Agora você confere as principais notícias de 12/07/2017, quarta-feira.

Senado aprova reforma trabalhista

Depois de mais de sete horas de suspensão, o Senado Federal aprovou na noite desta terça-feira (11) por 50 votos contra 26 a reforma trabalhista, proposta do governo que altera a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) em mais de cem pontos.

A aprovação se deu em relação ao texto-base. Ainda haverá votação nesta terça dos chamados “destaques”, que são tentativas de alteração da proposta. Caso eles sejam derrubados, a reforma será encaminhada para a sanção presidencial.

A reforma trabalhista é uma das prioridades legislativas de 2017 do presidente Michel Temer (PMDB), que enfrenta uma grave crise política e a ameaça de perder o cargo.

As mudanças são defendidas pelas entidades empresariais e contestadas pelos partidos de esquerda e pelos sindicatos de trabalhadores.

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Bolsa tem 2ª alta apesar de impasse em reforma

A suspensão, nesta terça-feira (11), da sessão no Senado que votaria a reforma trabalhista não afetou o otimismo dos investidores em relação à aprovação das mudanças, levando a Bolsa brasileira a registrar a segunda alta seguida. No mercado cambial, o dólar fechou cotado a R$ 3,25, no menor patamar em mais de um mês.

O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas do mercado brasileiro, fechou em alta de 1,28%, para 63.832 pontos. O pregão teve volume financeiro de R$ 5,92 bilhões. A média diária do ano é de R$ 8,14 bilhões.

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Petrobrás aprova abertura de capital da BR Distribuidora

O conselho de administração da Petrobrás aprovou a abertura de capital de sua subsidiária integral Petrobrás Distribuidora S.A. (BR), que será conduzida por meio de oferta pública secundária de ações.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa diz que a BR, no processo de abertura de seu capital, pretende aderir ao segmento especial do mercado de ações da B3 denominado Novo Mercado, em linha com as melhores práticas de governança corporativa.

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Captação das empresas no mercado de capitais cresce 30% no 1º semestre

Os investidores locais e estrangeiros se tornaram a principal fonte de financiamento das empresas no primeiro semestre do ano, em um contexto de participação cada vez menor do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) nos empréstimos a companhias.

Dados da Anbima (associação das entidades do mercado de capitais) mostram que as companhias captaram R$ 104,4 bilhões no mercado de capitais no primeiro semestre, aumento de 30,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 228 operações de janeiro a junho, entre emissões de ações, debêntures (dívida emitidas) e outros instrumentos.

No BNDES, que só disponibiliza dados até maio, os desembolsos somaram R$ 27,7 bilhões. É uma queda de 13,2% em relação ao mesmo intervalo de 2016. Como comparação, no mercado de capitais o volume de emissões no mesmo período somou R$ 87,9 bilhões.

Redação Dinheirama
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