Agora você confere as principais notícias de 13/03/2017, segunda-feira.

Ex-diretor da Odebrecht delata caixa 2 a Aloysio Nunes

O ex-diretor da Odebrecht Carlos Armando Paschoal, conhecido como CAP, relatou em delação premiada o pagamento de R$ 500 mil por meio de caixa dois para a campanha ao Senado de Aloysio Nunes (PSDB), que tomou posse na semana passada como ministro de Relações Exteriores.

O repasse segundo o delator, ocorreu em 2010, quando o tucano se elegeu o senador mais votado da história de São Paulo, com mais de 11 milhões de votos, 30% do total.

Segundo CAP, o pedido por dinheiro foi feito pelo próprio Aloysio e as entregas foram realizadas em duas ou três parcelas em hotéis na zona sul da capital paulista.

O ex-executivo disse a procuradores da Lava Jato que o tucano designou uma pessoa de sua confiança com quem foram combinados senhas e endereços de entrega dos recursos. Segundo a prestação de contas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Aloysio Nunes arrecadou R$ 9,2 milhões naquelas eleições. A Odebrecht não aparece entre os doadores.

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Em crise, Correios vão fechar 250 agências em todo o País

Os Correios anunciaram que vão fechar aproximadamente 250 agências em cidades acima de 50 mil habitantes nas cinco regiões do País.

A decisão faz parte de um plano de economia que está sendo implementado pela direção da estatal para reverter a crise enfrentada pela companhia que acumula quatro anos seguidos de prejuízo.

Segundo a empresa, pouco mais de 60 agências já foram incorporadas a outras unidades. “O projeto para fusão de agências dos Correios em todo o País vai tornar a rede de atendimento mais eficiente e melhorar a prestação de serviços à população”, informou a empresa em comunicado. De acordo com a estatal as mudanças serão feitas de forma gradual para minimizar os impactos aos clientes.

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Banco Mundial defende a ampliação do Bolsa Família

O governo precisa ampliar o Bolsa Família para evitar o aumento da pobreza na recessão, defendeu o Banco Mundial em estudo publicado em fevereiro.

Segundo o Banco Mundial, deter o avanço da pobreza durante a crise depende de aumento do investimento no programa social de R$ 28 bilhões em 2016 para R$ 30,4 bilhões neste ano. A previsão do governo é gastar R$ 29,3 bilhões em 2017.

Esse seria o modo mais efetivo de impedir que o país some 2,5 milhões de novos pobres entre 2015 e 2017 –um retrocesso no combate à desigualdade da última década.

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Mesmo com recuo nas vendas, preço de eletrônico subiu

As vendas de aparelhos eletroeletrônicos no varejo despencaram em número de unidades pelo segundo ano seguido, afetadas pela crise. A queda nas quantidades ocorreu em todos os segmentos – eletrodomésticos, aparelhos de imagem e som, eletroportáteis, telefonia e informática, resultando num recuo de 16% nos volumes ante 2015.

Apesar da queda nas quantidades vendidas, os preços não recuaram: na verdade, subiram, em média, 20%. Houve aumento de preços na casa de dois dígitos em quase todos os segmentos, exceto para a linha branca, que ficou 6% mais cara. Com isso, a receita total do varejo teve um pequeno acréscimo de 1% no ano passado. Em 2016, o mercado de eletroeletrônicos movimentou R$ 90 bilhões no varejo, ante R$ 89 bilhões em 2015.

Redação Dinheirama
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