Agora você confere as principais notícias de 07/12/2017, quinta-feira.

Banco Central corta juros e Selic cai para 7%, menor patamar histórico

Na última reunião do ano, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) decidiu, nesta quarta (6), cortar a taxa básica Selic em 0,5 ponto percentual, para 7% ao ano, levando o juro a seu menor patamar histórico.

Foi a décima redução seguida do juro básico. A decisão, unânime, veio em linha com a expectativa dos 49 economistas ouvidos pela agência Bloomberg, que esperavam corte de 0,5 ponto percentual. Também ficou de acordo com os 7% estimados pelo Boletim Focus, do Banco Central.

A queda de 0,5 ponto percentual representou nova redução do ritmo de corte do Banco Central –no encontro de outubro, a Selic tinha caído 0,75 ponto percentual. Desde abril, quando o juro caiu de 12,25% para 11,25% ao ano, o Copom vinha promovendo cortes de um ponto percentual.

No comunicado divulgado após a decisão, o Copom indicou que uma nova redução da taxa básica de juros pode ser “adequada” caso o cenário econômico evolua conforme a expectativa do BC.

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PMDB fecha questão a favor da reforma da Previdência

Partido com a maior bancada da Câmara, o PMDB anunciou nesta quarta-feira (6), que fechou questão para tentar obrigar seus 60 deputados a votarem a favor da reforma da Previdência. Com a decisão da legenda do presidente Michel Temer, a expectativa do governo é de que outras siglas da base aliada sigam o exemplo e também fechem questão a favor da matéria nos próximos dias.

Não há, no entanto, previsão de punição para deputados que não seguirem a decisão do partido, informou há pouco o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência. “Se tivesse punição prevista, você estava ameaçando o companheiro”, declarou o ministro após deixar a reunião da executiva.

O fechamento de questão é uma decisão tomada pela maioria da executiva nacional de um partido. Quando isso acontece, parlamentares que votarem de forma diferente ao que determinou a direção da legenda podem ser punidos até mesmo com a expulsão. Há também o fechamento simbólico feito pelas bancadas no Congresso. Nesse caso, porém, não costuma haver punição.

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Bolsa sobe 1% com expectativa de queda de juros e reforma; dólar cai

A expectativa dos investidores com a décima queda de juros do Banco Central e um ânimo renovado em relação à aprovação da reforma da Previdência, após o PMDB fechar questão a favor da proposta do governo, levaram a Bolsa brasileira a subir 1% nesta quarta (6). O dólar fechou em queda, cotado a R$ 3,23.

O Ibovespa, índice das ações mais negociadas, subiu 1%, para 73.268 pontos. O volume negociado foi de R$ 8,5 bilhões, em linha com a média do mês, de R$ 8 bilhões.

O dólar comercial teve queda de 0,12%, para R$ 3,231. O dólar à vista, que fecha mais cedo, subiu 0,16%, para R$ 3,241.

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Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel e transfere embaixada de Tel-Aviv

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na tarde de quarta-feira, (6), que o país reconhecerá Jerusalém como capital de Israel e transferirá a embaixada do país para a cidade, desafiando alertas de aliados no Oriente Médio e na Europa. Segundo o republicano, o movimento político arriscado, elogiado apenas por Israel, não irá atrapalhar os esforços de sua administração por um acordo de paz na região.

Em um sinal de que a iniciativa pode ser contraproducente, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas criticou Trump e considerou o anúncio “a retirada dos Estados Unidos do papel de mediador do processo de paz”. O Hamas prometeu reagir à decisão “da maneira apropriada”. Aliados americanos na Europa e no Oriente Médio criticaram a decisão.

Em discurso na Casa Branca, Trump defendeu sua decisão, que considerou um reconhecimento de uma realidade que já deveria ter sido adotado há muito tempo, uma vez que Jerusalém abriga as sedes dos três poderes em Israel.

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Redação Dinheirama
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