Olá amigo leitor, tudo bem? Chegou mais um Top5 Dinheirama. Como você já sabe, todo início de semana, publicamos uma seleção com o resumo dos cinco artigos mais lidos, comentados e compartilhados da semana anterior.

A ideia é lhe oferecer um panorama das preferências de outros leitores do Dinheirama e reunir os artigos de forma a oferecer um começo de semana mais proveitoso.

Os artigos mais lidos na semana passada foram:

Ano novo, vida nova! Antigos desafios que precisam ser enfrentados

Diz o dito popular que “ano novo, vida nova”. Já o poeta Carlos Drummond dizia “quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante tudo vai ser diferente”.

Pois bem, começamos 2018 com as mesmas preocupações que encerrarmos 2017. Logo no próximo dia 24/01 teremos o julgamento do ex-presidente Lulapelo TRF-4, e caso o placar seja 3X0, a situação dos candidatos à presidência começará a definir.

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Pensar fora da caixa: 6 sugestões para você ser mais criativo

Quando eu era criança costumava ser muito criativa. Lembro que sempre gostei de escrever e meu irmão sempre desenhou muito bem. Então criávamos álbuns de figurinhas com histórias e desenhos e oferecíamos para a familia.

Também fazia casinhas com caixas de papelão, botas para Barbie com papel alumínio, agendas que eu mesma inventava e um batalhão de outras coisas. Quando me tornei adulta, porém, por diversas vezes me questionei para onde tinha ido toda aquela criatividade. Teria sido tolhida pelas regras do mundo corporativo? E como fazer para dar voz à tão essencial criatividade em um mundo cheio de “nãos” e “formas certas de fazer”? Vamos pensar um pouco sobre isso?

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Educação financeira: proporcionando as melhores coisas da vida

Nós que lidamos com Educação Financeira costumamos falar muito em números. Queremos que cada pessoa com acesso ao que falamos e ensinamos seja capaz de lidar bem com o orçamento, construir uma reserva saudável, não entrar em dívidas, investir, entre outras coisas.

Mas muitas vezes esquecemos de falar sobre o principal: o porquê de fazermos tudo isso! O porquê de você também estar trabalhando para conseguir alcançar tudo isso.

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Manter a forma e organizar as finanças: existe algo em comum?

Estamos diante de um ano novinho em folha, e certamente você está aproveitando este sentimento de renovação para fazer novos planos. E se você for igual à boa parte das pessoas que eu conheço – incluindo eu mesmo – entre os planos estará algo relacionado a se cuidar melhor e também a organizar melhor a parte financeira, entre outras coisas. E não é que, pensando bem, manter a forma e organizar as finanças tem muita coisa a ver?

Nesta semana li um livro chamado “Lucro FC”, do educador financeiro Ricardo Natali. E um trecho, entre vários muito interessantes, me chamou a atenção:

“A vida com planejamento financeiro não deve ser muito sofrida. Muitos economistas indicam que você corte e corte cada vez mais gastos para atingir a poupança desejada. Porém, esta prática pode desgastar e desmotivar de tal maneira que o leve a desistir do plano. É como um nutricionista pedir para um paciente que precisa perder peso comer só salada. Não funcionará”.

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Inteligência financeira não depende de quanto você tem na conta

Hoje eu ouvi uma frase: “Ah, mas ele é muito inteligente. Tem muito dinheiro”. Essa frase me motivou a escrever sobre um tema importante ao qual muitas vezes não damos a devida atenção: inteligência financeira. Você sabe explicar exatamente o que é isso?

Pois bem, muita gente associa dinheiro à inteligência, mas precisamos lembrar que inteligência pode estar associada a diversas partes da vida. Há quem seja inteligente intelectualmente, mas não emocionalmente. Há quem seja inteligente emocionalmente, mas não financeiramente.

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Redação Dinheirama
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