Agora você confere as principais notícias de 15/05/2017, segunda-feira.

Para comemorar um ano de governo, Temer anuncia fim da recessão

A recessão ficou para trás e o Brasil voltou aos trilhos do crescimento. Esse foi o tom dos discursos na reunião ministerial ocorrida na manhã da última sexta-feira no Palácio do Planalto, para marcar um ano do governo de Michel Temer. Exibindo os primeiros sinais de recuperação da atividade econômica, o presidente fez um contraponto com o quadro deixado pelo governo de Dilma Rousseff.

“Encontramos um país que viveu a maior recessão da história”, disse o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, que em seguida chamou a atenção para dois pontos dessa frase. O primeiro, que a recessão vivida pelo País foi pior do que a de 1930. O segundo, o tempo do verbo, se referindo ao passado. “O Brasil já voltou a crescer”, afirmou.

“Estamos ainda vivendo os efeitos da recessão, o desemprego  está elevadíssimo e tem reação mais lenta, mas inevitavelmente começa a cair no segundo semestre”, ponderou Meirelles. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que os dados do emprego formal deverão permanecer no campo positivo a partir de maio.

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Produção atual ocupa só 20% da capacidade das montadoras

No ano passado, as montadoras produziram 60,6 mil caminhões, o mais baixo volume em 17 anos. Em 2015, foram 74 mil e, no ano anterior, 140 mil. Nos primeiros quatro meses de 2017 saíram das linhas de montagem 21,6 mil unidades, o que representa uma recuperação de 6,5% em relação ao mesmo período de 2016. Ainda assim, as fábricas operam com apenas 20% da capacidade produtiva.

Assim como ocorre com os automóveis, o que tem ajudado a produção a reagir são as exportações. De janeiro a abril, as vendas externas de caminhões aumentaram 43,3% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, somando 8.313 unidades.

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Relações entre EUA e Rússia caíram ‘ao nível mais baixo’, diz Rex Tillerson

As relações entre Estados Unidos e Rússia não eram tão ruins desde a Guerra Fria e “não se orientam a um novo começo”, lamentou neste domingo (14) o chefe da diplomacia americana, Rex Tillerson.

O secretário de Estado, ex-presidente da petroleira ExxonMobil e nesta condição condecorado em 2013 pelo presidente russo Vladimir Putin, já havia lamentado nas últimas semanas que os laços entre as duas potências tivessem caído ao seu “nível mais baixo” desde o fim da União Soviética, em 1991.

Seu colega russo, Serguei Lavrov, recebido na quarta-feira (10) na Casa Branca pelo presidente Donald Trump, fez a mesma constatação.

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Após disparo de míssil, EUA pedem sanções fortes contra a Coreia do Norte

Os Estados Unidos pediram neste domingo (14) sanções mais fortes contra a Coreia do Norte após o lançamento de um novo míssil, o primeiro teste balístico do regime comunista desde a posse de um novo presidente na Coreia do Sul.

O míssil, lançado da estação de Kusong, no noroeste do país, foi disparado às 17h30 (horário de Brasília) deste sábado (13) e percorreu cerca de 700 quilômetros antes de cair no mar do Japão, indicou o Estado-Maior Conjunto de Seul.

“Que esta última provocação sirva de chamado a todas as nações para implementar sanções muito mais fortes contra a Coreia do Norte”, disse a Casa Branca em comunicado.

Redação Dinheirama
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