Agora você confere as principais notícias de 14/04/2017, sexta-feira.

Bomba dos EUA no Afeganistão eleva tensão; Bolsa cai 1,67% e dólar sobe

A véspera do feriado de Sexta-Feira Santa já era marcada pela cautela tanto no mercado doméstico quanto no exterior. No entanto, o clima de apreensão mundial por causa das tensões na Síria e na Coreia do Norte piorou depois que os Estados Unidos lançaram no Afeganistão, pela primeira vez, sua mais poderosa bomba não nuclear.

O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 1,67%, pressionado principalmente por Petrobras e bancos, e o dólar fechou em alta.

Na Bolsa de Nova York, o índice S&P 500 terminou em queda de 0,57%, e o Dow Jones perdeu 0,67%. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,53%.

O dólar chegou a cair mais cedo, ainda reagindo às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a moeda está muito forte e de que ele defende a política de juros baixos.

No entanto, o câmbio inverteu o sinal especialmente com o nervosismo causado pelo lançamento de bomba americana no Afeganistão.

A moeda americana subiu 0,38%, a R$ 3,14, na cotação comercial. Em cinco pregões, ficou praticamente estável.

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Relator de reforma da Previdência quer alívio para políticos

Relator da reforma da Previdência, o deputado Arthur Oliveira Maia (PPS) quer dar um alívio a parlamentares no projeto em discussão no Congresso e criar um modelo que pode aumentar os custos para os cofres públicos.

A proposta original do governo prevê o fim da aposentadoria especial para deputados e senadores eleitos a partir de 2018. Eles passariam a se enquadrar nas regras do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com idade mínima de 65 anos para aposentadoria e teto de R$ 5.531,31.

Em reunião no Palácio do Planalto, o relator informou que pretende criar um fundo de previdência complementar nos moldes do fundo dos servidores públicos, o Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal).

Esse modelo teria impacto nos cofres públicos, uma vez que caberia ao governo fazer uma contribuição igual àquela feita pelos deputados, o que aumentaria os gastos em relação à proposta original.

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Ações trabalhistas podem ser dificultadas com reforma

O relatório da reforma trabalhista desestimula os trabalhadores a entrarem com ações na Justiça e dá prioridade para a solução extrajudicial do conflito. O deputado Rogério Marinho (PSDB) apresentou ontem seu parecer final que tem como um dos objetivos “conter o avanço da excessiva busca pelo Judiciário” para solução dos conflitos entre patrões e empregados. A expectativa é que o texto seja votado na comissão especial na próxima semana e levado ao plenário da Câmara até o fim do mês.

Marinho propõe alterar cerca de cem pontos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O texto proposto pelo relator revoga 18 pontos da septuagenária lei. Um dos mecanismos para evitar a judicialização de temas trabalhistas será fazer com que o empregado tenha de arcar com os custos das perícias realizadas no processo. Para o relator, “é superlativo o número de ações em que a parte requer a realização de perícia sem fundamento, apenas por que não decorrerá, para ela, quaisquer ônus”.

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Volume de serviços prestados sobe 0,7% em fevereiro ante janeiro

O volume de serviços prestados teve avanço de 0,7% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  A alta fez o segmento acumular quatro meses de resultados positivos.

Os Serviços prestados às famílias tiveram avanço de 0,6% em fevereiro ante janeiro, enquanto Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio cresceram 0,5%. Os Serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram alta de 0,2%. Os recuos foram registraram nos segmentos de Serviços de informação e comunicação (-1,5%) e Outros Serviços (-0,5%). Já o agregado especial das Atividades Turísticas apresentou crescimento de 0,2% na comparação com o mês imediatamente anterior.

Redação Dinheirama
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