Agora você confere as principais notícias de 01/09/2017, sexta-feira.

Governo envia orçamento ao Congresso com deficit de R$ 129 bi

Impasses políticos obrigaram o Ministério do Planejamento a manter a meta de deficit do próximo ano em R$ 129 bilhões em vez de R$ 159 bilhões, como estava previsto. A proposta orçamentária foi enviada ao Congresso nesta quinta-feira (31).

De acordo com o documento, as receitas previstas são de R$ 3,6 trilhões. Descontando o refinanciamento da dívida de R$ 1,1 trilhão, o valor do orçamento líquido será de R$ 2,4 trilhões, dos quais R$ 1,5 trilhão não pode sofrer contingenciamento por serem gastos obrigatórios, como o pagamento de aposentadorias.

O espaço para cortes ficou bastante limitado. A equipe econômica só poderá mexer em R$ 65 bilhões (cerca de 5% da receita da União) para tentar cumprir a meta de R$ 129 bilhões.

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Todos os poupadores devem ser ressarcidos por perdas nos planos econômicos

O acordo que está sendo negociado entre bancos e poupadores, a respeito das perdas nas cadernetas de poupança provocadas pelos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, prevê que todos os brasileiros que entraram com ações na Justiça – sejam elas individuais ou coletivas – sejam pagos.

Essa questão a respeito de quem será contemplado pelo acordo, conforme uma fonte que está a par das discussões, foi superada. Tanto a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) quanto as entidades que representam os poupadores já concordaram que o pagamento das perdas, se o acordo for fechado, valerá para todos aqueles com ações ajuizadas. Conforme a fonte, este foi um dos primeiros itens acordados na mesa de negociação.

Existem hoje nas várias instâncias da Justiça brasileira cerca de 1,1 milhão de ações que pedem ressarcimento por perdas ocorridas nos planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II. Essas ações se arrastam há décadas, sem que surja uma decisão definitiva.

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Bolsa tem maior alta mensal desde outubro de 2016 com privatizações

A Bolsa brasileira engatou em agosto a maior alta mensal desde outubro do ano passado, impulsionada pelos anúncios de privatizações do governo e pelo cenário positivo para o mercado de commodities.

Já o dólar teve alta de quase 1% em agosto, com dados mais fortes da economia americana reforçando a expectativa de uma alta de juros nos Estados Unidos ainda neste ano.

O Ibovespa fechou quase estável nesta quinta (31), com queda de 0,07%, aos 70.835 pontos. Em agosto, porém, acumulou valorização de 7,46%, o maior ganho mensal desde outubro de 2016, quando a Bolsa subiu 11,23%.

O dólar comercial caiu 0,41%, para R$ 3,149 –a alta foi de 0,96% em agosto. O dólar à vista recuou 0,47%, para R$ 3,144. A alta em agosto foi de 0,5%.

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Estados Unidos ordenam envio de novas tropas ao Afeganistão

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Jim Mattis, anunciou nesta quinta-feira (31), ter ordenado o envio de novas tropas para o Afeganistão, 10 dias após o presidente Donald Trump anunciar um aumento das forças americanas neste país.

“Sim, assinei ordens” para novos envios, disse Mattis aos jornalistas sem detalhar a quantidade de efetivos que serão mobilizados. “Isto permitirá às forças afegãs combater de forma mais eficaz”, acrescentou, precisando que se tratam, sobretudo, de conselheiros militares que ainda não chegaram ao Afeganistão.

Mattis não quis responder também aos questionamentos sobre os detalhes da estratégia para este conflito, explicando que prefere informar estas questões primeiro ao Congresso, na próxima semana.

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Redação Dinheirama
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