Agora você confere as principais notícias de 10/03/2017, sexta-feira.

Dólar sobe e se aproxima de R$ 3,20 com cautela do investidor

O dólar voltou a se aproximar de R$ 3,20 e fechou em alta de 0,85% nesta quinta-feira (9) aos R$ 3,1945. Com a queda do petróleo no exterior, a moeda seguiu o movimento entre os países emergentes e exportadores de commodities, como peso mexicano, lira turca e rand sul-africano. Ao mesmo tempo a bolsa brasileira seguia em queda, mas perto da pontuação de fechamento da véspera.

Os agentes seguem monitorando a cena política, na espera pela divulgação da chamada “lista de Janot”, e os esforços do governo de fazer prevalecer a proposta integral da reforma da Previdência. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reforçou discurso nesse sentido ao participar nesta manhã em São Paulo do Fóruns Estadão, que trata da reforma.

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Delator dá nova versão para repasse a amigo de Temer

Investigações baseadas na delação de José Carvalho Filho, ex-diretor da Odebrecht, comprometem o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e diferem da versão de José Yunes ex-assessor e amigo de Michel Temer.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, José Filho relata que um operador da empreiteira levou dinheiro da campanha de 2014 ao escritório de advocacia de Yunes, em São Paulo.

José Filho foi intimado a depor no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelo relator do processo de cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, Herman Benjamin, na próxima sexta (10).

Ele deve dar o nome do operador que teria levado o dinheiro no escritório de Yunes, em São Paulo, em 2014.

Ao ser mencionado como destinatário do recurso de Odebrecht na delação de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente da empreiteira, Yunes foi à Procuradoria-Geral da República para dar explicações sobre o caso.

Ele disse que Lúcio Funaro, um operador financeiro ligado ao ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), levou um pacote a seu escritório a pedido de Padilha, mas afirmou não saber o que tinha dentro. Esse episódio tem sido vinculado ao repasse da Odebrecht.

O relato de José Filho é de que houve entrega de dinheiro da empreiteira no escritório de Yunes por um operador do chamado Departamento de Operações Estruturadas, área responsável pelo pagamento de propina na empresa. Ele deixa claro que não é Lúcio Funaro, ao mencionar o nome desse operador.

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PSB ameaça votar contra reforma da Previdência

O PSB, sexto maior partido da base de Michel Temer, com 35 deputados, ameaça fechar posição contrária aos pilares da reforma da Previdência.

Se confirmado, será o segundo partido da base a declarar a dissidência. O Solidariedade, do deputado e sindicalista Paulinho da Força, já faz isso há algum tempo.

O PSB comanda o Ministério de Minas e Energia.

“Um partido socialista não pode se dar ao luxo de trair as pessoas que ele pretende representar”, diz o presidente do PSB, Carlos Siqueira.

“Se um partido socialista não defender os interesses das pessoas mais vulneráveis, o que ele está fazendo no cenário político nacional?”

Para ele a proposta de Temer tem forte caráter mercadológico. “Nosso problema não é governo, nem cargo, o nosso problema é não trair os nossos ideais”, diz Siqueira.

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BB vai aprovar nova política de sucessão e distribuição de dividendos

O Banco do Brasil está finalizando uma revisão completa do seu Estatuto Social para tentar aprimorar sua governança corporativa. A principal mudança, segundo o diretor de Estratégia e Organização, Carlos Netto, será a aprovação, ainda neste semestre, de uma nova política de indicação e sucessão de executivos, e de distribuição de dividendos para os acionistas.

O banco já vem ajustando sua estratégia corporativa há alguns anos e é a única instituição financeira do País listada no Novo Mercado da Bolsa de Valores – segmento que reúne as empresas sujeitas às mais rigorosas práticas de governança corporativa

Redação Dinheirama
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