Agora você confere as principais notícias de 14/12/2017, quinta-feira.

Reforma da Previdência é adiada para fevereiro, diz Jucá

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), informou no final da tarde desta quarta-feira (13) que há um acordo entre os presidentes da Câmara e do Senado para que a reforma da Previdência seja votada somente em fevereiro.

A informação foi divulgada em nota da assessoria de imprensa do senador e confirmada pessoalmente pelo senador em seguida, durante entrevista coletiva.

Jucá afirmou que a decisão de adiar a reforma foi tomada por causa do baixo quorum que deve haver no Congresso na próxima semana, por causa da antecipação da votação do Orçamento de 2018.

Já o presidente Michel Temer afirmou que discutirá nesta quinta-feira (14) com os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), e da Câmara, Rodrigo Maia, a data de votação da reforma previdenciária.

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Deixar reforma da Previdência para fevereiro ainda não é decisão fechada, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, negou nesta quarta-feira (13), que haja um acerto para que a votação da reforma da Previdência ocorra em fevereiro do ano que vem, como chegou a dizer nesta tarde o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB).

Segundo Meirelles, uma posição oficial será tomada nesta quinta-feira (14), após reunião com o presidente Michel Temer e lideranças do Congresso, entre elas o próprio Jucá. O ministro disse também que o governo ainda trabalha para votar a proposta na semana que vem.

“Eu acabei de falar com ele (Jucá) e ele expressou a sua opinião de que ele acha isso uma solução viável e possível (votar a reforma da Previdência em fevereiro de 2018), mas evidentemente que isso não é uma decisão ainda. Continuamos trabalhando para votar o mais rápido possível, se possível na semana que vem”, disse Meirelles, após deixar evento com empresários em São Paulo.

Meirelles disse que a opinião de Jucá é válida e tem de ser respeitada, pela experiência que o senador tem como parlamentar, “mas evidentemente que ele não está na Câmara” e que Jucá não conversou com Temer nem com lideranças da Câmara.

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Bolsa cai 1,2% após governo adiar reforma para fevereiro; dólar recua

A notícia de que o governo adiou para fevereiro a votação da reforma da Previdência repercutiu mal no mercado financeiro e levou a Bolsa brasileira a recuar mais de 1%, diante do esperado grau de dificuldade maior de aprovar as mudanças em ano eleitoral. O dólar fechou em leve baixa, antes do terceiro aumento de juros nos Estados Unidos.

O índice Ibovespa, das ações mais negociadas, teve queda de 1,22%, para 72.914 pontos. O volume financeiro foi de R$ 12,4 bilhões, em dia de vencimento de índice, que aumenta o giro negociado.

O dólar comercial fechou em baixa de 0,36%, para R$ 3,317. O dólar à vista teve queda de 0,49%, para R$ 3,314.

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Americanos já hipotecam casas para comprar bitcoin nos EUA

Em meio à disparada da cotação do bitcoin, alguns norte-americanos já estão hipotecando suas casas para comprar a moeda, afirmou uma associação de valores mobiliários dos Estados Unidos.

“Temos visto pessoas hipotecando suas casas para comprar bitcoin. Recorrem a cartões de crédito e a empréstimos”, afirmou à rede de TV CNBC  Joseph Borg, presidente da Associação de Administradores de Valores Mobiliários dos EUA – organização voluntária de proteção ao investidor.

De acordo com ele, os investidores que estão contraindo essas dívidas não são aqueles com rendimentos superiores a US$ 100 mil por ano, mas justamente quem já possui uma hipoteca para pagar e dois filhos na faculdade.

“Você está na fase da mania. Em algum momento, haverá um nivelamento. As criptmoedas estão aqui para ficar.  O blockchain está aqui para ficar. Se será o bitcoin ou não, eu não sei”, afirmou.

Redação Dinheirama
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