Agora você confere as principais notícias de 07/08/2017, segunda-feira.

Temer convoca Maia e Eunício e ministros para mapear base de votação da Previdência

Em uma agenda atípica, o presidente Michel Temer foi ao Palácio do Planalto neste domingo (6) e convocou para reunião os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB).

Quatro dias após se livrar na Câmara da denúncia de corrupção passiva apresentada pela Procuradoria-Geral da República, Temer quer retomar as negociações sobre a reforma da Previdência.

A ideia do governo é votar o texto na Câmara até o início de setembro. No entanto, Temer ainda não tem os 308 votos de que precisa para aprovar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição).

Na votação da denúncia, Temer teve 263 votos a favor dele.

Além de Maia e Eunício, participam da reunião com Temer os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).

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Equipe econômica avalia anunciar mudança da meta fiscal em setembro

O governo avalia deixar para setembro o anuncio da revisão da meta fiscal. Segundo um integrante da equipe econômica, o rombo de 2017 pode ser ampliado em R$ 15 bilhões a R$ 20 bilhões.

A estratégia é buscar condições para manter o objetivo fixado em 2018, de déficit de R$ 129 bilhões, e para isso prepara medidas a serem encaminhadas ao presidente Michel Temer, entre elas o adiamento dos reajustes salariais de servidores e aumentos de tributos.

Parte da equipe econômica, incluindo o Ministério do Planejamento, quer que o anúncio da alteração da meta de 2017 seja feito já na próxima semana para ter tempo de aprovação pelo Congresso. Meirelles ainda não bateu o martelo, mas pode seguir o conselho de alguns de seus assessores, que querem esperar até setembro, quando já terá terminado o prazo de adesão ao parcelamento de débitos tributários (Refis) – hoje a maior incógnita na arrecadação extra esperada.

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Crédito público para a inovação despenca 39%

O apoio do setor público à inovação vem perdendo força como resultado da crise.

De um lado, recursos não reembolsáveis direcionados à inovação minguaram como consequência da dificuldade orçamentária do governo. De outro, a demanda e a concessão de crédito para inovação perderam força com a queda da capacidade de pagamento das empresas.

No BNDES, houve recuo de 39% nos empréstimos para financiar inovação entre 2015 e 2016, de R$ 6 bilhões para R$ 3,6 bilhões.

A tendência seguiu no primeiro semestre de 2017, quando a redução foi de 21% em relação ao mesmo período no ano anterior, para R$ 1 bilhão.

O banco atribui a queda à crise econômica e destaca que a redução dos desembolsos para inovação segue em ritmo semelhante ao das demais linhas de crédito do banco. O BNDES destaca que o desembolso para inovação foi de 0,4% dos empréstimos em 2009 para 4% em 2016.

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Desemprego nos EUA cai em julho e fica no menor patamar desde 2001

A taxa de desemprego nos Estados Unidos caiu de 4,4% em junho para 4,3% em julho, atingindo o menor nível desde maio de 2001 e igualando o resultado registrado em maio, segundo dados do relatório payroll do Departamento do Trabalho do país. O resultado veio em linha com a expectativa dos analistas do mercado.

Quanto à geração de vagas, a economia americana criou 209 mil postos de trabalho no mês passado, resultado que superou as projeções de economistas, que previam criação de 180 mil empregos. O ritmo de contratação desacelerou em julho ante junho, considerando-se ajustes sazonais, mas mesmo assim foi mais forte do que o esperado.

Redação Dinheirama
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