Estamos vivendo 30 anos ou mais do que nossos avos e bisavôs, mas seguimos aposentando com mais ou menos 60 anos.

Devemos mudar o papel dos 50 ou 60 anos, principalmente no sentido de continuarmos sendo úteis para a sociedade. Como? Principalmente através da independência financeira. Em outras palavras, acrescentando mais sentido aos anos acumulados.

Abraçar o envelhecimento ativo, adotando uma postura protagonista em cada fase da vida, é uma questão de qualidade de vida e propósito, bem como de sobrevivência.

A independência financeira não permite apenas um ganho matemático; o resultado que se colhe não é apenas numérico. Os benefícios extrapolam o cunho técnico racional.

Ao atingir um equilíbrio financeiro ou, de preferência, a independência financeira, você acrescenta muito mais vida ao presente e aos anos que virão, porque essa condição permite muitas ações importantes, dentre elas:

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  1. Focar em uma atividade que proporciona prazer

Dedicar tempo maior ao seu hobby preferido, voltar a estudar, resgatar projetos engavetados, enfim, seguir em frente!

Seguir em frente através de um hobby é viajar no tempo de forma diferenciada; seguir em frente através de um novo aprendizado é dar oportunidade para você mesmo se expandir; seguir em frente através de um novo objetivo é dar asas ao seu tempo finito.

Seguir em frente questionando a você mesmo é reconhecer que você nunca está na linha de partida ou da chegada, mas em trânsito. Ou seja, a jornada da vida exige movimento. Movimente seu corpo, movimente sua mente e movimente seu modo de ver o mundo.

  1. Alimentar-se com equilíbrio e se exercitar

Praticar alguma atividade física com regularidade e degustar o tempo com um novo olhar são escolhas facilitadas pela independência financeira.

Alimentação adequada e exercício físico regular são dois fatores que constroem a saúde física, mental e também contribuem para a sua saúde financeira, pois você com saúde você economizará bastante dinheiro.

Estes hábitos salutares asseguram que você deguste o tempo com um novo olhar e também o valorize aceitando a finitude humana. Envelhecer assim é uma escolha.

“Caminhar é o melhor trabalho voluntário que você pode fazer. Sua caminhada diária talvez seja a atitude mais importante para o seu bolso e para a economia do país do que qualquer decisão de investimento. Ao caminhar, você estará ajudando…” Livro “Viver Muito”, de Jorge Felix.

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  1. Atuar e contribuir com como voluntário

A independência financeira permite seguir trabalhando, mas em um ritmo diferente, além de abraçar novos desafios para as próximas décadas.

Um ano cronológico é igual para você e todo mundo, mas um ano vivido com intensidade e prazer é bem diferente de um ano de mesmice. Um ano vivido com entusiasmo e energia é bem diferente de um ano vivendo por viver.

Um ano seguindo em frente é bem diferente de um ano voltado para o passado. Quem tem mais de 50 não tem apenas mais um ano, ou mais uma década. Tem ainda 30 a 50 anos para enfrentar. É desafiador!

Então, por que não fazer dessa jornada a mais rica, intensa e plena possível? Dê uma chance a você mesmo: não pare de trabalhar!

Uma atividade colaborativa faz você experimentar uma realidade que você ainda não percebeu: a fragilidade e a fortaleza humana em cada ser vivo, assim como a mesquinhez e a nobreza de atitudes convivendo muito próximos.

Não seja um expectador, seja um jogador atuante da sua própria vida. Isto está sendo escrito por alguém com quase 60 anos, mas com o propósito de atingir leitores de todas as faixas etárias. O assunto é muito crítico e importante, quanto antes pensarmos nisso, melhor.

O tema envelhecimento é para todos, pois começamos a envelhecer quando nascemos. Você já pensou nisso? A grande sacada não é pensar que você começará isso algum dia, no futuro, mas iniciar já, ou “para ontem”, como dizem por aí.

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Por quê a pressa para começar a investir?

Resposta simples: para capitalizar os juros compostos não somente no financeiro, mas também na saúde, na mente e no social.

Ou seja, para desfrutar também de uma saúde borbulhante, de uma mente ágil, atenta e de uma rede de pessoas conectadas a você pelos propósitos que você defende. Tudo isso também depende de uma atuação contínua, coerente e engajada.

Tais capitais (saúde, intelectual, social e financeiro), cultivados e trabalhados ao longo da vida, se convergem para permitir uma longevidade com qualidade de vida.

Conclusão 

A sua e a minha longevidade já começaram. A qualidade que daremos a ela só depende de cada um de nós. Envelhecer não deve ser sinônimo de empobrecer, e isso é uma escolha.

Conduza o seu capital (saúde, intelectual, social e financeiro) como dirigimos um carro, olhando para frente, ou seja, olhando para o futuro, mas consciente do presente.

Atenção porque os três retrovisores possuem uma amplitude de visão dezenas de vezes menores que o para-brisa. Ou seja, não perca tempo com o passado. Foque no futuro! E o melhor futuro que você tem é o momento presente.

Qual é o seu propósito? O que você está fazendo agora é a prévia do seu amanhã nos pilares da saúde, intelectual, social e financeiro. O que está fazendo agora é o prefácio do livro da sua longevidade com qualidade de vida.

Faço novamente um apelo: opte pelo envelhecimento ativo!

Por que não acrescentar sentido aos anos que ganhamos devido à longevidade, tendo como propósito expandido escrever o nosso próprio destino? Por que não desafiar e investir melhor nos nossos quatro capitais alicerces (saúde, intelectual, social e financeiro) em todas as fases da vida?

Roberto Sato
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