Agora você confere as principais notícias de 11/11/2017, sábado.

Congresso dá ‘feriadão’ de uma semana para parlamentares

Próximo ao fim do ano legislativo, o Congresso terá cinco dias de folga na semana que vem, quando apenas a quarta-feira (15) é feriado pela comemoração à Proclamação da República.

A Câmara dispensou os deputados do dia 13 ao dia 17 de novembro. Para tentar justificar o “feriadão” de cinco dias, convocou sessões para esta quinta (9) e sexta-feira (10).

Já no Senado, o presidente Eunício Oliveira (PMDB) disse que não dispensará os parlamentares e que haverá deliberação na segunda (13) e na terça-feira (14).

Porém, uma consulta à previsão de pauta mostra que não há projetos para serem votados na segunda.

Na terça não há previsão da deliberação de textos de grande preocupação do Congresso e do governo. Entre os projetos previstos está um que concede o título ao município de Limeira (SP) de “Capital Nacional da Joia Folheada”.

Prevendo falta generalizada devido ao feriado do dia 15, Eunício deixou de fora da agenda projetos considerados relevantes. Ele adiou para a semana do dia 20 a votação de uma proposta que altera a cobrança de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do querosene de aviação.

De acordo com a Mesa Diretora do Senado, há previsão de sessão deliberativa para a manhã de terça-feira e aqueles que não comparecerem terão falta marcada e desconto no salário imediatamente.

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Relator da reforma da Previdência faz viagem de 9 dias à Europa

Em meio às negociações políticas para votação de um novo texto da reforma da Previdência, o relator da proposta na Câmara, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS), passará nove dias na Europa. O parlamentar baiano, que é um dos principais articuladores da mudança das regras da aposentadoria, embarcou nesta sexta-feira (10), em missão oficial para a Alemanha, onde, segundo sua assessoria, participará da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 23).

Oliveira Maia já anunciou na última quinta-feira (9), alguns pontos do novo texto da reforma, que será votado diretamente no plenário da Câmara. O texto, ainda não apresentado oficialmente, deverá contemplar apenas a elevação da idade mínima de aposentadoria para 65 anos, no caso dos homens, e 62 anos, para mulheres, uma regra de transição e mudança nas regras de aposentadoria de servidores públicos. Hoje, os benefícios previdenciários de trabalhadores da iniciativa privada obedecem ao teto do INSS (atualmente em R$ 5.531,31), enquanto funcionários públicos podem receber aposentadoria no valor de até R$ 33,7 mil.

De acordo com o relator, nesta semana em que estará fora do País, caberá ao governo articular politicamente a aprovação do novo texto. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem defendido que o presidente Michel Temer chame os líderes partidários individualmente, para resolver as demandas de cada partido da base aliada em relação à possível reforma ministerial que fará.

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Bolsa emenda quarta semana de queda com dúvidas sobre Previdência

As dúvidas sobre a capacidade do governo de aprovar a reforma da Previdência pesaram sobre o mercado financeiro nesta sexta (10) e fizeram a Bolsa brasileira emendar a quarta semana seguida de desvalorização. O dólar subiu nesta sessão, mas acumulou queda nesta semana por preocupações com o plano tributário do americano Donald Trump.

O Ibovespa, índice das ações mais negociadas, recuou 1,05%, para 72.165 pontos, menor nível desde 5 de setembro. O giro financeiro foi de R$ 8,99 bilhões, abaixo da média diária do mês (R$ 10,37 bilhões). Na semana, a queda foi de 2,37%.

O dólar comercial registrou alta de 0,61%, para R$ 3,281. Na semana, houve desvalorização de 0,82%. O dólar à vista, que fecha mais cedo, encerrou o dia com avanço de 0,56%, a R$ 3,277. Na semana, recuou 0,85%.

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Ex-assessor de Trump pediu US$ 15 milhões para entregar opositor turco

O ex-assessor de segurança nacional da Casa Branca Michael Flynn negociou com autoridades turcas entregar a Ancara o opositor Fethullah Gulen. O clérigo vive nos Estados Unidos e é apontado pelo presidente Recep Tayyip Erdogan como o artífice de um golpe fracassado contra ele no ano passado. Desde então, Erdogan lançou uma ofensiva contra os partidários de Gulen.

Segundo a rede de TV NBC e o diário Wall Street Journal, a investigação do promotor especial Robert Mueller analisa se Flynn e seu filho Michael Flynn Jr. se reuniram com autoridades turcas pouco depois da eleição de Trump para discutir o envio de Gulen para a Turquia.

Ainda de acordo com ambas publicações, a reunião ocorreu em Nova York e Flynn discutiu o pagamento de US$ 15 milhões para entregar Gulen num avião privado ao governo turco. Responsável por investigar o envolvimento russo na eleição do presidente Donald Trump, Mueller já indiciou seu ex-chefe de campanha Paul Manafort.

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Redação Dinheirama
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