação Dinheirama
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