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No ‘Domingão’, Faustão mencionou artigo que Huck ainda não havia publicado

A informação de que a entrevista de Luciano Huck ao programa “Domingão do Faustão” foi gravada em 11 de novembro esbarra em um dado. Durante a conversa, Fausto Silva diz que Huck “deixou bem claro em comunicado enviado a todos os jornais” que não seria candidato a presidente.

O artigo em que o apresentador negou disposição de disputar a Presidência foi publicado no jornal Folha de São Paulo e reproduzido por outros veículos no dia 27 de novembro.

As especulações sobre uma provável candidatura de Luciano Huck a Presidência voltaram a ganhar força nas últimas semanas na medida em que os principais candidatos de centro-direita como o governador Geraldo Alckmin e o atual ministro da Fazenda Henrique Meirelles patinam nas pesquisas de intenção de votos.

O apresentador, também pediu para que o Ibope mantenha seu nome como opção de voto para as eleições.

Para Meirelles, rebaixamento foi técnico e não deve ser politizado

Um dia após a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) rebaixar o rating do Brasil, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a mudança para melhor da nota de crédito do País é uma “questão de tempo”.

Em entrevista coletiva, ele procurou minimizar o revés, apontando a decisão da agência como “uma questão pontual”. O ministro acredita que o novo rebaixamento é uma decisão técnica e não deve ser transformado em uma “grande questão política”. “Isso é uma questão pontual, não é um grande evento político no país.”

Para justificar sua confiança na recuperação do rating do País, Meirelles fez referência à votação da reforma da Previdência – o atraso no avanço das mudanças nas regras das aposentadorias foi um dos motivos apontados pela S&P para a decisão de alterar a nota de crédito brasileira. “Estamos seguros de que a reforma será aprovada. Como outras medidas já foram”. Ele pontuou também que, apesar do rebaixamento, a S&P melhorou a perspectiva da nota brasileira, de negativa para estável. “Significa que existe previsão de estabilidade por um período.”

Bolsa fecha estável; dólar cai

O rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) Global Ratings não teve impacto no mercado financeiro nesta sexta (12). A Bolsa fechou praticamente estável e o dólar encerrou o dia com baixa, cotado a R$ 3,20.

O Ibovespa, das ações mais negociadas, teve leve queda de 0,02%, para 79.349 pontos. Na semana, a alta foi de 0,35%. O giro financeiro foi de R$ 9,1 bilhões –a média diária de janeiro está em R$ 7,5 bilhões.

O dólar comercial se desvalorizou 0,40%, para R$ 3,207. Na semana, recuou 0,83%. O dólar à vista caiu 0,43%, para R$ 3,210 –queda de 0,64% na semana.

Temer confirma viagem a Davos para Fórum Econômico Mundial

O presidente Michel Temer confirmou sua participação no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, no final de janeiro.

Havia a hipótese de que o emedebista não pudesse participar do evento em razão de seu diagnóstico de infecção urinária. Na quinta (11), após uma série de exames no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, seus médicos afirmaram que o presidente está bem e que não haveria necessidade de novas intervenções nos próximos dias.

Temer continuou em São Paulo nesta sexta (12), em agenda particular no seu escritório na região do Itaim Bibi. Pela manhã, recebeu seu advogado, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, com quem tratou das 50 perguntas que o presidente precisa responder à Polícia Federal sobre supostas irregularidades na edição de um decreto que beneficiou empresas do setor de portos.

A PF abriu inquérito para investigar suspeitas de que um decreto presidencial foi feito sob medida para atender os interesses do setor portuário. As perguntas foram enviadas em 3 de janeiro para Temer, que tem até o dia 19 para se manifestar.

Redação Dinheirama
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