O Brasil continua como primeiro colocado no ranking de “phishing” (invasão de conta para obter dados pessoais do usuário) da Kaspersky Lab, empresa de antivírus.

No país, 18,1% dos usuários foram alvo do crime no segundo trimestre de 2017. Em segundo lugar ficou a China, com 12,9% —os ataques não necessariamente partem dos países onde estão os alvos.

O Brasil está no topo da lista desde 2015. Em 2016, brasileiros sofreram 27,6% dos ataques de “phishing” do mundo e também foram os mais atacados por cavalo de troia, vírus que fica “escondido” em downloads.

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A liderança no ano passado foi atribuída em parte à Olimpíada, que atraiu interesse de criminosos estrangeiros, mas o relatório do Kaspersky afirma que existe uma “cultura Robin Hood” entre hackers brasileiros, especialmente na aceitação de ataques contra bancos.

Apple deve apresentar novos iPhones em 12 de setembro, diz jornal

A Apple agendou para o dia 12 de setembro um anúncio de lançamento de produtos, segundo pessoas ouvidas pelo “Wall Street Journal” com conhecimento do assunto.

Setembro é o mês em que a gigante de tecnologia costuma revelar as novas versões do iPhone, daí a expectativa de que a data esteja reservada para a apresentação dos novos smartphones.

Segundo o “WSJ”, a Apple deve lançar três iPhones. Um deles, maior e mais caro, com tela infinita e reconhecimento facial, marcaria o aniversário de dez anos do produto.

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A empresa ainda anunciaria versões atualizadas do iPhone 7 e do iPhone 7 Plus, lançadas em 2016.

Procurada pelo jornal, a Apple não se pronunciou. A empresa costuma oficializar as datas de lançamento mais perto da data.

Se confirmado, o evento acontecerá uma semana depois do início das vendas nos EUA do Galaxy Note 8, da Samsung, aparelho com a qual a empresa sul-coreana espera atrair consumidores do iPhone.

Após programa de fidelidade, Nubank estuda conta corrente e empréstimos

A Nubank, startup brasileira que oferece um cartão de crédito sem anuidade controlado por aplicativo, está planejando o seu próximo passo. A empresa – que já levantou quase US$ 180 milhões em cinco rodadas de investimento desde sua fundação, em 2013 –, pretende ampliar o portfólio de serviços em breve. Na lista de prioridades dos três cofundadores está a oferta de conta corrente, de empréstimos ou de investimentos.

Não será a primeira aposta da Nubank para além do cartão de crédito, que faz sucesso entre os jovens de até 30 anos. No início de agosto, a empresa lançou seu programa de recompensas, chamado de Rewards, após um ano e meio de desenvolvimento. Ele permite que os usuários acumulem pontos para “apagar” compras feitas com o cartão de crédito, como de passagens aéreas e mensalidades do serviço de streaming de vídeo Netflix.

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Ao contrário do cartão, é preciso pagar R$ 19 ao mês para usar o serviço, o que representa uma nova fonte de receita para a startup e uma forma de atrair clientes de maior renda. “Batemos a meta de usuários do Rewards, planejada para o final do ano, em menos de um mês”, comemora Cristina Junqueira, cofundadora e vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Nubank.

O interesse pelo cartão de crédito também tem crescido. Segundo a empresa, o número de clientes aprovados avança a uma taxa de 10% ao mês. Mais de 1 milhão de pessoas solicitaram o cartão só no mês de julho de 2017 – desde 2013, mais de 8 milhões de pessoas pediram o cartão e há, atualmente, 500 mil pessoas na fila de espera. A empresa não revela quantos cartões já emitiu.

O desempenho dos produtos tem se refletido na receita da Nubank, que chegou a R$ 236,8 milhões no primeiro semestre de 2017. O valor representa um crescimento de 33,7% em relação à receita de todo o ano de 2016. “Esse número ainda é pouco significativo perto do potencial que a Nubank tem”, diz o diretor de inovação da consultoria Accenture, Guilherme Horn. “O valor vai aumentar muito quando a startup virar um banco completo.”

A empresa ainda não gera lucro, mas está reduzindo o prejuízo. Em 2016, ano em que o Nubank fez altos investimentos – entre eles, a nova sede no bairro de Pinheiros – a companhia perdeu R$ 122 milhões. Contudo, no primeiro semestre deste ano, o prejuízo caiu significativamente, para R$ 38,9 milhões, apesar de as contratações continuarem a todo vapor: a startup passou de 389 para 538 funcionários em apenas seis meses. “Estamos ganhando eficiência”, diz Cristina. “Nossa receita está crescendo num ritmo proporcionalmente muito maior que os nossos custos.

Redação Dinheirama
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