Agora você confere as principais notícias de 13/04/2017, quinta-feira.

BC reduz Selic pela 5ª vez seguida, para 11,25% ao ano           

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu nesta quarta-feira, (12), reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto porcentual, para 11,25% ao ano. Esta é a quinta vez seguida que os diretores do órgão decidem pelo corte no juro básico, que agora atingiu o menor patamar desde outubro de 2014. A decisão foi unânime.

O presidente da instituição, Ilan Goldfajn, já havia sinalizado em entrevistas que o corte na Selic iria acelerar para 1 pp, considerando a projeção de inflação para o fim deste ano, que deve ficar em 3,6%. Na reunião de fevereiro, o BC decidiu pelo corte de 0,75 pp, assim como na reunião anterior, no mês de janeiro.

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Fundos ganham da poupança na maioria dos casos com Selic a 11,25%

As aplicações em renda fixa, como fundos de investimento, ganham da poupança na maioria das situações com a taxa básica de juros (Selic) em 11,25% ao ano. O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (12) reduzir a Selic em 1 ponto percentual, em linha com o esperado pelo mercado.

Pelas simulações realizadas pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), a poupança ainda mantém atratividade em relação a fundos de investimento em alguns cenários.

Isso porque a poupança, que rende TR (taxa referencial) mais 6,17% ao ano, não sofre qualquer tributação. Já os fundos de renda fixa têm incidência de Imposto de Renda sobre seus rendimentos, sendo que a alíquota é maior quanto menor for o prazo de resgate.

Se a taxa de administração dos fundos superar 3% ao ano, a poupança, com um rendimento mensal de 0,54%, ganha em todos os cenários simulados pela associação.

Lista de Fachin mantém cautela, e Bolsa recua; dólar cai com Trump

Após uma sessão volátil, e em meio ao clima de cautela tanto no cenário interno quanto no externo, o Ibovespa fechou em baixa de 0,73%, aos 63.891,68 pontos. O giro financeiro foi de R$ 19,2 bilhões, inflado pelo exercício de opções sobre índice.

Vale e siderúrgicas lideraram as quedas do Ibovespa, influenciadas pelo recuo de mais de 8,5% no preço do minério de ferro na China por causa do excesso de oferta da commodity e também de aço.

Os papéis da mineradora perderam 4,41% (PNA) e 4,33% (ON). Entre as siderúrgicas, CSN ON caiu 8,70%; Gerdau PN, -5,08%; Metalúrgica Gerdau PN, -4,16%; e Usiminas PNA, -4,53%.

As ações PN da Bradespar, acionista da Vale, caíram 5,97%.

As ações da Petrobras recuaram 0,20% (PN) e 0,39% (ON). Entre os bancos, Itaú Unibanco PN perdeu 0,13%; Bradesco PN, -1,00%; Banco do Brasil ON, -1,65%; e Santander unit, -1,77%.

O dólar chegou a subir durante a sessão por causa do mau humor externo e interno, mas ao final da sessão mudou de direção e fechou em queda de 0,31%, a R$ 3,1350.

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Na transição, governo avalia idade mínima de 50 anos para mulher e de 55 para homem

A discussão em torno da regra de transição da reforma da Previdência avançou nesta manhã após reunião entre deputados, consultores do Congresso e ministros do governo Michel Temer. Agora, está na mesa a possibilidade de fixar como idades mínimas na transição o patamar inicial de 50 anos para mulheres e de 55 anos para homens.

Antes, havia uma discussão entre fixar as idades mínimas em 52/57, ideia defendida pelos deputados, ou 53/58, proposta desejada pelo governo. Com um ponto de partida ainda menor para a idade mínima, a regra fica menos dura para quem já está próximo da aposentadoria.

Redação Dinheirama
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