Agora você confere as principais notícias de 08/01/2018, segunda-feira.

Patrimônio de Jair Bolsonaro e filhos se multiplica na política

O deputado e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC) e seus três filhos que exercem mandato são donos de 13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões, a maioria em pontos altamente valorizados do Rio de Janeiro, como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca.

O levantamento foi feito pelo jornal Folha de São Paulo em cartórios identificou que os principais apartamentos e casas, comprados nos últimos dez anos, registram preço de aquisição bem abaixo da avaliação da Prefeitura do Rio à época.

Em um dos casos, a ex-proprietária vendeu uma casa em condomínio à beira-mar na Barra a Bolsonaro com prejuízo –pelo menos no papel– de R$ 180 mil em relação ao que havia pago quatro meses antes.

O filho mais velho do presidenciável, Flávio, deputado estadual no Rio de Janeiro, negociou 19 imóveis nos últimos 13 anos.

Os bens dos Bolsonaro incluem ainda carros que vão de R$ 45 mil a R$ 105 mil, um jet-ski e aplicações financeiras, em um total de R$ 1,7 milhão, como consta na Justiça Eleitoral e em cartórios.

Quando entrou na política, em 1988, Bolsonaro declarava ter apenas um Fiat Panorama, uma moto e dois lotes de pequeno valor em Resende, no interior no Rio –valendo pouco mais de R$ 10 mil em dinheiro atual. Desde então, sua única profissão é a política. Já são sete mandatos como deputado federal.

Liberação de emendas bate recorde com Temer

Em ano de delação do Grupo J&F e suspensão de duas denúncias criminais contra o presidente Michel Temer, as emendas parlamentares tiveram em 2017 o maior valor liberado dos últimos quatro anos. Ao todo, foram R$ 10,7 bilhões, um crescimento de 48% em relação ao ano anterior e 68% maior do que o liberado em 2015, quando a execução se tornou obrigatória

As emendas parlamentares são indicações feitas por deputados e senadores de como o governo deve gastar parte dos recursos previstos no Orçamento. Os parlamentares costumam privilegiar seus redutos eleitorais. Incluem desde dinheiro para obras de infraestrutura, como a construção de uma ponte, até valores destinados a programas de saúde e educação.

Embora impositivas – o governo é obrigado a pagá-las –, a prioridade dada a algumas emendas ainda é fruto de negociação política. Por isso, são usadas para barganhar apoio em votações importantes no Congresso.

Alckmin tem de ter 10% nas pesquisas até abril, diz PSDB

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) reforçou sua posição como candidato dos partidos hoje governistas, mas precisa emplacar algo entre 10% e 15% de intenções de voto até abril para poder fazer deslanchar sua campanha ao Palácio do Planalto.

Essa é a avaliação de estrategistas tucanos e de algumas figuras de proa de siglas aliadas ao governo Michel Temer neste começo de ano.

E se o tucano chegar ao mês da desincompatibilização obrigatória para concorrer empacado na casa dos cerca de 8% que registra hoje nas pesquisas eleitorais?

Aí as especulações variam, mas em geral apontam convergência para a necessidade de buscar um representante do “novo”, e ele hoje atende pelo nome de Luciano Huck.

O apresentador já se anunciou fora da disputa, mas mantém contato com marqueteiros e nomes da política porque não abandonou completamente a ideia de concorrer.

Redação Dinheirama
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