Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é decisão da Amazon que reviu a estratégia e voltou a investir em livros impressos.

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Amazon volta a investir em livro impresso e abre até livraria

Dez anos atrás, quando Jeff Bezos lançou o leitor eletrônico Kindle em Nova York, ele declarou que “o livro é uma forma tão evoluída e tão apropriada à sua tarefa que é muito difícil substitui-lo”. O fundador da Amazon estava certo: no segundo trimestre deste ano, a despeito do desordenamento digital que o Kindle deflagrou, a empresa vai abrir uma livraria em Manhattan.

Há sinais de renascimento para os livros, em toda parte. A cadeia britânica de librarias Waterstone saiu do vermelho no ano passado depois de seis anos de prejuízos. As vendas de livros em papel subiram em 3% nos Estados Unidos, enquanto as de livros eletrônicos caíram. A tecnologia digital não gerou no mercado de livros uma revolução semelhante à que causou na música, televisão e notícias; ainda gostamos de ler livros.

A popularidade duradoura do livro em geral é saudada como uma história romântica do triunfo dos valores tradicionais sobre a tecnologia dura e gélida. Mas a explicação não se resume a isso. A história também pode ser entendida como uma narrativa do crescimento da Amazon: se você reduz preços, as pessoas compram mais; se os aumenta, elas compram menos.

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Faturamento do comércio eletrônico no Brasil cresce 7,4% em 2016

O comércio eletrônico brasileiro registrou faturamento total de R$ 44,4 bilhões em 2016, de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira (16), pela consultoria sobre varejo E-bit. O valor representa um crescimento de 7,4% em comparação com ano passado, quando o setor faturou um total de R$ 41,3 bilhões.

De acordo com o relatório da E-bit, o número de compras por meio de sites de eletrônico ficou estável em 106,3 milhões. Enquanto isso, o tíquete médio dos pedidos cresceu: saltou de R$ 388 para R$ 417, o que representa crescimento de 8% na comparação com o ano anterior.

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Verizon pode comprar Yahoo! por US$ 300 mi a menos do que valor inicial

O Yahoo! está perto de um acordo que reduziria o preço de venda de suas operações principais de internet à Verizon em cerca de US$ 300 milhões, disse uma pessoa informada sobre o assunto nesta quarta-feira (15).

O acordo original, anunciado no ano passado, previa preço de US$ 4,8 bilhões.

Se concluído, o acordo revisado ajudaria o Yahoo! a enfim deixar para trás as questões sobre o destino da transação, depois que a problemática companhia de internet revelou ataques de hackers que afetaram centenas de milhões de contas de e-mail.

Desde então, os executivos da Verizon estão negociando vigorosamente, em público e em particular, pela redução do preço, argumentando que as revelações podem ter efeito concreto sobre a transação.

Redação Dinheirama
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