Agora você confere as principais notícias de 07/01/2018, domingo.

‘É suportável’, diz Doria sobre nova tarifa de transporte coletivo

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), declarou neste sábado (6), que o aumento da tarifa de ônibus da cidade é “suportável”. Segundo ele, a alteração no preço das passagens, de R$ 3,80 para R$ 4, tem um “olhar social para a população”.

O novo valor passa a vigorar a partir da meia-noite deste domingo (7), e atinge também o Metrô e a CPTM.

“Nós tivemos uma requalificação de valor bastante inferior, inclusive ao que deveria se você considerasse a inflação de dois anos”, comentou Doria durante agenda do programa Cidade Linda neste sábado (6), no Capão Redondo, zona sul da capital.

O aumento da tarifa (em 5,2%) é inferior à inflação dos últimos dois anos (de cerca de 9%), período em que o valor da passagem se manteve em R$ 3,80. “É uma tarifa suportável para a população. Lembrando que essa será a tarifa até dezembro de 2018”, disse.

Marcelo Odebrecht diz à Polícia Federal que Braskem sonega dados

O empresário Marcelo Odebrecht afirmou à Polícia Federal que a Braskem, o braço petroquímico do grupo Odebrecht, se recusa a fornecer para ele mensagens eletrônicas de interesse da investigação sobre parlamentares federais. Essas informações em posse da Braskem, segundo Odebrecht, podem ser usadas como provas no seu acordo de colaboração premiada.

O depoimento foi prestado em 16 novembro, quando Marcelo Odebrecht ainda estava preso em Curitiba (PR), e anexado ao inquérito no último dia 21. Em dezembro ele passou a cumprir prisão domiciliar em São Paulo.

No depoimento tomado pelo delegado do Ginq (Grupo de Inquéritos do STF) da PF em Brasília, Marlon Oliveira Cajado, Odebrecht foi indagado sobre um dos pontos do acordo de delação que fechou com a Procuradoria-Geral da República que tratava de “apoios prestados” ao grupo Odebrecht em “atos legislativos”, em especial “medidas provisórias”, por parlamentares federais como o senador Aécio Neves (PSDB).

Esse ponto da investigação pode identificar eventuais contrapartidas dadas por parlamentares, incluindo edição de MPs de interesse do grupo, em troca de doações eleitorais oficiais, propina e caixa dois.

Em resposta, Marcelo Odebrecht disse que “há possibilidade de encontrar elementos de corroboração de sua colaboração em mensagens eletrônicas trocadas com executivos da empresa Braskem”.

Entretanto, continuou Marcelo, “ao solicitar o fornecimento de informações aos representantes da Braskem”, ele “teve o seu pedido de acesso à informação parcialmente negado, alegando [a Braskem] que se tratavam de emails classificados como ‘privilegiados’ por transitar pela área jurídica”.

Venezuela expulsa para os EUA brasileiro preso por criticar chavismo

O governo da Venezuela expulsou neste sábado (6), para os Estados Unidos o brasileiro Jonatan Moisés Diniz,  detido em Caracas desde o dia 27 de dezembro, acusado pelo governo chavista de usar uma ONG como fachada para financiar críticos ao presidente Nicolás Maduro. Segundo o Itamaraty, Diniz embarcou no voo 914 da American Airlines de Caracas com destino a Miami, onde chegaria no fim da noite.

Por meio de sua conta no Twitter, o chanceler Aloysio Nunes Ferreira deu o caso como encerrado. “O incidente envolvendo o brasileiro Jonatan Moisés Diniz foi encerrado, com sua expulsão da Venezuela”, escreveu.

A assessoria de imprensa do Itamaraty informou que o governo venezuelano limitou-se a notificar a chancelaria brasileira da expulsão de Diniz, sem dar mais detalhes sobre o caso.

Segundo a família do brasileiro, ele foi detido por autoridades chavistas e levado à sede do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), após ter sido confundido com um cidadão americano – ele vive nos EUA e portava uma carteira de motorista do país.

Redação Dinheirama
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