Agora você confere as principais notícias de 13/07/2017, quinta-feira.

Ex-Presidente Lula é condenado a 9 anos e seis meses de prisão

Aos 71 anos de idade, Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado, nesta quinta-feira, 12, a 9 anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação do juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, em Curitiba, é a primeira do ex-presidente na Operação Lava Jato. Moro não decretou a prisão de Lula.

“Entre os crimes de corrupção e de lavagem, há concurso material, motivo pelo qual as penas somadas chegam a nove anos e seis meses de reclusão, que reputo definitivas para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, condenou Moro.

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Com condenação de Lula bolsa sobe e dólar cai

Nesta quarta-feira, dia 12, o dólar caiu 1,4% e fechou negociado a R$ 3,20 com a condenação do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva a 9 anos e seis meses de prisão. A moeda já havia aberto em baixa, reagindo ao otimismo de investidores com a aprovação da reforma trabalhista no Senado na véspera. Este foi o menor patamar durante as negociações desde o dia 17 de maio, véspera da revelação das delações de executivos da JBS.

O Ibovespa fechou em alta de 1,57%, aos 64.835,55 pontos. Em julho, o índice acumula avanço de 3,08%, e em 2017, de 7,65%. O giro financeiro, impulsionado pelo vencimento de opções do Ibovespa nesta quarta, ficou em R$ 10,1 bilhões, segundo dados preliminares.

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Presidente do BNDES recua e se diz alinhado à equipe econômica

Após criticar publicamente a TLP (Taxa de Longo Prazo), que passará a servir de referência aos juros do BNDES a partir de 2018, o presidente do banco, Paulo Rabello de Castro, mudou o discurso nesta quarta (12) e afirmou que está alinhado com o governo.

A nova taxa passará ser corrigida de acordo com os juros dos títulos do Tesouro NTN-B. O objetivo do governo, que editou uma medida provisória tratando do tema, é reduzir o volume de crédito subsidiado na economia. A proposta ainda precisa passar pelo Congresso.

O presidente do BNDES, que assumiu o cargo após a equipe econômica decidir sobre a TLP, vinha afirmando que a nova taxa pode prejudicar as empresas.

Questionado por jornalistas sobre o tema após discurso em cerimônia no Palácio do Planalto, em que afirmou que a atual taxa, a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), na prática não é subsidiada, já que volta à União na forma de dividendos pagos pelo BNDES, Rabello de Castro recuou.

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Maia minimiza tom e diz que votará MP se houver acordo na Câmara

No mesmo dia em que disse que não reconhecerá qualquer medida provisória que faça mudanças na reforma trabalhista, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), minimizou o tom na tarde desta quarta-feira (12).

Criticado pelas centrais sindicais ao longo do dia, ele disse à Folha que aceita colocar em votação a proposta enviada pelo presidente Michel Temer caso se chegue a um acordo com os parlamentares.

“Se tiver um acordo com os deputados federais, sim, vou fazer a interlocução com o presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (PMDB), para organizarmos juntos”, disse.

Redação Dinheirama
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