Agora você confere as principais notícias de 11/10/2017, quarta-feira.

Gás de cozinha vai ficar mais caro a partir desta quarta-feira

O gás de cozinha vai ficar mais caro a partir da zero hora desta quarta-feira, 11. A Petrobrás anunciou que vai aumentar em 12,9% o GLP vendido em botijões de até 13 kg.

“O porcentual de reajuste foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho e reflete, principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”, informou a estatal, em comunicado.

Segundo a empresa, o aumento ao consumidor dependerá do repasse das distribuidoras e revendedores, mas, se o aumento for repassado integralmente, a estimativa é de que o preço do botijão possa ser reajustado, em média, em 5,1% ou cerca de R$ 3,09 cada.

“Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”, explicou a companhia.

No entanto, para o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), o aumento do preço divulgado pela Petrobrás nas refinarias pode impactar em bem mais no bolso do consumidor: entre 7,8% e 15,4% de reajuste, dependendo do local do suprimento.

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Com críticas à Justiça, relator vota por rejeitar 2ª denúncia contra Temer

Recebido com festa pelos governistas, o deputado Bonifácio de Andrada (PSDB) apresentou na tarde desta terça-feira (10) relatório em que recomenda à Câmara barrar a tramitação da denúncia criminal contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral).

Andrada, que é ligado a Aécio Neves (PSDB) e pertence à ala governista do partido, fez um texto de pouco mais de 30 páginas com fortes críticas ao Ministério Público, à Polícia Federal e ao Judiciário. O documento foi apresentado na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, primeiro passo da tramitação.

Logo ao desembarcar na Câmara, ele foi recebido por deputados aliados de Temer e pelo tucano Paulo Abi-Ackel (MG), autor do relatório favorável ao presidente durante a tramitação da primeira denúncia.

“O senhor vai dar um show, vai honrar a política mineira”, disse Abi-Ackel a Andrada na entrada da Câmara.

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Bolsa se recupera após duas quedas

A Bolsa brasileira conseguiu recuperar parte das perdas das duas sessões anteriores e fechou em alta nesta terça (10), em novo dia de recorde nominal, com impulso das ações da Petrobras e do setor bancário. O dólar terminou praticamente estável, cotado a R$ 3,18, em dia de desvalorização no exterior.

O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas, teve alta de 1,55%, para 76.897 pontos, maior pontuação nominal registrada. O volume financeiro foi de R$ 9,9 bilhões, acima do giro médio diário de R$ 8,3 bilhões.

O dólar comercial caiu 0,06%, para R$ 3,185. O dólar à vista se desvalorizou 0,30%, para R$ 3,177.

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Dívida bruta do governo pode superar os 100% do PIB em 2020

A dívida bruta do governo geral pode superar em 2020 os 100% do PIB (Produto Interno Bruto, medida de produção e renda do país), segundo cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI) divulgados nesta segunda (9).

O órgão do Senado, que acompanha as contas públicas, revisou seus cenários usando novas estimativas para taxa básica de juros, crescimento do PIB, inflação e resultado primário do governo (receitas menos gastos, excluindo os juros da dívida).

Nos três (básico, otimista e pessimista), a porcentagem da dívida sobre o PIB foi elevada e o tempo que levará para que ela comece a cair foi alongado. Isso ocorre mesmo com a nova previsão para a taxa de juros básicos nominais ao final deste ano reduzida de 9% para 7%.

Juros menores teriam três efeitos positivos: a) diminui o custo da dívida; b) estimula o investimento e o consumo, levando a mais arrecadação e melhor resultado nas contas do governo; c) leva a maior crescimento econômico, elevando o denominador da relação dívida/PIB.

No entanto, no médio prazo, o efeito é anulado pela piora nas projeções para o deficit primário de 2017, de R$ 142,9 bilhões em junho para R$ 154 bilhões neste mês.

O cenário pessimista, o segundo mais provável, de acordo com o órgão, leva em consideração os riscos de insolvência do setor público, já que a margem fiscal –espaço para cortes nas despesas discricionárias– é decrescente e deve se esgotar em 2019.

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Redação Dinheirama
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