Agora você confere as principais notícias de 15/06/2017, quinta-feira.

Dólar cai para R$ 3,28 após alta de juros esperada dos EUA; Bolsa sobe

O aumento já esperado pelo mercado da taxa de juros nos Estados Unidos não modificou a trajetória de queda do dólar nesta quarta-feira (14) e a moeda americana encerrou o dia cotada a R$ 3,28. Já a Bolsa brasileira oscilou bastante, mas conseguiu terminar em terreno positivo.

O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas, fechou em leve alta de 0,15%, para 61.922 pontos. O volume negociado na sessão foi de R$ 22,15 bilhões, inflado pelo vencimento de opções sobre o índice. A média diária do ano é de R$ 8,24 bilhões.

O dólar comercial teve queda de 0,81%, para R$ 3,282. O dólar à vista, que fecha mais cedo, teve recuo de 0,71%, para R$ 3,281.

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BC dos EUA eleva juros pela segunda vez em três meses

O Federal Reserve, banco central norte-americano, elevou a taxa de juros nesta quarta-feira, 14, pela segunda vez em três meses, citando contínuo crescimento econômico dos Estados Unidos e o fortalecimento do mercado de trabalho, e anunciou que começará a reduzir sua carteira de Treasuries e outros títulos este ano.

A decisão elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 1,00 a 1,25%, conforme o Fed prossegue com seu primeiro ciclo de aperto em mais de uma década.  Como em dezembro de 2016 e em março deste ano, os dirigentes preveem ainda três elevações de juros neste ano, o que implica em mais uma alta neste ano, depois da de hoje.

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J&F vira alvo de nova investigação no TCU para reparação de danos

O subprocurador-geral do MPF (Ministério Público Federal) junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Lucas Furtado, entrou com uma representação no tribunal nesta quarta-feira (14) para que o grupo J&F seja investigado e pague por danos causados nos empréstimos do BNDES e na compra de ações das empresas do grupo pelo banco.

A J&F, que controla empresas como a JBS, Eldorado Celulose e Alpargatas, já tinha fechado acordo de leniência com o MPF no Distrito Federal prevendo o pagamento de R$ 10,3 bilhões em multas e ressarcimento por 25 anos por pagamento de propina em operações envolvendo bancos públicos, fundos de investimento e de pensão.

Agora, Furtado quer que o TCU abra um processo específico para avaliar os danos nas operações do BNDES com as empresas da J&F. Caso o tribunal conclua pela punição, o grupo poderá pagar ainda mais à União.

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BNDES quer ‘acelerar’ acesso de Estados a recursos do banco

“O BNDES quer acelerar o acesso dos Estados a seus recursos, inclusive pela repactuação de dívidas. Esse encontro será o ponto de partida para a solução de entraves que dificultam o processo de retomada dos desembolsos”, afirmou o banco.

Segundo a instituição de fomento, há dois tipos de recursos, “contratados ou em negociação”, que podem ter acesso à repactuação. O primeiro é uma carteira de R$ 20 bilhões com garantia da União, cujo refinanciamento já é regido por legislação específica.

“Para a viabilização da renegociação, será necessária a edição de uma resolução do Senado, liberando os estados de certos tetos financeiros. O Conselho Monetário Nacional (CMN) deverá, em sua próxima reunião, alterar a Resolução 3751, que regulamenta limites de endividamento previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal”, informou o BNDES.

Redação Dinheirama
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