Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é a participação de um dos fundadores do WhatsApp em uma audiência pública no STF.

Fundador do WhatsApp diz no STF que não é possível interceptar conversas

Um dos fundadores do aplicativo WhatsApp, Brian Acton, afirmou que não é possível quebrar os códigos de proteção das conversas para atender pedidos judiciais de interceptações.

As declarações foram dadas durante audiência pública nesta sexta-feira (2) em que Acton, representantes do Facebook —dono do WhatsApp—, do Ministério Público Federal, da Polícia Federal e da comunidade acadêmica debatem se o aplicativo pode colaborar de forma efetiva com investigações policiais e se houve violação de princípios constitucionais quando a Justiça decretou o bloqueio do aplicativo.

A audiência é resultado de uma ação movida pelo PPS (Partido Popular Socialista) no STF (Supremo Tribunal Federal), que tem como relator o ministro Edson Fachin. O propósito da ação é averiguar se os pedidos de bloqueio ao aplicativo, feitos por juízes brasileiros, violam princípios constitucionais de direito ao sigilo de comunicações.

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Skype também passa a oferecer recurso semelhante ao Snapchat

O Skype é o mais novo aplicativo a engrossar a lista de serviços que têm copiado recursos do Snapchat.

O app utilizado para teleconferências, que pertence à Microsoft, anunciou nesta quinta-feira (1º) uma atualização da sua versão para celulares que inclui uma ferramenta destaques, chamada “Highlights”, que permite aos usuários tirarem fotos e vídeos que estarão visíveis temporariamente para os seus contatos.

A ferramenta é muito semelhante ao “Stories”, do Snapchat. O formato está se tornando cada vez mais popular em redes sociais e serviços de mensagens e foi recentemente incorporado aos aplicativos do Facebook, como o WhatsApp e o Instagram.

Esta atualização do Skype é a mais cara desde que a Microsoft comprou o Skype por US$ 8,5 bilhões em 2011. O aplicativo não havia passado por alterações significativas desde que introduziu as chamadas de vídeo em 2006.

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Golpe no WhatsApp simula consulta a saldo do FGTS para enganar usuários

Um novo golpe está circulando no WhatsApp no Brasil, usando a consulta ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para capturar dados de usuários. Segundo a startup brasileira de segurança PSafe, esta nova manobra começou a ser disseminada na web há cerca de dois dias e já atinge mais de 360 mil brasileiros, que acessaram uma mensagem para saber se estavam aptos a receber os valores correspondentes do benefício.

Segundo a startup, o funcionamento do golpe é simples: a vítima recebe uma mensagem pelo WhatsApp com um link que permitira conferir se está apto a receber R$ 1,7 mil do FGTS. A partir daí a pessoa responde perguntas sobre o seu tempo de trabalho e, independente das respostas, é encaminhada para uma nova página.

Nesta nova aba, a vítima é convidada para se cadastrar em um serviço de SMS pago para conteúdo adulto ou para baixar aplicativos falsos, que podem infectar o smartphone e deixá-lo vulnerável a outros tipos de crimes ou prejuízo financeiro.

Redação Dinheirama
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