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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Bernadette Vilhena</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Bernadette Vilhena</title>
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		<title>Festa de 15 anos: problema ou comemoração?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/10/festa-de-15-anos-problema-ou-comemoracao/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 01:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O tempo passa depressa&#8230; A garotinha cresceu e vai fazer 15 anos, uma tradição onde as jovens começam uma nova fase de sua vida. Essa tradição, iniciada na Europa, tornou-se popular no Brasil na década de 50. Depois, teve uma queda nos anos 80 e de 2000 para cá voltou com força total, reavivando as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Festa de 15 anos: problema ou comemoração?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_festa_15_anos_problema_comemoracao.jpg" alt="Festa de 15 anos: problema ou comemoração?" align="left" hspace="2" vspace="2" />O tempo passa depressa&#8230; A garotinha cresceu e vai fazer 15 anos, uma tradição onde as jovens começam uma nova fase de sua vida. Essa tradição, iniciada na Europa, tornou-se popular no Brasil na década de 50. Depois, teve uma queda nos anos 80 e de 2000 para cá voltou com força total, reavivando as tradições de vestidos elaborados, valsa e as 15 velas.</p>
<p>As festas de Debutantes movimentam milhões de reais todo ano e aquecem o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> das empresas de eventos. Eu já soube de festas que giraram em torno de 30, 50 e até 60 mil reais. A questão crucial a ser discutida aqui é: como a família lida com essa questão em seu cotidiano?</p>
<p>Gostaria que ficasse claro que não sou contra as festas! Meu papel aqui é questionar as infelizes circunstâncias em que muitas delas acontecem e propor um olhar mais real sobre essa data. Isso porque tenho ouvido muitas queixas e preocupações de pais divididos entre “posso, quero ou devo”? Assim, vamos entrar em contato com alguns pontos fundamentais:</p>
<p><strong>Conflitos familiares</strong><br />
As cobranças por uma grande festa de 15 anos são mais comuns do que imaginamos. Tendo muitas amigas comemorando o aniversário com eventos de grande porte, é natural a adolescente sonhar com algo parecido no seu dia.</p>
<p>Caso a família não tenha o hábito de conversar sobre a realidade financeira ou sobre o que pensam sobre esse tipo de festa, esse desejo da filha pode trazer conflitos para todos. Explico: quando os filhos são criados sem a noção do poder aquisitivo dos pais ficará mais complicado administrar os “nãos” e as frustrações.</p>
<p><strong>Falta de planejamento</strong><br />
Esse descuido acaba comprometendo o orçamento da família caso optem pela festa. Geralmente, os pais decidem pelo evento sem terem tido tempo necessário para orçamentos diversos com fornecedores de Buffet, convite, vestido, DJ e etc. A pressa e a euforia “mascaram” os custos.</p>
<p><strong>Endividamento</strong><br />
Com a intenção de realizar uma festa que atenda às altas expectativas da debutante ou dos próprios pais, a solução muitas vezes acaba sendo o empréstimo, algo perigoso quando mal calculado. Lembre-se que a comemoração terá a duração de algumas horas, mas as prestações bancárias estarão em sua planilha por meses!</p>
<p><strong>Seguir modelos</strong><br />
O mais grave é quando a opção pela festa passa pelo desejo de impressionar amigos e/ou familiares. O famoso <em>“não podemos ficar para trás”</em> faz com que se gaste o que não se tem para manter um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3RhdHVzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">status<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> social inexistente.</p>
<p>O interessante nesse cenário é que, se olharmos mais atentamente, as festas acabam perdendo seu sentido mais puro: a comemoração. Será que estarei tendo uma crise de saudade do tempo em que as festas eram mais simples, mais leves, mas muito mais reais e mais divertidas?</p>
<p>Vejo que é preciso ter a noção do comércio que gira em torno de tanta ostentação e ter discernimento para realizar festas dentro da realidade de cada um. É função do mercado de eventos criar necessidades e produções incríveis, mas cabe a nós consumidores encaixar tudo isso dentro do nosso orçamento familiar – isso faz parte da educação financeira.</p>
<p>A doutora em psicologia <strong>Laura Quadros</strong> diz que <a title="Leia mais " href="http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/noticias/Festa-de-15-anos--pais-nao-devem-fugir-da-realidade.shtml" target="_blank">os pais não devem fugir da realidade da família</a> para realizar o sonho da filha: <em>&#8220;Completar 15 anos é um rito e merece a celebração especial. Mas não recomendo vender um carro para bancar as despesas da festa&#8221;</em>. Caso a opção por uma grande festa fique inviável, por que não pensar em algo até mais significativo para todos nessa data especial? Uma viagem, presentes carregados de carinho dado pelos pais e irmãos.</p>
<p>O conselho é o diálogo, onde a realidade pode ser vista com tranquilidade. Nesse momento, os pais precisam estar alinhados em pensamentos e, assim, conduzirem com maturidade as decisões, contando também com a participação dos filhos. Estou certa de que quando as questões financeiras são administradas com carinho e atenção, elas podem criar laços e gerar aprendizados para a vida toda.</p>
<p>Outro fator importante que vale a pena ser reforçado é a atenção com a educação financeira desde cedo. A família precisa ter coerência desde as primeiras festas de seus filhos, pois a crítica feita para as comemorações dos 15 anos também são válidas para muitas festas de 1 aninho. Tem cada coisa por ai&#8230;</p>
<p>Não podemos descuidar do que é mais importante: o relacionamento saudável e coerente com nossos filhos. Condutas amorosas para que eles passem pela <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YWRvbGVzYyVFQW5jaWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">adolescência<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> mais felizes e com conflitos existenciais necessários, que irão colaborar com a formação de sua personalidade.</p>
<p>Percebo que, atualmente, a adolescência vem sendo atingida por um alto grau de consumismo aliado à impaciência e ao imediatismo. Infelizmente, constatamos a pouca força dos pais ou responsáveis na formação moral desses jovens – seja por falta de tempo, medo ou desconhecimento de seu papel como educador e formador desse cidadão. Os conflitos sérios com as festas de 15 anos são apenas consequências dessa educação (ou a falta dela).</p>
<p>Você concorda? Vamos discutir mais o tema no espaço de comentários abaixo. Deixe sua opinião. Um abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/05/viver-de-forma-superficial-ou-intensa-como-fica-a-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 20:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Como lidar com a qualidade de vida em uma sociedade cada vez mais exigente? Como escolher entre viver de forma superficial ou intensa? Equilíbrio, a chave!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_viver_forma_superficial_intensa_qualidade_de_vida.jpg" alt="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" align="left" hspace="2" vspace="2" />A vida sinaliza para a necessidade de voltar para casa: <strong>o nosso EU</strong>. Um voltar com caráter amoroso e não egoísta. Observo que muitas pessoas estão anestesiadas e acabam vivendo na superficialidade. A demanda maluca do cotidiano acelera e contribui para essa vida rasa, onde não há muito espaço para estar consigo, conhecer melhor suas vontades e decidir pela melhor opção. Infelizmente, “somos levados” por isso ou aquilo&#8230;</p>
<p>Acabamos transportados para lugares sem identidade, empregos sem trabalho, relações sem amores, metas sem ideais, sentimentos sem sentido. A falta de conhecimento sobre nossas reais necessidades e o que nos faz felizes acaba gerando doenças físicas e emocionais, já que o distanciamento do Eu traz consigo consequências negativas em algum momento da vida.</p>
<p>Outros aspectos, como o consumismo, as pressões de uma sociedade voltada para aparências e o empobrecimento cultural em pleno século XXI acabam distanciando muitas pessoas do Belo, do Bem e do Bom. Isso tem reflexos pesadíssimos também no aspecto financeiro das famílias, como você bem sabe.</p>
<p><span id="more-7461"></span>Pense um pouco e lembre-se de qual foi a última vez que você:</p>
<ul>
<li>Olhou para o céu;</li>
<li>Expressou seu carinho para as pessoas que ama;</li>
<li>Olhou no espelho e disse: “Você nasceu para dar certo!”;</li>
<li>Ajudou alguém pelo simples prazer de colaborar;</li>
<li>Pediu perdão;</li>
<li>Trocou a tarde no shopping por um passeio no parque;</li>
<li>Enfeitou a casa com flores;</li>
<li>Decidiu pela saúde financeira e assumiu o controle da planilha doméstica;</li>
<li>Rompeu com as amarras comportamentais que te prendiam no automatismo e foi fazer o que realmente valia a pena para você.</li>
</ul>
<p>É preciso desenvolver uma relação mais real e saudável consigo, com o outro e com a natureza. Todos nós corremos o risco de cair na cilada de uma Vida Líquida, para usar a expressão do sociólogo <strong>Zygmunt Bauman</strong>, onde tudo é temporário. Nesse cenário, as pessoas sentem-se confusas no meio de tantas transformações e informações e acabam com a sensação de estarem perdendo sua condição humana.</p>
<p>Isso tudo <em>“associado à proliferação dos apelos do consumo e sucesso, fazendo com que as pessoas mesmo angustiadas, perplexas e inseguras, estejam mais interessadas em escolher entre as diversas marcas de produtos e as mais infinitas ofertas, do que com sua condição de Ser e Estar no mundo”</em>.</p>
<p>Esse texto é um alerta para mim e para vocês. Uma pausa para refletirmos sobre como conduzimos nossa vida, se nossos dias estão sendo bem vividos, se conseguimos realmente sentir esse cotidiano e provocar mudanças. <strong>A principal revolução deve acontecer dentro de nós</strong> para consolidarmos nossa condição de SERES HUMANOS e não de teres humanos. Que tal aproveitar o feriado prolongado para começar ao invés de apenas reagir?</p>
<p>Concorda com essa ideia? Compartilhe conosco seu ponto de vista no espaço de comentários abaixo. Abraço e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Sacolas plásticas: educação e consumo responsável</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/27/sacolas-plasticas-educacao-e-consumo-responsavel/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/02/27/sacolas-plasticas-educacao-e-consumo-responsavel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 14:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas cidades já tem leis que proíbem o uso das sacolas plásticas no comércio e em supermercados. O consumo responsável só depende de você. Leia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Sacolas plásticas: educação e consumo responsável" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_sacolas_plasticas_educacao_consumo_responsavel.jpg" alt="Sacolas plásticas: educação e consumo responsável" width="220" height="180" align="left" hspace="2" vspace="2" />No início desse ano, entrou em vigor em minha cidade, Itajubá (MG), a <a title="Leia mais sobre a lei em vigor" href="http://www.cdlitajuba.com.br/cdl/na-pauta-do-dia/1010/lei-que-proibe-uso-de-sacolas-plasticas-ja-vigora-em-itajuba" target="_blank">lei que proíbe o uso das sacolas plásticas comuns no comércio</a>. O assunto divide opiniões, mas tenho observado um movimento interessante desde que a lei surgiu. As pessoas começaram a adotar novas formas de transporte de suas compras e a cidade já apresenta sinais de limpeza – não se vê o exagero de saquinhos plásticos com lixo em frente às casas ou jogados nas ruas.</p>
<p>Esta realidade já se faz presente em muitas cidades do Brasil onde, por meio da proibição, a maioria dos indivíduos é forçada a pensar no coletivo e na saúde do planeta. Confesso que na minha casa essa lei não causou nenhum desconforto, já que há tempos uso sacolas ecológicas para as compras diárias. Mas sei que, para que muitas pessoas, essa decisão trouxe alguns inconvenientes. No início, a questão da proibição tem um caráter, digamos, egoísta para quem é afetado diretamente:</p>
<ul>
<li>Os comerciantes e a dúvida do que fazer com os estoques de sacolinhas;</li>
<li>O cidadão comum e o pensamento simplista de como ele irá levar suas compras para casa ou como descartará o lixo doméstico, já que, segundo pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha, 87% dos entrevistados utilizam as sacolas para esse fim.</li>
</ul>
<p>O empenho para a suspensão do uso de sacolas plásticas é mundial. Segundo o site da National Geographic Brasil, essa é <a title="Leia mais" href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/luta-contra-as-sacolas-plasticas-e-mundial" target="_blank">uma tendência não somente para países do dito primeiro mundo</a>. A matéria apresenta iniciativas na Tanzânia, Ruanda e Somália, onde a questão é vista como de saúde pública.</p>
<p><span id="more-7311"></span>No meu ponto de vista, não precisamos olhar para o plástico como o vilão da história – o <a title="Visite o site do Instituto" href="http://www.plastivida.org.br" target="_blank">Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos</a> colabora através de seus estudos para apontar esse lado da questão. É óbvio que sabemos que apenas uma sacolinha leva mais de cem anos para se decompor, que a fauna e flora sofrem por causa do descarte indevido, sem contar bueiros entupidos em dias de chuva e tudo mais.</p>
<p>A questão, acredito, é o uso desordenado da mesma. A falta de educação ecológica para a adoção de atitudes mais coerentes ao século XXI também compromete o cenário.</p>
<p>Exemplos não faltam. Empacotadores nos supermercados sem um treinamento adequado usam uma quantidade maior do que a necessária de sacolas para acondicionarem as compras, pessoas que descartam seu lixo de qualquer jeito, empresas que não investem em fabricação de sacolinhas feitas à base de elementos não poluentes (desde a sua fabricação até a degradação no solo), políticas públicas que não priorizam a coleta seletiva são alguns retratos de nossa sociedade.</p>
<p>Não há saída além da educação para essa questão e tantas outras ligadas ao cuidado com o planeta. Enquanto cidadãos, precisamos assumir a nossa parte nessa responsabilidade, deixando de lado as reclamações vazias.</p>
<p>Em sua cidade ainda não vigora essa lei? Meu conselho é que você comece a buscar alternativas para diminuir ou eliminar o número de sacolas plásticas que pega no comércio diariamente. Mudanças de hábitos são bem vindas e terão um impacto positivo em casa e no planeta. Vejam algumas sugestões do <a title="Conheça o Instituto Akatu" href="http://www.akatu.org.br/" target="_blank">Instituto Akatu</a>:</p>
<ul>
<li>Dificuldades para acondicionar o lixo doméstico? Aproveite para pensar sobre a quantidade de lixo gerado por sua família. Será que não existe desperdício diariamente? Como está o planejamento das compras, principalmente de alimentos mais perecíveis;</li>
<li>O lixo orgânico da cozinha, do banheiro e das fezes de animais deve ser acondicionado em cestos laváveis, forrados com saquinhos feitos de jornal e depois colocados em um único saco grande de lixo;</li>
<li>O ideal é que o consumidor carregue consigo ao menos duas sacolas reutilizáveis (duráveis), uma para produtos químicos de limpeza e outra para alimentos e bebidas. Assim, se por acaso algum líquido vazar de alguma embalagem, não há risco de contaminação dos alimentos. O consumidor deve também lembrar-se de limpar a sua sacola reutilizável entre uma compra e outra.</li>
</ul>
<p>Adotar outro estilo de vida, onde o consumo consciente seja prioridade e elegendo governantes responsáveis, já é um ótimo começo, não acha? Se você tem mais dicas e sugestões, contribua e deixe seu comentário no espaço abaixo. Até mais!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecer bem os detalhes da empresa e o cliente é fundamental para vender mais e melhor. A falta de atenção pode significar queda nas vendas e problemas de relacionamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_pouca_atencao_detalhes_erro_comum_perigoso_empresas.jpg" alt="Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas" align="left" hspace="2" vspace="2" />O tema não é novo, mas é sempre bom escrever sobre ele para lembrar a todos sobre a importância da atenção aos clientes. Percebo que, mesmo com tantas informações, alguns aspectos básicos ainda deixam a desejar; e sabemos que cliente insatisfeito é sinônimo de propaganda negativa. Pois bem, é consenso que empresas vitoriosas são aquelas que efetivamente primam pela qualidade de seus produtos e serviços.</p>
<p>O especialista em marketing e professor <strong>David Kotler</strong> alerta sobre a importância da fidelização dos clientes, já que um consumidor insatisfeito causa muitos prejuízos à empresa (ele influência negativamente, em média, outros 10 consumidores). Observa-se que, apesar dos esforços empreendidos na busca pela qualidade, muitas empresas falham e acabam perdendo clientes por não darem a atenção merecida a detalhes da cadeia produtiva.</p>
<p>O objetivo desse artigo é abordar alguns itens que poderão contribuir para a melhoria dos serviços prestados através da discussão de aspectos importantes do cotidiano empresarial. Fatores que muitas vezes são vistos como detalhes e não recebem a atenção devida, fazendo com que a empresa comprometa a qualidade dos serviços oferecidos.</p>
<p><span id="more-7191"></span><strong>Atendimento ao cliente interno</strong><br />
Os funcionários são a base de toda empresa, pois é através de cada um deles que os produtos e serviços são elaborados e oferecidos. Costuma-se ver que as causas mais comuns de afastamentos, absenteísmo, acidentes de trabalho e desmotivação residem na pouca atenção oferecida a eles por parte da gerência. É preciso investir não apenas em remuneração adequada, mas também no reconhecimento de seus esforços e na oportunidade de expressão de suas ideias.</p>
<p>Programas frequentes de treinamento e desenvolvimento, reuniões semanais e melhoria da comunicação interna são eficazes e provocam mudança significativa na postura em relação ao trabalho. Somente funcionários felizes são capazes de transmitir satisfação aos clientes.</p>
<p><strong>Atenção à cadeia produtiva</strong><br />
Muitas vezes, os produtos são entregues aos clientes com pequenas imperfeições, algo que pode ser resolvido com a atenção maior aos detalhes da produção. Pequenos desvios são facilmente resolvidos através da padronização dos processos, das reuniões freqüentes com os funcionários e da adoção de novas formas de atuação.</p>
<p><strong>Pontualidade</strong><br />
Empresas comprometem sua relação com os clientes quando não cumprem os prazos de entrega combinados. A organização interna e o comprometimento de todos da empresa costumam garantir o tempo determinado.</p>
<p><strong>Alto rigor nas normas</strong><br />
Normas e padrões são importantes, mas quando são engessados e não dão margem para pequenas negociações podem comprometer o relacionamento com clientes internos e externos. A opção pelo bom senso é sempre bem vinda.</p>
<p><strong>Repasse das atividades</strong><br />
Funcionário não costuma adivinhar o que se espera dele e isso provoca muita confusão no cotidiano empresarial. O colaborador é encaminhado para suas atividades naturalmente, como se ele soubesse tudo que precisa ser executado e como comportar-se. Esse pequeno problema pode ser resolvido com uma breve explicação do que precisa ser feito.</p>
<p><strong>Pouca atenção às reclamações dos clientes</strong><br />
Um dos caminhos para a excelência é ouvir os consumidores. Não despreze as reclamações de seus clientes e não os considere exigentes demais. Veja-os como aliados na identificação de falhas e possíveis melhorias.</p>
<p><strong>A sustentabilidade veio para ficar!</strong><br />
A preocupação com a sustentabilidade e o meio ambiente também são fatores ganhadores de clientes e algumas atitudes relativamente simples podem ser determinantes na consolidação da marca de uma empresa no mercado:</p>
<ul>
<li><strong>Adoção de sacolas ecológicas.</strong> Principalmente para os comerciantes do setor alimentício, onde o uso de sacolas plásticas é alto, a iniciativa pela adoção de sacolas ecológicas estimula os clientes na questão ambiental e reduz despesas com as sacolas descartáveis. Além de cuidar do meio ambiente, o financeiro da empresa também será beneficiado, vale a pena fazer as contas;</li>
<li><strong>Iluminação correta.</strong> Existem muitas maneiras de diminuir gastos com energia elétrica: utilização da luz natural no ambiente, uso de cores claras nas paredes e móveis, espelhos em locais estratégicos, uso de lâmpadas fluorescentes, aumento ou troca de janelas de lugar são algumas delas;</li>
<li><strong>Conscientização interna.</strong> O uso consciente dos recursos durante a execução das tarefas é um aspecto que precisa ser ensinado e amplamente divulgado dentro das empresas. Desde o uso excessivo de impressões, matérias primas, telefone até o desperdiço de comida e danos nas ferramentas de trabalho pelo mau uso têm um impacto ambiental e um custo mensal alto para as empresas;</li>
<li><strong>Qualidade nas relações internas e externas.</strong> A relação saudável com os funcionários e a preocupação com as condições adequadas de trabalho são itens que merecem atenção. Os cuidados com a comunidade onde a empresa está inserida e ações ligadas ao seu bem estar também agregam muito valor à empresa. Cuidar das relações internas e externas também coloca a empresa em um caminho ecologicamente correto.</li>
</ul>
<p>A melhor maneira de buscar e manter a qualidade de produtos e serviços é o envolvimento de todos da empresa em torno desse objetivo. A gestão participativa é um modelo altamente eficaz nesse sentido, já que preza pela atenção todos em torno do bem mais precioso de uma companhia: o cliente. Estar atento aos detalhes pode ser a diferença entre prosperar ou não. Abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/06/educacao-financeira-as-compras-de-natal-e-as-festas-de-fim-de-ano/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 00:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já planejou suas compras de Natal e despesas de final de ano? A educação financeira precisa estar presente ou 2012 pode ser um ano de dívidas. Atenção!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_educacao_financeira_compras_de_natal_festas_fim_de_ano.jpg" alt="Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano" align="left" hspace="2" vspace="2" />Vermelho, verde, dourado&#8230; Já é possível perceber as mudanças e o movimento das cores nas lojas! Todas muito bem acompanhadas de guirlandas, presépios e o simpático <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGFwYWkrTm9lbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Papai Noel<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. O bom velhinho já sorri e acena para nós em muitas vitrines, centros de lazer e shopping centers. O Natal está próximo, você já se deu conta disso? Pois é!</p>
<p>Com a sua proximidade, está na hora de falarmos um pouco sobre educação financeira e as compras do final de ano. É importante alertar e relembrar pontos importantes que merecem atenção nessa época. Abaixo listo algumas observações relevantes para que possamos planejar bem e não correr o risco de começar 2012 com dívidas:</p>
<ul>
<li><strong>Presentes de Natal:</strong> como (ainda) temos tempo, é possível planejar a compra dos presentes. Comece fazendo uma lista das pessoas que deseja presentear, seus limites financeiros e as opções de compra. Com tranqüilidade já é possível fazer uma pesquisa de preços e melhores ofertas;</li>
<li><strong>Atenção às ciladas:</strong> evite a contabilidade mental, as compras de última hora e o habitual costume de comprar por impulso;</li>
<li><strong>Cuide bem de seu 13º salário:</strong> avalie qual a melhor alternativa para ele. Talvez saldar algumas dívidas seja o presente que você esteja merecendo; talvez usar parte do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> extra para investir nas suas merecidas férias do ano que vem também. Seja mais inteligente, mas principalmente coerente com sua realidade financeira;</li>
<li><strong>O ano de 2012 chegará logo:</strong> cuidado na hora de parcelar as compras nos últimos meses do ano. Lembre-se dos compromissos no início de 2012: IPVA, IPTU, matrícula e material escolar;</li>
<li><strong>Sonhos em comum:</strong> aproveite para envolver toda a família no planejamento. Falem sobre sonhos e juntos planejem uma ocasião onde todos possam colaborar e desfrutar. Pode ser aquela viagem, a TV nova ou quem sabe mudar de casa. Mas é preciso que essa decisão seja confrontada com seu padrão de vida e necessidades financeiras;</li>
<li><strong>Avalie seu ano:</strong> faça uma reflexão de como esteve sua saúde financeira em 2011. Pense em quantas vezes usou o cheque especial, em quantas coisas comprou sem necessidade, em quanto conseguiu poupar, em quanto investiu e o que deseja mudar em seu comportamento financeiro. A partir das suas conclusões, trace metas consistentes, aprimore hábitos positivos e evite os mesmo erros;</li>
<li><strong>Os presentes das crianças:</strong> como falei no ano passado, os presentes de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TmF0YWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">Natal<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> também podem e devem ser negociados com as crianças. Uma alternativa, principalmente para crianças maiores de seis anos, é a lista de desejos, onde elas escrevem o que querem ganhar. Com essa lista, e o bom senso dos pais, é possível escolher as melhores alternativas.</li>
</ul>
<p>Final de ano é um momento especial para estarmos ao lado de quem amamos e para celebrar a Vida! Comportamento econômico saudável traz tranqüilidade durante os outros dias do ano. Cuide do seu dinheiro com atenção e discernimento. A felicidade está nas mãos de cada um de nós!</p>
<p>Para desejar um feliz ano empresto o verso de <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong>: <em>&#8220;Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre&#8221;</em>.</p>
<p>Você já planejou suas compras? Abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O sucesso financeiro de seus filhos virá do conhecimento</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/27/o-sucesso-financeiro-de-seus-filhos-vira-do-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 17:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[O sucesso financeiro de seus filhos será consequência de seus exemplos, atitudes e do incentivo para que o dinheiro seja um assunto sempre presente. Entenda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O sucesso financeiro de seus filhos virá do conhecimento" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_sucesso_financeiro_filhos_conhecimento.jpg" alt="O sucesso financeiro de seus filhos virá do conhecimento" align="left" hspace="2" vspace="2" />Como educadora, tenho a satisfação de afirmar que o sucesso financeiro de seu filho(a) virá do conhecimento. O sucesso a qual me refiro está relacionado ao uso consciente do recurso “dinheiro” e suas implicações/consequências. A aprendizagem é o caminho mais eficaz para que seu pequeno se transforme em um adulto capaz de lidar com o dinheiro de uma forma inteligente.</p>
<p>O primeiro e inesgotável local de aprendizagem é o lar. <strong>Os primeiros e mais importantes mestres são e serão sempre os pais</strong>. Sabemos que o cotidiano familiar é extraordinário e complexo: muitas demandas, muitas surpresas e vários desafios. Os exemplos dados em casa são tão importantes quanto o ensino formal encontrado nas escolas.</p>
<p>Esse artigo é um lembrete carregado de reflexões para quem tem criança ou adolescente em casa. Em meio a tantas coisas e demandas, os pais ou responsáveis precisam estar atentos também às questões financeiras relacionadas ao universo infanto-juvenil. Sem essa de <em>“dinheiro é assunto de gente grande”</em>.</p>
<p><span id="more-6616"></span>Para iniciar essa reflexão, é preciso voltar a uma conhecida afirmação de base: nossas crianças aprendem pelo exemplo. Assim, o primeiro passo é analisar como você e seu parceiro(a) lidam com as questões relacionadas a esse universo:</p>
<ul>
<li>O clima costuma ficar pesado na hora de pagar as contas?</li>
<li>Estranham-se dentro da loja na hora da compra de algum produto?</li>
<li>Como anda a consciência ecológica da família?</li>
<li>Costumam fazer planejamento mensal ou das próximas férias?</li>
<li>Envolvem as crianças nesse planejamento?</li>
<li>Qual foi a última vez que levou seu filho ao supermercado e ele te ajudou na pesquisa de preços ou na escolha do melhor produto?</li>
<li>Seu filho(a) sabe usar o dinheiro da mesada? O que você faz quando a quantia acaba logo e ele pede mais?</li>
<li>A última festinha de aniversário deixou a sua conta corrente no vermelho?</li>
</ul>
<p>Sempre as mesmas questões, não é mesmo? Ora, sem essa análise fica mais difícil traçar metas sustentáveis e manter uma boa qualidade de vida!</p>
<p>Depois de relembrar que seus filhos estão muito atentos a cada atitude sua, procure desenvolver a inteligência financeira deles através de conversas informais sobre conceitos como pagamento à vista, a prazo, descontos, renda, mensalidade e etc. Compare valores mostrando a relação custo-benefício, fale da importância de poupar e dos perigos do consumismo.</p>
<p>Faça isso dentro de um clima agradável e respeitando a idade de cada um. As explicações devem ser passadas para os menores de forma simples e. À medida que vão crescendo, os mesmos conceitos serão aprofundados gradativamente, por vocês (pais) e pela escola.</p>
<p><strong>O estímulo aos conhecimentos financeiros provoca muitas surpresas agradáveis.</strong> Lembro-me que quando minha sobrinha tinha 10 anos ela apareceu com uma planilha de produtos, e os respectivos preços, feita especialmente para seu pai, que iria fazer uma viagem ao exterior. Ela não só fez a lista de pedidos como aproveitou a Internet para cotar os valores. Superdotada? Não. Esse comportamento é fruto do aprendizado obtido por ela desde pequena junto a seus pais!</p>
<p>Não adianta exigir atitudes maduras de seu filho, por exemplo, quando ele vai morar sozinho na época da faculdade. Não adianta ficar nervoso(a) quando a fatura do cartão de crédito dele é alta. Inútil pedir para que ele cuide bem do tênis novo, da mochila nova e que não desperdice comida. Eu pergunto para você: qual foi o modelo que ele assimilou nos primeiros anos da infância? Quais os valores que foram absorvidos a cada dia? Quais os ensinamentos financeiros e ecológicos que você transmitiu?</p>
<p><strong>Somos falíveis.</strong> <em>“Não foi possível ou não sabíamos da importância de cuidar da inteligência financeira de nossos jovens e crianças”</em>. Ainda assim, com o tempo ele acabará aprendendo as melhores condutas e os comportamentos financeiros adequados, mas o caminho será mais difícil. Os erros, é claro, sempre ensinam.</p>
<p>O mundo cada vez mais exigente está aí e a vida precisa ser vivida com sabedoria. Nós, adultos, temos a grata responsabilidade de cuidar e formar o adulto de amanhã. Um adulto consciente e responsável formado sobre as bases sólidas do amor, carinho, compreensão e conhecimentos adquiridos em casa, na escola, nos livros e em sites qualificados. Enfim, um adulto inteligente e criado dentro do universo de saberes disponíveis.</p>
<p>E você, o que pensa sobre isso? Compartilhe conosco sua opinião.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Economia doméstica e o desenvolvimento social sustentável</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/17/economia-domestica-e-o-desenvolvimento-social-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 12:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Como equilibrar desejos de consumo, necessidade de planejamento e uma vida sustentável, sem desperdícios e com alegria? O desafio é grande, mas vale a pena vivê-lo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Economia doméstica e o desenvolvimento social sustentável" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_economia_domestica_vida_sustentavel.jpg" alt="Economia doméstica e o desenvolvimento social sustentável" align="left" hspace="2" vspace="2" />A economia doméstica tem suas raízes na revolução industrial, quando se estabeleceu como uma ação “higienista” destinada às famílias dos operários, visando orientá-los sobre as questões ligadas à higiene, alimentação, saúde e cuidado com as crianças. Essa ação foi motivada pelas más condições de vida dessas famílias e acabou estendendo-se para toda a sociedade, em um movimento de preservação dos bons costumes e do bem estar familiar.</p>
<p>No Brasil, a economia doméstica se fez presente na educação feminina conduzida por feiras francesas nos “colégios de moças”, com o principal objetivo de preparar as alunas para serem boas esposas e mães. A abordagem sempre envolveu mais que apenas contabilizar gastos.</p>
<p>Após a Segunda Guerra Mundial, a profissão Economista Doméstico foi introduzida no Brasil a partir das influências das escolas de economia doméstica americanas, com o intuito de formar profissionais para atuarem em programas de desenvolvimento rural mantidos pelo governo, em um caráter altamente assistencialista.</p>
<p><span id="more-6445"></span>Após passar por muitas mudanças, atualmente o profissional Economista Doméstico é comprometido com a qualidade de vida das famílias e indivíduos. Possui uma sólida formação e seus conhecimentos abrangem as ciências sociais, biológicas, nutrição, economia e administração. Esse profissional atua em programas de atendimento familiar, ONGs, educação do consumidor, administração familiar entre outros trabalhos.</p>
<p><strong>A importância da economia doméstica</strong><br />
Falar de economia doméstica é falar de saúde financeira e de qualidade de vida. Os aspectos tratados por ela vão além de saber fazer uma planilha de gastos mensais. Ela envolve o uso racional dos recursos, a escolha correta dos bens de consumo e de alimentos, as atitudes cotidianas que evitam o desperdício e as ações voltadas ao consumo consciente.</p>
<p>A introdução sobre a profissão do Economista Doméstico não significa que você tenha que se especializar para realmente melhorar sua relação de consumo e planejamento. Algumas práticas podem ajudar a controlar o orçamento doméstico, diminuir as despesas e colaborar para o desenvolvimento social sustentável:</p>
<ul>
<li><strong>Água:</strong> economize no banheiro, elimine vazamentos, use a vassoura e não a mangueira para varrer a calçada, não deixe torneiras pingando e opte por modelos com sensores automáticos;</li>
<li><strong>Alimentos:</strong> prefira produtos da estação, aproveite todas as partes de verduras e legumes, manuseie com cuidado os alimentos para não danificá-los, consuma produtos da região (ajudando a reduzir os custos de transporte), faça um cardápio para a semana (existe muito desperdício doméstico com frutas, legumes e verduras) e atenção à validade dos produtos;</li>
<li><strong>Reciclagem:</strong> priorize produtos ambientalmente corretos, consuma somente o necessário, evite mercadorias com muitas embalagens, separe seu lixo para coleta seletiva, doe o que não serve mais para você, use os dois lados da folha de papel, imprima somente o necessário e use sacolas ecológicas quando for às compras;</li>
<li><strong>Energia:</strong> economize ao lavar e passar roupa, lavando e passando uma grande quantidade de roupas de uma vez e não exagerando no sabão em pó. Use o ar condicionado com moderação, não deixe os aparelhos em <em>stand by</em>, diminua o tempo do banho, não abra muito a geladeira para ela gastar menos energia e use somente aparelhos com selo Procel;</li>
<li><strong>Dinheiro:</strong> faça sua planilha de gastos mensais, prefira compras à vista, use o cartão de crédito com responsabilidade, pesquise as melhores ofertas, avalie bem quando comprar a prazo, não despreze as moedas e não consuma produtos piratas.</li>
</ul>
<p>Considerando esses aspectos, estaremos no caminho da prática de uma economia doméstica mais sustentável e contribuindo para a construção de um mundo melhor. Você pode ter ficado curioso para pesquisar mais sobre o Economista Doméstico ou simplesmente motivado a melhorar suas decisões financeiras e de consumo. O importante agora é agir. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/17/qual-o-limite-do-necessario-como-equilibrar-necessidade-e-superfluos/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 18:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já reparou em quanta coisa compra e acumula sem necessidade? O que dizer do armário cheio de roupas nunca utilizadas? Sapatos? Como lidar com esse impulso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_limite_necessario_superfluo.jpg" alt="Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Um tema ronda meus pensamentos há algum tempo: o supérfluo, o necessário, nossos limites e limitações. Qual o limite do necessário? Você já deu uma volta em sua casa, analisando armários e gavetas? Você percebeu quantas roupas estão (bem) guardadas e que há tempos você não usa? Quanta coisa comprou por impulso e que agora está ali, somente ocupando espaço em seu armário?</p>
<p>Pois é isso mesmo! Todos nós acumulamos muita coisa sem a menor necessidade ou sem a menor noção de que fazemos isso. Por que será que gostamos tanto de acumular objetos, roupas e quinquilharias? Será que é apego? Desleixo? Falta de noção? Desconhecimento?  Cada um tem uma opinião, o certo é que o supérfluo incomoda ou incomodará em algum momento.</p>
<p>Por definição, supérfluo é o que é demais, demasiado, excedente, desnecessário, ocioso, inútil ou aquilo que excede o necessário, coisas dispensáveis.  Já o necessário é aquilo que não se pode dispensar, é imprescindível à vida.</p>
<p><span id="more-6220"></span>Como tratamos esses conceitos dentro do nosso cotidiano? Será que estamos nos endividando por conta de compras majoritariamente supérfluas? Será que acabamos nos endividando com o que é necessário depois de exagerar no que é supérfluo? O certo é que a felicidade e a paz não dependem do volume de coisas que acumulamos durante nossa vida – muitas vezes acabamos esquecendo isso.</p>
<p>Acho interessante trazer essa reflexão para que prestemos atenção em nossas “necessidades artificiais”. Acredito que a razão coloca cada coisa em seu lugar. O conhecimento de nossas necessidades reais nos mostra o limite entre o necessário e o uso consciente de nosso dinheiro. A cada dia, empresas e agências brilhantemente criam necessidades, mas cabe a nós, consumidores, a decisão de compra.</p>
<p>É claro que o limite do necessário varia de pessoa para pessoa, assim como o conceito de sucesso e riqueza. Perceba que a proposta aqui é a autoavaliação, dentro da sua realidade, para que, a partir da identificação dos seus supérfluos, você possa melhorar seu financeiro e sua qualidade de vida.</p>
<p>Que tal um <a title="Simplifique com o método 5S" href="http://dinheirama.com/blog/2009/11/11/simplifique-e-viva-melhor-usando-o-metodo-5s/" target="_blank">5S pessoal</a> para começar a pensar no assunto? Quantas vezes empregamos nosso tempo e energia em conversas supérfluas, e-mails supérfluos, relacionamentos supérfluos e assim por diante&#8230; Preste atenção e tente analisar com mais cuidado e atenção seus hábitos e comportamentos.</p>
<p>Como pode ver, esse artigo é carregado de questionamentos. Pela maiêutica somos conduzidos às nossas questões e possíveis soluções. E, como dizia o Marquês de Maricá no século XVIII, <em>“sabei dispensar o supérfluo e não vos faltará o necessário”</em>.</p>
<p>Pensem no tema! Um abraço e até o próximo artigo!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: A Educação Financeira das crianças e a Cidadania</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/28/tv-dinheirama-a-educacao-financeira-das-criancas-e-a-cidadania/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Dinheirama]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[Como o exemplo dos pais e o diálogo franco podem contribuir para jovens abertos à educação financeira? Simples: com cidadania construída a partir de exemplos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: A Educação Financeira das crianças e a Cidadania" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_tvdinheirama_educacaofinanceira_infantil_cidadania.jpg" alt="TV Dinheirama: A Educação Financeira das crianças e a Cidadania" hspace="2" vspace="2" align="left" />As famílias brasileiras vivem desafios cada vez maiores quando o assunto são as finanças do lar: a abundância do crédito e a informação sempre disponível aguçaram o instinto de consumo dos filhos e aumentaram muito suas expectativas. A consequência é que o exemplo dos maiores será cada vez mais importante na educação do cidadão de amanhã. Neste episódio da <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> abordo a educação financeira de nossas crianças e jovens através do olhar da cidadania e da responsabilidade da sociedade (especialmente dos pais e professores).</p>
<p>Também abordo neste video os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>O envolvimento dos filhos nas pequenas atitudes do cotidiano cria compromisso com o aprendizado pelo exemplo. Levar os pequenos ao supermercado, ensinar-lhes sobre negociação, compra, troco, necessidade de poupança etc. costuma trazer excelentes resultados;</li>
<li>Tratar das finanças em casa não é algo trivial, mas precisa acontecer sempre, com a presença da família e com a participação de todos. Metas, objetivos, problemas e desafios precisam ser vistos como oportunidades de mudança por todos dentro do lar;</li>
<li>A união em torno dos problemas cria um ambiente propício para o aprendizado. Quando o dinheiro é o problema, isso significa ser capaz de reavaliar o padrão de vida e contribuir para com a família. Como transferir tais valores e princípios para os mais novos?</li>
</ul>
<p>Assista ao vídeo e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jegUO2JtjtA">http://www.youtube.com/watch?v=jegUO2JtjtA</a></p>
<p><strong>Importante:</strong> Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/07/mudanca-de-comportamento-financeiro-missao-impossivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 14:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<category><![CDATA[mudança]]></category>

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		<description><![CDATA[Para muitos, dinheiro é sinônimo de problemas, dívidas e dor de cabeça. A mudança de comportamento pode contribuir para livrar-se dos problemas financeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_mudanca_comportamento_financeiro.jpg" alt="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" hspace="2" vspace="2" align="left" />O cartão de crédito estourou? Os cheques sem fundo são uma rotina? O salário está comprometido com empréstimos consignados? O cheque especial sempre é usado como adicional de salário? As prestações do carro novo estão atrasadas? Os carnês de prestação duram mais que o produto adquirido? Infelizmente, é muito comum esses “desastres” financeiros acontecerem.</p>
<p>O caminho para a solução desses problemas passa pela mudança de comportamento financeiro: aprender a gerir melhor seu dinheiro e determinar/respeitar prioridades. Primeiro, o mais importante é colocar as contas no papel, enxugar gastos, eliminar o fútil e traçar metas.</p>
<p>Em situações graves, onde a saúde financeira da família está comprometida, novas formas de agir são exigidas: diminuir o ritmo das compras e das diversões, anotar todas as despesas, programar as compras, manter o diálogo financeiro familiar e talvez “aposentar” temporariamente o cartão de crédito.</p>
<p><span id="more-5984"></span>Fácil? Não mesmo. Todos sabem sobre a dificuldade da mudança de hábitos e da adoção de novos comportamentos. Quando falamos sobre dinheiro, parece que a mudança fica ainda mais difícil de ser assimilada.</p>
<p><strong>Para entender o processo de mudança</strong><br />
O processo de mudança de comportamento é complexo e requer um grande esforço para que novos hábitos sejam assimilados e tornem-se naturais. Para entender melhor como nós trabalhamos inconscientemente esse momento, a psicóloga <strong>Fela Moscovici</strong> fala <a title="Mais sobre Fela Moscovici" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/43934/?franq=247523" target="_blank">em seus livros e artigos</a> sobre o processo psicossocial das mudanças onde todos nós passamos por determinadas etapas frente a uma situação desafiadora.</p>
<p>Quando somos solicitados a mudar de comportamento, seja por uma boa causa, por uma  necessidade do trabalho ou por demandas financeiras contingenciais, acabamos vivenciando etapas. Não temos consciência do processo, mas eles estarão presentes assim que precisarmos sair da nossa zona de conforto. São elas:</p>
<ul>
<li><strong>Desequilíbrio:</strong> a mudança chega e com ela uma crise interna onde idéias e dúvidas tomam conta do pensamento. É o momento de instabilidade, onde começo a perceber a necessidade de trilhar novos caminhos;</li>
<li><strong>Descongelamento: </strong>fase onde se inicia a “desconstrução” de conceitos e hábitos consolidados para dar lugar a novos modos de funcionar. A ansiedade e a motivação aumentam;</li>
<li><strong>Incorporação: </strong>momento de decisão, pois percebo que a mudança é inevitável. A opção é a aprendizagem e a ação. Os novos comportamentos passam a fazer parte de minha rotina, mas ainda não automatizados;</li>
<li><strong>Congelamento:</strong> a nova estrutura é interiorizada e com ela a estabilização dos novos comportamentos.</li>
</ul>
<p>É normal que toda mudança provoque resistência. Algo que é preciso ter atenção é quando não conseguimos percorrer todas as fases psicossociais apresentadas. Muitas pessoas, diante da mudança, acabam estacionadas na primeira fase, onde seus comportamentos radicais os impedem de seguir adiante. Muitas vezes, o medo e a incerteza paralisam.</p>
<p>Outro fato que ocorre é a negação da situação e a esperança de que, magicamente, tudo vai acabar “se ajeitando”. Muita atenção nessas ciladas, principalmente em relação às questões financeiras! Não existe mágica. O que irá trazer a sua tranqüilidade de volta são a coragem para encarar a realidade, a educação financeira e a atitude para assimilar novas formas de comportamento.</p>
<p><strong>Um conselho: </strong>antes que a sua relação com o dinheiro chegue a níveis críticos de endividamento, analise sua vida e quais aspectos podem ser melhorados. Garanto que a mudança de comportamento em momentos mais tranqüilos é bem mais fácil de ser assimilada! Experimente.</p>
<p>Boa sorte e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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