Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é a notícia de que a Microsoft cortou 4 mil postos de trabalho.

Microsoft demite até 4 mil funcionários na área de vendas e marketing

A Microsoft confirmou, na tarde desta quinta-feira, 6, que vai realizar cortes na sua divisão de vendas e marketing, como parte de um esforço de reestruturação da empresa. A companhia do Windows, porém, não confirmou números de demissões – segundo o jornal The New York Times, os cortes estão entre 3 mil e 4 mil funcionários, atingindo menos de 10% do efetivo da empresa no setor.

De acordo com a publicação, o número de demissões ainda é incerto porque boa parte das demissões serão realizadas fora dos Estados Unidos, em países onde acordos sindicais e leis trabalhistas podem influir nos planos da empresa. Procurada pelo Estado, a Microsoft Brasil disse não ter posição oficial se os cortes afetarão funcionários no País.

Na última terça-feira, os trabalhadores da empresa que serão afetados foram notificados das mudanças – além dos demitidos, haverá também um contingente de funcionários que serão remanejados para novas funções.

“As mudanças vão nos ajudar a alinhar os recursos certos para o consumidor certo, na hora certa”, disse Judson Althoff, vice-presidente executivo da empresa, em um email interno na semana passada. Na mensagem, Althoff reiterou a nova direção da empresa, expandindo seus negócios em áreas como computação na nuvem, análise de dados e inteligência artificial, ajudando empresas a se tornarem cada vez mais digitais.

No email, Althoff definiu seis áreas prioritárias para a Microsoft: indústrias, serviços financeiros, varejo, saúde, educação e governos. É uma direção diferente da qual a Microsoft se tornou conhecida em seus primeiros dias, vendendo sistemas operacionais para usuários domésticos e empresas.

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Baidu é investigado após CEO testar carro autônomo nas ruas

A Baidu Inc, principal empresa chinesa de buscas na internet, está sob investigação para determinar se a empresa violou alguma legislação, depois que seu presidente-executivo testou um carro sem motorista em vias públicas, disse a polícia de trânsito de Pequim nesta quinta-feira (6).

A empresa, uma resposta da China ao Google, da Alphabet, busca um papel de liderança no desenvolvimento de carros autônomos na China. A Baidu revelou uma ampla aliança para esse tipo de veículo nesta quarta (5), com o objetivo de lançá-los nas vias da China até 2019.

Mas a empresa agora pode enfrentar sanções das autoridades locais depois que a polícia anunciar a investigação.

“A polícia apoia a tecnologia e a inovação da condução autônoma, mas isso deve ser conduzido de forma legal, segura e científica”, afirmou a polícia de trânsito de Pequim em sua declaração. “Qualquer violação da lei levará a uma punição”, afirmou.

A Baidu não quis comentar.

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Nubank libera cadastro para seu programa de recompensas

O Nubank começou a testar há quase um ano seu programa de fidelidade e recompensas, o Rewards. O sistema foi disponibilizado inicialmente para um grupo de clientes que usa Android e alguns meses depois foi liberado no iOS. Na última semana, a companhia lançou uma página para o cadastro de pessoas interessadas no programa. A lista de espera garante que elas sejam as primeiras a ter acesso ao programa quando ele for lançado e não a adesão direta.

O Nubank Rewards oferece pontos que são acumulados de acordo com o valor das compras; com eles o consumidor paga diárias em hotéis, passagens aéreas, corridas no Uber e mensalidades no Spotify e Netflix. Só que, para participar, se perde uma das maiores vantagens do cartão: é preciso pagar uma anuidade de R$190 à vista ou 12x de R$19,00 (R$228/ano) – os primeiros 30 dias são gratuitos.

Hoje, o programa funciona assim: para cada R$ 1 em compras, o usuário receberá 1 ponto. Na conversão para dinheiro, cada ponto vale menos do que R$ 1, mas a empresa não revela o valor da conversão. O saldo de pontos é exibido na tela principal do aplicativo e atualizado em tempo real, sempre que o usuário faz uma nova transação com o cartão. Além disso, os pontos ganhos não têm data para expirar.

O Nubank não garante que esses serão os valores finais, tanto da anuidade, quanto da pontuação. A empresa afirma que o Rewards será disponibilizado para toda a base de clientes em breve.

De acordo com Cristina Junqueira, cofundadora e vice-presidente de desenvolvimento de negócios do Nubank, o programa de fidelidade do Nubank foi totalmente desenvolvido pela empresa, e por isso a troca dos pontos não dependerá do acesso a um serviço de terceiros.

Redação Dinheirama
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