Agora você confere as principais notícias de 17/05/2017, quarta-feira.

Dólar fecha abaixo de R$ 3,10 com atuação do BC

O dólar à vista no balcão fechou em queda de 0,31%, a R$ 3,09, acumulando perda de 3,10% nas últimas seis sessões e marcando o menor nível desde 4 de abril. Na mínima, bateu R$ 3,08 (-0,60%), enquanto na máxima tocou R$ 3,10 (+0,02%). O giro registrado na clearing de câmbio da B3 somou US$ 1,158 bilhão. No mercado futuro, o dólar para junho recuava 0,53% por volta das 17h15, a R$ 3,10. O volume de negócios estava em US$ 13,819 bilhões. O dólar recuava ante a maioria das moedas emergentes e de países exportadores de commodities, como o rand sul-africano (-0,96%), o dólar canadense (-0,32%) e o peso mexicano (-0,45%).

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Brasil tem menor risco em 28 meses com exterior e indicadores positivos

O risco-Brasil atingiu o menor nível desde dezembro de 2014 e o dólar teve a sexta queda consecutiva com uma melhora do humor no exterior e também com a avaliação de que o país começa a mostrar sinais de que está saindo da recessão.

O CDS (credit default swap), que mede o nível de risco de crédito de um país, recuou 0,99% nesta terça-feira (16), para 196,9 pontos. É o menor patamar desde 29 de dezembro de 2014, quando o CDS do país estava em 187,9 pontos.

A queda se deu em linha com a redução do CDS da maioria dos países do mundo. Na América Latina, por exemplo, só Venezuela e Costa Rica viram seu risco-país subir nesta terça-feira.

A melhora no exterior ocorreu apesar de recentes turbulências envolvendo principalmente os Estados Unidos —o presidente americano, Donald Trump, enfrentou polêmicas envolvendo a demissão de um diretor do FBI e o compartilhamento de informações confidenciais com a Rússia.

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ONU revisa para baixo projeção do PIB brasileiro de 2017, para 0,1%

A Organização das Nações Unidas (ONU) revisou para baixo a projeção de crescimento do Brasil neste ano. Segundo a organização, o Produto Interno Bruto (PIB) irá avançar apenas 0,1% em 2017, após um retrocesso de 3,6% em 2016. Em janeiro, a organização havia projetado um crescimento de 0,6% para este ano.

Para o ano que vem, porém, a projeção ficou mais otimista: passou de 1,6% para crescimento de 2,6% em 2018.

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Quase 60 mil vagas foram criadas em abril, melhor resultado desde 2014

Após queda em março, o emprego formal voltou a reagir em abril. Entre demissões e contratações, foram criadas 59,8 mil vagas com carteira assinada, o melhor resultado para o mês desde 2014.

Em março, o resultado do emprego havia sido negativo em 63,6 mil vagas formais, revertendo a melhora em fevereiro, quando pela primeira vez em 22 meses o saldo foi positivo, com a criação de 35,7 mil empregos.

Em abril de 2016, houve perda de 62,8 mil vagas.

No acumulado do ano, foram eliminadas 933 vagas com carteira, praticamente uma estabilidade em relação ao total de empregos formais existentes em dezembro de 2016.

Redação Dinheirama
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