Agora você confere as principais notícias de 18/04/2017, terça-feira.

Otimismo econômico faz Bolsa subir 2,4%; dólar cai a R$ 3,10 com BC

A expectativa de avanço da reforma da Previdência, a divulgação de indicador de atividade acima do esperado e nova redução nas projeções de inflação, entre outros fatores, deram o tom positivo do mercado financeiro nesta segunda-feira (17).

O cenário externo favorável, com algum alívio nas preocupações em relação à Coreia do Norte e à Síria, contribuiu para o movimento. Outro motivo que manteve o bom humor dos investidores foi o crescimento da economia chinesa acima do esperado no primeiro trimestre.

O Ibovespa fechou em alta de 2,4%, impulsionado principalmente por ações de bancos. O dólar teve forte queda, ficando abaixo de R$ 3,10. O real, que teve a maior valorização mundial nesta sessão, foi beneficiado pela atuação do Banco Central no câmbio, além da queda generalizada da moeda americana no exterior. No mercado de juros futuros, as taxas também recuaram.

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Sob críticas, relator da reforma da Previdência deve incluir políticos na regra de transição

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS), pretende incluir em seu texto final uma regra de transição para políticos que já têm mandato atualmente.

A ideia é seguir os mesmos moldes da transição para os servidores públicos, com pedágio de 30% sobre o tempo restante de contribuição e a previsão de uma idade mínima, que aumentará ao longo do período de transição até atingir os 65 anos.

Segundo interlocutores, o relator quer mostrar que os políticos atuais não estarão livres de seguir regras mais duras de aposentadoria. Na proposta original do governo, a definição da transição para a classe foi delegada a eles próprios e não havia prazo determinado para que a formulação do modelo fosse concluída – até lá, continuariam seguindo as regras atuais de aposentadoria: idade mínima de 60 anos e tempo de contribuição de 35 anos.

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Governo vê aumento da dívida bruta a 76,9% do PIB em 2018

A dívida bruta deve subir a 76,9% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano que vem e avançar a 77,9%do PIB em 2019, segundo estimativas que constam do anexo do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 apresentado nesta segunda-feira (17) pelo governo ao Congresso Nacional.

Pelo documento, a expectativa é que a dívida bruta, vista como importante indicador da saúde das contas públicas, só apresente redução em 2020, ainda que de maneira tímida, passando a 77,7% do PIB.

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Em alta, fundos imobiliários são opção para dar o pontapé na renda variável

Em 2016, os fundos imobiliários se valorizaram 32,3%, chegando a dar retorno de quase 10% só em março daquele ano. O surpreendente desempenho fez crescer as expectativas de que, em 2017, poderiam repetir o feito, principalmente diante do cenário de queda dos juros, que motiva o investidor a sair da zona de conforto. No entanto, analistas divergem sobre as perspectivas de retorno para este ano e aconselham o investidor a olhar para outros fatores além da Selic na hora de optar por esse investimento.

Os fundos imobiliários (FII) são investimentos de renda variável e funcionam como ações, mas, em vez de empresas, o aporte é em imóveis. Dentro do fundo, cada investidor tem uma cota correspondente ao montante aplicado, que rende um valor mensal. Como investir em imóveis já é comum ao brasileiro, dentro do volátil universo de renda variável, ele acaba sendo um investimento mais “amigável”.

Redação Dinheirama
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