Agora você confere as principais notícias de 13/06/2017, terça-feira.

Exterior e crise política pesam e dólar sobe para R$ 3,31; Bolsa recua 0,8%

A absolvição do presidente Michel Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não acalmou o mercado nesta segunda-feira (12). A soma da crise política com o aumento da aversão ao risco no exterior provocou a queda da Bolsa brasileira e levou o dólar a R$ 3,31.

O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas da Bolsa brasileira, teve queda de 0,82%, para 61.700 pontos. O volume financeiro foi de R$ 6,84 bilhões, pouco abaixo da média diária do ano, de R$ 8,27 bilhões.

O dólar comercial teve alta de 0,63%, para R$ 3,312. O dólar à vista, que fecha mais cedo, subiu 1,24%, para R$ 3,318.

Previsão do mercado para o PIB em 2017 cai de 0,50% para 0,41%

Em meio à crise política, os economistas do mercado financeiro alteraram, para pior, suas projeções para a atividade em 2017 e 2018. Pelo Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira (12), a mediana para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano passou de 0,50% para 0,41%. Há um mês, a perspectiva era de avanço de 0,50%.

Para 2018, o mercado também mudou a previsão de alta do PIB, de 2,40% para 2,30%. Quatro semanas atrás, a expectativa estava em 2,50%. No início do mês, o Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o País cresceu 1,0% no primeiro trimestre de 2017, ante o quarto trimestre de 2016. Por outro lado, recuou 0,4% ante o primeiro trimestre do ano passado.

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PSDB decide permanecer no governo de Michel Temer

O PSDB decidiu permanecer no governo de Michel Temer em reunião realizada nesta segunda-feira (12), em Brasília. “O PSDB não fará nenhum movimento agora no sentido de sair do governo”, disse o senador José Serra (SP) ao fim do encontro.

O tucano disse que novas posições podem ser tomadas caso haja um novo curso nos fatos, mas garantiu que não será feita a entrega de cargos no governo pelo partido.

Embora na semana passada o movimento de desembarque tenha crescido, especialmente com o apoio do presidente interino da sigla, Tasso Jereissati, setores da legenda fizeram pressão para barrar esse rompimento. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves lideraram as articulações pela manutenção do apoio ao governo.

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BC nega que MP da Leniência dos bancos tenha a ver com delações

O Banco Central voltou a defender hoje, por meio de nota, que a Medida Provisória 784 não tem relação com delações que possam surgir no âmbito da Operação Lava Jato. A MP, editada na semana passada, cria o Acordo de Leniência e o Termo de Compromisso, que poderão ser firmados inclusive por instituições financeiras que eventualmente sejam envolvidas na Lava Jato.

 

Redação Dinheirama
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