Agora você confere as principais notícias de 11/09/2017, segunda-feira.

Há indícios suficientes de que delatores omitiram informações, diz Fachin

Ao decretar a prisão de Joesley Batista e Ricardo Saud, o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que há “indícios suficientes de que os colaboradores omitiram” informações sobre a participação do ex-procurador Marcello Miller no processo de delação premiada da JBS.

Diante disso, o ministro decidiu suspender o acordo de ambos até o fim da apuração sobre o caso. “Cabível, portanto, nos termos pleiteados pelo MPF, a parcial suspensão cautelar da eficácia dos benefícios acordados entre o procurador-geral da República e os colaboradores para o fim de se deferir medidas cautelares com a finalidade de se angariar eventuais elementos de prova que possibilitem confirmar os indícios sobre os possíveis crimes ora atribuídos a Marcello Miller”, disse o ministro.

“Quanto aos colaboradores Joesley Mendonça Batista e Ricardo Saud, são múltiplos os indícios, por eles mesmos confessados, de que integram organização voltada à prática sistemática de delitos contra a administração pública e lavagem de dinheiro. A prisão temporária, quanto a eles, como requerida pelo MPF, é medida que se impõe”, afirmou.

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Poupança tem captação líquida de R$ 2,14 bi em agosto

O volume de recursos que os investidores depositaram na poupança em agosto, já descontados os saques, somou R$ 2,144 bilhões, informou o Banco Central. Este é o quarto mês consecutivo em que houve captação líquida.

O resultado para a poupança foi o melhor para meses de agosto desde 2013, quando houve depósitos líquidos de R$ 4,646 bilhões. Em agosto do ano passado, houve saques líquidos de R$ 4,466 bilhões e, em julho de 2017, aportes de R$ 2,336 bilhões.

Os últimos dias úteis do mês, quando geralmente o volume de depósitos sobe em função do pagamento de salários, foram os destaques. Juntos, os dias 29, 30 e 31 somaram R$ 5,056 bilhões em depósitos na poupança, já descontados os saques.

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Investimento público despenca e afeta o PIB

Os investimentos públicos estão no menor patamar dos últimos dez anos, o que pune principalmente o setor da construção civil e contribui para puxar o PIB (Produto Interno Bruto) para baixo.

Em meio ao forte esforço para reduzir despesas e cumprir a meta fiscal, os investimentos do governo federal nos primeiros sete meses do ano somaram R$ 16,3 bilhões, quase R$ 10 bilhões a menos do que o mesmo período de 2016 e o menor valor desde 2008.

Nesse grupo estão incluídas obras públicas e compra de novas instalações para órgãos do governo, além de material de uso permanente, como computadores.

Os investimentos são os candidatos naturais a corte em tempos de ajuste, uma vez que mais de 90% das despesas públicas obedecem a regras de desembolso e não podem ser reduzidas sem mudar a legislação. Por outro lado, são um importante fator de estímulo à economia.

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Furacão Irma cai para categoria 2, mas continua com ‘ventos perigosos’

O furacão Irma foi rebaixado na tarde deste domingo (10), para categoria 2 pouco depois de tocar o continente americano pela segunda vez na Flórida, segundo informações de meteorologistas americanos, que ressaltaram, no entanto, que o fenômeno ainda pode causar rajadas de ventos mortais.

Às 18 horas (horário de Brasília), o Irma tinha ventos de até 177 km/h, o máximo possível para um furacão de categoria 2, com o olho a apenas oito quilômetros de distância da cidade de Naples e uma movimentação de 22km/h, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês).

Estes ventos podem ser sentidos em um rádio de até 130 quilômetros a partir do centro do furacão, enquanto que os ventos associados a uma tempestade tropical podem ser sentidos em um raio de até 350 quilômetros, completou o NHC.

Redação Dinheirama
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