Agora você confere as principais notícias de 19/04/2017, quarta-feira.

Clima de cautela e commodities fazem Bolsa cair 0,27%; dólar sobe a R$ 3,11

O recuo das commodities e o cenário externo negativo fizeram o Ibovespa fechar em baixa nesta terça-feira (18), depois da alta de 2,40% da véspera.

Seguindo seus pares globais, o principal índice da Bolsa brasileira fechou em baixa de 0,27%, aos 64.158,84 pontos. O giro financeiro foi de R$ 6,2 bilhões.

Em uma sessão volátil, o dólar comercial fechou em alta de 0,28%, a R$ 3,11, apesar a rolagem, pelo BC, de mais 16 mil contratos de swap cambial que vencem em maio, no montante de US$ 800 milhões. A operação equivale à venda futura de dólares.

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Mudanças na reforma da Previdência vão custar R$ 170 bi em dez anos, diz relator

O relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS), afirmou nesta terça-feira (18), que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, calculou o impacto das mudanças recentes no texto em R$ 170 bilhões em dez anos. Segundo o relator, a economia estava prevista em R$ 800 bilhões e agora será de R$ 630 bilhões.

“Dá algo em torno de 20% [de perda]”, disse o relator.

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Sindicalistas da polícia invadem Congresso em protesto contra reforma

Representantes de sindicatos do setor de segurança pública invadiram o Congresso Nacional nesta terça-feira (18) em protesto contra a reforma da Previdência. Vidros da chapelaria, principal entrada do Congresso, foram quebrados.

O protesto começou na Esplanada dos Ministérios, onde foram colocados cruzes e caixões, que foram queimados.

Depois, um grupo desceu para o Congresso e invadiu o local. Eles foram contidos pela Polícia Legislativa, que usou gás de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo.

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FMI prevê crescimento do Brasil de 0,2% em 2017 e projeta PIB maior em 2018

O Fundo Monetário Internacional manteve a projeção de crescimento do Brasil de 0,2% feita em janeiro, quando atualizou suas projeções macroeconômicas globais. Para 2018, o FMI elevou sua estimativa de alta para o PIB do País de 1,5% para 1,7%. As previsões fazem parte do relatório Perspectiva Econômica Mundial, cujo título é “Ganhando força?”, uma questão direcionada à recuperação do nível de atividade do planeta. Em outubro de 2016, a instituição multilateral previa que o produto interno bruto nacional subiria 0,5% em 2017 e na ocasião não divulgou projeção para 2018.

De acordo com o FMI, o Brasil deve emergir aos poucos de uma das piores recessões enfrentadas em sua história e projeta que no quarto trimestre deste ano o PIB terá um ritmo de alta de 2,0%, em termos anualizados, ante o mesmo período de 2016. Nos últimos três meses de 2018, o produto interno bruto deve apresentar uma elevação de 1,7% ante outubro e dezembro de 2017, também em base anualizada. No apêndice estatístico do documento, o Fundo indica que espera um crescimento de 2,0% para o Brasil em 2022.

 

Redação Dinheirama
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